A Prisão do Rei

19. A Prisão do Rei.JPG

Bom, talvez tenham percebido pelo Goodreads ali do lado ou mesmo pela quantidade de postagens de livros que voltei à leitura. Mesmo com faculdade, jogos e seriados, voltei a ler.

Não sei se isso acontece só comigo, mas quanto mais ansiosa estou, mais leio. É algo mais do que natural para mim. É a minha válvula de escape. O que significa que cheguei ao nível de ler 4 livros simultaneamente essa semana. Basicamente estou engatando uma leitura na outra porque minha formatura se aproxima e eu estou devidamente apavorada em relação ao futuro.

E tudo isso só para introduzir o motivo de ler esse livro. Sem or… Eu falo demais. Outro sinal claro da minha ansiedade.

Comecei a ler esse livro com o intuito de trocar um livro que estou travada em uma das categorias do DDL. Como sou daquelas doidas que define tudo antes de começar o desafio, me ferrei, de certa forma, com o livro da categoria de 500 páginas.

Estava desanimada para começar, porque Espada de Vidro deixou muito a desejar e eu estava muito cansada da Mare. Só que na pilha de me soterrar de livros, acabei pegando A Prisão do Rei e fiquei dividida se devia ou não fazer uma das minhas três trocas por direito.

E EIS QUE DESCUBRO NÃO UMA, MAS DUAS PERSONAGENS LGBT NO LIVRO!

Foi mais forte do que eu. E é por isso que este livro se enquadra na categoria 19. Um livro com personagens LGBT.

E são essas pequenas revelações que me fazem ter uma relação de amor e ódio por essa saga…

Encontramos uma outra situação que me deixou, em um primeiro momento, ansiosa. Como o primeiro capítulo tinha o nome de Mare, ficou claro que haveria vários narradores e meu maior medo foi que em algum momento Maven fosse narrar e que a autora iria nos fazer engolir uma saga de redenção para um dos maiores filhos da puta que já tive o desprazer de encontrar.

Só que isso não acontece! Palmas para a senhorita Victoria Aveyard por não se enveredar por esse caminho sem volta.

A narrativa é dividida entre Mare, presa nas garras de Maven e sua corte prateada, Cameron, “presa” nas garras da Guarda Escarlate, e Evangeline, completamente soterrada por todas as maquinações prateadas de sua família.

E nada mais do que isso.

Claro que, enquanto Mare e Maven interagiam, houve uma luz sobre a personalidade do monstrinho rapaz, só que não retira as decisões, a responsabilidade dos atos dele. Então não é bem uma tentativa de redenção, mas sim uma des-demonização(?) do personagem. Não que realmente faça algum efeito, tendo em vista que ele ainda termina o livro como o pior dos piores.

Ah, sim… Os personagens LGBT. Bom, em consideração aos queridos e queridas que ainda não leram o livro e que talvez tenham vontade de ler, vou deixar em branco. Aí lê quem ficar com vontade.

Maven era apaixonado pelo rapaz que morreu e que ele usa a imagem para entrar na Guarda Escarlate como espião. E A EVANGELINE TEM UMA NAMORADA! Me chocou muito mais do que descobrir a possível bissexualidade de Maven. De todos os personagens, Evangeline tem sido a que mais me surpreendeu durante todo o livro, se pá de toda a série.

Ok… Não tanto quanto o Maven me surpreendeu no primeiro livro. MAS QUASE.

De qualquer forma, foi um livro divertido e rápido de ler. Finalmente teve uma batalha real e com tanta repercussão. E eu me senti tão representada pela Cameron no começo desse livro… Foi lindo!

Recebe 4/5 estrelas com muita facilidade. Se não apostasse tanto no romance entre a Mare e o Cal, talvez chegasse a 5 estrelas.

Advertisements

Leave a Reply

Fill in your details below or click an icon to log in:

WordPress.com Logo

You are commenting using your WordPress.com account. Log Out / Change )

Twitter picture

You are commenting using your Twitter account. Log Out / Change )

Facebook photo

You are commenting using your Facebook account. Log Out / Change )

Google+ photo

You are commenting using your Google+ account. Log Out / Change )

Connecting to %s