O Labirinto de Fogo

Sinopse: Apolo, o deus mais glorioso e belo que já existiu, causou a ira de Zeus e foi expulso do Olimpo. Ele foi parar na terra, mais precisamente em uma caçamba de lixo em Nova York. Agora, ele é Lester Papadopoulos, um mortal desajeitado e sem poderes divinos. Para reconquistar seu lugar ao lado do todo-poderoso, Apolo terá que libertar cinco oráculos desaparecidos.
Com a ajuda de alguns amigos semideuses, como Percy Jackson, Leo Valdez e a desbocada Meg McCaffrey, Apolo conseguiu sobreviver às duas primeiras provações de sua temporada terrena. Agora, ele vai ter que enfrentar mais um componente do triunvirato do mal formado por antigos imperadores romanos e deve descer até o Labirinto de Dédalo para impedir que o terceiro imperador destrua o próximo oráculo da lista.

No começo deste mês aconteceu a Fantastona, uma maratona para ler livros de fantasia. Este ano, segundo volume da maratona, os desafios foram escolhidos pelos organizadores.

Para o desafio do Gabe – uma fantasia com um grupo de amigos – escolhi o livro O Labirinto de Fogo.

Aqui continuamos a aventura de Apolo e sua busca para voltar a ser um deus. As desventuras de Apolo e Meg, agora acompanhados por Grover, acabam os levando a se encontrar com Piper e Jason.

Adorei reencontrar com meus meninos de Heróis do Olimpo, mas devo dizer que este terceiro livro d’As Provações de Apolo me deixou triste.

Não gosto do Apolo e, talvez por isso, não consegui me conectar com esse livro. Muitas coisas acontecem, aquelas clássicas cenas de quase morte e problemas insanos, e eu não conseguia me importar.

Tudo bem que eu estava saindo de uma ressaca literária e que isso pode ter influenciado.

Foi uma leitura fácil, como sempre, gostosa de ler, mas não o suficiente pra me conquistar.

3/5 estrelas e pensando em talvez parar por aqui.

Advertisements

Tequila Vermelha

Sinopse: Jackson “Tres” Navarre retorna para sua cidade natal dez anos após o assassinato de seu pai. Porém, o caminho para as respostas em San Antonio, Texas, é bem mais difícil do que se pensava. Encontros com a máfia, jogos políticos, corrupção e dramas familiares tentarão desviar Tres da verdade ou matá-lo, o que acontecer primeiro.

Livro escolhido para o item Um livro indicado por alguém, da MLO 2018 – só faltam 2 livros pra terminar a maratona e uma semana pra ler, acho que vai dar certo! – e foi uma escolha perfeita, já que este é o livro da minha leitura de maio para o projeto The Living Book Jar, criado pelo Rique. Já é a minha terceira leitura! O que me lembra que preciso perguntar para o Rique qual será a leitura de junho…

Para quem me acompanha, sabe que eu tenho uma devoção por certos autores e o Tio Rick é um deles, com toda a certeza! Então eu já queria ler este livro tem bastante tempo, mas nunca conseguia encaixá-lo por conta das outras leituras que eu queria muito ler…

Tequila Vermelha é um livro policial, adulto. E como eu basicamente conheço o Tio Rick por conta dos livros que envolvem deuses e adolescentes meu pai até perguntou quais deuses estavam envolvidos nesse livro, fiquei muito curiosa para saber se a narrativa do Tio Rick mudaria muito por ser um livro adulto.

A resposta é, não mudou.

Pelo menos no que remete ao desenvolvimento das personagens, na narrativa insanamente envolvente, no gostinho de quero mais.

Outra coisa que me deixou MUITO feliz foi perceber que, mesmo sendo um livro adulto, a leveza, as piadas e o personagem principal idiota e cabeça dura estavam ali. Todos os elementos que tornam Tio Rick o Tio Rick.

Tres é filho do delegado Jackson Navarre, assassinado dez anos antes na frente do filho, e que está voltando para casa depois de dez anos trabalhando como detetive particular de uma grande empresa de advocacia em São Francisco. Ele retorna para San Antônio pelo chamado de sua ex-namorada e ele volta com apenas um objetivo: solucionar o assassinato de seu pai.

Acontece que Tres acaba envolvido em algo muito maior do que ele imaginava, sendo perseguido por diversos bandidos, foi atropelado, serviu de alvo em tiroteios e tudo o que acontecia de errado na cidade parecia estar ligado a ele.

A história de Tres foi tão envolvente que li o livro em poucos dias. Pelo que entendi, é uma saga com 7 livros Tio Rick e suas sagas… e fiquei muito interessada em continuar acompanhando a história dele.

4/5 estrelas

O Sangue do Olimpo

IMG_20171121_162920_570.jpg

Sinopse: No desfecho da série Os heróis do Olimpo, os tripulantes gregos e romanos do Argo II têm feito progresso em suas constantes missões, mas ainda não estão nem perto de vencer a sanguinária Mãe Terra, Gaia. Os gigantes estão de volta mais fortes do que nunca e os semideuses precisam impedi-los antes da Festa de Spes, momento em que Gaia planeja despertar, derramando o sangue do Olimpo.
Para piorar, visões frequentes da terrível batalha no Acampamento Meio-Sangue assombram os sete semideuses. A legião romana do Acampamento Júpiter, comandada por Octavian, está se aproximando das fronteiras do acampamento grego. Por mais que seja tentador usar a Atena Partenos como arma secreta contra os gigantes, eles sabem que a estátua é necessária em Long Island, onde talvez consiga impedir uma guerra entre os acampamentos.
A Atena Partenos irá para o oeste, enquanto o Argo II segue para o leste. Os deuses, ainda sofrendo com a dupla personalidade, não podem ajudar. Como os jovens conseguirão vencer sozinhos um exército de gigantes? A viagem para Atenas é perigosa, mas não há outra opção. Eles já sacrificaram muito para chegar onde estão. E se Gaia despertar, será o fim.

Às vezes tenho a mais absoluta certeza que sou uma mistura insana de Dori com doses nem um pouco homeopáticas de masoquismo. Como é possível reler um livro e mesmo assim sofrer nos mesmos pontos em que sofri com a primeira leitura? Isso tem que ser um problema, não?

De qualquer forma, este é o último livro da saga Heróis do Olimpo e que possui um encerramento fantástico!

É aqui que vemos o crescimento de cada semideus, da forma como passaram a realmente confiar uns nos outros, a trabalhar em equipe e evoluir com cada um dos seus companheiros. Como Leo – e seu pai Hefesto – diria, eles agiam como uma máquina perfeitamente calibrada.

Uma coisa que me incomodou um pouco nessa releitura foi a importância que Percy e Annabeth receberam no livro. Sim, eles são fodas – de verdade! Os únicos semideuses a irem ao Tártaro e voltarem pra contar a história -, só que receberam uma grande fatia do holofote desnecessariamente. Até mesmo o fato de continuarem a bater na tecla do defeito mortal do Percy foi meio que aleatório, ainda mais porque ele abriu mão de se arriscar ao lado dos amigos muito facilmente. Porque ele aprendeu a confiar nos outros de verdade. Sei que esse é um comentário meio hipócrita, porque fiquei esperando mais da participação do Percy nos livros do Magnus, mas… q

Acho que posso dizer que cresci como leitora desde a primeira vez que li esse livro, que agora consigo enxergar e aceitar que mesmo o tio Rick comete erros, mas que isso de forma alguma afeta a leitura negativamente. Esse livro, essa saga continua como minha saga favorita.

5 estrelas e favoritadíssimo!

A Casa de Hades

IMG_20171120_173318_579.jpg

Sinopse: A tripulação do Argo II enfrenta dias difíceis. Inimigos espreitam no caminho para a Casa de Hades e o moral da equipe está baixo após a perda de dois integrantes importantes em Roma. Para chegar às Portas da Morte e tentar impedir o despertar de Gaia, nossos heróis Hazel, Jason, Piper, Frank e Leo vão precisar fazer alianças perigosas, encarar deuses instáveis e combater os asseclas enviados pela sanguinária Mãe Terra para detê-los. A situação é ainda pior para Percy e Annabeth. Após caírem no Tártaro, os dois passam fome, sede e sofrem com diversos ferimentos enquanto são caçados por vários inimigos que derrotaram ao longo dos anos e que agora surgem das sombras em busca de vingança. A única esperança da dupla de voltar para o plano mortal reside em encontrar as Portas da Morte e fechá-las de uma vez por todas. No entanto, uma legião de monstros fiéis a Gaia defende as Portas, e nem Percy nem Annabeth estão em condições de enfrentá-la.

A cada instante que passa, a aventura, a grande profecia dos sete, fica ainda mais difícil. Existem momentos que tenho certeza que o tio Rick adora fazer seus leitores – e personagens – sofrerem e é por isso que o amo tanto!, mas tio! Tenha um pouquinho de pena deles…

A história agora se divide em duas frentes: a tripulação do Argo II tentando chegar em Éfiro e alcançando as Portas da Morte pelo lado mortal, e Percy e Annabeth no Tártaro, tentando encontrar as mesmas portas pelo lado… de dentro?

Honestamente não sei qual das frentes está mais ferrada, porque para irem de Roma para a Grécia existem muitos enviados de Gaia para impedir o progresso do navio. E a viagem pelo Tártaro é tudo menos tranquila… Afinal, todos – ou a grande maioria – dos monstros foram enviados de volta ao Tártaro por semideuses, principalmente pela dupla Percabeth.

Este livro em particular traz muita angústia. Acabamos conhecendo mais sobre os personagens, sobre os monstros e sobre até que ponto cada pessoa é capaz de ir para chegar ao seu objetivo.

Chorei tanto com o Bob e o Damásen… Com certeza essa saga é a minha favorita dentre as aventuras de semideuses que o tio Rick criou. ❤

5/5 estrelas e favoritado.

A Marca de Atena

IMG_20171114_105530_218

Sinopse: Annabeth está apavorada. Justo quando ela está prestes a reencontrar Percy, o Acampamento Júpiter parece estar se preparando para o combate. A bordo do Argo II com os amigos Jason, Piper e Leo, ela não pode culpar os semideuses romanos por pensarem que o navio é uma arma de guerra grega: afinal, com um dragão de bronze fumegante como figura de proa, a fantástica criação de Leo não parece mesmo nada amigável. Annabeth só pode torcer para que os romanos vejam seu pretor Jason na embarcação, e compreendam que os visitantes do Acampamento Meio-Sangue estão ali em missão de paz.
Os problemas de Annabeth não param por aí, ela carrega no bolso um presente da mãe, que veio acompanhado de uma ordem intimidadora: Siga a Marca de Atena. Vingue-me. A guerreira já carrega nas costas o peso da profecia que mandará sete semideuses em busca das Portas da Morte. O que mais Atena poderia querer dela?

Retornar a Heróis do Olimpo é algo fantástico. De longe é a minha saga favorita de Percy Jackson, porque todos os semideuses estão mais velhos, mais experientes. O humor é mais inteligente e todos tornam-se narradores. Amo o Percy Cabeça de Alga, de paixão, mas ver o ponto de vista dos coleguinhas é essencial para essa narrativa.

Aqui temos o ponto central da busca pela Marca de Atena, uma missão secundária que Annabeth deverá cumprir sozinha. De todos os deuses gregos, a que mais está sofrendo com sua dupla personalidade é Atena, e a culpa é dos romanos.

Atena, ao se tornar Minerva, perde a característica belicosa, uma de suas partes mais essenciais. E para que ela volte a ser inteira, além da missão dos Sete precisar ser bem sucedida, existe um item que precisa ser devolvido aos gregos, algo que foi roubado pelos romanos e perdido.

Além de ver a narrativa fantástica e tensa de Annabeth, aqui podemos ver o quanto Jason e Percy são parecidos e não sabem bem como continuar sendo e não sendo os líderes da expedição.

É incrível como o tio Troll Rick consegue colocar esses sentimentos tão naturais em personagens que deveriam ser mais que humanos, mas ainda são completamente reais. ❤

5/5 estrelas e super favoritado!

O Navio dos Mortos

O Navio dos Mortos

Sinopse: Nos dois primeiros livros da série, Magnus Chase, o herói boa-pinta que é a cara do astro de rock Kurt Cobain, ex-morador de rua e atual guerreiro imortal de Odin, precisou sair em algumas jornadas árduas e desafiar monstros, gigantes e deuses nórdicos para impedir que os nove mundos fossem destruídos no Ragnarök, o fim do mundo viking. Em O navio dos mortos, Loki está livre da sua prisão e preparando Naglfar, o navio dos mortos, para invadir Asgard e lutar ao lado de um exército de gigantes e zumbis na batalha final contra os deuses. 
Desta vez, Magnus, Sam, Alex, Blitzen, Hearthstone e seus amigos do Hotel Valhala vão precisar cruzar os oceanos de Midgard, Jötunheim e Niflheim em uma corrida desesperada para alcançar Naglfar antes de o navio zarpar no solstício de verão, enfrentando no caminho deuses do mar raivosos e hipsters, gigantes irritados e dragões malignos cuspidores de fogo. Para derrotar Loki, o grupo precisa recuperar o hidromel de Kvásir, uma bebida mágica que dá a quem bebe o dom da poesia, e vencer o deus em uma competição de insultos. Mas o maior desafio de Magnus será enfrentar as próprias inseguranças: será que ele vai conseguir derrotar o deus da trapaça em seu próprio jogo?

Acho que eu esperava muito desse livro. Ou melhor: acho que eu esperava muito da participação especial do Percy nesse livro.

Veja bem, não é que o livro seja sobre o Percy, ou que a participação dele seja imprescindível para o livro, mas é que… sei lá… Achei meio idiota. -q

Como encerramento para uma saga – que aparentemente terá continuidade junto com Percy e cia – foi uma história muito boa! Com todos os detalhes de sempre: um cronograma absurdo, um objetivo insano e muitos monstros tentando matar aqueles personagens que a gente ama. Nada de muito diferente até aí.

A questão é a forma como as coisas se desenvolvem…

Adorei que o tio Rick teve a delicadeza de colocar um pouco mais sobre o islamismo e a crença que a Samirah tem. Hoje, levando em consideração todo o grande problema envolvendo o islamismo, acho mais do que válido colocar um outro lado, uma outra visão. Mostrando que a liberdade religiosa é possível.

E mesmo tendo amado @ Alex Fierro no segundo livro – melhor personagem, com certeza -, me cansei um pouco del@ nesse livro. Não sei se porque o Magnus é um idiota e estava OBVIAMENTE apaixonado por el@ desde a primeira página desse livro, mas fiquei cansadinha da relação entre eles durante essa história.

No mais, adorei o livro! Com certeza mereceu as 4/5 estrelas que recebeu.

E eu preciso saber o que aconteceu pra deixar a Annabeth triste/tensa! Argh! Tio troll Rick ao ataque novamente…

O Filho de Netuno

17. O Filho de Netuno

Sinopse: A vida de Percy Jackson é assim mesmo: uma grande bagunça de deuses e monstros que, na maioria das vezes, acaba em problemas. Filho de Poseidon, o deus do mar, um belo dia ele acorda de um longo sono e não sabe muito mais do que o seu próprio nome. Mesmo quando a loba Lupa lhe conta que ele é um semideus e o treina para lutar usando a caneta/espada que carrega no bolso, sua mente continua nebulosa. De alguma forma, Percy consegue chegar a um acampamento de semideuses, mas o lugar não o ajuda a recobrar qualquer lembrança. A única coisa que consegue recordar é outro nome: Annabeth.
Com seus novos amigos, Hazel e Frank, Percy descobre que o deus da morte, Tânatos, está aprisionado e que Gaia pretende reunir um exército de gigantes para dominar o mundo e reescrever as regras da vida e da morte. Juntos, os três embarcam em uma missão aparentemente impossível rumo ao Alasca, uma terra além do controle dos deuses, para cumprir seus papéis na misteriosa Profecia dos Sete. Se falharem, as consequências, é claro, serão desastrosas.

Escolhi para o item 17. Um livro com um personagem que gostaria de ser o livro O Filho de Netuno do tio Rick Riordan, obviamente.

Na verdade eu tenho uma coisa muito importante para assumir aqui. Não existe realmente um personagem que eu gostaria de ser – talvez, se realmente for necessário escolher, a Reyna -, a questão é que eu amo tanto o universo de Percy Jackson que não consigo escolher um dos personagens. -q

Preferiria criar um personagem completamente próprio e novo e colocá-lo na história. O que realmente importa é: se eu fosse viver no universo de Percy Jackson (gregos, romanos, egípcios e nórdicos), gostaria de ser romana e ser do Acampamento Júpiter.

O ponto é que, mesmo sendo total e completamente apaixonada pelo Percy e todos os seus amiguinhos gregos, eu AMO o Acampamento Júpiter. A forma como os romanos “aperfeiçoaram” os deuses gregos, que não dividem os campistas por quem é seu pai/mãe divino e sim por coortes, gente, é simplesmente genial!

O fato de existirem as coortes e que elas são constituídas por diferentes semideuses faz com que cada semideus aprenda a lidar com o diferente, a confiar em outras pessoas, em aprender táticas para conseguir vencer guerras.

Fora que tem todo uma disciplina, uma organização que, de certa forma, falta ao Acampamento Meio-Sangue. E é exatamente essa disciplina, essa organização que me faz ter uma predileção pelos romanos. ❤

A Reyna, personagem que escolhi para esse item, é simplesmente fantástica. Ela é uma líder nata, além de ser inteligente e certa de suas escolhas. Ela é uma personagem absolutamente forte e fantástica.

Em relação ao livro em si, preciso dizer que senti sim a falta do Percy, ele é meu personagem favorito, não consigo deixar de amar o cabeça de alga. Acho que foi muito acertado por parte do tio Rick começar essa nova saga através do Jason e não do Percy, porque assim ele pôde introduzir o novo acampamento de uma forma mais natural e deixou sim todos nós nos sentindo como Annabeth, procurando saber o que diabos aconteceu com o Percy.

Hazel e Frank são dois personagens maravilhosos, tanto como um casal quanto separadamente. Acho que eles se completam de uma forma muito bonita, sem ter disputas para ver quem é melhor ou quem merece mais atenção. Além do que, eles são uns fofos! ❤

Em resumo, um livro 5/5 estrelas. Daria mais se pudesse.

E é isso! Até a próxima, pessoal!