Medo Clássico: Edgar Allan Poe

Sinopse: Seguindo o padrão quase psicopata de qualidade que os leitores já esperam da DarkSide® Books, o livro é uma homenagem a Poe em todos os detalhes: da capa dura à nova tradução feita por Marcia Heloisa, pesquisadora e tradutora do gênero, além das belíssimas ilustrações em xilogravura feitas pelo artista gráfico Ramon Rodrigues. E o mais importante: o conteúdo selecionado que recheia as 384 páginas deste primeiro volume de Edgar Allan Poe: Medo Clássico. E que conteúdo!
Pela primeira vez numa edição nacional, os contos estão divididos em blocos temáticos que ajudam a visualizar a enorme abrangência da obra. A morte, narradores homicidas, mulheres imortais, aventuras, as histórias do detetive Auguste Dupin, personagem que serviu de inspiração para Sherlock Holmes.

Demorei 6 meses para terminar de ler esse livro e não foi porque o livro é ruim, muito pelo contrário, eu ADORO Poe, mas é impossível não dizer que é uma leitura densa.

Os temas são pesados – melancolia, morte – e tudo é tão bem detalhado que você sente o preço das palavras que lê, percebe sua alma se tornando um tanto mais negra…

Aprendi muito com esse livro, o que me deixou bem interessada em conseguir o segundo volume fikdik, principalmente porque não imaginava que foi Poe quem criou o primeiro detetive incrível e que serviu de inspiração para o grande Sherlock Holmes.

Outra coisa que existe nesse livro e que me deixou completamente encantada foi a explicação do próprio autor sobre como ele fazia a construção de suas obras, dissecando seu poema mais conhecido O Corvo. Acho fantástico quando os autores explicam sua forma de escrever e fiquei deslumbrada. ❤

5/5 estrelas e favoritado!

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Lady Killers

Sinopse: As mulheres mais letais da história em uma edição igualmente matadora.
Quando pensamos em assassinos em série, pensamos em homens. Mais precisamente, em homens matando mulheres inocentes, vítimas de um apetite atroz por sangue e uma vontade irrefreável de carnificina. As mulheres podem ser tão letais quanto os homens e deixar um rastro de corpos por onde passam — então o que acontece quando as pessoas são confrontadas com uma assassina em série? Quando as ideias de “sexo frágil” se quebram e fitamos os desconcertantes olhos de uma mulher com sangue seco sob as unhas?
Prepare-se para realizar mais uma investigação criminal ao lado da DarkSide® Books e sua divisão Crime Scene®. Esqueça tudo aquilo que você achava que sabia sobre assassinos letais — perto de Mary Ann Cotton e Elizabeth Báthory, para citar apenas algumas, Jack, o Estripador ainda era um aprendiz.

Este é o segundo presente pra linda Kyun, e sim, também foi adquirido graças a uma publicação dela.

A leitura desse livro foi mais arrastada do que eu imaginava que seria e um tanto mais interessante do que eu achei que seria com as primeiras páginas dele.

Adorei aprender um pouco mais sobre a história de assassinas em série, mesmo que tenha me cansado muito a pegada extremamente feminista da autora.

Veja bem, não me importo que a autora seja feminista, mas daí colocar que todas as mulheres desse livro assassinavam para lutar contra o patriarcado foi, no mínimo, exagero. Entendo que existe a necessidade de retirar o misticismo que engloba a história dessas mulheres, não é bruxaria, não é pacto com o demônio, é um desvio psiquiátrico e de conduta, não é a tentativa de desconstruir o patriarcado.

Tirando isso, uma outra coisa que me incomodou um pouco – mas daí é mais porque achei confuso do que por qualquer outro motivo – foi a falta de cronologia na disposição das histórias. Fiquei com a impressão de que se a progressão dos crimes tivesse sido feita de forma cronológica eu teria ficado mais imersa no livro, porque acabei ficando algum tempo, sempre que começava outra narrativa, tentando entender como saímos de uma mulher sendo noticiada na televisão para uma perseguição inquisitória…

No geral, gostei do livro, mas tenho ressalvas.

4/5 estrelas.

A Guerra que Salvou a Minha Vida

Sinopse: Ada tem dez anos (ao menos é o que ela acha). A menina nunca saiu de casa, para não envergonhar a mãe na frente dos outros. Da janela, vê o irmão brincar, correr, pular – coisas que qualquer criança sabe fazer. Qualquer criança que não tenha nascido com um “pé torto” como o seu. Trancada num apartamento, Ada cuida da casa e do irmão sozinha, além de ter que escapar dos maus-tratos diários que sofre da mãe. Ainda bem que há uma guerra se aproximando.
Os possíveis bombardeios de Hitler são a oportunidade perfeita para Ada e o caçula Jamie deixarem Londres e partirem para o interior, em busca de uma vida melhor.
Kimberly Brubaker Bradley consegue ir muito além do que se convencionou chamar “história de superação”. Seu livro é um registro emocional e historicamente preciso sobre a Segunda Guerra Mundial. E de como os grandes conflitos armados afetam a vida de milhões de inocentes, mesmo longe dos campos de batalha. No caso da pequena Ada, a guerra começou dentro de casa.
Essa é uma das belas surpresas do livro: mostrar a guerra pelos olhos de uma menina, e não pelo ponto de vista de um soldado, que enfrenta a fome e a necessidade de abandonar seu lar. Assim como a protagonista, milhares de crianças precisaram deixar a família em Londres na esperança de escapar dos horrores dos bombardeios.
Vencedor do Newbery Honor Award, primeiro lugar na lista do New York Times e adotado em diversas escolas nos Estados Unidos.

Participei da Leitura Coletiva organizada pela Nati juntamente com a Darkside Books. Fiquei bem empolgada para essa leitura, porque esse livro, em particular, foi comprado e esquecido na estante.

Também fiquei bem feliz de participar de outra tentativa leitura coletiva com a Bruna! Agora foi miga!

A teoria por trás deste livro é das mais interessantes, afinal, vemos a realidade da guerra através dos olhos inocentes de uma criança. Assim como vemos que a Guerra não é exatamente o mais importante na vida da Ada, mas sim como ela lida com os problemas gerados pela sua deficiência.

Acontece que mesmo sendo um estilo interessante de narrativa, senti que havia algo faltando. Algo que não me deixou imergir na história da Ada e do seu irmão, ou do relacionamento da Ada com sua mãe, com a Susan, com as pessoas no geral.

E esse algo foi a estranheza de como a situação foi resolvida.

Ada é vítima de abusos físicos e verbais por parte da sua mãe desde o momento em que nasceu por ser portadora de pé-torto, uma doença congênita simples de ser tratada, mas que sua mãe se recusou a tratar por ser caro. Por conta disso, Ada sempre viveu presa no apartamento diminuto da mãe com seu irmão. Ela não sabe ler, não saber escrever e é considerada louca e retardada pelos vizinhos, pois nunca conviveu com nenhum deles.

Quando as crianças são evacuadas de Londres, Ada consegue a tão sonhada liberdade e começa a perceber que não vivia, apenas sobrevivia. Ela começa a interagir com outras pessoas, começa a sair de sua concha, começa a melhorar.

Claro que este processo é longo e doloroso, mas que mostra que com amor, cuidado e muita paciência, as pessoas podem sim começar a resolver seus problemas psicológicos. Algo que é importantíssimo de ser discutido.

Só que o final ao maior estilo conto de fadas Disney não convence. Deixa, na verdade, uma sensação de enganação, como se essa história na verdade fosse uma daquelas novelas da Globo que no final vai dar tudo certo. Não senti nenhuma emoção com o livro e não fiquei com aquele calorzinho no peito pela superação da Ada.

Foi uma boa leitura, mas só isso.

4/5 estrelas.

O Mundo de Lore – Criaturas Estranhas

Sinopse: Originado do premiado podcast Lore — cujos episódios se inspiram nas famosas creepypasta dignas de pesadelos —, o livro de Aaron Mahnke encontrou seu verdadeiro lar na editora mais tenebrosa do Brasil. Imagine que anos atrás havia um especialista em vampiros alugando seus serviços a quem precisasse. Ou que zumbis realmente existem. Ou ainda que há áreas na Islândia que não devem ser visitadas para proteção do mágico povo escondido. Compartilhando detalhes fascinantes sobre monstros assustadores e bizarros, O Mundo de Lore: Criaturas Estranhas explora o encanto que nós, humanos, temos por saber o que já houve de fantástico neste mundo em que vivemos. Seja um vilarejo europeu onde gremlins tocam o terror ou uma casa nos Estados Unidos assombrada por um boneco chamado Robert. As belíssimas ilustrações de M.S. Corley aumentam ainda mais o ar de encantamento que percorre todo o texto. E o “mundo” do título vem bem a calhar: além do podcast de sucesso que contabiliza mais de 180 milhões de reproduções e do livro de arrepiar, o projeto foi transformado em série pela Amazon Prime Video, e já conta com duas temporadas disponíveis em português no Brasil. A verdade realmente pode ser mais apavorante do que a ficção. Mas quem tem um coração dark batendo no peito gosta — e inclusive pede mais.

Este é o primeiro de dois presentes que comprei para a Kyun e, além disso, foi uma meio que leitura coletiva que fiz com a Bruna. Na verdade, esse livro só veio a ser comprado de presente por conta da própria Kyun que falou dele nesse post aqui, ó.

Fiquei bem curiosa sobre esse livro – e inclusive fiz várias marcações nele – e fiquei interessadíssima em ouvir o podcast e assistir a série.

Devo dizer que achei um pouco estranho a forma que o livro foi compilado. Sei que ele foi dividido em partes que “faziam sentido”, mas tiveram alguns capítulos – algumas creepypastas – que me deixaram a sensação de que só estavam juntas porque não tinha outro lugar para colocar?

E falando das creepypastas, a forma como o autor descreve cada criatura ou situação me deixou mais curiosa do que com medo – tirando a parte das bonecas… i.i – e tiveram algumas histórias que realmente gostaria de saber mais sobre elas.

A parte mais interessante sobre as histórias de monstros não é exatamente os monstros, mas sim como os seres humanos utilizam da narrativa de um ser estranho para justificar os atos abomináveis que somos capazes de cometer.

O livro em si é quase que um compêndio de histórias sobre como o ser humano é escroto. E assustador.

Foi uma leitura muito gostosa de fazer, pena que a Bruna me abandonou e acabamos não discutindo tanto sobre o livro… meep

4/5 estrelas e esperando o próximo.

A Menina do Outro Lado

Sinopse: A Menina do Outro Lado é uma fábula sobre a criação do afeto e o amor entre duas criaturas tão diferentes, mas com muito a compartilhar. Uma trama atual sobre a condição do diferente e da falta de aceitação. Sobre largar seus medos e enfrentar a vida com um novo olhar.
1 – Em um país dividido entre pessoas normais e seres amaldiçoados, Shiva é uma menininha que foi acolhida por uma estranha criatura meio animal e meio humana. Sensei, como é chamado, não pode ser tocado e vive fora da cidade. Afastado do convívio com os demais e ciente dos perigos e maldições que os rodeiam, Sensei alerta Shiva para que ela não saia sozinha. Porém, quando a menininha decide reencontrar sua tia desaparecida, regras são quebradas — e a vida que eles conheciam é colocada em risco. 
2 – No primeiro volume, somos apresentados a um país dividido, onde perigos espreitam na floresta e nas redondezas, e conhecemos a história de Shiva, uma encantadora menininha que foi acolhida pela estranha criatura meio animal e meio humana que ela chama de Sensei. Ela não pode tocá-lo, senão será amaldiçoada. Quando um forasteiro invade a casa que eles habitam e toca no rosto de Shiva, tudo parece estar perdido. Com mais perguntas do que respostas, Shiva e Sensei partem em uma jornada em busca da verdade. Estaria a garotinha correndo perigo? E poderia a floresta revelar tudo aquilo que eles precisam saber? A atmosfera envolvente e cheia de contrastes de Nagabe — sua arte obscura e repleta de sensibilidade, o jogo de luz e escuridão, um mundo assombroso e convidativo — continua sendo sua marca registrada neste segundo volume ainda mais emocionante. 

Nada como brincar de mudar a sinopse dos mangás da Darkside

Resolvi fazer essa postagem conjunta sobre os dois volumes do mangá publicados no Brasil porque a história é curta, querendo ou não a narrativa de histórias em quadrinhos é sempre menor do que de livros, não é mesmo?

Somos apresentados a um universo que se divide entre normais e amaldiçoados. A aparência das pessoas normais é de humanos sem defeitos ou deformações, enquanto os amaldiçoados se assemelham a animais antropomorfizados ou não.

Além da visível diferença de aparência, não há muitas explicações sobre essa maldição. Os amaldiçoados não precisam se alimentar ou dormir, mas não há nenhuma real diferença entre eles.

Pode-se dizer que Sensei é, inclusive, mais humano – no sentido de ter empatia e se preocupar com Shiva, cuidando da garota – do que praticamente todos os outros normais que aparecem na história.

As cidades são muradas para impedir que os amaldiçoados entrem e contaminem seus moradores. E aqueles moradores que por algum motivo aparentam estar amaldiçoados são prontamente levados para fora das muralhas e mortos.

Como eu disse, existe muita coisa que não foi realmente explicado, por exemplo, mesmo que exista uma justificativa “bíblica” para as maldições, não há uma real explicação de como elas surgiram inicialmente e como elas são transmitidas. Se é necessário contato entre um amaldiçoado e um normal, como as pessoas que vivem dentro de cidades sem contato nenhum com amaldiçoados podem ser contaminadas?

E no meio de tudo isso, temos Shiva.

Shiva é a coisa mais fofa do universo. Uma daquelas garotinhas inocentes que a única coisa que queremos fazer é proteger e ver ela crescer e ser feliz. ❤ Meu coraçãozinho congelado sofreu com a Shiva e o Sensei. É muita fofurice pra uma pessoa só, gente!

A personagem principal é, na verdade, a relação entre Shiva e Sensei. Então é muito interessante ver como eles se relacionam e como desenvolvem esse carinho que sentem um pelo outro mesmo sem poder se tocar. E pelo amor dos deuses tudo, sem imaginar um relacionamento amoroso entre os dois, ok?

Agora só nos resta aguardar enquanto o senhor Nagabe termina de escrever sua história e a Darkside publicar os mangás por aqui, afinal, cada final de volume é um plot twist pior que o anterior…

5/5 estrelas e favoritados.

Paraíso Perdido

Sinopse: Um clássico da literatura mundial adaptado pela primeira vez em uma graphic novel única e essencial. Há 350 anos, o conflito entre Deus e Satã narrado em Paraíso Perdido, obra-prima de John Milton, virou um marco na literatura. Seus dez mil versos sobre a criação do mundo, a tentação e o desejo por redenção receberam reconhecimento instantâneo e serviram de inspiração para peças de teatro, músicas, pinturas e livros, ecoando na obra de mestres como Mary Shelley, C.S. Lewis, Philip Pullman e Neil Gaiman. Agora, a obra colossal foi reimaginada pelo premiado ilustrador espanhol Pablo Auladell. Com seu traço sombrio, quase desolado, o tributo captura o lirismo de Milton para quem ainda não teve o prazer de ler os cantos originais. Ao mesmo tempo, complementa a experiência do leitor, dando ainda mais vida ao texto. A graphic novel inspirada na grande obra de Milton chega para fazer parte da linha DarkSide Graphic Novel numa edição que deixaria Adão em apuros, com capa dura, bordas douradas e todo aquele cuidado que os fãs já esperam — e merecem. Chegou a hora da redenção.

Estou sem palavras para dizer o quanto essa graphic novel mexeu comigo.

Dividida em 3 partes, ela conta a queda de Lucifer e seus exércitos, o gênesis e a expulsão do homem do Jardim do Éden. Tudo narrado de uma forma lírica – é a adaptação de um poema, afinal – e ilustrada com maestria por Pablo Auladell.

Não conheci a obra original de Milton, e também não conhecia o traço do Pablo, mas posso dizer que foi uma combinação das mais maravilhosas!

Os traços do Pablo, nem sempre tão nítidos assim, traz toda uma ambientação que nos deixa de certa forma livres pra imaginar as coisas, mas que ao mesmo tempo indicam a incompletude de Lucifer e suas hordas e de Adão e Eva. Assim como demonstra a leveza e perfeição do Divino.

Achei bastante interessante o modo como as batalhas se deram, a participação de cada anjo e demônio, a forma como eles se tornam inimigos e o que custa a cada um deles fazer o que acham que é certo.

Gostei bastante da forma como as consequências da desobediência de Adão e Eva surgiram no mundo.

4/5 estrelas e muita confusão mental.

Francis

Sinopse: Uma bruxa e uma raposa sobrevoam uma floresta. Lá do alto, pouco antes de traçarem seu destino inevitável, elas admiram os contornos do Monte Orfano, uma montanha verdejante que esconde mistérios em cada canto. Juntos, elas criam caos e liberdade, mas até onde podem ir antes da escuridão as alcançar? 
Reserve um canto especial na estante e separe os melhores ingredientes na bancada. Ao lado da talentosa quadrinista italiana Jessica Cioffi, que atende pelo nome mágico Loputyn, prepararemos uma poção que vai abrir os caminhos mais sombrios dos corações dos leitores da DarkSide® Books. E tudo começa com uma raposa. Anote aí para não esquecer: seu nome é Francis. 
Francis é uma fábula encantada em que doçura e escuridão existem lado a lado. Com seu traço aquarelado, rico em tons pastéis, Loputyn apresenta uma aventura fascinante com elementos mágicos e mostra que todos temos luz e trevas dentro de nós. 

Segunda sinopse que precisei censurar… Honestamente não estou entendendo se são as sinopses da Darkside ou se é o Skoob, mas as sinopses das HQs da Darkside estão todas LOTADAS de spoilers…

Vou começar falando sobre os traços dessa maravilha que foi Francis! Assim como em Floresta dos Medos existe uma doçura, uma beleza inerente ao traço da Loputyn. A narrativa aqui não é tão macabra, mas trata de um tipo diferente de terror.

O terror interno, aquele que trazemos dentro de nossos corações.

Acompanhar Melina nessa história foi ao mesmo tempo maravilhoso e tão difícil. Melina é aquela garota que tem um potencial incrível dentro de si, que se ela se esforçasse conseguiria alcançar todos os seus sonhos e desejos, porém… Ela se auto-sabota a cada passo que dá durante toda a sua vida.

Cada escolha que ela faz, cada passo que ela dá é justificado por sua mente. Seu pessimismo em relação a si mesma, acreditando que nunca é boa o suficiente para alcançar nada de importante… Foi muito, muito doído.

Porque eu faço exatamente isso.

Fazia bastante tempo que não me reconhecia tão facilmente em uma personagem, ainda mais uma personagem de HQ, então foi uma sensação ao mesmo tempo fantástica e amedrontadora acompanhar Melina e Francis.

Fica o food for thought, até que ponto uma vida de recompensas imediatas é o suficiente para você?

5/5 estrelas e favoritadíssimo!