Page Habit

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PageHabit é mais uma Mistery Box de livros, minha primeira caixa gringa.

Gostei muito da premissa da PageHabit, porque eles têm vários estilos literários que você pode escolher, de forma que é garantido que você receba um estilo literário que você goste.

Outra coisa que achei bastante interessante é que o curador do mês – ou de três em três meses – é o autor do livro enviado, o que significa que o livro vem com anotações do próprio autor, além de itens escolhidos para fazer “par” com o livro.

Ah, além disso, a PageHabit promove a leitura para crianças que não têm acesso a livros, doando livros a cada caixinha comprada. E se você fotografar/filmar o unboxing e os marcar no instagram/youtube, eles doam outro livro. Então, você adquire um livro e ainda ajuda outras pessoas. ❤

Adorei tudo o que veio na caixinha! o gato não veio nela, ok? Já estou muito interessada em ler o livro, já li o conto Holiday e já estou usando loucamente o coaster que veio e que eu esqueci de colocar na foto, acontece.

Acho que o único ponto negativo dessa caixinha é, infelizmente, o preço. Quando se pensa em dólares U$ 39,99 não é caro. Se você mora nos EUA. Porque, honestamente, eu paguei R$ 138,00 e ainda demorou quase dois meses para chegar a caixinha…

Gostei muito, muito mesmo. Só que pela demora e pelo valor absurdo em que o dólar se encontra, infelizmente não poderei continuar com a assinatura. Por enquanto me satisfaço com o Turista.

Ao menos agora eu sei como o PageHabit funciona… Se algum dia o dólar voltar a preços menos abusivos, quem sabe… ❤

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A Divina Comédia

Li de Dante Alighieri, A Divina Comédia, e há algumas coisas que acho interessante mencionar aqui nesta resenha.

12. A Divina Comédia

A começar que a minha edição é bilíngue, uma coisinha linda! Mas que pra mim não adianta muito, já que sou analfabeta em italiano. A tradução da obra dantesca foi realizada por Vasco Graça Moura um senhor português é, de Portugal, então suponho que o português da tradução seja o de Portugal. O que explica algumas composições frasais e algumas palavras.

Outra coisa, para quem não conhece a obra, é uma poesia épica dividida em três atos: Inferno, Purgatório e Paraíso. Sim, li os três atos e devo dizer que foi uma vitória terminar esse livro.

E vamos à sinopse!

Sinopse: A DIVINA COMÉDIA é uma perspicaz crítica política e social de seu tempo, além de apresentar uma cosmografia completa do conhecimento medieval e uma profunda recapitulação da doutrina cristã da queda e da redenção, colocada em versos de sublime e majestosa beleza, apresentada nesta completa edição bilíngue com a definitiva tradução repleta de notas do poeta português Vasco Graça Moura.
A Divina Comédia, iniciada em 1308, mas só concluída ao final da vida de Dante Alighieri, é um poema épico em três partes que descreve a jornada de Dante em busca de Deus, acompanhado de Virgílio (símbolo da razão humana) e por Beatriz (a graça divina). Conforme o poeta desce através dos círculos do Inferno, é apanhado em armadilha de gelo no centro da terra e sobe ao Purgatório, sendo gradualmente purificado de seus pecados, ficando pronto para ser conduzido ao Império de Deus.

Inferno

Durante toda a travessia do Inferno, Dante é acompanhado pelo seu guia Virgílio e eles se vêem obrigados a descer cada vez mais a fundo pelos círculos do Inferno. A cada momento que se passa, os mortos – e os demônios – percebem que Dante está vivo e por vezes o perseguem.

Tendo em vista que é necessário, para Dante, atravessar os 9 círculos do Inferno para conseguir sair dali e chegar ao purgatório, tanto ele quanto Virgílio continuam sua caminhada sem cessar.

O que eu achei interessante é que em cada círculo Dante colocou algum “conhecido” para que conversasse talvez como uma forma bem genial de se “vingar” daqueles que acabaram colaborando para seu exílio, então acabamos tendo uma certa visão histórica do que se passou na época de Dante.

A primeira parte da Divina Comédia encerra-se com a chegada e transposição de Dante e seu guia do último círculo do Inferno, onde Lúcifer se encontra.

Purgatório

 Ao encontrar a entrada para o Purgatório um anjo marca Dante com sete “P” na testa, simbolizando os sete pecados capitais. À medida em que ele e Virgílio sobem o monte do Purgatório os “P” vão sendo apagados, simbolizando a limpeza da alma.

Continua-se a mesma forma com que antes descrevia o Inferno, Dante encontra-se com figuras históricas do seu tempo, mas de forma menos trágica que no Inferno. Ali as almas encontradas buscam redenção e chegar ao Céu.

O caminho é mais tranquilo que no andar de baixo, mas também é longo e árduo.

E devo dizer que só então – no Purgatório – é que percebi o motivo de Beatriz estar no Céu e ser a dama que realmente guia Dante, o objetivo final dele. Beatriz havia morrido 10 anos antes do exílio de Dante. Fiquei, de certa forma, incrivelmente emocionada com esse fato que só percebi então ali. E é por isso que sou da Sonserina e não da Corvinal…

Ao chegar ao último plano do Purgatório, Dante, já livre de seus pecados, finalmente encontra Beatriz, mas ainda não a alcançou. Ele encontra-se no Jardim do Éden, na presença de várias figuras católicas. Há uma pausa enquanto ele se prepara para deixar o Jardim e ir em busca dos portões do Céu.

Céu

E, como sempre, achei a parte do Céu a mais bobinha. A perfeição em excesso me irrita um pouco, mas tudo bem.

Também achei que o livro iria acabar de uma outra maneira, afinal, – em teoria – A Divina Comédia seria uma alegoria para o retorno de Dante para Florença. A não ser que eu esteja com uma falha muito enorme na minha interpretação de texto, Dante permanece no Céu ao final do livro. Não sei se foi uma previsão da morte dele, ou se realmente Florença seria o paraíso final.

O que importa é que Dante, nesta terceira etapa, encontra-se com muitas outras figuras importantes da religião católica, faz umas comparações insanas entre Beatriz e Maria mãe de Jesus, e, em resumo, exalta todos aqueles que ele julga merecedores de se encontrarem no paraíso.

Honestamente, eu tinha uma visão completamente diferente desse livro, não imaginava que a carga religiosa seria tão grande, mas esperava um pouco mais de fantasia – ou seja, outros deuses, anjos, demônios e tals – entrando em contato com o Dante.

Tudo bem que ele tem uma certa interação com anjos e demônios e santos, mas não da forma como eu tinha imaginado.

Enfim… 4/5 estrelas, foi quase um ano de leitura, mas consegui terminar de ler esse clássico. ❤ Valeu a pena.

Planeta dos Macacos: A Guerra

Planeta dos Macacos- Guerra

Sinopse: César e seus macacos são forçados a um conflito mortal contra um exército de seres humanos liderados por um Coronel implacável. Depois que os macacos sofrem perdas inimagináveis, César luta contra seus instintos mais escuros e começa sua própria busca mítica para vingar sua espécie. À medida em que a jornada finalmente os coloca cara a cara, César e o Coronel se enfrentam em uma batalha épica que determinará o destino de suas espécies e o futuro do planeta.

Não sei o que aconteceu na minha cabeça. Jurei que tinha postado essa resenha, mas não, estava enganada.

Tudo bem, acontece.

Assisti a esse filme já tem um tempinho e preciso dizer que foi um filme que me agradou bastante.

Não me lembro exatamente dos primeiros filmes lançados não sou tão velha assim, mas acho que o reboot ficou bem interessante. Como eu já disse, adoro saber o que aconteceu, como as coisas chegam ao ponto que chegaram, então aprender sobre como César foi criado, como o vírus se espalhou, como os macacos tornaram-se inteligentes? Foi maravilhoso.

E sim, o James Franco ajudou bastante. ❤

De qualquer forma! Foco, Tifa, foco.

Nesse filme nos deparamos com um César já adulto, velho, ainda liderando a resistência dos macacos e procurando um lugar seguro para viver. E como os humanos não aceitam esse fato e estão preparados para entrar em guerra contra o bando de César.

Achei fantástico a forma como a ciência por trás do filme parece verídica. Me lembrou até mesmo um pouco de The Walking Dead, com esse papo de que todos os humanos sobreviventes são portadores do vírus que deu a inteligência aos macacos. E de como esse vírus sofreu mutações.

Foi bem interessante ver como toda a saga consegue se encerrar de forma a dar uma história que continua, mas que ao mesmo tempo não precisa ser contada. Todos sabemos como a história terminará.

Se eu chorei? Sim, chorei. Mas provavelmente não no momento em que as pessoas normais choraram. Sou dessas que sofre com a morte de personagens secundários e com poucos frames.

Não é exatamente um spoiler. É uma guerra. Pessoas – e macacos – morrem em guerras. Deal with it.

All in all, gostei bastante do filme, mas realmente acho que esse reboot deve se encerrar com esse filme. Já tem todos os ganchos para o que vai acontecer no futuro, não precisamos de nada explícito.

Ou eu não preciso… q

4/5 estrelas.

Rebelde

MLI 2017 Rebelde

Sinopse: Durante o verão de 1861, os exércitos do norte e do sul dos Estados Unidos se preparam para travar o que entraria para a história como a Guerra de Secessão. Rebelde é a fantástica história de como o jovem nortista Nathaniel Starbuck se rebela e luta a favor dos sulistas.

Abandonado pela mulher que julgava amá-lo e afastado da família, Nathaniel chega a Richmond, na Virgínia, capital da Confederação sulista. Lá, depara-se com uma turba acossando nortistas e tenta não se envolver. Porém, quando percebe que seu sobrenome é capaz de gerar uma fúria ainda maior — pois é filho do reverendo Elial Starbuck, grande defensor de ideias antiescravagistas —, é resgatado por Washington Faulconer, um milionário excêntrico que deseja reunir uma companhia de elite para lutar contra os ianques.

Como forma de gratidão, Nathaniel se alista na Legião Faulconer, mesmo sabendo que isso significa ter de lutar contra o próprio povo. Outros cidadãos enfrentam dilemas semelhantes, no entanto, em pouco tempo, todos se renderão ao caos e à violência que dividiu a América em duas.

Mesmo tendo flopado na MLI 2017, terminei de ler esse livro do tio Cornwell. Devo dizer que foi um livro mais difícil do que o esperado para ler, não consegui me convencer sobre o Nathaniel, mesmo gostando muito dele, e achei a história bem arrastada.

O começo do livro trata muito sobre a vida de Nate após ser abandonado pela mulher que o fez perder tudo – seu estudo em Yale, seu estilo de vida, seu país – e se ver no sul dos EUA no exato momento em que a Guerra da Secessão se inicia. Então passamos 60% do livro acompanhando o novo estilo de vida de Nate.

Não que tenha sido ruim, eu particularmente gosto de ver o que acontece com os personagens antes de eles se tornarem importantes, mas o teor religioso é muito carregado nesse livro, então tem alguns momentos que a história se torna excessivamente maçante.

All in all, gostei de conhecer um pouco dessa história, mas não tenho certeza se continuarei a leitura das Crônicas de Starbuck. Pelo menos não no Kindle – e por Kindle eu quero dizer o aplicativo no meu celular e no computador -, porque, pela primeira vez, me causou mal-estar ler o livro digital. A leitura não parecia render nem um pouco.

3/5 estrelas.

Três Coroas Negras

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Sinopse: Três herdeiras da coroa, cada uma com um poder mágico especial. Mirabella é uma elemental, capaz de produzir chamas e tempestades com um estalar de dedos. Katharine é uma envenenadora, com o poder de manipular os venenos mais mortais. E Arsinoe é uma naturalista, que tem a capacidade de fazer florescer a rosa mais vermelha e também controlar o mais feroz dos leões.

Mas para coroar-se rainha, não basta ter nascido na família real. Cada irmã deve lutar por esse posto, no que não é apenas um jogo de ganhar ou perder: é uma batalha de vida ou morte. Na noite em que completam dezesseis anos, a batalha começa.

Juro que comecei esse livro sem realmente entender o que se passava e não tendo nenhuma ligação especial com nenhuma das três irmãs. Eu achei um pouco difícil conseguir conciliar o estilo de narrativa de cada irmã e qual eram seus poderes e seus motivos.

Só que depois de alguns capítulos, – e entendam que cada capítulo é narrado por uma das irmãs ou pelas pessoas que receberam o dever de supervisioná-las – a história se torna tão frenética, tão interessante, que, mesmo com uma enxaqueca daquelas que eu só queria morrer na cama, não consegui deixar o livro enquanto não terminei a última linha dele.

E QUE FINAL!

Se eu achava que A Rainha Vermelha me chocou e me tirou o chão, o fôlego, a vontade de viver -q eu mal podia imaginar que este livro faria pior.

Mirabella, a irmã mais velha, a rainha elemental, é a mais insossa das rainhas, na minha humilde opinião, mas é também a mais forte, a rainha em que a dádiva seu poder se desenvolveu primeiro e com uma força que não é vista na ilha há muito tempo.

Katherine, a irmã mais nova, é a rainha envenenadora, que sabe manipular venenos com perfeição e é imune a eles. Ou pelo menos deveria ser. Ao mesmo tempo que tem uma capacidade sobrenatural em criar venenos, sua imunidade a eles é quase inexistente.

E Arsinoe, a irmã do meio, é a rainha naturalista, que deve conseguir um familiar e ter poder sobre tudo o que tem vida, sejam plantas ou animais, porém, como Katherine, ela também tem sérios problemas com sua dádiva.

O livro então narra o ano em que as três rainhas completam 16 anos e é dada a largada para que elas comecem a matança entre si para disputar a coroa.

Muita coisa acontece neste livro, coisas que me deleitaram. Honestamente, ele tem de tudo! Uma dose saudável de romance, traição, intrigas, assassinatos, cortejos, mistérios, reviravoltas e o mais filho da puta de todos os cliff hangers que eu vi nesses últimos tempos.

As últimas páginas desse livro me afetaram de tal forma que eu me levantei da cama e quase joguei o livro pela janela de raiva, felicidade, e desespero.

5/5 estrelas e favoritado! Querendo ler a continuação pra ontem!

Caraval

MLI 2017 Caraval

Sinopse: Scarlett nunca saiu da pequena ilha onde ela e sua irmã, Donatella, vivem com seu cruel e poderoso pai, o Governador Dragna. Desde criança, Scarlett sonha em conhecer o Mestre Lenda do Caraval, e por isso chegou a escrever cartas a ele, mas nunca obtivera resposta. Agora, já crescida e temerosa do pai, ela está de casamento marcado com um misterioso conde, e certamente não terá mais a chance de encontrar Lenda e sua trupe, mas isso não a impede de escrever uma carta de despedida a ele.
Dessa vez o convite para participar do Caraval finalmente chega à Scarlett. No entanto, aceitá-los está fora de cogitação, Scarlett não pretende desobedecer ao pai. Sendo assim, Donattela, com a ajuda de um misterioso marinheiro, sequestra e leva Scarlett para o espetáculo. Mas, assim que chegam, Donattela desaparece, e Scarlett precisa encontrá-la o mais rápido possível.
O Caraval é um jogo elaborado, que precisa de toda a astúcia dos participantes. Será que Scarlett saberá jogar? Ela tem apenas cinco dias para encontrar sua irmã e vencer esta jornada.

Sem or, que livro foi esse.

Este livro faz parte do desafio Hardcore da MLI 2017 – Um livro que é muito criticado ou que alguém não gostou. E foi o que eu escolhi porque a Mayra não curtiu o livro, ficou decepcionada com ele.

Eu assisti todo o vídeo – spoiler free, graças aos céus – e consigo entender os motivos que levaram a May a sentir tudo o que ela sentiu pelo livro, mas, honestamente, eu discordo dela em muitos pontos.

Adorei ver o relacionamento entre a Scarlett e a irmã, Donatella, e a forma como elas se protegiam mutuamente dos rompantes do pai. Sinceramente, acho que uma das coisas que mais me chocou durante todo o livro foi o pai delas, porque, que velho desgraçado, cara!

Como a história se passa inteiramente na ilha do Legend desculpa, não dá pra chamar o Legend de Lenda. Eu tentei, não rola, sorry, not sorry. e dentro de Caraval, fica aquele gosto de quero mais em relação ao mundo onde se passa a história, ele não é explicado. Temos que aceitar que as irmãs vêm de um arquipélago chamado de Ilhas Conquistadas, mas quando, por que ou por quem essas ilhas foram conquistadas fica completamente em aberto.

Caraval é um lugar mágico, de qual forma, também não explicado no livro, mas existem momentos que eu acredito que muita explicação também não ajuda. É um lugar único, mágico à sua maneira e que faz o leitor se questionar se o que acontece ali é real ou não. Eu digo o leitor, porque Scarlett é burra como uma porta e incapaz de se questionar sobre a realidade dos fatos a que é apresentada.

Quando você chega em um lugar onde é dito em todas as letras, por várias pessoas, que tudo não passa de um jogo e que você não pode confiar em nada do que você vê, é óbvio que tudo não passa de uma ilusão. Muito elaborada, devo admitir, mas não deixa de ser ilusão.

Só que Scarlett caiu em praticamente todas as pegadinhas. Toda escolha que ela tinha que fazer podia-se esperar que fosse a escolha errada. Tudo bem que mais para o final do livro ela começa a ter algum tipo de inteligência, mas a verdade é que não houve muito desenvolvimento da personagem. De nenhuma personagem, na verdade.

Uma das coisas que eu mais gostei nesse livro é a forma como Scarlett sentia através de cores. Cada sentimento tinha uma cor característica e isso foi uma das coisas que me chamou a atenção durante a leitura do livro. Ficava esperando cada sentimento ser dissecado em tons. Deu até vontade de comprar aquelas velas aromáticas baseada em livros e personagens.

Infelizmente, não achei tão interessante a forma como o livro se encerrou. A última carta de Legend não me deixou curiosa para ler a continuação e a falta de desenvolvimento das personagens também deixou muito a desejar.

Ainda assim, foi um livro que me surpreendeu. Uma mistura de Circo da Noite, Circo Mecânico Tresaulti e Jogos Vorazes. Afinal, Caraval não é a história de um circo, mas sim de uma espécie de competição meio caça ao tesouro com toques circenses.

Então… É. 4/5 estrelas.

Spider-Man: Homecoming

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Sinopse: Depois de atuar ao lado dos Vingadores, chegou a hora do pequeno Peter Parker voltar para casa e para a sua vida, já não mais tão normal. Lutando diariamente contra pequenos crimes nas redondezas, ele pensa ter encontrado a missão de sua vida quando o terrível vilão Abutre surge amedrontando a cidade. O problema é que a tarefa não será tão fácil como ele imaginava.

O filme começa com uma pegada mais brincalhona, mais infantil, afinal, o nosso novo Homem-Aranha tem apenas 14 anos. Se eu fiquei preocupada durante o filme? O tempo todo.

Por que alguém daria uma roupa multi-high-tech para uma criança!?

O guri tem 14 anos e com todos os problemas que acompanham essa maravilhosa idade, ele tem que se preocupar em salvar o mundo. Great! Nada de ruim pode sair disso, não é mesmo? Ainda mais quando o citado adolescente tem como modelo o Homem de Ferro.

Tony, eu te amo, de verdade, mas pelamor… Você praticamente criou um monstro!

Voltando ao Peter.

Tom Holland é um ator fantástico, fenomenal! Eu fiquei completamente apaixonada com sua versão do Homem-Aranha, desde o Vingadores: Guerra Civil. É muito legal ver o struggle de Peter Parker/Homem-Aranha. O Tom vende muito bem esse personagem adolescente.

Que faz as piores escolhas possíveis enquanto tenta fazer as escolhas certas. Eu achei que existiria um limite para as más ideias que ele tinha, mas não. Fui impressionada a cada cena.

Detalhe: Karen melhor personagem. ❤

4/5 estrelas.

E a segunda cena pós-crédito é a melhor cena pós-crédito da história das cenas pós-crédito. MARVEL se superou dessa vez. ❤