The Girl From Everywhere: O Mapa do Tempo

IMG_20180215_144133_826Sinopse: Nix é uma viajante do tempo. Ela e seu pai, Slate, velejam a bordo do Temptation, um navio pirata repleto de tesouros. Ao longo do caminho eles encontram amigos, uma tripulação de refugiados do tempo e até mesmo um charmoso ladrão que pode significar muito mais para Nix.
Tudo que Slate precisa é um mapa certo para viajar a qualquer tempo e lugar, real ou imaginário: seja para a China no século 19; terras vindas direto das Mil e Uma Noites ou até mesmo uma mítica versão da África. Apesar das inúmeras possibilidades, o pai de Nix está obcecado com um mapa específico: Honolulu, 1868 – o ano de nascimento de Nix e a última vez em que ele viu sua esposa viva. E, por uma chance de reencontrá-la mais uma vez, Slate está disposto a sacrificar a tudo e a todos.
Quando o desejado mapa aparece, Nix vê sua própria existência em perigo e agora deve descobrir o que quer, quem é, e aonde realmente pertence, antes que seu tempo acabe. Para sempre.

Livro escolhido para o item 14. Um livro que você conheceu pelo Desafio de Leitura 2018, a Nath leu este livro para o item 19. Um livro que se passe no mar.

Começamos a história sem saber muito bem o que está acontecendo. A narradora – e consequente personagem principal – é Nix e ela tem problemas.

Um dos maiores problemas de Nix é que seu pai está obcecado para conseguir um mapa específico, o mapa de Honolulu, 1868. O único objetivo do pai é encontrar este mapa e voltar a Honolulu nessa época, pois só assim poderá encontrar com sua mulher. O problema é que em 1868 Nix ainda não nasceu e que, portanto, não se sabe o que acontecerá com ela aos 16 anos se o seu pai conseguir esse mapa e salvar a vida da mãe dela – ela morre no parto de Nix.

E o fato desse problema existir causa muitas estranhezas na história do livro.

Os personagens em si são muito rasos, sem nenhuma complexidade real que tenha me deixado curiosa em relação a qualquer um deles. Nix não gosta do pai porque ele só se interessa pelo mapa; o pai é um viciado em ópio que não dá atenção a ninguém desde que ele não esteja precisando da pessoa; Kashmir é um ladrão galanteador; Rotgut e Bee mal têm alguma participação realmente expressiva…

E é aí que temos o grande problema da Nix. Ela é a personagem principal, ela é a protagonista e ela não tem nenhum motivo para o desenrolar da história. A forma como ela fala sobre o pai, com todo o seu ressentimento, seu receio, sua tristeza nos força à posição de não gostar do pai dela. Sim, ele é um idiota completo que não dá atenção à própria filha porque ele tem uma obsessão em salvar a mulher, SIM! Mas isso não significa que ele é uma pessoa ruim, isso só mostra que ele é um pai ruim.

Nix passa muito tempo do livro nessa posição de reclamar de tudo o que acontece com ela e em momento algum realmente toma as rédeas de sua vida. Apenas quando é realmente conveniente para o plot é que isso acontece. E na verdade não é porque ela toma as rédeas da situação, é porque “o destino escolheu por ela”.

Como já disse, tirando Slate, nenhum outro personagem pode ser considerado como grande vilão, ou que tenha alguma questão a resolver, ou algum motivo a ir em frente. Então eu sinto como se esse livro fosse, na verdade, um segundo ou terceiro livro, não uma história para iniciar uma saga. Fiquei sim com a sensação de que faltava alguma coisa.

Até mesmo o romance e triângulo amoroso foi fraco. Não houve nenhum momento em que ele realmente tenha sido interessante ou mesmo relevante.

Em resumo, foi um livro que tinha uma premissa muito boa, mas que no seu desenvolvimento deixou muito a desejar.

3/5 estrelas e obrigada Heidi por ter colocado um final que eu aceito como final e não preciso ler o próximo livro.

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Vejo Você No Espaço

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Sinopse: Alex tem onze anos e adora o espaço sideral, foguetes, sua família e seu cachorro, Carl Sagan – uma homenagem a seu maior herói, o astrônomo autor de Cosmos e Pálido ponto azul. A missão de vida de Alex é enviar seu iPod dourado para o espaço, do mesmo jeito que Sagan (o cientista, não o cachorro) enviou os Discos de Ouro nas sondas Voyager, em 1977, com sons e imagens da Terra, a fim de mostrar aos extraterrestres como é a vida no nosso planeta. Por isso, Alex constrói um foguete. E por isso ele viaja do Colorado ao Novo México, de Las Vegas a Los Angeles, gravando tudo o que acontece pelo caminho. Ele encontra pessoas incríveis, gentis e interessantes, desencava segredos e descobre que, mesmo para um menino com uma mãe complicada e um irmão ausente, família pode significar algo bem maior do que se imagina.
Um livro tocante e delicioso sobre aprendermos a discernir realidade e aparências, Vejo Você No Espaço é uma lição de que família também se constrói e de que, com honestidade, força e amor, nos tornamos tão grandes quanto o próprio universo.

Livro escolhido para o item 38. Um livro da Ásia. O autor, Jack Cheng, é de Xangai.

Preciso dizer que esse livro é muito amorzinho. De um jeito que me deixou com o coração machucado e com muita pena do Alex.

A grande verdade é que Alex não é uma criança comum. Ele é inteligente, é muito independente e maduro – em certos aspectos, em muitos outros é muito criança ainda.

Alex começa sua grande aventura indo a um evento de foguetes, com o objetivo de lançar o seu iPod dourado para o espaço, assim como Carl Sagan enviou os Discos de Ouro. Só que muitas coisas acontecem e dão errado e Alex acaba indo em busca do seu pai, que morreu quando Alex tinha 3 anos de idade.

A viagem que Alex inicia e cumpre é cheia de altos e baixos e acaba nos ensinando muito sobre o que é família, o que são os amigos e sobre a realidade em que cada pessoa vive.

Mesmo sendo um livro com um tom muito leve, afinal ele é narrado por uma criança de 11 anos, ele trata sobre assuntos muito pesados como a esquizofrenia, o abandono, a real necessidade de uma família.

Foi um livro que me deixou impressionada com a forma como consegue nos ensinar a ver a vida com outros olhos, a prestar mais atenção às pessoas.

Quase chorei por muitas vezes, principalmente com os ocorridos em Las Vegas. i.i

No geral, foi um livro muito rápido e gostoso de ler. A edição da Intrínseca foi uma fofura e muito bem feita.

4/5 estrelas e favoritado!

Quando o Mal tem um Nome

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Sinopse: “Sinto medo. O tipo de medo que persegue até a presença de outras pessoas. Segue até a luz e entra nas cobertas. Não está debaixo da cama ou dentro armário. Está em minha pele e tem um nome. Não pergunte. Não descubra. Nunca saiba o nome do seu medo, ou irá chamá-lo… Seus lábios podem estar selados, mas sua mente repetirá: Donavan… Donavan… Donavan.”
Na Aparecida dos anos 70, uma cidade erguida no centro de um milagre, conhecemos a história de Marta e sua filha Clara. De sua terra cultivada por fé a malignidade cresce no coração de uma mãe devota. As orações que a padroeira não atende são feitas agora para eles: anjos caídos. Ela não deveria saber o nome do demônio que atendeu sua prece, e a abominação despertada é tão grande que todos vão pagar pelo seu pecado. O mal só precisava que alguém o chamasse pelo nome e agora está entre nós.
“Faça uma oração antes de dormir e deixe a luz acesa. Se vir a fé em seus olhos, talvez vá embora. Mas ele virá”
— Por que um demônio iria querer vir até à casa de Deus, minha jovem?
— Por que o senhor iria até a casa do demônio, padre?
— Para levar a luz até ele.
— O demônio também tem seus planos.

Livro escolhido para o item 08. Um livro que você tem, mas ainda não leu. Mais uma “aquisição” do Kindle Unlimited.

O livro da Glau Kemp me chamou muita atenção porque eu gosto de sentir medo com histórias de possessão, demônios e essas coisas. E, como podem ver pela sinopse, esse livro promete muito!

O início da história, mostrando a fé e a dúvida da Martha, mãe da Clara, foi algo que me deixou com muito receio pela história. Afinal de contas, eu acredito que o “mal” – espíritos, demônios, inferno – são a materialização da sua falta de fé. Na minha cabeça – e na minha crença -, não faz sentido um ser bom que deseja apenas o amor tenha criado um lugar onde quem não pensa da forma correta passará o restante da eternidade sofrendo. É uma matemática que não funciona muito bem pra mim.

Então ver um livro que coloca isso em palavras foi… assustadoramente fantástico!

Até o momento em que Clara nasce e as coisas começaram a desandar. -q

Quando Clara nasce, Martha a trata mal. É como se nada do que a tenha feito ir atrás de sua menininha tenha realmente valido a pena. Sim, eu sei que fazer um pacto com o demônio não poderia trazer nada de bom para a casa, mas nada tinha realmente acontecido. Martha desconfiava da filha, em momento algum tinha amado a garota.

O que foi bem brochante. q

Daí pra frente as coisas ficaram ainda mais insanas. As coincidências que aconteciam para provar que a menina era ruim simplesmente eram demais. E a história ficou meio bobinha até o final.

Em resumo: foi um livro com potencial muito grande, mas que não conseguiu cumpri-lo.

3/5 estrelas.

Quem Mexeu No Meu Queijo?

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Sinopse: Quem mexeu no meu queijo? é uma parábola que revela verdades profundas sobre mudança. Dois ratinhos e dois homenzinhos vivem em um labirinto em busca de queijo – uma metáfora para o que se deseja ter na vida, de um bom emprego à um relacionamento. Um deles é bem-sucedido e escreve o que aprendeu com sua experiência nos muros do labirinto. As palavras rabiscadas nas paredes ensinam a lidar com mudança para viver com menos estresse e alcançar mais sucesso no trabalho e na vida pessoal. Quem mexeu no meu queijo? é uma leitura rápida, mas sua idéias permanecerão por toda a vida.

Livro escolhido para o item 12. Um livro fora da sua zona de conforto.

Com uma narrativa simples e infantil, o autor Spencer Johnson conta uma parábola sobre a necessidade de estar disposto à mudanças e não se deixar parado frente a elas.

Quem mexeu no meu Queijo? apresenta 4 personagens. Dois ratos, Sniffy e Scurry, e dois homens, Hem e Haw. Quando o Queijo é movido, cada par de personagem age de acordo com seu sistema de crenças e conhecimentos. Os ratos rapidamente voltam ao labirinto e à procura de um novo queijo. Já os homens, que se tornaram preguiçosos e arrogantes por saber que o Queijo sempre os esperava no mesmo lugar, acabam se demorando muito para tomar alguma decisão.

Guiados pelo medo, pela certeza de merecerem um prêmio sem realmente buscar por ele, pela sua “superioridade”, acabam sofrendo muito com a mudança. Somente após decorrido um tempo considerável é que Haw resolve voltar ao labirinto e buscar pelo novo Queijo.

Em resumo: as mudanças só nos pegam de surpresa quando não olhamos para a nossa situação atual. Ninguém gosta de mudanças, mas se estamos preparados para ela e dispostos a ver um futuro em que a mudança nos ajuda a seguir em frente podemos crescer com ela.

Não acredito que seja um livro milagroso, assim como todo livro de auto-ajuda, mas ele esfrega na nossa cara delicadamente o óbvio: ou se muda ou morre. Seja uma morte física ou “espiritual”.

2/5 estrelas.

Altered Carbon

Altered Carbon

Sinopse: Baseado no romance clássico de cyberpunk de Richard K. Morgan, “Altered Carbon” é uma intrigante história de assassinato, amor, sexo e traição, que se passa a mais de 300 anos no futuro. A sociedade foi transformada por uma nova tecnologia: a consciência pode ser digitalizada; os corpos humanos são intercambiáveis; a morte não é mais permanente.

Eu sei, eu sei… Faz muito tempo que não venho com resenha de algo que não seja literatura por aqui. E, acreditem, estava sentindo falta disso. Só que como sou uma pessoa que se dedica 100% ao que está fazendo, acabei deixando tudo de lado para ler. Prometo tentar não fazer mais isso… q

Descobri Altered Carbon exatamente como e quando precisava dessa série. Meu pai – melhor companhia para assistir seriados – estava estressado e como precisávamos de um tempo de Ultimate BeastMaster, acabei aceitando a sugestão da Netflix e começamos a assistir.

Afinal, não tem como errar com série de ficção científica, não é mesmo?

Nessa série, as pessoas possuem um chip em sua coluna – bem ali próximo as vértebras C2-C3 -, em que sua memória é preservada. Como cada pessoa é basicamente composta de memórias e, com esses chips, é possível trocar de corpo quando quiser, a morte deixa de ser um problema. A não ser que o chip seja destruído.

Acompanhamos várias narrativas através do seriado. A narrativa do Kovacs quando é reiniciado em um novo corpo, a narrativa do assassinato que ele precisa solucionar e, por último, a narrativa da revolução que Kovacs participou muito antes de ser desativado.

Cada ponto da trama é desvendado de tal forma que sempre que parecia que as coisas estavam simples, elas se tornavam insanas e vinha aquele cliff hanger pra destruir a vida – até o próximo episódio pelo menos.

Me apaixonei perdidamente por um dos personagens e pela trama em si. Cada pedaço que se desvendava me dava mais e mais vontade de assistir. E foi assim que eu e meu pai assistimos um seriado inteiro em 4 dias (ele precisou viajar e eu sou fiel aos meus companheiros de série).

Um seriado que tem tudo o que eu gosto. Super indico para quem gosta de um thriller policial, ficção científica e, como o que tem sido de praxe na atualidade, uma dose considerável de nudez e sexo.

5/5 estrelas e PELO AMOR DE DEUS EU PRECISO LER ESSE LIVRO!!1!!!UM!!

Piano Vermelho

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Sinopse: Ex-ícones da cena musical de Detroit, os Danes estão mergulhados no ostracismo. Sem emplacar nenhum novo hit, eles trabalham trancados em estúdio produzindo outras bandas, enchendo a cara e se dedicando com reverência à criação — ou, no caso, à ausência dela. Uma rotina interrompida pela visita de um funcionário misterioso do governo dos Estados Unidos, com um convite mais misterioso ainda: uma viagem a um deserto na África para investigar a origem de um som desconhecido que carrega em suas ondas um enorme poder de destruição.
Liderados pelo pianista Philip Tonka, os Danes se juntam a um pelotão insólito em uma jornada pelas entranhas mortais do deserto. A viagem, assustadora e cheia de enigmas, leva Tonka para o centro de uma intrincada conspiração.
Seis meses depois, em um hospital, a enfermeira Ellen cuida de um paciente que se recupera de um acidente quase fatal. Sobreviver depois de tantas lesões parecia impossível, mas o homem resistiu. As circunstâncias do ocorrido ainda não foram esclarecidas e organismo dele está se curando em uma velocidade inexplicável. O paciente é Philip Tonka, e os meses que o separam do deserto e tudo o que lá aconteceu de nada serviram para dissipar seu medo e sua agonia. Onde foram parar seus companheiros? O que é verdade e o que é mentira? Ele precisa escapar para descobrir.
Com uma narrativa tensa e surpreendente, Josh Malerman combina em Piano Vermelho o comum e o inusitado numa escalada de acontecimentos que se desdobra nas mais improváveis direções sem jamais deixar de proporcionar aquilo pelo qual o leitor mais espera: o medo.

Livro escolhido para o item 20. Um livro do seu tópico favorito de desafios anteriores DDL 2016 – 13. Um livro com uma cor no título.

Senhor Josh, poderia, por favor, parar de me fazer não conseguir largar seus livros enquanto não os termino? Caramba! Foi a mesma coisa com Caixa de Pássaros! Dois dias de leituras intensas em que mal parava para comer/estudar/dormir/existir.

Novamente temos o estilo de narrativa que eu amo. A história se passa tanto no presente – narrada por Phillip e Ellen -, quanto no passado – narrado por Phillip. Então ao mesmo tempo que vemos o que aconteceu com o Phillip após a exposição ao estranho som africano, acompanhamos as descobertas feitas por ele e os Danes enquanto buscam o som.

Adorei ver a crítica nem um pouco velada ao estilo estadunidense de lidar com novas descobertas: VAMOS TRANSFORMAR EM ARMA! Sério, eu ainda me impressiono com o fato de que essa ainda é a visão das pessoas no geral. Ou você destrói o desconhecido, ou você o transforma em arma. Gente… Deu. De verdade.

Enfim… Momento filosófico à parte, voltemos à história.

Mesmo eu tendo amado a narrativa e amado Phillip e Ellen, devo dizer que a origem do som não foi algo que eu realmente comprei – até porque ela não é bem explicada. Pelo menos não comprei a versão que foi colocada no livro.

De ponto negativo, acho que só posso dizer que queria ter visto mais dos outros Danes. Gostei bastante da descrição deles, e do Stein. Acho que tenho uma certa queda pelos personagens secundários com papel específico e que não têm falas. -q

De qualquer forma, foi uma leitura fantástica e que eu simplesmente adorei fazer. Se me arrependo de alguma coisa é de não ter lido esse livro antes.

4/5 estrelas.

Ladrões de Sonhos

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Sinopse: Ladrões de sonhos, o segundo volume da Saga dos Corvos, traz de volta a imaginação selvagem e as reviravoltas eletrizantes que somente uma autora original como Maggie Stiefvater é capaz de criar.
Ao lado de Blue, os garotos corvos — o privilegiado Gansey, o torturado Adam, o espectral Noah e o sombrio e perigoso Ronan — continuam sua busca pelo lendário rei galês Glendower. Mas suas explorações enfrentam um duro contratempo conforme segredos, sonhos e pesadelos começam a enfraquecer a linha ley — um canal invisível de energia que conecta lugares sagrados e que pode levá-los até o rei.
Será por isso que a floresta mística de Cabeswater sumiu inexplicavelmente? Quem é o misterioso Homem Cinzento e por que ele está procurando o Greywaren, uma relíquia que permite tirar objetos de sonhos? E o que isso tem a ver com o indecifrável Ronan?
Conforme Blue e os garotos corvos procuram respostas a essas e outras questões, o perigo que os envolve se torna cada vez mais real, e será preciso apostar todas as fichas nessa aventura enigmática.

Livro escolhido para o tópico item 31. Um livro que se passa na escola.

Inicialmente o plano era ler apenas o primeiro livro e não continuar a saga, mas aí, sabe como é, né? Veio o Desafio de Leitura 2018 e aí a gente sai enlouquecidamente pra conseguir encaixar livros nos tópicos e no Kindle Unlimited tinha o segundo volume da Saga dos Corvos… E aí eu li.

E, meu deus, como eu não me arrependo!

O começo do livro é meio paradinho e demorei um pouco para encontrar a minha velocidade de leitura, mas quando a encontrei, SEM OR, devorei o livro.

Gostei bastante de ter um livro que explicasse o Ronan, porque ele é um personagem interessante, mas que não tinha muita explicação sobre ele e seus poderes e tals. Só que fiquei incomodada com a aparição de dois personagens nesse livro.

O primeiro personagem que apareceu eu me apaixonei por ele, é o Sr Cinzento. Ele é um assassino de aluguel, mas ele é muito inteligente e tem uns maneirismos muito interessantes e eu o achei um personagem fantástico! Só que ele é muito mal aproveitado na história. A bem da verdade ele é, mesmo sendo um personagem fantástico, completamente desnecessário para a história seguir adiante.

O outro personagem é o Kavinski. O Kavinski é um personagem que eu não entendi, na verdade. Porque ele é descrito como um “inimigo” do Ronan, mas em momento algum do primeiro livro ele é sequer citado. Então achei ele mal explicado.

A história desse livro, entretanto, é muito interessante! Eu adorei o livro, acabei devorando, como já disse, em apenas 3 dias. Então foi uma leitura divertida.

Boa o suficiente para eu ficar desesperada para ler os próximos dois livros da série.

4/5 estrelas.