O Filho de Netuno

17. O Filho de Netuno

Sinopse: A vida de Percy Jackson é assim mesmo: uma grande bagunça de deuses e monstros que, na maioria das vezes, acaba em problemas. Filho de Poseidon, o deus do mar, um belo dia ele acorda de um longo sono e não sabe muito mais do que o seu próprio nome. Mesmo quando a loba Lupa lhe conta que ele é um semideus e o treina para lutar usando a caneta/espada que carrega no bolso, sua mente continua nebulosa. De alguma forma, Percy consegue chegar a um acampamento de semideuses, mas o lugar não o ajuda a recobrar qualquer lembrança. A única coisa que consegue recordar é outro nome: Annabeth.
Com seus novos amigos, Hazel e Frank, Percy descobre que o deus da morte, Tânatos, está aprisionado e que Gaia pretende reunir um exército de gigantes para dominar o mundo e reescrever as regras da vida e da morte. Juntos, os três embarcam em uma missão aparentemente impossível rumo ao Alasca, uma terra além do controle dos deuses, para cumprir seus papéis na misteriosa Profecia dos Sete. Se falharem, as consequências, é claro, serão desastrosas.

Escolhi para o item 17. Um livro com um personagem que gostaria de ser o livro O Filho de Netuno do tio Rick Riordan, obviamente.

Na verdade eu tenho uma coisa muito importante para assumir aqui. Não existe realmente um personagem que eu gostaria de ser – talvez, se realmente for necessário escolher, a Reyna -, a questão é que eu amo tanto o universo de Percy Jackson que não consigo escolher um dos personagens. -q

Preferiria criar um personagem completamente próprio e novo e colocá-lo na história. O que realmente importa é: se eu fosse viver no universo de Percy Jackson (gregos, romanos, egípcios e nórdicos), gostaria de ser romana e ser do Acampamento Júpiter.

O ponto é que, mesmo sendo total e completamente apaixonada pelo Percy e todos os seus amiguinhos gregos, eu AMO o Acampamento Júpiter. A forma como os romanos “aperfeiçoaram” os deuses gregos, que não dividem os campistas por quem é seu pai/mãe divino e sim por coortes, gente, é simplesmente genial!

O fato de existirem as coortes e que elas são constituídas por diferentes semideuses faz com que cada semideus aprenda a lidar com o diferente, a confiar em outras pessoas, em aprender táticas para conseguir vencer guerras.

Fora que tem todo uma disciplina, uma organização que, de certa forma, falta ao Acampamento Meio-Sangue. E é exatamente essa disciplina, essa organização que me faz ter uma predileção pelos romanos. ❤

A Reyna, personagem que escolhi para esse item, é simplesmente fantástica. Ela é uma líder nata, além de ser inteligente e certa de suas escolhas. Ela é uma personagem absolutamente forte e fantástica.

Em relação ao livro em si, preciso dizer que senti sim a falta do Percy, ele é meu personagem favorito, não consigo deixar de amar o cabeça de alga. Acho que foi muito acertado por parte do tio Rick começar essa nova saga através do Jason e não do Percy, porque assim ele pôde introduzir o novo acampamento de uma forma mais natural e deixou sim todos nós nos sentindo como Annabeth, procurando saber o que diabos aconteceu com o Percy.

Hazel e Frank são dois personagens maravilhosos, tanto como um casal quanto separadamente. Acho que eles se completam de uma forma muito bonita, sem ter disputas para ver quem é melhor ou quem merece mais atenção. Além do que, eles são uns fofos! ❤

Em resumo, um livro 5/5 estrelas. Daria mais se pudesse.

E é isso! Até a próxima, pessoal!

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O Herói Perdido

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Sinopse: Novos e conhecidos personagens do Acampamento Meio-Sangue dividem espaço nesse primeiro volume da série Os heróis do Olimpo. Rick Riordan volta ao universo de Percy Jackson e os Olimpianos com ainda mais aventuras, humor e mistério.

Depois de salvar o Olimpo do maligno titã Cronos, Percy Jackson e seus amigos trabalharam duro para reconstruir seu mais querido refúgio, o Acampamento Meio-Sangue. É lá que a próxima geração de semideuses terá de se preparar para enfrentar uma nova e aterrorizante profecia.

Os campistas seguirão firmes na inevitável jornada, mas, para sobreviver, precisarão contar com a ajuda de alguns heróis, digamos, um pouco mais experientes – semideuses dos quais todos já ouvimos falar… e muito.

Eu sei que disse que ia ler os livros em ordem cronológica e eu JURO que estou fazendo de tudo para seguir com esse plano, mas tendo em vista que Percy e Annabeth em algum momento conhecem os irmãos Kane e que este encontro só se dá em e-book – e não estou nem um pouco animada em ler no celular ou no notebook -, pulei direto para Heróis do Olimpo, ok?

É a saga que se passa após Percy Jackson e os Olimpianos no lado greco-romano da história.

Ao contrário dos livros de Percy Jackson e de forma similar aos Kane, em Heróis do Olimpo temos vários narradores por livro. Inicialmente três narradores – os três semideuses escolhidos para a profecia que se passa no livro -, mas que ao longo da saga mais narradores são acrescentados, afinal, serão sete semideuses para a grande profecia.

Aqui conhecemos Jason filho de Júpiter já mencionei que o Acampamento Júpiter é o melhor? Amo os romanos!, Leo filho de Hefesto e Piper filha de Afrodite.

O Tio Rick consegue novamente criar personagens fantásticos que cativam desde o início. Adorei reencontrar esses três semideuses e também toda a galera do Acampamento Meio-Sangue – e já estou alucinada para começar a ler O Filho de Netuno, mas antes preciso pelo menos chegar em 50% de O Rei do Inverno

De qualquer forma, foi um livro maravilhoso para ler e que eu realmente gosto muito. Inicialmente eu dei 5/5 estrelas, a história é realmente muito boa e tudo o mais, mas não me tocou tanto assim nessa releitura, talvez por eu já saber o que iria acontecer ou porque realmente não sou tão apegada a esses personagens como aos personagens de PJO, mas continua na minha toplist, isso é certeza.

4/5 estrelas.

Mas devo dizer aqui que a minha edição tem muitos erros de tradução e edição, notei que a Editora Intrínseca deixou passar muitas coisas que precisei reler para entender. Não que atrapalhe a leitura no conjunto final, mas que deixou a desejar.

A Profecia das Sombras

A Profecia das Sombras

Sinopse: Não basta ter perdido os poderes divinos e ter sido enviado para a terra na forma de um adolescente espinhento, rechonchudo e desajeitado. Não basta ter sido humilhado e ter virado servo de uma semideusa maltrapilha e desbocada. Nããão. Para voltar ao Olimpo, Apolo terá que passar por algumas provações. A primeira já foi: livrar o oráculo do Bosque de Dodona das garras de Nero, um dos membros do triunvirato do mal que planeja destruir todos os oráculos existentes para controlar o futuro.

Em sua mais nova missão, o ex-deus do Sol, da música, da poesia e da paquera precisa localizar e libertar o próximo oráculo da lista: uma caverna assustadora que pode ajudar Apolo a recuperar sua divindade — isso se não matá-lo ou deixá-lo completamente louco.

Para piorar ainda mais a história, entra em cena um imperador romano fascinado por espetáculos cruéis e sanguinários, um vilão que até Nero teme e que Apolo conhece muito bem. Bem demais.

Nessa nova aventura eletrizante, hilária e recheada de péssimos haicais, o ex-imortal contará com a ajuda de Leo Valdez e de alguns aliados inesperados — alguns velhos conhecidos, outros nem tanto, mas todos com a mesma certeza: é impossível não amar Apolo.

Novamente o tio Rick conseguiu. Acabei lendo o livro em dois dias, porque eu simplesmente não conseguia largar o livro quieto. E olha que Apolo nem é meu deus favorito do panteão…

E eu vi a dica que o tio Rick deixou em seu personagem Jamie, nice way to segway em outro panteão, tio Rick. Posso estar enganada, mas ACHO que esse panteão da mitologia africana não será escrito pelo Riordan, mas sim por um@ d@s autor@s que ele está “patrocinando”… Não lembro direito, só acho que tem algo a ver com deixar outros autores que tenham mais conhecimento sobre a mitologia escrever sobre. Ele fez uma postagem no Goodreads algum tempo atrás falando sobre isso…

Anywho!

Apolo mais uma vez se ferra bastante em seu livro. Devo dizer que tiveram alguns – poucos – momentos que senti pena dele. Só que na realidade, como sentir pena de Apolo quando temos Leo Valdez e Calipso? E tantos outros personagens de Percy Jackson aparecem! Genial…

Sim, estou me cansando um pouco de tantas sagas, entretanto, eu amo tanto, mas tanto esses personagens e esse universo. Eu quase gritei quando o Leo disse que ia visitar a Hazel e o Frank ❤ Digam o que quiserem, PJO e seus derivados têm as melhores amizades de livros do universo. ❤

De qualquer forma, o que eu gostei nesse livro é que, depois que Apolo perdeu seus poderes e se tornou um semideus completamente mortal, ele vem aprendendo um pouco sobre o quanto os mortais são mais do que meros peões. Ele está se tornando, bem, humano.

Foi um livro divertido e que eu gostei muito e como eu me reconheci em Apolo reclamando de ser acordado ao amanhecer. ❤

4/5 estrelas.

A Sombra da Serpente

A Sombra da Serpente

Sinopse: Sadie e Carter são importantes descendentes da Casa da Vida, uma sociedade secreta de magia estabelecida no Egito ainda no tempo dos faraós. Os irmãos sabem que sua herança ancestral lhes reserva um importante papel: seus poderes são fundamentais para a restauração do Maat, a ordem do universo. Mas, uma vez instalado, o Caos é imprevisível, incalculável e incontrolável, e agora que Apófis está livre os Kane têm somente três dias para evitar que a serpente destrua o planeta. Como se isso não bastasse, a sorte deles parece só piorar.

Os magos estão divididos. Alguns deuses egípcios estão enfraquecendo e, um a um, começam a desaparecer. Walt, um dos mais talentosos combatentes da Casa do Brooklyn, foi amaldiçoado, e sua energia vital está se esvaindo. Zia agora é responsável por Rá, o deus sol, que está completamente senil e não será de grande ajuda. Sadie e Carter, ao lado de alguns jovens magos e uns poucos aprendizes, são os únicos dispostos a enfrentar a serpente e salvar o mundo.

Prazos insanos para salvar o mundo, coisas malucas acontecendo e parcerias propensas à traição. Nada mais que um dia normal na vida dos irmãos Kane.

Faltando apenas três dias para montar um plano mirabolante em que o mundo – e todos os seus seguidores – sejam salvos, podemos dizer que Sadie e Carter acabam fazendo escolhas difíceis – e erradas -, mas que no final, acabam funcionando, de certa forma.

Adorei lembrar que Setne tem um papel muito importante neste livro e não apenas como vilão nos livros em que Sadie, Annabeth, Carter e Percy se juntam para salvar o dia.

Chorei, só pra variar, quando as coisas começaram a dar certo, afinal, uma coisa muito, mas MUITO boa acontece nesse livro! ❤

De certa forma A Sombra da Serpente é um final épico e maravilhoso para uma história, sendo ainda melhor (?) que o final de Percy Jackson e os Olimpianos. Talvez não melhor, mas trouxe uma sensação mais agradável de encerramento. Mesmo tendo uma continuação em conjunto com Percy…

Nessa segunda leitura posso dar, com certeza 5/5 estrelas. Sinto que me envolvi mais do que da primeira vez que li.

AH! Devo dizer porque coloquei essa postagem na tag da MLI2017. O tio Victor Almeida (GeekFreak) muito gentilmente prorrogou a MLI em mais uma semana, afinal, dia 05/08 tem um hang out com ele e os outros organizadores para discutir o maravilindo Três Coroas Negras, que foi o livro do read along.

E, assim, o tio criou um novo desafio: Um livro que pensou em colocar na tbr da MLI, mas não colocou. Inicialmente eu pensei em usar esse livro como o livro de capa azul e não teria flopado se não tivesse colocado O Rei do Inverno

O Trono de Fogo

O Trono de Fogo

Sinopse: Os deuses do Egito Antigo foram libertados, e desde então Carter Kane e sua irmã, Sadie, vivem mergulhados em problemas. Descendentes da Casa da Vida, ordem secreta que remonta à época dos faraós, os dois têm poderes especiais, mas ainda não os dominam por completo – refugiados na Casa do Brooklin, local de aprendizado para novos magos, eles correm contra o tempo. Seu inimigo mais ameaçador, Apófis, está se erguendo, e em poucos dias o mundo terá um final trágico.

Devo dizer que reler esse livro foi um tanto complexo.

Não pela história em si, mas pelo fato de que minha vida nesta última semana meio que implodiu. O que não foi de todo ruim… 🙂

Mesmo depois de todos os perrengues, acabei conseguindo me mudar de volta para Goiânia e agora só aguardo nem tão pacientemente a minha última nota sair para poder oficializar a minha formatura.

Acontece que nesse meio tempo, acabei tendo que deixar o livro de lado e, como a mudança atrasou muitas horas para sair de Lost, cheguei tarde em Goiânia na sexta-feira, completamente exausta da tensão que foi a saída e a viagem de volta.

Não satisfeita com toda a comoção da mudança, ainda teve almoço de família no sábado e não consegui descansar praticamente nada antes do #EsquentaMLI2017 começar às 16:00.

Ou seja, meus planos meio que floparam antes mesmo da MLI começar, assim que é bom! Para quem não entendeu: o plano era ter lido O Trono de Fogo na sexta-feira para ler o livro de junho do Turista Literário durante o Esquenta e assim meio que diminuir a minha imensa e caótica lista de livros para ler neste ano…

DE QUALQUER FORMA!

Neste livro acompanhamos Sadie e Carter treinando novos magos e descobrindo que têm, novamente, um curto prazo temporal para salvar o mundo. Somos apresentados a alguns dos estudantes dos Kane e a alguns deuses novos.

O plano da vez? Despertar Rá e trazê-lo de volta de sua aposentadoria a tempo para que ele possa lutar contra Apófis e, assim, impedir a destruição do universo.

É claro que, sendo os Kane, as coisas não são nem um pouco simples para eles.

Precisam novamente enfrentar o ódio da Casa da Vida, à desconfiança dos outros nomos frente a decisão de redescobrirem o caminho dos deuses, às sabotagens dos deuses que não desejam o retorno de Rá e ainda têm que se aventurar pelo Duat, seguindo o mesmo caminho que Rá seguia todas as noites em sua jornada.

Demorei bastante para conseguir alcançar um ritmo de leitura decente com esse livro, por todos os motivos que listei no começo da postagem e, também, porque uma grande parte do livro vamos descobrir os problemas de Sadie e seus dois pretendentes e, além disso, ainda tem muita treta de Carter e Zia.

Não que o romance deles no livro seja peça chave realmente para o seguimento da história, mas acabou que achei maçante todas as vezes que a história seguia para este rumo.

É claro que o tio Rick não ia conseguir escrever um livro que eu não me emocionasse. Preciso dizer que mesmo sabendo o que iria acontecer, ainda assim me senti muito triste e chateada com o fato que ocorre neste livro.

4/5 estrelas.

E agora é começar a #TBR da #MLI2017!

A Pirâmide Vermelha

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E estou relendo As Crônicas dos KaneAgora em edição física! E vocês não imaginam o quanto eu estou feliz folheando essas páginas… ❤

Porque, afinal, só tem um jeito de ler os livros mitológicos do Tio Troll Rick: em ordem cronológica.

Depois de Percy Jackson e os Olimpianos e antes de Heróis do Olimpo, nós somos deliciosamente lançados para dentro da mitologia egípcia. E eu só tenho uma coisa a dizer: YES!

Para quem leu Percy Jackson e os Olimpianos – e provavelmente os outros livros sobre serial killers que o Tio Rick escreveu – sabe o cuidado e a pesquisa com que o tio Rick faz o seu trabalho. Não sei dizer se as coisas que ele escreve aqui são exatamente da forma como ele diz, MAS é nítido que ele pesquisa bastante sobre o que escreve.

E se não sobre a mitologia, ao menos sobre os lugares em que se passam as peripécias de Carter e Sadie. Seriously guys! Eu quero ser como o tio Rick quando eu crescer! ❤

Momento fangirl à parte, vamos à resenha.

O livro se divide entre a narrativa de Carter Kane, o filho mais velho e com características afro-descendentes semelhante ao pai, e Sadie Kane, a filha mais nova e com características caucasianas como a mãe. E já há uma diferença óbvia entre os irmãos que vai além de suas características físicas: Carter cresceu com o pai e Sadie cresceu com os avós maternos.

Só daí já podemos perceber que a forma como eles são, como eles agem e como eles narram são muito diferentes entre si.

Devo dizer que senti uma pequena dificuldade ao começar a releitura desse livro, talvez porque eu ainda estivesse ligada emocionalmente ao Melodia Feroz, ou talvez porque estivesse esperando uma narrativa ao estilo Percy Jackson – mesmo já tendo lido o livro uma vez, acredite, esqueço muitos detalhes. E, ainda assim, quando me dediquei realmente à leitura, li em três dias o livro.

A narrativa é envolvente, como em todos os outros livros do tio Rick – devo dizer que a minha vontade de ler os livros de serial killer dele só aumenta – e os personagens são muito profundos, crescendo de acordo com o decorrer da narrativa, mostrando tantas nuances e detalhes que só mesmo um grande autor consegue passar com sua escrita.

A história tem um início semelhante ao de Percy em seus livros, já que nem Sadie nem Carter sabem o que está acontecendo e que são descendentes de uma linhagem sanguínea importante do Egito antigo. Não fazem ideia dos poderes que têm e muito menos como usá-los. E, falando a verdade, a história se parece um pouco mais do que eu queira admitir.

Tanto Percy quanto os Kane começam sua jornada com o objetivo de salvarem os pais, mas no decorrer da história percebem que mais importante do que salvar a família é salvar o mundo. Aquele pequeno detalhe, sabe?

Mas as semelhanças morrem aí.

Enquanto em PJO, HOO e Magnus Chase os semi-deuses são filhos dos deuses, em CK eles são descendentes dos faraós e por isso com uma grande aptidão para aceitarem os deuses egípcios em seus corpos, como um tipo de “possessão”.

A forma como eles atuam para salvar o mundo tem relação com a magia egípcia – com vários ramos a serem explorados – e suas aptidões baseados no deus que vive dentro deles.

CERTO… Que parágrafos mais confusos… -q

De qualquer forma, eles precisam parar o deus Set que deseja transformar-se em faraó de todo o mundo, para isso destruindo toda a humanidade.

Há muita enganação, traição, morte e destruição, tudo aquilo que realmente importa em um bom livro. -q

Agora, sem exageros, gostei muito da forma como o tio Rick trata sobre o Egito, como ele caracteriza cada deus, cada poder, cada área do universo da mitologia egípcia. O Egito sempre foi um tema que eu gostei, então é só jogar uns “semi-deuses”, um deus mau, um apocalipse… E temos uma Alessandra feliz!

4/5 estrelas.

O Último Olimpiano

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Como já avisei na resenha passada, preparem-se para as lágrimas. Quem precisa de Rio Estige? Rio Lete? Basta ficar ao meu lado e será banhado em um rio de água salgada.

Por um brevíssimo momento houve Perchel! Sim, eu realmente gosto da química dos dois, de certa forma uma mortal e um semideus me intriga, ainda mais quando a mortal tem os mesmos poderes de ver através da Névoa que Sally, a mãe de Percy – e uma das melhores personagens da série, podem ter certeza.

Mas, como eu disse, brevíssimo momento.

Começamos o livro bem: com um ataque às forças de Cronos que se encontram no navio Princesa Shun Andrômeda. Claro que as coisas nunca podem dar certo para o nosso semideus favorito. O que me deixou realmente triste foi a primeira baixa que realmente significou algo para mim. É claro que eu sabia que ia acontecer – é, afinal, a segunda vez que leio o livro -, mas eu não me lembrava de todos os detalhes do que acontecia.

Então, sim, as lágrimas começaram no segundo capítulo. Way to go, Uncle Rick.

A cada capítulo lido você se entrega e submerge mais na história, enfrenta os mesmos problemas que Percy e a galera. Tenta desvendar o que demonhos está acontecendo e descobrir quem é o espião.

Eu, pelo menos, sempre me pego mergulhando de cabeça e vivendo as histórias que realmente gosto. O Senhor dos Anéis, Harry Potter, Percy Jackson… São histórias que me encantam de tal forma que realmente gostaria de viver em suas realidades, em seus mundos.

E não é pra menos que escolhi o universo de Percy Jackson para o item 17 do Desafio de Leitura 2017 – mas essa é uma outra postagem… Afinal, mesmo amando os gregos, sou muito mais romana, então… Acampamento Júpiter! ❤

Mesmo já tendo lido o livro uma vez, me bateu o desespero enquanto lia, com as escolhas que Percy deveria tomar, com as traições, com as batalhas e com as visões que ele tinha que enfrentar.

Foi uma forma maravilhosa de se encerrar uma série, isso é uma certeza que tenho dentro do meu coração. Cresci ao lado de magos, guerreiros e semideuses, humanos, elfos, anões, sátiros e meio-sangues. Minha vida só pode ser dita como abençoada.

Por todos os deuses.

E que venha mais Rick Riordan! ❤

5/5 estrelas.