Clube da Luta

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Sinopse: Considerado um clássico moderno desde sua publicação em 1996, o livro Clube da Luta consagrou Chuck Palahniuk como um dos mais importantes e criativos autores contemporâneos, além do próprio livro como um cânone da cultura pop. O livro que estava esgotado há anos volta às livrarias nessa caprichada edição.
O clube da luta é idealizado por Tyler Durden, que acha que encontrou uma maneira de viver fora dos limites da sociedade e das regras sem sentido. Mas o que está por vir de sua mente pode piorar muito daqui para frente.
O livro foi filmado em 1999, Por David Fincher (Os Homens Que Não Amavam as Mulheres, A Rede Social), que possui duas nomeações ao Oscar, que conseguiu adaptar toda atmosfera do livro, o mundo caótico do personagem e o humor negro de Palahniuk em uma trama recebida com inúmeros elogios pela crítica e pelo público que conta com os atores Brad Pitt, Edward Norton e Helena Bonham Carter.

A fofa da Cris que me indicou esse livro no Desafio de Leitura 2017, assim sendo, este foi o livro para o item 30. Um livro recomendado por alguém do desafioTecnicamente o único livro que eu realmente não poderia trocar da minha lista, mas a minha lista é bem fixa, então…

Demorei bastante para ler o livro, pelo simples motivo de ter amigos fantásticos. Já disse aqui antes que geralmente dou de presente livros que espero que meus amigos gostem e, preferencialmente, que me emprestem depois que tiverem lido. O Senpai tem uma visão um pouco diferenciada. Ele comprou para mim de presente de aniversário (faço aniversário em janeiro) e ainda não me entregou o livro porque ele não terminou de ler. Fantástico, não? 🙂 Eu nem estou irritada, really, ele é o melhor Senpai que eu poderia querer ter.

Então eu estou aqui, a 5 dias do final do desafio, lendo os livros que ainda faltam. Como superar o fato de ter o livro, mas ele não estar comigo? Simples! Kindle Unlimited. Sim! Eu assinei o Kindle Unlimited (que para quem não sabe, é tipo uma biblioteca. Você paga R$ 19,90 por mês e pode pegar 10 livros emprestados quantas vezes quiser/puder) e lá tinha o livro Clube da Luta disponível para empréstimo. ❤ Kindle foi meu melhor investimento em muito tempo…

Como já conhecia o filme, não tive grandes choques durante a leitura. Pelo contrário, estava sempre procurando as dicas, as nuances que mostravam quando Tyler aparecia. Tipo quando você assiste O Sexto Sentido pela primeira vez, mas quando reassiste presta atenção aos pequenos detalhes.

No geral, achei o livro muito interessante. A narrativa não é nem um pouco convencional, o que de vez em quando o torna mais confuso do que ele deveria ser. E, mesmo assim, a narrativa é gostosa de ser lida, de ser acompanhada. Quando percebi, já estava completamente absorvida, mal percebendo o tempo passar.

O interessante é que o livro e o filme se equiparam, nem melhor, nem pior. E uma das coisas que achei muito divertida (?) é que nesse livro não tem um aprofundamento tão grande em relação aos personagens. Há apenas alguns detalhes que não apareceram no filme.

Leitura absolutamente fantástica. Recomendo demais esse livro.

4/5 estrelas e favoritado. Agora é só esperar o Senpai terminar de ler meu livro. XD

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Harry Potter e as Relíquias da Morte

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Sinopse: Desta vez, Harry Potter foi encarregado de uma tarefa obscura, perigosa e aparentemente impossível: localizar e destruir os Horcruxes remanescentes de Voldemort. Potter nunca esteve tão sozinho nem teve de enfrentar um futuro tão sombrio. Porém, de algum modo, Harry deve encontrar dentro de si próprio a força para completar a tarefa que lhe foi dada: ele deve sair do ambiente acolhedor e seguro da Toca para seguir sem temor nem hesitação pelo inexorável caminho que lhe foi traçado…
Na sétima e última parte da saga de Harry Potter, J.K. Rowling revela de modo espetacular respostas que há muito são esperadas. A encantadora e elaborada narrativa, com guinadas repentinas em compassos de tirar o fôlego, confirma a autora como uma grande contadora de histórias cujos livros serão lidos, re-lidos e lidos mais uma vez.

Harry Potter e as Relíquias da Morte foi o livro escolhido para o Desafio de Leitura 2017 – item 03. Um livro referenciado em filme/série, tendo sido mencionado pelo Décimo Doutor no segundo episódio da terceira temporada de Doctor Who ❤ ; e para a Fantastona 2017 – item 06. Continuar ou terminar uma série. Além de ser o sexto livro dos 9 que coloquei na lista da Desesperatona 2017.

Este é o último livro da série Harry Potter e fecha com chave de ouro todo um universo maravilhosamente criado.

Aqui acompanhamos a última grande aventura de Harry e seus amigos, buscando as horcruxes para poder conseguir acabar com o Voldemort de uma vez por todas. E enquanto isso, o Lorde das Trevas finalmente assumiu o seu retorno e está dominando a comunidade bruxa do Reino Unido.

Honestamente, assim como nas outras releituras, eu lembrava do grosso da história, mas não me lembrava dos detalhes. Sabia de todos que morriam durante o livro, mas não lembrava como eles morriam. Chorei demais com cada morte, com cada decisão do Harry.

O livro é emocionante do começo ao fim, porém é um livro extenso e demorado para realmente começar a ação.

5/5 estrelas e foi uma ótima ideia reler! ❤

Battle Royale

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Sinopse: Battle Royale é um thriller de alta octanagem sobre violência juvenil em um mundo distópico, além de ser um dos best-sellers japoneses e mais polêmico entre os romances. Como parte de um programa implacável pelo governo totalitário, os alunos do nono ano são levados para uma pequena ilha isolada e recebem um mapa, comida e várias armas. Forçados a usarem coleiras especiais, que explodem quando eles quebram uma regra, eles devem lutar entre si por três dias até que apenas um “vencedor” sobreviva. O jogo de eliminação se torna a principal atração televisiva de reality shows. Esse clássico japonês é uma alegoria potente do que significa ser jovem e sobreviver no mundo de hoje. O primeiro romance do jornalista Koushun Takami, tornou-se um filme ainda mais notório pelo diretor de 70 anos de idade, Kinji Fukusaku.

Battle Royale foi o livro escolhido para o item 09. Um livro originalmente escrito em outra língua, o livro foi escrito originalmente em japonês, do Desafio de Leitura 2017. E para o item 02. Um livro que está na sua TBR há muito tempo da Fantastona 2017. E como sou a doida das maratonas, estou participando da Desesperatona 2017 com 9 livros para serem lidos antes do dia 31/12.

Devo dizer que desde que conheci Battle Royale através do mangá fiquei muito curiosa e com muita vontade de ler esse livro. Então o que eu fiz? Dei de presente pra uma amiga. Porque sou dessas que pede os livros emprestado meeeeeeesmo.

Depois de dois anos com o livro na estante e me programando pra ler e sempre passando outros livros na frente, fiz uma leitura coletiva com outra amiga e… Li.

E devo dizer que o mangá era melhor. q

A questão em si nem é a história, porque a história é interessante. Um tanto mais gore e intensa que Jogos Vorazes, afinal, são 42 estudantes de uma mesma sala que se conhecem, que convivem diariamente entre si e que são soltos em um local com as mais diversas armas e o objetivo é matar todo mundo. Literalmente.

A grande questão é que a narrativa do Koushun me deu sono. Me deu muito sono.

Ele é extremamente descritivo, de forma que mesmo durante as maiores matanças não há velocidade nos acontecimentos. Ao invés de seguir a matança, os planos, os ataques, no meio da ação, ele coloca a narração do personagem, com todos os seus pensamentos e sentimentos.

O livro, mesmo pingando sangue, foi enfadonho. Apenas algumas cenas realmente me impressionaram e me deixou intrigada/feliz/assustada.

Não sei se o problema foi pela tradução ou se é só o estilo do Koushun, mas acabei me decepcionando com o livro. Novamente, a história é muito boa, só é muito lenta.

3/5 estrelas e me deu vontade de completar a coleção de mangás.

Jovens que Brilham com a Luz Divina

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O livro de hoje não possui sinopse, talvez por ser um livro baseado em preceitos de uma prática religiosa, ou talvez pela frase “Ensinamentos para os jovens da Sukyo Mahikari” ser o suficiente para descrever o livro.

Este foi o livro escolhido para o item 20. Um livro fora da sua zona de confortoJovens que Brilham com a Luz Divina, de Kotama Okada.

Não sou uma pessoa das mais religiosas, mas algum tempo atrás me interessei pela Sukyo Mahikari, uma religião que se baseia na passagem da Luz Divina para as pessoas.

É uma teoria muito interessante e meio que qualquer pessoa de qualquer crença pode fazer parte do Sukyo Mahikari – tendo-se em vista adequar alguns dos preceitos ali descritos para a crença que já carrega.

E, como podem ver pela foto, foi um livro que me fez pensar e refletir em muitos momentos – talvez até demais -, mas tiveram alguns momentos muito incômodos na leitura dele.

É um livro que foi escrito na década de 60-70, então muitas coisas ali descritas mostram um pouco da realidade da época. Sukuishi-sama – o líder religioso – tem muitos pensamentos que hoje em dia me causaram um pouco de angústia, como por exemplo, falar que os homens não podem ter atitudes femininas e as mulheres não podem ter atitudes masculinas. Houve ali uma condenação aos LGBTQ, às mulheres que não desejam ter filhos…

Como eu disse, houveram alguns problemas, mas nada que realmente afetasse a percepção do que era importante.

Há pontos interessantes e que chamaram a minha atenção pelo fato de serem tão atuais – mesmo o livro já tendo aí seus 40-50 anos.

De todo modo, foi um livro que dei 3 estrelas. Valeu a reflexão.

A Senhora da Magia

As Brumas de Avalon - 01

Sinopse: Em “As Brumas de Avalon”, Marion Zimmer Bradley reconta a lenda do rei Artur, descrevendo os seus esforços para unificar a Bretanha contra a invasão Saxônica, a partir da perspectiva das poderosas mulheres do reino de Avalon e Camelot.

Li esse livro em janeiro desse ano e não sei o que diabos aconteceu, mas não fiz resenha dele… Como não tenho condições de reler o livro para fazer uma resenha mais perfeita, vou escrever sobre o que eu me lembro.

Esse foi o livro escolhido para o item 22. Um livro com uma ótima linha/parágrafo inicial. O parágrafo inicial é o seguinte:

“Em vida, chamaram-me de muitas coisas: irmã, amante, sacerdotisa, maga, rainha.”

O livro conta a história da Saga do Rei Arthur, é mais uma narrativa sobre Arthur, Camelot e os Cavaleiros da Távola Redonda. O grande diferencial desse livro é que ele é contado por Morgana.

Morgana é meia irmã de Arthur, ambos filhos bastardos do Grande Rei Uther Pendragon. Morgana vai para a ilha encantada de Merlin para ser treinada nas artes do druidismo quando ainda é uma jovem linda. Lá ela começa seus treinamentos e se desliga do “mundo real”, vivendo de acordo com os preceitos do druidismo.

Acontece que existe um ritual que ela participará, o ritual do deus chifrudo, em que ela, como sacerdotisa e representando a deusa esposa do deus chifrudo, deverá se deitar com o rapaz vencedor da grande caçada ao veado branco.

Eles se unem sob a luz da lua e não se conhecem, ambos sentindo um poder imenso vindo dos deuses. No dia seguinte, porém, Morgana descobre que o rapaz com quem se deitou é na verdade Arthur, seu meio irmão. Quando eles percebem esse fato, se desesperam.

Creio que foi a partir deste momento que as lendas do amor entre Morgana e Arthur se iniciam.

De qualquer maneira, achei bastante interessante a forma como a história é recontada, pelo poder que Morgana possui e de como esse poder acaba mudando a realidade em que ela se encontra. A magia está presente aqui, de uma forma muito mais intensa do que em O Rei do Inverno, no qual a magia é tratada quase como superstição.

Foi uma leitura interessante e me lembro de ter gostado do que li. Entretanto, como eu já disse, faz muito tempo que li e não tenho certeza sobre os detalhes do livro em si. Sei que nesse primeiro volume um personagem masculino, que imagino ser Lancelot, já foi apresentado.

3/5 estrelas.

TBR Outubro

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Eu sei, gente, eu sei que deveria ter um post no sábado dia 07, mas eu e Emma não estamos conseguindo nos entender. Calma que eu explicarei melhor quando acabar a leitura do livro, ok? 😉 E mesmo assim, não teria como postar a TBR no sábado, porque os correios não colaboram, não é mesmo?

Também sei que tem livro repetido da última TBR, mas fazer o que se não consegui ler os livros pra TBR em Cacos? Vamos seguindo com o plano e colocando os livros pra ler, não é mesmo?

Talvez a próxima TBR seja ainda menor, porque as provas de residência estão se aproximando com muita velocidade e eu ainda tenho que estudar mais pra conseguir seguir o sonho. Então… Tenham paciência, meus amores!

Sem mais delongas, à TBR!

Esse mês pretendo ler os dois últimos livros que recebi pelo Turista Literário, que são A Filha das Trevas – que já foi divulgado a continuação para um futuro bem próximo pela Plataforma 21 – e A Longa Viagem a um Pequeno Planeta Hostil – QUE EU COMPREI NA BATALHA DOS YOUTUBERS! MEREÇO?

Como pretendo ler os sete livros de Harry Potter esse ano, continuamos com O Cálice de Fogo. Nos próximos meses teremos ainda mais Harry Potter e Percy Jackson. E aí ano que vem eu releio outra coisa… -q

Minha primeira – e talvez única por enquanto – caixinha do Clube Skoob veio com o tema Embarque e recheada de lindezas! Mais sobre isso na quarta, quando farei review sobre ela -q E com dois livros. Sim, DOIS livros. Assassinato no Expresso Oriente, que será a minha leitura do mês pelo simples motivo de que está saindo filme -q, e Morte no Nilo. Este último vai pra TBR Jar!

*Momento pausa: Decidi fazer uma TBR Jar, um pote com o nome dos livros que ainda não li e que tenho aqui em casa, porque descobri uma pequena pilha de 120 livros – entre comprados por mim, pelos meus pais e pelo meu irmão – que ainda não li… E para ter alguma surpresa no mês, a partir do mês que vem sempre terei um livro do pote nas minhas TBRs…*

Mesmo tendo meio que aberto mão do Desafio de Leitura 2017 – não estou lendo livros pra ele já há algum tempo, pelo menos não na mesma velocidade/frequência que antes – continuarei com um livro por mês. Ou seja, ainda teremos 3 livros do DDL. O de outubro é o livro Jovens que Brilham com a Luz Divina, livro que fala sobre a Mahikari – que é como se fosse uma religião, e eu não sou uma das pessoas mais religiosas assim, mesmo tendo a minha crença.

E, para encerrar, A Divina Comédia, mais um livro do Mini Desafio de Leitura, junto com Emma, mas esta é uma outra história e um outro momento, pretendo terminar Emma antes do fim do ano, então tenho até 31/12…

Na verdade, ainda tem um outro livro, o segundo livro que recebi no intercâmbio literário, mas não tirei foto e esqueci o título exato dele. Avisarei na resenha qual é, certo?

E essas serão, com fé nos deuses tudo, minhas leituras de outubro. Gentes… eu preciso conseguir terminar de ler esses livros… Não aguento mais tanto flop

 

Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban

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Sinopse: Durante 12 anos o forte de Azkaban guardou o prisioneiro Sirius Black, acusado de matar 13 pessoas e ser o principal ajudante de Voldemort, o Senhor das Trevas. Agora ele conseguiu escapar, deixando apenas uma pista: seu destino é a escola de Hogwarts, em busca de Harry Potter. Neste livro o leitor estará mais uma vez mergulhando no mundo mágico de Hogwarts e participando de aventuras repletas de imaginação, humor e emoção, que repetem o encantamento proporcionado pelos livros anteriores dessa maravilhosa série de J. K. Rowling.

Para o item 06. Um livro que ganhou um prêmio escolhi Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban. Esse livro foi o vencedor do Bram Stoker Award for Young Readers 1999. E sim, esse livro tem 18 anos. Mais alguém se sentindo velho por aqui?

De todos os livro da saga de Harry Potter, esse é o meu favorito. Somos apresentados ao Lupin, definitivamente meu maroto favorito, e ao Sirius. Gente… Sirius é o melhor personagem da série e tem um dos fins mais idiotas. A proporção de amor que o terceiro livro tem é igual à proporção de ódio que o quinto livro tem. Mas falarei mais sobre isso no momento adequado.

Muitas coisas interessantes sobre o mundo de Harry Potter nos é apresentado nesse livro. O vira-tempo, os dementadores, como animagos funcionam, o preconceito que os lobisomens sofrem… Eu sempre me impressiono com a forma magnífica com que a Rowling consegue apresentar tantos fatos de um modo tão delicado que nem parece que estamos recebendo mais informações sobre o grande universo que ela criou.

Uma coisa que acho grandiosa é a forma como Rowling nos mostra que mesmo uma pessoa que foi escolhida para a Grifinória, que deveria ser corajosa, pode ser exatamente o oposto. Todas as casas de Hogwarts têm um personagem que se destaca por ser diferente do esperado.

Enfim…

Não vou me delongar aqui, falando tudo o que eu amo sobre o livro ou sobre a série, basta dizer que reler Harry Potter foi uma boa decisão para esse ano. Tão boa quanto reler Percy Jackson. ❤

5/5 estrelas.