O Último Olimpiano

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Como já avisei na resenha passada, preparem-se para as lágrimas. Quem precisa de Rio Estige? Rio Lete? Basta ficar ao meu lado e será banhado em um rio de água salgada.

Por um brevíssimo momento houve Perchel! Sim, eu realmente gosto da química dos dois, de certa forma uma mortal e um semideus me intriga, ainda mais quando a mortal tem os mesmos poderes de ver através da Névoa que Sally, a mãe de Percy – e uma das melhores personagens da série, podem ter certeza.

Mas, como eu disse, brevíssimo momento.

Começamos o livro bem: com um ataque às forças de Cronos que se encontram no navio Princesa Shun Andrômeda. Claro que as coisas nunca podem dar certo para o nosso semideus favorito. O que me deixou realmente triste foi a primeira baixa que realmente significou algo para mim. É claro que eu sabia que ia acontecer – é, afinal, a segunda vez que leio o livro -, mas eu não me lembrava de todos os detalhes do que acontecia.

Então, sim, as lágrimas começaram no segundo capítulo. Way to go, Uncle Rick.

A cada capítulo lido você se entrega e submerge mais na história, enfrenta os mesmos problemas que Percy e a galera. Tenta desvendar o que demonhos está acontecendo e descobrir quem é o espião.

Eu, pelo menos, sempre me pego mergulhando de cabeça e vivendo as histórias que realmente gosto. O Senhor dos Anéis, Harry Potter, Percy Jackson… São histórias que me encantam de tal forma que realmente gostaria de viver em suas realidades, em seus mundos.

E não é pra menos que escolhi o universo de Percy Jackson para o item 17 do Desafio de Leitura 2017 – mas essa é uma outra postagem… Afinal, mesmo amando os gregos, sou muito mais romana, então… Acampamento Júpiter! ❤

Mesmo já tendo lido o livro uma vez, me bateu o desespero enquanto lia, com as escolhas que Percy deveria tomar, com as traições, com as batalhas e com as visões que ele tinha que enfrentar.

Foi uma forma maravilhosa de se encerrar uma série, isso é uma certeza que tenho dentro do meu coração. Cresci ao lado de magos, guerreiros e semideuses, humanos, elfos, anões, sátiros e meio-sangues. Minha vida só pode ser dita como abençoada.

Por todos os deuses.

E que venha mais Rick Riordan! ❤

5/5 estrelas.

A Batalha do Labirinto

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E o Tio Rick Troll ataca novamente.

Preciso dizer que a cada livro, cada capítulo, cada página, cada parágrafo… São tantas emoções que tio Rick me traz. Eu SOFRO, está bem?!

Em A Batalha do Labirinto acompanhamos o retorno de Percy para mais um ano no acampamento após ser novamente perseguido por monstros. E, é claro, ele é salvo por uma pessoa completamente inesperada: Rachel Elizabeth Dare. ❤

Percabeth está finalmente começando a mostrar sinais de que vai dar certo – e aqui preciso fazer um adendo e dizer que por mais que Percabeth seja lindo e tudo o mais, Percico é divino e eu sempre tive uma quedinha pela Rachel… Então… é… Percabeth não é meu OTP -, e, ao mesmo tempo, tudo parece que vai dar errado.

A profecia é uma merda, a missão é uma merda, as pessoas que vão na missão meio que se odeiam e o combo Luke/Cronos está à beira de mais um ataque ao Acampamento Meio-Sangue.

E, mesmo assim, mesmo com todos os problemas possíveis e imagináveis que o grupo vai enfrentar ao final, o livro conta a história em um crescendo, não deixando de apresentar personagens novos de forma que acabamos gostando deles e que nos preocupamos com eles. Além disso, ele – o tio Rick – conta a história dos outros personagens que já conhecemos. O que acaba nos fazendo amar mais ainda todos os personagens.

O que eu acho absolutamente surreal! Porque eu acho que já deu pra perceber que eu não sou muito de gostar dos personagens tudo, né? Geralmente sempre tem um que recebe o selo de ódio da tia Tifa, mas… Isso não acontece em Percy Jackson.

Certo, os inimigos são péssimos e tudo o mais, mas não é algo que realmente me faça odiá-los, eu consigo entender o motivo de cada semideus e dos próprios titãs. O que isso tem de diferente de nós, humanos, que sempre buscamos ser melhores que os outros, entramos em guerras por motivos “idiotas” e políticos. Por favor, olhem para o Brasil e me digam o que há de diferente entre nós e os titãs/deuses gregos.

De qualquer forma…

Desde o terceiro fucking livro da saga eu tenho chorado loucamente com cada livro lido. Nem preciso dizer que o último livro será um rio de lágrimas… E quando chegar em Heróis do Olimpo… Oh, deuses, o sofrimento… ❤

5/5 estrelas.

A Maldição do Titã

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Olá, meu nome é Alessandra e eu sou completamente viciada em Percy Jackson, beirando a compulsão. E o retardamento mental.

Calma, eu explico.

Acho que ainda não comentei por aqui ou talvez já e simplesmente não me recorde, mas atualmente eu vivo, basicamente, na estrada. Certo, isso é um exagero. Sou de Goiânia, mas me encontro em Paracatu enquanto faço faculdade. O que implica algumas horas de estrada sempre que possível.

E sempre que possível é agora. Ou foi quatro dias atrás…

13/06 é o dia do padroeiro de Paracatu e, assim, acabei tendo uma semana de folga da faculdade. O que é bom e ruim ao mesmo tempo, mas não vou entrar nesse aspecto da história…

O QUE IMPORTA!

É que eu fiquei lendo até de madrugada da sexta-feira (quando eu deveria ter dormido muito bem tendo em vista que eu ia pegar a estrada para casa em algum momento do dia – e antes que pensem que eu sou uma completa irresponsável, sai muito mais tarde do que o esperado porque eu DORMI antes de enfrentar 400 km viajando sozinha de carro, ok?) SIMPLESMENTE PORQUE O TIO RICK ESCREVE BEM DEMAIS!

QUE ÓDIO! ❤

Em A Maldição do Titã Percy, Annabeth e Thalia, a ex-pinheiro filha de Zeus, encontram-se em uma missão para levar dois meio-sangues para o acampamento. Nem preciso dizer que as coisas não saem exatamente como o planejado e que eles precisaram de muita ajuda para conseguir ser bem sucedidos, né?

Posso estar enganada porque percebi que tem muitos detalhes dos livros que eu não me lembro tão bem assim, mas acho que é o livro em que Percy and the gang receberam mais ajuda dos deuses para conseguir cumprir a missão. Até o final da minha semana de descanso terei terminado os cinco livros e aí descubro se estou certa.

Eu sou meio masoquista – acho que já deu pra perceber, né? – então acabo julgando os livros como bons ou não de acordo com o que eles me fazem sentir. A maior prova de que o Tio Rick é um cara fantástico na escrita é ser apresentada a uma personagem nesse livro e chorar com a morte dela ao final dele. Gente… É muito amor. Chorei demais.

Tinha esquecido o tanto que essa saga mexe comigo.

De qualquer forma… PERCABETH! ❤ RACHEL ELIZABETH DARE! ❤ ZOE! ❤ OS DIANGELO! ❤ É muito amor pra um livro só.

5/5 estrelas.

Meu coração se apertou com o Nico. Nico, filhote, a mamãe te ama. VEM CÁ! *abraça apertado*

Mar de Monstros

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E dando continuidade à maratona Percy Jackson NÓS NÃO FALAMOS SOBRE A EXISTÊNCIA DOS FILMES, li O Mar de Monstros nesses últimos dias.

Encontramos Percy tendo um ano muito bom e tranquilo em mais uma escola, desta vez uma escola experimental que basicamente deixa o aluno fazer qualquer coisa que queira, e com um novo amigo! Tyson! ❤ AMORZINHO DA TIA TIFA!

Se controle, mulher.

Além de um novo amigo e uma nova escola – da qual obviamente será expulso em algum momento -, Percy começa a ter estranhos sonhos com Grover, seu melhor amigo. Lembrando que ao final do primeiro livro, Grover recebeu uma licença de buscador e a permissão para encontrar, se possível, o deus Pan.

Quando é forçado a abandonar sua escola, Percy, Annabeth – e aqui devo fazer uma pausa e dizer que não me lembrava que Percabeth era a thing tão cedo nos livros – e Tyson vão para o Acampamento Meio-Sangue, descobrem que as coisas estão péssimas por lá e acabam se metendo em mais confusões do que o esperado.

O livro tem uma narrativa fantástica, uma velocidade que não deixa a história ficar muito forçada ou muito parada, mesmo quando Percy rememora o que aconteceu no primeiro livro para que nos situemos. Como ele é o próprio narrador – narrativa em primeira pessoa – Percy costuma explicar os fatos da forma mais idiota possível, porque ele é um adorável idiota. E, convenhamos, meio burro.

DE QUALQUER FORMA!

Uma das coisas que eu mais gostei nesse livro é conhecer mais sobre quem ou o que é a Clarisse, a principal filha de Ares que temos contato. No primeiro livro ela foi mostrada como uma personagem insuportável que só queria fazer da vida de Percy um inferno.

E novamente vemos como a narrativa do Tio Rick é fantástica.

Percy tem 12 anos no primeiro livro e conta a história pelo seu ponto de vista, então é nítido que ele teria problemas com Clarisse, a garota é descrita como a bullying perfeita. Agora, com 13 anos, mesmo não tendo amadurecido tanto assim, Percy consegue entender o lado de Clarisse, o medo que ela tem do próprio pai, o medo de falhar. E ele a compreende, ele se coloca no lugar dela.

Character development for the win!

Relembrar Percy está fazendo meus dias mais felizes – e tranquilos.

4/5 estrelas! ❤

O Ladrão de Raios

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Reler Percy Jackson e os Olimpianos está sendo uma experiência das mais interessantes. Eu havia me esquecido o quanto amo o burro do Percy (e já disse um pouco sobre isso nas resenhas do Magnus Chase e do Apolo) e, de certa forma, quando você é louco e retardado desesperado como eu e acaba lendo todos os livros de Percy, Heróis do Olimpo, Kane, Magnus Chase e Apolo, existe uma possibilidade muito real de acabar confundindo um pouco as histórias.

E foi o que aconteceu um pouco comigo -q.

Não que eu não me lembrasse dos marcos principais do livro. Um raio foi roubado, o Percy é acusado e uma guerra está quase para eclodir entre Zeus, Poseidon e Hades. Mas os detalhes estavam um pouco nublados.

Então sim, eu estou adorando reler essa saga.

Ainda mais sabendo que é uma das minhas sagas favoritas. ❤

Daquelas que já jogou RPG no universo de Percy Jackson e é alucinada pelo acampamento Júpiter.

Reencontrar um Percy com 12 anos, aprendendo o que realmente tem de errado consigo mesmo, descobrindo os monstros e como lutar com eles, aprendendo sobre sua ascendência divina… A busca por uma missão que não queria, a saudade de sua casa, de sua mãe… Tudo, TUDO foi muito maravilhoso. Muito mágico.

Eu vibrei com cada luta, com cada batalha vencida, com cada deus desafiado, com cada situação esdrúxula que o Percy se metia. E graças aos deuses por Annabeth e Grover. Percy não teria durado um segundo sem eles.

E para resumir toda a série em que o Percy aparece…

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O Oráculo Oculto

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Sinopse: Como você pune um deus imortal? Transformando-o em humano, claro! Depois de despertar a fúria de Zeus por causa da guerra com Gaia, Apolo é expulso do Olimpo e vai parar na Terra, mais precisamente em uma caçamba de lixo em um beco sujo de Nova York. Fraco e desorientado, ele agora é Lester Papadopoulos, um adolescente mortal com cabelo encaracolado, espinhas e sem abdome tanquinho. Sem seus poderes, a divindade de quatro mil anos terá que descobrir como sobreviver no mundo moderno e o que fazer para cair novamente nas graças de Zeus.

O problema é que isso não vai ser tão fácil. Apolo tem inimigos para todos os gostos: deuses, monstros e até mortais. Com a ajuda de Meg McCaffrey, uma semideusa sem-teto e maltrapilha, e Percy Jackson, ele chega ao Acampamento Meio-Sangue em busca de ajuda, mas acaba se deparando com ainda mais problemas. Vários semideuses estão desaparecidos e o Oráculo de Delfos, a fonte de profecias, está na mais completa escuridão.

Tio Rick conseguiu de novo. Sim, eu sei que esse livro não estava na lista dos livros de dezembro, mas… deal with me. Mais uma saga relacionada a deuses gregos, agora narrada pelo ex-deus Apolo.

Devo dizer que Apolo não era e nunca foi o meu deus favorito retratado pelo tio Rick. Compartilho da vontade do Percy de enfiar a mão na cara dele por mais vezes do que imagino ser possível.

Entretanto, Apolo era ligeiramente engraçado. Ao ponto que imaginei que este livro seria hilário, não conseguiria deixar o livro enquanto não o acabasse, essas coisas. Honestamente não imaginei que Apolo pudesse ser tão… bobo.

Lutei contra meus instintos que gritavam quem seria o traidor e, é claro, que meus instintos estavam certos. Comofas pra parar de adivinhar o final das coisas? Identifiquei-me mais do que gostaria a Apolo e fiquei devidamente feliz com o retorno de um personagem que eu realmente gostava.

Cronologicamente as sagas do tio Rick se posicionam assim: Percy Jackson e os Olimpianos, As Crônicas dos Kane, Os Heróis do Olimpo, O Filho de Sobek, O Cajado de Serápis, A Coroa de Ptolomeu (estes três últimos sendo um cross-over entre Percy Jackson e os Kane), Magnus Chase e os Deuses de Asgard As Provações de Apolo.

Se são muitas sagas? Com certeza! Mas simplesmente adoro como o tio Rick consegue trabalhar cada panteão. ❤

4/5 estrelas e aguardando o próximo livro!