Warped Galaxies: Claws of the Genestealer

Sinopse: Brave champions and the forces of the Imperium battle alien beasts and mechanical tyrants accross the gulf of space.
Having crash landed on a remote ice planet, Zelia Lor and her friends Talen, Mekki and the super-intelligent alien-ape Fleapit must do whatever they can to survive. A distress beacon offers some hope of rescue, but what else lurks in the ice and snow, watching them with hungry eyes…?

Ao contrário do que aconteceu com Realm Quest: Lair of the Skaven, neste segundo livro continuamos com a narrativa mudando entre personagens e capítulos, o que mostra uma dinâmica completamente diferente e sempre interessante dos personagens.

Como sempre, acho importantíssimo conhecer a fundo os personagens – tanto principais quanto secundários – então adoro quando com essas mudanças de ponto de vista conhecemos as personalidades e motivações de cada personagem.

Fora que adorei conhecer um pouco mais do passado do Fleapit. ❤ Eu e minha paixão pelos alienígenas com conhecimento tecnológico…

Não sei dizer se foi o fato de ser ficção-científica ou se foi somente o fato de que todos os personagens tem seu momento de narração, mas gostei mais desta continuação do que da de Realm Quest. Será possível que meu gosto por fantasia foi completamente substituído pelo amor por ficção-científica?

5/5 estrelas e aguardando a continuação!

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Realm Quest: Lair of the Skaven

Sinopse: Epic heroes, mighty armies and terrifying monsters clash against the backdrop of magical landscapes.
When their master, Vertigan, is kidnapped, Elio and his friends are determined to try and rescue him. Using a powerful artefact, they forge a magical doorway into a forbidding underground world teeming with Skaven ratmen! Hopelessly outnumbered, Elio, Kiri, Alish, Thanis and Kaspar must use all of their cunning if they are to find Vertigan and escape alive…

Ao contrário do que eu imaginei, achei essa continuação um pouco… chata. A narrativa da Billie continua maravilhosa! Só que acho que não consegui me conectar com a personagem principal da vez.

Vejam bem, enquanto no primeiro livro tivemos a narrativa pelo ponto de vista da Kiri, neste livro temos a narrativa pelo ponto de vista de Elio. E, sem or, que guri chato. q

Ele seria o típico personagem Leal-Bom, super otimista, jurando que é melhor que os outros porque foi o primeiro pupilo de Vertigan, achando que sabe o que é o melhor pra equipe e tudo o mais.

Foi bem chatinho acompanhá-lo narrando. E, ao mesmo tempo, foi interessante por poder ver os problemas e as personagens por outros olhos além dos da Kiri.

Talvez eu não tenha gostado tanto porque esperava encontrar a Kiri novamente, mas, agora que sei que os narradores mudam, estou ansiosa para o próximo livro.

E como foi divertido acompanhar mais uma parte dessa aventura!

3/5 estrelas.

Artemis

Sinopse: Jazz Bashara is a criminal.
Well, sort of. Life on Artemis, the first and only city on the moon, is tough if you’re not a rich tourist or an eccentric billionaire. So smuggling in the occasional harmless bit of contraband barely counts, right? Not when you’ve got debts to pay and your job as a porter barely covers the rent.
Everything changes when Jazz sees the chance to commit the perfect crime, with a reward too lucrative to turn down. But pulling off the impossible is just the start of her problems, as she learns that she’s stepped square into a conspiracy for control of Artemis itself – and that now her only chance at survival lies in a gambit even riskier than the first.

Fui influenciada digitalmente por muita gente para ler esse livro. A verdade é que sendo a louca da ficção-científica, acabei adorando a capa do livro que a galera têm recebido e fiquei curiosa. Simples assim.

Não conhecia a escrita do Andy, porque não li Perdido em Marte, mas assisti ao filme e adorei, então resolvi que seria uma ótima pedida.

Acompanhamos Jazz durante seu dia a dia em Artemis, a primeira – e única – cidade humana na Lua. A narrativa já se inicia frenética, com Jazz correndo pela superfície lunar com um traje defeituoso, correndo para salvar sua vida. E daí pra frente não há muita diminuição na velocidade do livro.

Jazz passa por maus bocados com seu plano para conseguir dinheiro e se tornar rica. Em grande parte esses problemas são criados pela própria Jazz. Na verdade… Todos os problemas são causados por ela mesma. O que torna as situações pelas quais ela passa um tanto engraçadas e ao mesmo tempo irritantes.

O interessante é que a personagem é realmente inteligente, o que implica em ela conseguir aprender sobre coisas teoricamente complexas com uma facilidade impressionante. É o clássico problema de alguém ser inteligente, porém não ser sábio. É cada merda que ela se enfia porque ela deixa de perceber nuances nos planos que cria.

No geral o livro é muito bom, com uma narrativa rápida, personagens cativantes e desenvolvimento contínuo. Só teve um aspecto do livro que realmente me incomodou: tudo acontece com ou para Jazz. Tudo bem que Jazz é a personagem principal do livro, mas parece que as coisas só acontecem com ela. Então… fica um pouco chato e repetitivo.

Ainda assim, 4/5 estrelas e fiquei interessada em pegar Perdido em Marte para ler.

The Wicked King

Sinopse: The enchanting and bloodthirsty sequel to the New York Times best-selling novel The Cruel Prince. You must be strong enough to strike and strike and strike again without tiring. The first lesson is to make yourself strong. After the jaw-dropping revelation that Oak is the heir to Faerie, Jude must keep her younger brother safe. To do so, she has bound the wicked King Cardan to her and made herself the power behind the throne. Navigating the constantly shifting political alliances of Faerie would be difficult enough if Cardan were easy to control. But he does everything in his power to humiliate and undermine her even as his fascination with her remains undiminished. When it becomes all too clear that someone close to Jude means to betray her, threatening her own life and the lives of everyone she loves, Jude must uncover the traitor and fight her own complicated feelings for Cardan to maintain control as a mortal in a Faerie world.

É difícil fazer essa resenha, ainda mais depois que gostei tanto do primeiro livro, porém… A realidade é que este livro me entediou por mais tempo do que eu esperava.

Ele continua exatamente do final de O Príncipe Cruel e continuamos acompanhando a Jude em suas maquinações e tentativas de manter o trono de Faerie para o seu irmão. E, por mais que a Jude seja sagaz o suficiente pra não confiar nas pessoas ao seu redor, ela acaba tomando as decisões mais imbecis possíveis.

Entendam, não é que a personagem não saiba o que está acontecendo e os perigos que ela está passando, ela só é burra mesmo.

No primeiro livro acompanhamos a Jude ser traída por todas as pessoas ao seu redor, ali ela consegue bolar planos incríveis para poder salvar seu irmão, para poder conseguir algum resquício de poder sendo mortal no mundo das fadas, e agora parece que ela esqueceu tudo isso.

Ela sofre por querer fazer tudo sozinha e, no desespero para pertencer a algum lugar, acaba depositando uma fé cega nas pessoas que ela convive. Nem preciso dizer que ela acaba sendo traída over and over again, certo?

E, o que é pior, é tão nítido as cagadas que ela está escolhendo fazer que passei mais tempo sofrendo de vergonha alheia do que realmente curtindo o livro.

Não sei dizer o que a tia Holly quis fazer com esse rumo na narrativa, mas me decepcionei com ele. Não sei se foi porque esperava mais do livro, com todas as reviravoltas que aconteceram durante o primeiro, ou se só estou crescendo e evoluindo no meu gosto literário. O jeito para dar o veredito final dessa série será aguardar o próximo livro…

3/5 estrelas e decepção.

Lock In

Sinopse: Not too long from today, a new, highly contagious virus makes its way across the globe. Most who get sick experience nothing worse than flu, fever and headaches. But for the unlucky one percent – and nearly five million souls in the United States alone – the disease causes “Lock In”: Victims fully awake and aware, but unable to move or respond to stimulus. The disease affects young, old, rich, poor, people of every color and creed. The world changes to meet the challenge. A quarter of a century later, in a world shaped by what’s now known as “Haden’s syndrome,” rookie FBI agent Chris Shane is paired with veteran agent Leslie Vann. The two of them are assigned what appears to be a Haden-related murder at the Watergate Hotel, with a suspect who is an “integrator” – someone who can let the locked in borrow their bodies for a time. If the Integrator was carrying a Haden client, then naming the suspect for the murder becomes that much more complicated. But “complicated” doesn’t begin to describe it. As Shane and Vann began to unravel the threads of the murder, it becomes clear that the real mystery – and the real crime – is bigger than anyone could have imagined. The world of the locked in is changing, and with the change comes opportunities that the ambitious will seize at any cost. The investigation that began as a murder case takes Shane and Vann from the halls of corporate power to the virtual spaces of the locked in, and to the very heart of an emerging, surprising new human culture. It’s nothing you could have expected.

Que eu sou apaixonada por ficção-científica não preciso nem comentar, não é mesmo? Que eu estou completamente deslumbrada pelo Wil Wheaton narrando então, nem vou comentar mais. Agora, que o tio John é um dos meus autores favoritos de todos os tempos, acho que já deixei bem claro…

Somos apresentados a uma realidade interessante em Lock In (Encarcerados), a população mundial foi afetada por um vírus que tem três estágios, no primeiro estágio existe sintomas parecidos com a gripe comum, no segundo estágio entram os sintomas parecidos com a meningite – e que causam alterações estruturais no cérebro dos infectados – e o terceiro estágio, que prende as vítimas dentro dos seus cérebros, ou seja, eles são completamente conscientes, porém seus corpos não funcionam.

Estas pessoas são portadores da Síndrome de Haden e conhecidas como Hadens, e, quando utilizam seus “robôs pessoais” são chamados de Threeps, em homenagem ao C3-PO – sim, o do Star Wars. Já aqueles que não alcançaram o terceiro estágio da doença, mas tiveram seus cérebros alterados, são chamados de integradores, pois podem conectar o cérebro de um Haden ao seu corpo para que este possa “viver um dia como uma pessoa normal”.

Compreendendo esta parte mais técnica, acompanhamos uma das equipes do FBI especializada em crimes relacionados aos Hadens e integradores. A agente Leslie Vaan e o agente Chris Shane, o primeiro Haden do FBI.

Vaan e Shane se deparam com um caso de assassinato relacionado a um integrador e acabam se deparando com uma conspiração. E é essa conspiração que dita a velocidade e todos os problemas que Vaan e Shane vão enfrentar, incluindo tentativas de assassinato a eles e seus amigos e familiares, perseguição em alta velocidade e muita destruição de Threeps.

Ao final do audiobook existe um compilado de notícias, leis e projetos que explicam passo a passo o que aconteceu com o mundo durante os primeiros contágios dos humanos com o vírus da Síndrome de Haden – e inclusive explica o motivo por trás desse nome. E aqui foi a questão que me deixou mais interessada e ao mesmo tempo assustada com este livro.

Pelo fato de eu ser médica, sempre que me deparo com esses temas baseados na realidade do ponto em que se encontra a nossa medicina, fico bastante curiosa para saber de onde veio, como funciona, quais os sintomas e tudo o mais. E, mesmo cheio de tecnologia e ficção-científica, o tio Scalzi fez sua tarefa de casa muito bem feita. Ele traz um vírus como base que preocupou muito a população mundial – o vírus da gripe aviária – e criou algumas mutações no vírus para explicar o que acontece com as pessoas.

Foi simplesmente fantástico de acompanhar a evolução das pesquisas para o vírus Haden, porque é muito próxima da nossa realidade.

Em resumo, esse foi mais um desses livros que esperava ser bom, mas que conseguiu surpreender completamente.

5/5 e favoritadíssimo! Ansiosa para Head On.

Warped Galaxies: Attack of the Necron

Sinopse: On the hive world of Targian, Zelia Lor helps her mother search for ancient tech, digging up treasures of the past on the wind-blown plains. They are happy. They are safe. All that changes when the Necrons attack. Without warning, a host of robotic ships appear in the skies above Targian and rip the planet apart. Separated from her mother, Zelia must escape the doomed world, her only hope a scrambled transmission promising safety at a mysterious place known only as the Emperor’s Seat. Launched in an escape pod, she crashes on an icy wasteland far, far from home. But Zelia is not alone. She is joined by a rag-tag group of survivors – the street-tough juve Talen, gadget-obsessed Martian boy Mekki and super-intelligent alien-ape, Fleapit.

Aqui continuamos com a minha saga de amor por Doctor Who e a melhor encarnação do Doutor de todos os tempos: o Décimo Doutor. David Tennant me encantou como Décimo e passei a acompanhá-lo em quase todos os trabalhos que ele fez. Então quando o Yannick me disse que o David estaria narrando um audiobook da Warhammer nem preciso dizer que enlouqueci para conseguir o livro e matar um pouquinho da saudade, não é mesmo?

Zelia é uma garota normal, que acompanha a mãe em suas pesquisas arqueológicas. Só que ao contrário de outras garotas normais que acompanham suas mães, Zelia o faz no espaço. Sua mãe é uma renomada arqueóloga que estuda as antigas civilizações espaciais.

As coisas começam a desandar quando, durante uma das expedições, o planeta em que se encontram é atacado por uma espécie de alienígenas que destrói tudo e todos que não são eles. (Dalek much? E-X-T-E-R-M-I-N-A-T-E).

Durante a fuga, Zelia se desencontra de sua mãe e acaba em um grupo com Mekki, um garoto marciano tech-savy que trabalhava na equipe de sua mãe, Talen, um ladrão órfão e um alienígena super inteligente – e parecido com um macaco – Fleapit.

A raça alienígena Necron foi considerada como extinta, então foi uma surpresa, nem um pouco boa, quando eles atacaram o planeta colmeia Targian.

A fuga alucinada de Zelia e seus companheiros foi incrível de acompanhar, nos permitindo sentir todo o desespero do grupo e o desejo de conseguir escapar e sobreviver.

Honestamente, não conseguia parar de escutar este audiobook, a voz do David, a intensidade com que as coisas aconteciam, tudo influenciou para me deixar louca para continuar escutando e para sofrer com o final do livro.

5/5 estrelas, favoritado e preciso da continuação.

The Song Of Achilles

Sinopse: Baseada na Ilíada, esta obra é uma reconstituição da épica Guerra de Troia. O tímido príncipe Pátroclo é exilado no reino de Fítia, onde cresce à sombra do rei Peleu e de seu extraordinário filho, Aquiles. Apesar de suas diferenças, os meninos logo se tornam companheiros inseparáveis. Os laços entre eles se aprofundam à medida que se tornam adolescentes e hábeis nas artes da guerra e da medicina – para desagrado e irritação da mãe de Aquiles, Tétis, uma cruel deusa marinha que odeia os mortais. Quando se espalha a notícia de que Helena de Esparta foi raptada, os homens da Grécia, ligados por um juramento de sangue, têm de partir para invadir Troia e salvar Helena. Seduzido pela promessa de um destino glorioso, Aquiles junta-se à causa. Pátroclo, dividido entre o afeto e o temor por seu amigo, acompanha-o. Mal sabem eles que os deuses do destino os colocarão à prova como nunca antes, exigindo deles um terrível sacrifício.

Depois que escutei o audiobook de Circe, indicado pela Bruna não consegui resistir a pegar o primeiro livro da tia Maddy. E olha… que escolha maravilhosa!

Ultimamente eu tenho escutado os audiobooks quando estou dirigindo, e o fato de estar, atualmente, morando a 10 horas de viagem da casa dos meus pais foi simplesmente perfeito! Consegui escutar 95% do livro de uma só vez.

Devo dizer que achei este livro mais fácil do que Circe, porque os personagens da Ilíada são mais conhecidos do que aqueles que aparecem em Circe como um todo. – Ou talvez eu conheça mais a Ilíada que a Odisséia. Vai saber, não é mesmo? 😀

De qualquer forma, estou me adiantando.

Já conhecemos muitas histórias narradas pelo Aquiles, ou por outros personagens que mantêm Aquiles como o melhor dos melhores, aquele com menos falhas que os demais, um verdadeiro herói.

Aqui temos uma outra visão sobre ele. A visão humana, a versão que apenas Pátroclo tinha acesso. O lado real e falho de um herói.

O interessante é que mesmo que a história seja sobre o Aquiles, o personagem principal é Pátroclo. Então além dessa nova visão sobre Aquiles, temos um novo Pátroclo para conhecermos. Ele não foi só o amante de Aquiles, ele foi a linha guia para o Aquiles. Aquele que tentava conectar Aquiles às pessoas ao seu redor.

Foi uma leitura tão maravilhosa que estou completamente apaixonada pela tia Maddy. Quero mais livros e histórias escritas por ela, mesmo que eu esteja de certa forma de saco cheio das releituras.

Um livro 5/5 estrelas e favoritado.