Battle Royale

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Sinopse: Battle Royale é um thriller de alta octanagem sobre violência juvenil em um mundo distópico, além de ser um dos best-sellers japoneses e mais polêmico entre os romances. Como parte de um programa implacável pelo governo totalitário, os alunos do nono ano são levados para uma pequena ilha isolada e recebem um mapa, comida e várias armas. Forçados a usarem coleiras especiais, que explodem quando eles quebram uma regra, eles devem lutar entre si por três dias até que apenas um “vencedor” sobreviva. O jogo de eliminação se torna a principal atração televisiva de reality shows. Esse clássico japonês é uma alegoria potente do que significa ser jovem e sobreviver no mundo de hoje. O primeiro romance do jornalista Koushun Takami, tornou-se um filme ainda mais notório pelo diretor de 70 anos de idade, Kinji Fukusaku.

Battle Royale foi o livro escolhido para o item 09. Um livro originalmente escrito em outra língua, o livro foi escrito originalmente em japonês, do Desafio de Leitura 2017. E para o item 02. Um livro que está na sua TBR há muito tempo da Fantastona 2017. E como sou a doida das maratonas, estou participando da Desesperatona 2017 com 9 livros para serem lidos antes do dia 31/12.

Devo dizer que desde que conheci Battle Royale através do mangá fiquei muito curiosa e com muita vontade de ler esse livro. Então o que eu fiz? Dei de presente pra uma amiga. Porque sou dessas que pede os livros emprestado meeeeeeesmo.

Depois de dois anos com o livro na estante e me programando pra ler e sempre passando outros livros na frente, fiz uma leitura coletiva com outra amiga e… Li.

E devo dizer que o mangá era melhor. q

A questão em si nem é a história, porque a história é interessante. Um tanto mais gore e intensa que Jogos Vorazes, afinal, são 42 estudantes de uma mesma sala que se conhecem, que convivem diariamente entre si e que são soltos em um local com as mais diversas armas e o objetivo é matar todo mundo. Literalmente.

A grande questão é que a narrativa do Koushun me deu sono. Me deu muito sono.

Ele é extremamente descritivo, de forma que mesmo durante as maiores matanças não há velocidade nos acontecimentos. Ao invés de seguir a matança, os planos, os ataques, no meio da ação, ele coloca a narração do personagem, com todos os seus pensamentos e sentimentos.

O livro, mesmo pingando sangue, foi enfadonho. Apenas algumas cenas realmente me impressionaram e me deixou intrigada/feliz/assustada.

Não sei se o problema foi pela tradução ou se é só o estilo do Koushun, mas acabei me decepcionando com o livro. Novamente, a história é muito boa, só é muito lenta.

3/5 estrelas e me deu vontade de completar a coleção de mangás.

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