O Homem de Giz

Sinopse: Assassinato e sinais misteriosos em uma trama para fãs de Stranger Things e Stephen King.
Em 1986, Eddie e os amigos passam a maior parte dos dias andando de bicicleta pela pacata vizinhança em busca de aventuras. Os desenhos a giz são seu código secreto: homenzinhos rabiscados no asfalto; mensagens que só eles entendem. Mas um desenho misterioso leva o grupo de crianças até um corpo desmembrado e espalhado em um bosque. Depois disso, nada mais é como antes.
Em 2016, Eddie se esforça para superar o passado, até que um dia ele e os amigos de infância recebem um mesmo aviso: o desenho de um homem de giz enforcado. Quando um dos amigos aparece morto, Eddie tem certeza de que precisa descobrir o que de fato aconteceu trinta anos atrás.
Alternando habilidosamente entre presente e passado, O Homem de Giz traz o melhor do suspense: personagens maravilhosamente construídos, mistérios de prender o fôlego e reviravoltas que vão impressionar até os leitores mais escaldados.

Segunda leitura realizada para o Diários dos LeitoresE em algum momento precisarei trazer para discussão se e-book também é livro, se ele não fica na minha estante. SIM minha estante de e-books está crescendo em nível exponencial.

Comecei essa leitura no avião enquanto ia para São Paulo para a Bienal, inclusive cheguei em 58% da leitura em poucas horas, mostrando o quanto essa autora conseguiu escrever uma história fluida e rápida de ler. Meu problema é que entre Kindle e livro físico, acabo priorizando os livros físicos em casa porque, afinal, são eles que ocupam espaço visualmente falando – e tendo “duas estantes” uma para os livros lidos e outra para os não lidos, acreditem, a vontade de colocar todos na estante de lidos é ENORME. Então demorei um pouco mais do que imaginava para concluir essa leitura.

No total devo ter lido esse livro em umas 10 horas, só que como não foram sequenciais, foram algumas semanas entre o início da leitura e o final dela…

Sobre a história…

A autora conseguiu criar personagens humanos, no sentido que todos tinham seus problemas, suas falhas e virtudes. Então cada um deles consegue passar aquela impressão de que não são apenas personagens em uma folha de papel, mas pessoas reais que você conhece. E isso é sempre um ponto positivo em qualquer livro.

Ao mesmo tempo, achei que a forma como a autora criou os problemas e os resolveu foi corrida e o fato de que ela queria amarrar tudo em uma única história foi um tanto quanto… irreal.

E, em particular, achei que o desenvolvimento do personagem principal foi muito errático. Enquanto ela foi criando motivos para torná-lo o que ele era ao final, ela meio que forçou a barra em alguns momentos.

Foi uma leitura muito boa e que me distraiu dos problemas do dia a dia.

3/5 estrelas.

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The Glass Magician

Sinopse: Three months after returning Magician Emery Thane’s heart to his body, Ceony Twill is well on her way to becoming a Folder. Unfortunately, not all of Ceony’s thoughts have been focused on paper magic. Though she was promised romance by a fortuity box, Ceony still hasn’t broken the teacher-student barrier with Emery, despite their growing closeness.
When a magician with a penchant for revenge believes that Ceony possesses a secret, he vows to discover it…even if it tears apart the very fabric of their magical world. After a series of attacks target Ceony and catch those she holds most dear in the crossfire, Ceony knows she must find the true limits of her powers…and keep her knowledge from falling into wayward hands.

Creio que prometi a mim mesma que não continuaria com a leitura dessa trilogia, mas, graças ao Kindle Unlimited, vou acabar lendo sim. Afinal, quase qualquer coisa de graça vale a pena. q

O livro continua com a saga de Ceony sob os cuidados de seu mestre, Emery, e seus ensinamentos e paixão platônica. E isso, por si só, já é uma das coisas que mais me incomoda em toda a história dessa trilogia.

Já deve ser claro para todos que me acompanham por aqui que eu não gosto de romance. Não preciso nem dizer o que eu acho do romance piegas, em que a mulher é considerada nada mais do que a cuidadora do lar – cozinhar, lavar roupas, cuidar da casa e do seu marido. Argh… É de revirar o estômago.

E, veja bem, não me importo nem um pouco com o fato de que Ceony ama cozinhar. Se ela ama, que faça, mas miga autora, deixa eu te contar uma coisa: ela tinha o meu respeito quando não se importava em se maquiar e se vestir com as melhores roupas apenas para estar no mesmo lugar que o Emery. Agora que ela só faz isso? Perdeu completamente meu respeito.

Os inimigos que Ceony acaba enfrentando – porque ela é a protagonista afinal, não importa que só tenha 19 anos ou que não faça a mínima ideia de como possa lutar contra os inimigos ou mesmo que não tenha uma quantidade considerável de conhecimento sobre sua própria magia – continuam sem muita motivação ou profundidade.

E, é claro, assim como no primeiro livro Ceony consegue a proeza de descobrir a única forma possível de vencer…

Os pontos negativos dessa saga são muito maiores que os positivos, o que realmente me deixa triste, porque existia muito potencial.

Mês que vem leio o último livro da trilogia e posso dar por encerrada esse triste momento em minha vida. Porque é preciso muito mais do que isso para que eu abandone as sagas que começo.

3/5 estrelas e muita decepção.

The Paper Magician

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Sinopse: Ceony Twill arrives at the cottage of Magician Emery Thane with a broken heart. Having graduated at the top of her class from the Tagis Praff School for the Magically Inclined, Ceony is assigned an apprenticeship in paper magic despite her dreams of bespelling metal. And once she’s bonded to paper, that will be her only magic…forever.
Yet the spells Ceony learns under the strange yet kind Thane turn out to be more marvelous than she could have ever imagined—animating paper creatures, bringing stories to life via ghostly images, even reading fortunes. But as she discovers these wonders, Ceony also learns of the extraordinary dangers of forbidden magic.
An Excisioner—a practitioner of dark, flesh magic—invades the cottage and rips Thane’s heart from his chest. To save her teacher’s life, Ceony must face the evil magician and embark on an unbelievable adventure that will take her into the chambers of Thane’s still-beating heart—and reveal the very soul of the man.
From the imaginative mind of debut author Charlie N. Holmberg, The Paper Magician is an extraordinary adventure both dark and whimsical that will delight readers of all ages.

The Paper Magician é um livro que fala sobre magia. Vocês não fazem ideia de como tenho me reaproximado desse tema que eu amo tanto que é a magia. Eu simplesmente AMO conhecer sistemas de magia diferentes, saber como eles funcionam, seus pontos fortes e fracos… Amo. Muito provavelmente é o meu lado rpgista dando as caras…

Acontece que neste universo, a magia pode ser utilizada através de materiais criados pelo homem, ou seja, qualquer coisa que o homem tenha colocado as patinhas pra criar, pode ser manipulado pela magia. Inclusive o próprio ser humano.

Como um bom livro de fantasia com magia, temos uma vertente da magia que é proibida, a magia do sangue. Seus praticantes são chamados de Excisioners e eles são caçados e temidos por todos.

Afora isso, temos a questão, também, de que a partir do momento que o praticante de magia é vinculado a um tipo de magia – papel, plástico, vidro, metal – a pessoa está “condenada” a utilizar apenas o tipo de magia vinculado a ele. Não há trocas, não há dupla vinculação. Apenas um tipo de magia por pessoa.

E tudo estava indo muito bem nos primeiros capítulos do livro… Até que o mestre da Ceony é atacado e apenas ela pode salvá-lo.

Devo dizer que já estava incomodada de ler o tempo todo que a Ceony tem uma memória perfeita, que não precisa estudar, basta ler uma vez ou ver alguma coisa apenas uma vez e pronto, já tem aquele fato em sua memória para ser visitado a qualquer momento. Então é claro que quando o livro se tornou apenas a narrativa de como a Ceony – uma aprendiz de Dobradura com menos de um mês de aulas – é a única que poderia salvar seu mestre, encarei o livro como uma grande fanfic.

A Ceony tem muitas características de uma personagem Mary-Sue, ela é linda, é pequena, é a que chama atenção por ser diferente, por ter gênio forte, por saber cozinhar. Ela é um “gênio” da Dobradura, ela é corajosa. Em resumo, ela é perfeita.

E quando Thane, seu mestre, é atacado e o Comitê de Magia precisa ser envolvido para que ele possa ser salvo, Ceony pega um monte de folhas de papel e parte sozinha para a batalha.

Essa batalha se passa nas memórias de Thane e não faz o menor sentido.

Acho que eu esperava muito desse livro, até porque meu tio Roberto tinha me dito que o livro era muito bom, que me surpreendi pela falta de profundidade, explicação, história. Tenho a agradecer o fato de que o livro – e todos os outros da coleção – está disponível no Kindle Unlimited. Assim, poderei acompanhar a história da Ceony sem precisar realmente comprar os livros.

3/5 estrelas.

A Evolução de Mara Dyer

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Sinopse: As misteriosas e perigosas habilidades de Mara continuam a evoluir. Ela sabe que não está louca e agora precisa se prender desesperadamente à sanidade. Mara sabe que é tudo real: pode matar com um simples pensamento, assim como Noah pode curar com apenas um toque e que Jude, o ex-namorado morto por ela, está realmente de volta. Mas para descobrir suas intenções, deve evitar uma internação em um hospital psiquiátrico. Confusa com as paredes se fechando e ruindo ao seu redor, ela deve aprender a usar seu poder.

A necessidade de Mara entender o que está acontecendo com ela e Noah a fazem de alvo perfeito para que coisas ruins aconteçam. Ainda mais agora que ela sabe que Jude está vivo e que ele procura vingança.

Continuamos de onde paramos no primeiro livro, ou seja, Mara está tendo que lidar com o seu ataque de pânico após encontrar Jude na delegacia e acaba sendo internada em um hospício para começar um tratamento psiquiátrico.

Ou ao menos é o que esperamos.

Uma coisa que eu ainda não consegui ligar durante toda a história, são as lembranças/flashbacks que a Mara está tendo com a garotinha indiana. Não consigo realmente entender o motivo de ser tão importante…

Há, ainda, outra coisa que me irritou muito durante a leitura desse livro. O que a Mara passa de tesão no livro é quase absurdo… E eu nem tenho muita condição de reclamar, afinal… A trilogia Mara Dyer é um romance. Quem liga se a parte que me chama a atenção é a parte sobrenatural do negócio?

4/5 estrelas.

A Desconstrução de Mara Dyer

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Sinopse: Um grupo de amigos… Uma tábua Ouija… Um presságio de morte. Mara Dyer não estava interessada em mensagens do além. Mas para não estragar a diversão da melhor amiga justo em seu aniversário ela decide embarcar na brincadeira. Apenas para receber um recado de sangue. Parecia uma simples piada de mau gosto… até que todos os presentes com exceção de Mara morrem no desabamento de um velho sanatório abandonado. O que o grupo estaria fazendo em um prédio condenado? A resposta parece estar perdida na mente perturbada de Mara. Mas depois de sobreviver à traumática experiência é natural que a menina se proteja com uma amnésia seletiva. Afinal, ela perdeu a melhor amiga, o namorado e a irmã do rapaz. Para ajudá-la a superar o trauma a família decide mudar para uma nova cidade, um novo começo. Todos estão empenhados em esquecer. E Mara só quer lembrar. Ainda mais com as alucinações – ou seriam premonições? – Os corpos e o véu entre realidade, pesadelo e sanidade se esgarçando dia a dia. Ela precisa entender o que houve para ter uma chance de impedir a loucura de tomá-la….

Sempre escutei a Kabook falando bem desse livro, mas nunca realmente pensei em lê-lo, sabe como é, né? Esse tal de romance ainda não me conquistou de fato e tenho problemas com 75% dos romances que eu leio.

Daí, estou passando por um momento em que não estava conseguindo ler nenhum dos livros que comprei e peguei pelo Kindle Unlimited, mas tinha Mara Dyer e resolvi dar uma chance.

Que escolha bem feita!

O livro conta a história de Mara Dyer, uma adolescente comum que tem medo de histórias de terror, mas que a melhor amiga ama então ela entra nas piores frias para agradar a amiga.

Em uma dessas frias, Mara, Rachel, Claire e Jude vão para o hospício da cidade passar a noite no prédio abandonado e condenado. Durante a noite o prédio cai em cima deles e apenas Mara sobrevive.

Ela começa a ter alucinações visuais, auditivas e sensitivas, e sua família resolve se mudar para tentar ajudar Mara a superar o transtorno de estresse pós-traumático e à morte de seus amigos.

Na cidade nova, Mara começa a perceber que quando ela imagina a morte de alguém, quando realmente deseja a morte daquela pessoa, a pessoa morre exatamente como ela imaginou. E isso a assusta muito.

Ela conhece Noah Shaw, um rapaz da escola que é podre de rico e parece ter uma sensibilidade inexplicável em relação a ela, algo que em alguns momentos pareceu quase uma obsessão – e me deixou honestamente um pouco incomodada.

A Desconstrução de Mara Dyer é uma história cheia de mistérios, poderes inexplicáveis e que conseguiu me conquistar de tal forma que não conseguia parar de ler. Já desejo ler os outros livros e comprar os livros físicos para a minha coleção.

5/5 estrelas e favoritado.

Preciso começar a confiar mais na Kabook… ❤

Quando o Mal tem um Nome

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Sinopse: “Sinto medo. O tipo de medo que persegue até a presença de outras pessoas. Segue até a luz e entra nas cobertas. Não está debaixo da cama ou dentro armário. Está em minha pele e tem um nome. Não pergunte. Não descubra. Nunca saiba o nome do seu medo, ou irá chamá-lo… Seus lábios podem estar selados, mas sua mente repetirá: Donavan… Donavan… Donavan.”
Na Aparecida dos anos 70, uma cidade erguida no centro de um milagre, conhecemos a história de Marta e sua filha Clara. De sua terra cultivada por fé a malignidade cresce no coração de uma mãe devota. As orações que a padroeira não atende são feitas agora para eles: anjos caídos. Ela não deveria saber o nome do demônio que atendeu sua prece, e a abominação despertada é tão grande que todos vão pagar pelo seu pecado. O mal só precisava que alguém o chamasse pelo nome e agora está entre nós.
“Faça uma oração antes de dormir e deixe a luz acesa. Se vir a fé em seus olhos, talvez vá embora. Mas ele virá”
— Por que um demônio iria querer vir até à casa de Deus, minha jovem?
— Por que o senhor iria até a casa do demônio, padre?
— Para levar a luz até ele.
— O demônio também tem seus planos.

Livro escolhido para o item 08. Um livro que você tem, mas ainda não leu. Mais uma “aquisição” do Kindle Unlimited.

O livro da Glau Kemp me chamou muita atenção porque eu gosto de sentir medo com histórias de possessão, demônios e essas coisas. E, como podem ver pela sinopse, esse livro promete muito!

O início da história, mostrando a fé e a dúvida da Martha, mãe da Clara, foi algo que me deixou com muito receio pela história. Afinal de contas, eu acredito que o “mal” – espíritos, demônios, inferno – são a materialização da sua falta de fé. Na minha cabeça – e na minha crença -, não faz sentido um ser bom que deseja apenas o amor tenha criado um lugar onde quem não pensa da forma correta passará o restante da eternidade sofrendo. É uma matemática que não funciona muito bem pra mim.

Então ver um livro que coloca isso em palavras foi… assustadoramente fantástico!

Até o momento em que Clara nasce e as coisas começaram a desandar. -q

Quando Clara nasce, Martha a trata mal. É como se nada do que a tenha feito ir atrás de sua menininha tenha realmente valido a pena. Sim, eu sei que fazer um pacto com o demônio não poderia trazer nada de bom para a casa, mas nada tinha realmente acontecido. Martha desconfiava da filha, em momento algum tinha amado a garota.

O que foi bem brochante. q

Daí pra frente as coisas ficaram ainda mais insanas. As coincidências que aconteciam para provar que a menina era ruim simplesmente eram demais. E a história ficou meio bobinha até o final.

Em resumo: foi um livro com potencial muito grande, mas que não conseguiu cumpri-lo.

3/5 estrelas.

Ladrões de Sonhos

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Sinopse: Ladrões de sonhos, o segundo volume da Saga dos Corvos, traz de volta a imaginação selvagem e as reviravoltas eletrizantes que somente uma autora original como Maggie Stiefvater é capaz de criar.
Ao lado de Blue, os garotos corvos — o privilegiado Gansey, o torturado Adam, o espectral Noah e o sombrio e perigoso Ronan — continuam sua busca pelo lendário rei galês Glendower. Mas suas explorações enfrentam um duro contratempo conforme segredos, sonhos e pesadelos começam a enfraquecer a linha ley — um canal invisível de energia que conecta lugares sagrados e que pode levá-los até o rei.
Será por isso que a floresta mística de Cabeswater sumiu inexplicavelmente? Quem é o misterioso Homem Cinzento e por que ele está procurando o Greywaren, uma relíquia que permite tirar objetos de sonhos? E o que isso tem a ver com o indecifrável Ronan?
Conforme Blue e os garotos corvos procuram respostas a essas e outras questões, o perigo que os envolve se torna cada vez mais real, e será preciso apostar todas as fichas nessa aventura enigmática.

Livro escolhido para o tópico item 31. Um livro que se passa na escola.

Inicialmente o plano era ler apenas o primeiro livro e não continuar a saga, mas aí, sabe como é, né? Veio o Desafio de Leitura 2018 e aí a gente sai enlouquecidamente pra conseguir encaixar livros nos tópicos e no Kindle Unlimited tinha o segundo volume da Saga dos Corvos… E aí eu li.

E, meu deus, como eu não me arrependo!

O começo do livro é meio paradinho e demorei um pouco para encontrar a minha velocidade de leitura, mas quando a encontrei, SEM OR, devorei o livro.

Gostei bastante de ter um livro que explicasse o Ronan, porque ele é um personagem interessante, mas que não tinha muita explicação sobre ele e seus poderes e tals. Só que fiquei incomodada com a aparição de dois personagens nesse livro.

O primeiro personagem que apareceu eu me apaixonei por ele, é o Sr Cinzento. Ele é um assassino de aluguel, mas ele é muito inteligente e tem uns maneirismos muito interessantes e eu o achei um personagem fantástico! Só que ele é muito mal aproveitado na história. A bem da verdade ele é, mesmo sendo um personagem fantástico, completamente desnecessário para a história seguir adiante.

O outro personagem é o Kavinski. O Kavinski é um personagem que eu não entendi, na verdade. Porque ele é descrito como um “inimigo” do Ronan, mas em momento algum do primeiro livro ele é sequer citado. Então achei ele mal explicado.

A história desse livro, entretanto, é muito interessante! Eu adorei o livro, acabei devorando, como já disse, em apenas 3 dias. Então foi uma leitura divertida.

Boa o suficiente para eu ficar desesperada para ler os próximos dois livros da série.

4/5 estrelas.