Bird Box

@Netflix

Sinopse: Num cenário pós-apocalíptico onde o simples olhar pode te levar à morte, uma mãe e seus dois filhos atravessam um rio de olhos vendados em um barco, em busca de um lugar seguro.

Quando fiquei sabendo da adaptação de Caixa de Pássaros para filme, devo dizer que fiquei ao mesmo tempo muito empolgada e com algum receio…

Se vocês não se lembram, foi com Caixa de Pássaros que descobri que amava o tio Josh. E este é um dos meus livros favoritos da vida!

E como eu sou uma pessoa muito complicada, com um relacionamento de amor e ódio com as adaptações dos livros para filmes e seriados, já fiquei com um pé atrás em relação a esta adaptação.

Tudo bem que temos a Sandra Bullock, a Sarah Paulson e o John Malkovich, a produção feita pela Netflix e tudo isso indica que a chance de ser muito bom e muito bem feito é grande.

Infelizmente, já existe algum tempo que não estou mais achando que ser produção da Netflix é sinônimo de qualidade boa. Não sei se é porque a empresa tem aumentado a quantidade de séries e filmes exponencialmente, não sei se é o padrão e o custo dos atores, não sei se é a dificuldade de adaptação, ou mesmo se sou apenas uma pessoa extremamente chata. Só sei que tenho estado desconfiada em relação as produções originais Netflix.

Acontece que Bird Box como uma história original, foi muito bom. O filme tem uma velocidade muito boa, uma narrativa interessante e atuações fantásticas!

O problema é que o filme não é uma história original.

Em termos de adaptação, eu consigo entender todas as mudanças de narrativa em relação ao livro. Afinal, são mídias diferentes e o estilo de narrativa tem que se alterar de acordo com cada mídia, mas isso não justifica as mudanças drásticas em relação a personalidade da Malorie, a forma como ela se relaciona com as crianças e as decisões que ela toma.

Tiveram tantos personagens no filme que não serviram absolutamente para nada e que poderiam muito bem ter sido suprimidos – afinal não tiveram a relevância que tinham no livro -, e assim, talvez, conseguir passar com precisão a história do tio Josh.

Achei que a forma como eles adaptaram os monstros foi muito interessante e mesmo que os monstros tenham ficado muito mais agressivos no filme, entendo que era a única forma que eles conseguiriam ser transpostos para o filme.

O que realmente me incomodou no filme foi a frieza que colocaram na Malorie, o distanciamento emocional que ela apresentava em relação a todos os outros personagens na tentativa de a transformarem em uma personagem feminina forte…

Foi um filme que me divertiu e encerrou cm chave de ouro o meu aniversário, mas não foi uma boa adaptação. Infelizmente.

3/5 estrelas.

Advertisements

To be Watched

@Pinterest Idéias Para Bullet Journal

Continuando a postagem sobre as metas de 2019! E ainda com a ideia de encerrar o que já foi iniciado, este ano pretendo continuar algumas séries que graças à Netflix poderei colocar um ponto final!

Merlin é a série mais prioritária da lista, afinal ela já está acabada, cancelada e não teremos mais nenhum episódio. Aguardem por uma postagem sobre ela quando terminar de assistir a quarta e a quinta temporada.

Lucifer também é uma queridinha, preciso reassistir as primeiras temporadas em preparação para a nova temporada exclusiva da Netflix.

Assim que terminar de ler Desventuras em Série pretendo assistir ao seriado e tenho uma expectativa que está bastante alta.

E, talvez, eu volte a assistir Arrow. Ainda não sei se terei paciência, mas veremos, não é mesmo? Assim como temos Grimm também, que comecei a reassistir quando estava com a Nat e o Gabi e me deu uma saudade muito grande do seriado.

Em relação a filmes, honestamente nem sei fazer uma lista. Sou uma pessoa bem desligada em relação a quando alguma coisa será lançada e, além disso, estou morando em uma cidade que só possui uma sala de cinema e não será todo filme que virá pras bandas de cá.

Só sei que preciso assistir a segunda parte de Guerra Infinita. De resto… Qualquer coisa é aceitável. 🙂

O que me lembra que preciso fazer a resenha da adaptação de Caixa de Pássaros

Até a próxima postagem, pessoal! ❤

A Música do Silêncio

IMG_20180216_015605_248

SinopseDebaixo da Universidade, bem lá no fundo, há um lugar escuro. Poucas pessoas sabem de sua existência, uma rede descontínua de antigas passagens e cômodos abandonados. Ali, bem no meio desse local esquecido, situado no coração dos Subterrâneos, vive uma jovem.
Seu nome é Auri, e ela é cheia de mistérios.
A música do silêncio é um recorte breve e agridoce de sua vida, uma pequena aventura só dela. Ao mesmo tempo alegre e inquietante, esta história nos oferece a oportunidade de enxergar o mundo pelos olhos de Auri. E nos dá a chance de conhecer algumas coisas que só ela sabe…
Neste livro, Patrick Rothfuss nos leva ao mundo de uma das personagens mais enigmáticas da série As Crônicas do Matador do Rei. Repleto de segredos e mistérios, A música do silêncio é uma narrativa sobre uma jovem ferida em um mundo devastado.

Livro escolhido para o item 26. Um livro do fundo da sua pilha de não lidos. Este livro, em específico, foi resultado de uma troca pelo Skoob e que me deixou das mais satisfeitas, porque é um livro fino e sempre que eu o procurei para comprar ele estava por preços abusivos. A troca foi realizada sem nenhum problema e o livro veio super bem conservado. Tenho muita sorte com as trocas que realizo. 🙂

O universo que o tio Pat criou me deixou muito curiosa para saber mais e uma das minhas personagens favoritas é a Auri. Mesmo a participação dela no livro sendo pequena e ela sendo uma personagem das mais diferentes.

Quando eu finalmente li O Nome do VentoO Temor do Sábio só posso dizer que estou esperando muito ansiosamente pelo terceiro livro só que o tio Pat só quer saber de fazer hidromel então fica difícil. Então… Estou satisfeita de pelo menos ter mais esse gostinho do universo do Matador de Reis e poder conhecer um pouco mais sobre a Auri.

Tendo dito isso, é importante salientar que o livro trata apenas da Auri, é narrado por ela e mostra como ela vê o mundo. Então não comece a ler o livro esperando saber o que tem acontecido com o Kothe.

E, mesmo assim, é um livro delicioso de ser lido. Ele tem uma narrativa completamente diferente, porque a Auri vê o mundo de forma diferente. Não há diálogos, porque a Auri vive sozinha nos Subterrâneos. Foi um livro completamente diferente de tudo o que eu já li e exatamente por isso foi tão delicioso para ler.

5/5 estrelas e favoritado. Agora é esperar a boa vontade do tio Pat… ❤

Planeta dos Macacos: A Guerra

Planeta dos Macacos- Guerra

Sinopse: César e seus macacos são forçados a um conflito mortal contra um exército de seres humanos liderados por um Coronel implacável. Depois que os macacos sofrem perdas inimagináveis, César luta contra seus instintos mais escuros e começa sua própria busca mítica para vingar sua espécie. À medida em que a jornada finalmente os coloca cara a cara, César e o Coronel se enfrentam em uma batalha épica que determinará o destino de suas espécies e o futuro do planeta.

Não sei o que aconteceu na minha cabeça. Jurei que tinha postado essa resenha, mas não, estava enganada.

Tudo bem, acontece.

Assisti a esse filme já tem um tempinho e preciso dizer que foi um filme que me agradou bastante.

Não me lembro exatamente dos primeiros filmes lançados não sou tão velha assim, mas acho que o reboot ficou bem interessante. Como eu já disse, adoro saber o que aconteceu, como as coisas chegam ao ponto que chegaram, então aprender sobre como César foi criado, como o vírus se espalhou, como os macacos tornaram-se inteligentes? Foi maravilhoso.

E sim, o James Franco ajudou bastante. ❤

De qualquer forma! Foco, Tifa, foco.

Nesse filme nos deparamos com um César já adulto, velho, ainda liderando a resistência dos macacos e procurando um lugar seguro para viver. E como os humanos não aceitam esse fato e estão preparados para entrar em guerra contra o bando de César.

Achei fantástico a forma como a ciência por trás do filme parece verídica. Me lembrou até mesmo um pouco de The Walking Dead, com esse papo de que todos os humanos sobreviventes são portadores do vírus que deu a inteligência aos macacos. E de como esse vírus sofreu mutações.

Foi bem interessante ver como toda a saga consegue se encerrar de forma a dar uma história que continua, mas que ao mesmo tempo não precisa ser contada. Todos sabemos como a história terminará.

Se eu chorei? Sim, chorei. Mas provavelmente não no momento em que as pessoas normais choraram. Sou dessas que sofre com a morte de personagens secundários e com poucos frames.

Não é exatamente um spoiler. É uma guerra. Pessoas – e macacos – morrem em guerras. Deal with it.

All in all, gostei bastante do filme, mas realmente acho que esse reboot deve se encerrar com esse filme. Já tem todos os ganchos para o que vai acontecer no futuro, não precisamos de nada explícito.

Ou eu não preciso… q

4/5 estrelas.

Valerian

Valerian.jpg

Sinopse: Século XXVIII. Valérian (Dane DeHaan) é um agente viajante do tempo e do espaço que luta ao lado da parceira Laureline (Cara Delevingne), por quem é apaixonado, em defesa da Terra e seus planetas aliados, continuamente atacados por bandidos intergaláticos. Quando chegam no planeta Alpha, eles precisarão acabar com uma operação comandada por grandes forças que deseja destruir os sonhos e as vidas dos dezessete milhões de habitantes do planeta.

Tentarei fazer uma resenha spoiler free, porque, afinal, o filme é um lançamento. Eu acho.

Comecei a assistir o filme achando simplesmente fantástico que ele fez o que eu esperava que ele fizesse. Ou melhor, que torcia para ele fazer. Ele explicou exatamente como foi que Alpha, a cidade de mil planetas, veio a existir.

Gente, eu AMO explicações de como as coisas começaram, de como as coisas funcionam. Eu amo explicações! O que é um tanto irônico já que eu amo deixar as minhas histórias em aberto… Então sim! Eu achei simplesmente fantástico explicarem como a “Cidade de mil planetas” veio a existir.

A fotografia desse filme foi fantástica e adorei ver as nuances de cada raça, de cada planeta que os agentes Valerian e Laureline visitaram.

Agora… Sobre os agentes… Honestamente achei a química entre eles inexistente e que os atores pareciam um pouco perdidos em relação aos seus personagens. Ou talvez seja o fato de que os dois atores escolhidos sofram de resting bitch face crônico. Eles ficam com cara de cu durante o filme todo. Geez!

Gostei bastante da Bubble – personagem da Rihanna – e achei que a atuação dela foi muito boa!

All in all, foi um filme divertido que vale a pena ser assistido em 3D mesmo eu não tendo conseguido assistir direito graças aos meus óculos…

3/5 estrelas.

E, sim, estou com 12 horas de atraso, mas tenho corrido bastante com a minha vida. Tenham paciência, ok? ❤

Spider-Man: Homecoming

Spider-Man Homecoming.png

Sinopse: Depois de atuar ao lado dos Vingadores, chegou a hora do pequeno Peter Parker voltar para casa e para a sua vida, já não mais tão normal. Lutando diariamente contra pequenos crimes nas redondezas, ele pensa ter encontrado a missão de sua vida quando o terrível vilão Abutre surge amedrontando a cidade. O problema é que a tarefa não será tão fácil como ele imaginava.

O filme começa com uma pegada mais brincalhona, mais infantil, afinal, o nosso novo Homem-Aranha tem apenas 14 anos. Se eu fiquei preocupada durante o filme? O tempo todo.

Por que alguém daria uma roupa multi-high-tech para uma criança!?

O guri tem 14 anos e com todos os problemas que acompanham essa maravilhosa idade, ele tem que se preocupar em salvar o mundo. Great! Nada de ruim pode sair disso, não é mesmo? Ainda mais quando o citado adolescente tem como modelo o Homem de Ferro.

Tony, eu te amo, de verdade, mas pelamor… Você praticamente criou um monstro!

Voltando ao Peter.

Tom Holland é um ator fantástico, fenomenal! Eu fiquei completamente apaixonada com sua versão do Homem-Aranha, desde o Vingadores: Guerra Civil. É muito legal ver o struggle de Peter Parker/Homem-Aranha. O Tom vende muito bem esse personagem adolescente.

Que faz as piores escolhas possíveis enquanto tenta fazer as escolhas certas. Eu achei que existiria um limite para as más ideias que ele tinha, mas não. Fui impressionada a cada cena.

Detalhe: Karen melhor personagem. ❤

4/5 estrelas.

E a segunda cena pós-crédito é a melhor cena pós-crédito da história das cenas pós-crédito. MARVEL se superou dessa vez. ❤

Carros 3

Carros 3

Sinopse: Surpreendido por uma nova geração de corredores incrivelmente rápidos, o lendário Relâmpago McQueen é repentinamente afastado do esporte que ama. Para voltar com tudo às corridas, ele precisará da ajuda da jovem treinadora de corridas, Cruz Ramirez. Com o seu plano para vencer, mais a inspiração do Fabuloso Doc Hudson e alguns acontecimentos inesperados, eles partem para a maior aventura de suas vidas. O teste final do campeão será na maior prova da Copa Pistão!

Devo dizer que eu não esperava gostar deste filme.

Carros não é exatamente a franquia que eu mais gosto da Disney/Pixar, ainda mais com o que foi Carros 2, então eu realmente não esperava sentir tudo o que senti com a nova história do Relâmpago McQueen.

Fui com minha prima ao cinema, algo que temos feito com alguma frequência sempre que podemos. E, como vou assistir Homem-Aranha com meus pais, sobrou Carros 3.

Se eu adorei o fato de que nós, a Disney e a Pixar estamos ignorando a existência de Carros 2, é claro que adorei! Gente… Nós não falamos sobre Carros 2 tanto quanto não falamos dos filmes de Percy Jackson.

De qualquer forma, lá vamos para mais um filme sobre corrida.

E o McQueen encontrou amigos entre os competidores! Gente… Foi lindo demais ver essa amizade, os três sempre brincando entre si, se divertindo mesmo em um ambiente de alta competitividade. ❤

E eis que surge a nova geração de carros de corrida.

Depois de assistir aos vídeos do SuperCarlinBrothers discutindo as possibilidades de como os novos carros seriam, quais as diferenças e tudo o mais, devo dizer que não entendi exatamente de qual que é a dos novos competidores.

O que importa é que eles são mais eficientes na pista e estão tirando os corredores antigos da jogada.

É claro que o McQueen não quer aceitar isso. Tudo bem se ele terminasse seus dias de corrida por falta de condição, por não conseguir ganhar em uma corrida justa entre os competidores, mas ser forçado a sair? Não. Isso não.

E é assim que ele sofre um acidente durante uma de suas corridas e passa meses longe das pistas.

A grande questão é que o McQueen quer voltar a correr, então ele faz de tudo para voltar às pistas, inclusive se submeter a uma treinadora nem um pouco convencional. Cruz Ramirez, melhor personagem. ❤

Fiquei muito emocionada com todas as cenas em que o Doc Hudson apareceu, e em como o McQueen percebeu que existe mais na vida do que apenas corridas.

Honestamente, foi um filme muito mais emocionante do que eu esperava.

Torço, apenas, para que Disney/Pixar não me inventem um Carros 4, pois foi uma forma maravilhosa de se encerrar uma saga.

4/5 estrelas.