Warped Galaxies: Claws of the Genestealer

Sinopse: Brave champions and the forces of the Imperium battle alien beasts and mechanical tyrants accross the gulf of space.
Having crash landed on a remote ice planet, Zelia Lor and her friends Talen, Mekki and the super-intelligent alien-ape Fleapit must do whatever they can to survive. A distress beacon offers some hope of rescue, but what else lurks in the ice and snow, watching them with hungry eyes…?

Ao contrário do que aconteceu com Realm Quest: Lair of the Skaven, neste segundo livro continuamos com a narrativa mudando entre personagens e capítulos, o que mostra uma dinâmica completamente diferente e sempre interessante dos personagens.

Como sempre, acho importantíssimo conhecer a fundo os personagens – tanto principais quanto secundários – então adoro quando com essas mudanças de ponto de vista conhecemos as personalidades e motivações de cada personagem.

Fora que adorei conhecer um pouco mais do passado do Fleapit. ❤ Eu e minha paixão pelos alienígenas com conhecimento tecnológico…

Não sei dizer se foi o fato de ser ficção-científica ou se foi somente o fato de que todos os personagens tem seu momento de narração, mas gostei mais desta continuação do que da de Realm Quest. Será possível que meu gosto por fantasia foi completamente substituído pelo amor por ficção-científica?

5/5 estrelas e aguardando a continuação!

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Daughter of Smoke and Bone

Sinopse: “Um romance de tirar o fôlego, sobre destino, esperança e a busca de si mesmo” The New York Times.
Pelos quatro cantos da Terra, marcas de mãos negras aparecem nas portas das casas, gravadas a fogo por seres alados que surgem de uma fenda no céu. Em uma loja sombria e empoeirada, o estoque de dentes de um demônio está perigosamente baixo. E, nas tumultuadas ruas de Praga, uma jovem estudante de arte está prestes a se envolver em uma guerra de outro mundo. O nome dela é Karou. Seus cadernos de desenho são repletos de monstros que podem ou não ser reais; ela desaparece e ressurge do nada, despachada em enigmáticas missões; fala diversas línguas, nem todas humanas, e seu cabelo azul nasce exatamente dessa cor. Quem ela é de verdade? A pergunta a persegue, e o caminho até a resposta começa no olhar abrasador de um completo estranho. Um romance moderno e arrebatador, em que batalhas épicas e um amor proibido unem-se na esperança de um mundo refeito.

Este ano a Nati, a Malu e o João deram início à leitura coletiva de Feita de Fumaça e Ossos, até ia participar da leitura, mas fiquei com um pouco de preguiça porque não tenho muitas boas experiências nessas grandes leituras coletivas. Sou chata mesmo.

Mas já estava nos planos de ler esses livros desde que o comprei na Amazon. Só não imaginava que iria gostar tanto desse livro.

Gente estou completamente apaixonada pela Karou!

Costumo ter uma chatice de não ser muito fã das personagens principais dos livros que leio, mas a Karou conseguiu desconstruir totalmente esse pensamento. Simplesmente porque ela é uma fofa, muito carismática e NÃO É BURRA!

Tudo bem que ela não sabe muito bem o que está acontecendo por falta de informações, MAS ela não é burra. ❤

Outra coisa que me conquistou permanentemente é o mistério desse livro. O mistério que ronda essa história é tão incrível que fiquei completamente deslumbrada com o que estava acontecendo, tentando entender o que estava acontecendo com a Karou, com a realidade dela…

Ai gente, nem consigo colocar tudo em palavras pra não tirar a magia dessa leitura… Porque vale a pena.

5/5 estrelas e favoritado! Quero muito ler o próximo livro logo~

Todo Mundo Merece Morrer

Sinopse: Treze vidas que se cruzam por acaso e se tornam ligadas por um assassinato. O massacre planejado é impedido por um corajoso jornalista. O padre ali presente logo chama socorro e abençoa a alma altruísta que ajudou a evitar a tragédia. 
Um pobre médico morreu, vítima de um crime sórdido, que acabou com a vida de um homem de bem. Felizmente os demais passageiros estão a salvo. 
A narrativa padrão, habitualmente construída pela sociedade, é deixada aos pedaços por Clarissa Wolff nesta história em que ninguém é o que parece. Neste grupo heterogêneo de pessoas, uma coisa é certa: não há possibilidade de salvação.

Fiquei interessada nesse livro após ver que era um thriller e que se passava no metrô de São Paulo. Sempre amei a cidade de São Paulo e fiquei super curiosa para saber como as coisas aconteceriam durante a narrativa.

A narrativa é bem construída, nos apresentando a cada personagem que se encontrava dentro do vagão quando o atentado acontece. Então ficamos sabendo um pouquinho sobre o passado de cada personagem, quem eles são.

E, tudo bem, eu entendo a vontade da autora de mostrar que nem sempre as pessoas que sobrevivem são inocentes, nem sempre as pessoas que causam esses atentados são “culpadas”, mas…

Olha… Se a premissa da autora era chocar, considere-me chocada. Passei mal durante a leitura desse livro porque todas as personagens que a Clarissa criou são muito reais – e muito filhos da puta.

E, novamente, entendo a premissa do livro, mas a forma como há uma generalização em relação aos arquétipos que ela usa, e a justificativa que ela traz para o crime final me deixou frustrada.

3/5 estrelas.

Realm Quest: Lair of the Skaven

Sinopse: Epic heroes, mighty armies and terrifying monsters clash against the backdrop of magical landscapes.
When their master, Vertigan, is kidnapped, Elio and his friends are determined to try and rescue him. Using a powerful artefact, they forge a magical doorway into a forbidding underground world teeming with Skaven ratmen! Hopelessly outnumbered, Elio, Kiri, Alish, Thanis and Kaspar must use all of their cunning if they are to find Vertigan and escape alive…

Ao contrário do que eu imaginei, achei essa continuação um pouco… chata. A narrativa da Billie continua maravilhosa! Só que acho que não consegui me conectar com a personagem principal da vez.

Vejam bem, enquanto no primeiro livro tivemos a narrativa pelo ponto de vista da Kiri, neste livro temos a narrativa pelo ponto de vista de Elio. E, sem or, que guri chato. q

Ele seria o típico personagem Leal-Bom, super otimista, jurando que é melhor que os outros porque foi o primeiro pupilo de Vertigan, achando que sabe o que é o melhor pra equipe e tudo o mais.

Foi bem chatinho acompanhá-lo narrando. E, ao mesmo tempo, foi interessante por poder ver os problemas e as personagens por outros olhos além dos da Kiri.

Talvez eu não tenha gostado tanto porque esperava encontrar a Kiri novamente, mas, agora que sei que os narradores mudam, estou ansiosa para o próximo livro.

E como foi divertido acompanhar mais uma parte dessa aventura!

3/5 estrelas.

Aurora Rising

Sinopse: The year is 2380, and the graduating cadets of Aurora Academy are being assigned their first missions. Star pupil Tyler Jones is ready to recruit the squad of his dreams, but his own boneheaded heroism sees him stuck with the dregs nobody else in the Academy would touch…
A cocky diplomat with a black belt in sarcasm
A sociopath scientist with a fondness for shooting her bunkmates
A smart-ass techwiz with the galaxy’s biggest chip on his shoulder
An alien warrior with anger management issues
A tomboy pilot who’s totally not into him, in case you were wondering
And Ty’s squad isn’t even his biggest problem—that’d be Aurora Jie-Lin O’Malley, the girl he’s just rescued from interdimensional space. Trapped in cryo-sleep for two centuries, Auri is a girl out of time and out of her depth. But she could be the catalyst that starts a war millions of years in the making, and Tyler’s squad of losers, discipline-cases and misfits might just be the last hope for the entire galaxy.
They’re not the heroes we deserve. They’re just the ones we could find. Nobody panic

Que JayJay é um dos meus autores autobuy acho que já deu para perceber, não é mesmo? Mas quando eu fiquei sabendo que o combo Amie e JayJay iriam lançar um novo livro juntos e de ficção-científica, eu nem preciso dizer que surtei, não é mesmo? Ainda mais que tinha a novella de Illuminae Files junto…

Aurora Rising nos introduz a um novo(?) universo, cheio de alienígenas, um modo de locomoção espacial diferente e um mistério bem complexo e estranho.

Uma coisa que eu achei interessante é que com 7 personagens principais, cada um narra um capítulo, então acabamos conhecendo a fundo cada personagem e vemos como cada um se relaciona com o mundo e com as outras personagens. E isso, para mim, é essencial, porque traz uma profundidade ainda maior para cada personagem. Muito amor por personagens bem construídos… ❤

Mas, é claro, nem tudo são flores, não é mesmo? Mesmo com todas as magníficas descrições que os autores colocam no livro, existiu uma coisa que me deixou bem incomodada – e foi algo completamente esperado, afinal é um livro jovem-adulto – que foi a adolescência/infantilidade das personagens.

O que eu quero dizer com isso é: tiveram muitos momentos que fiquei irritada com a imaturidade das personagens. E com os hormônios à flor da pele. Mas, novamente, não é algo inesperado considerando-se a idade alvo do livro. Eu que sou chata mesmo…

Outra coisa que aconteceu nesse livro é que existe romance. Mas foi feito de uma forma que me deixou realmente feliz em acompanhar, porque foi tão organicamente construído que foi simplesmente lindo. E, ainda assim, estou muito curiosa para saber como as coisas se desenvolverão daqui para frente, porque ficaram muitas pontas soltas.

Só digo uma coisa: LEGOLAS ❤

4,5/5 estrelas.

Artemis Fowl: O Complexo de Atlântida

Sinopse: Pense em magia. Pense duas vezes.
Algo terrível aconteceu a Artemis Fowl II: ele virou bonzinho. As criaturas diagnosticam o Complexo de Atlântida, uma doença que causa comportamento obsessivo-compulsivo e múltiplas personalidades, causada por ter mexido tanto com magia.
Agora, a cidade subaquática de Atlântida está sob o ataque de robôs malignos e o novo Artemis bonzinho não consegue lutar contra eles. Será que sua aliada, a capitã Holly Short, consegue trazer o verdadeiro Artemis de volta – antes que esses robôs misteriosos destruam a cidade e todas as criaturas que vivem lá?

E agora entramos na reta final dos livro do querido Artemis Fowl! Finalmente peguei os últimos dois volumes da série para terminar de ler uma das melhores histórias de anti-herói que eu já vi.

Isto é… Até pegar o livro para ler, não é mesmo?

Artemis Fowl continua sendo um dos meus personagens favoritos de todos os tempos, mas, se eu for bem honesta, essa história já deu o que tinha que dar… E aqui é a prova que nem sempre é tão bom assim para uma saga ser estendida eternamente.

E na verdade isso é algo que eu venho sentindo desde O Paradoxo do Tempo: a narrativa dos livros tem se repetido. O enredo é o mesmo, mesmo que os personagens mudem… O que, honestamente, é um tanto quanto frustrante.

Ainda assim, a velocidade da narrativa, a forma como o tio Eoin desenvolve a história, é muito gostosa de ler. O que me impeliu pela leitura assim que eu passei por aquelas primeiras 20 páginas um pouco enroladas.

Não nego que foi interessante ver o Artemis perder um pouco a cabeça, mas realmente não vi tanta necessidade assim dessa história para a construção e desenvolvimento de todos os personagens.

Dito isso, 3/5 estrelas e pronta para dizer adeus a esse universo com o último livro.

Coroa da Meia-Noite

Sinopse: Celaena Sardothien, a melhor assassina de Adarlan, tornou-se a assassina real depois de vencer a competição do rei e se livrar da escravidão das Minas de Sal de Endovier. Mas sua lealdade nunca esteve com a coroa. Tudo o que deseja é ser livre — e fazer justiça. Nos arredores do castelo, surgem rumores a respeito de uma conspiração contra misteriosos planos do rei, mas antes de cuidar dos traidores, Celaena quer descobrir exatamente que planos são esses. O que ela não imaginava é que acabaria em meio a uma perigosa trama de segredos e traições tecida ao redor da coroa. Enquanto a amizade entre ela e o capitão Westfall cresce cada vez mais, o príncipe Dorian se afasta, imerso em seus próprios dilemas e descobertas.
A princesa Nehemia acaba se tornando uma conselheira e confidente, mas sua atenção está mais voltada para outros assuntos. Em Adarlan, um segredo parece se esconder por trás de cada porta trancada, e Celaena está determinada a desvendar todos eles para proteger aqueles que aprendeu a amar. Mas o tempo é curto, e as ameaças ao redor castelo de vidro estão cada vez mais próximas. Quando menos se espera, uma trágica noite mudará a vida de todos no reino, e mais do que nunca Celaena quer descobrir a verdade para fazer justiça.

Leitura coletiva que realizei com a maravilhosa da Nicole – a Nic inclusive tem uma loja de marcadores e coisas de decoração maravilhosa – e que iniciei durante a maratona SegueSoterrada de maio. Uma pena que não consegui terminar durante a maratona.

Nesse segundo livro continuamos a acompanhar a vida de Celaena após se tornar a campeã do rei e já posso dizer de antemão que aqui temos mais da intriga política de Erilea e um pouco mais de ação do que no primeiro livro, o que foi ótimo!

Uma pena que a senhorita Sarah insiste em colocar romance desnecessário com triângulo amoroso, e que destrói suas personagens em questão de segundos.

No geral, o livro mais me incomodou do que agradou, pelo simples fato de que tem tanto romance e tanta enrolação desnecessária que a história interessante – a magia, o reino, as tretas – é relegada a terceiro plano. Quando a Celaena resolve colocar as garrinhas de fora, entretanto, o livro é simplesmente uma delícia! Por que então essas cenas são tão poucas e tão espaçadas durante a narrativa?

Para colocar um ponto final sobre Sarah J. Maas: ela é uma boa autora, mas definitivamente não é pra mim.

3/5 estrelas e a alma tranquila de quem realmente tentou.