Meta de Leitura 2019

@Josephine Community Library District

Na última postagem de 2018 dei a entender que o blog ficará mais parado este ano do que foi em 2018. Sei que tive muitos problemas de postagens durante o ano passado, mas este ano, com a redução da quantidade de livros a ser lida, é esperado que realmente tenhamos menos postagens, não é mesmo?

Só não esperava sentir tanta saudade de postar alguma coisa por aqui…

Assim sendo, resolvi fazer o post de hoje para falar sobre as metas do ano de 2019! E quem liga que já estamos no meio de janeiro?

Leituras

O plano para as leituras em 2019 é encerrar as séries de livros iniciadas. Significa que não lerei livros únicos ou começarei novas séries? Não. Apenas significa que existe uma prioridade para o que já foi começado e que tenho já comprado.

Não necessariamente nessa ordem, mas vamos à lista prioritária:

  • Eldest, Brisingr e Herança (Ciclo da Herança) Christopher Paolini
  • O Rei Corvo (A Saga dos Corvos) Maggie Stiefvater
  • Desventuras em Série 6 a 13 – Lemony Snicket
  • Baratas – Jo Nesbø
  • Sol e Tormenta, Ruína e Ascensão (Trilogia Grisha) Leigh Bardugo
  • Artemis Fowl 7 e 8 – Eoin Colfer
  • Vengeful (Villains) – V. E. Schwab Rainha da minha vida
  • Muse of Nightmares (Strange the Dreamer) – Laini Taylor

Além dos livros acima citados, também tenho a prioridade em terminar a leitura de dois livros que já foram iniciados:

  • Northanger Abbey – Jane Austen
  • Medo Clássico vol 1 – Edgar Allan Poe

Também pretendo ler os livros que vieram na OwlCrate e na Once Upon a Book Club, duas caixas de assinatura que tinha ano passado, mas que não continuarei a comprar porque o dólar ainda está muito caro:

  • Catching Stars – Cayla Keenan
  • From Twinkle, with Love – Sandhya Menon
  • Grace and Fury – Tracy Banghart
  • Notes from my Captivity – Kathy Parks

E temos também 3 livros que sobraram de um desafio que o Rique me propôs, mas que não consegui terminar por diversos motivos:

  • Morte ao Nilo – Agatha Christie
  • Merrick – Anne Rice
  • Doctor Who: Shada – Gareth Roberts

E por último, mas não menos importante, temos o último livro que comprei em 2018 e o primeiro livro que ganhei em 2019:

  • Sweeney Todd – Peckett Prest e Malcolm Rymer (compra)
  • Um Pequeno Favor – Darcey Bell (presente)

Em resumo, estas serão as 30 leituras que eu preciso fazer este ano. É claro que potencialmente não serão as únicas leituras do ano, afinal, já estou em 40% do livro The Immortalists – Chloe Benjamin e quase terminando o audiobook do quarto livro de A Torre Negra – Stephen King.

Ou seja… A pessoa se propões a ler menos pra poder estudar e mesmo assim tem livro pra caramba. E isso porque eu nem estou contando com os e-books no Kindle.

Depois eu passo aqui pra falar um pouco sobre as metas de seriados e filmes e o que podem esperar de novidades para o blog. Até a próxima postagem! ❤

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Corte de Asas e Ruína

Sinopse: O terceiro volume da série best-seller Corte de Espinhos e Rosas, da mesma autora da saga Trono de Vidro em “Corte de Asas e Ruína” a guerra se aproxima, um conflito que promete devastar Prythian. Em meio à Corte Primaveril, num perigoso jogo de intrigas e mentiras, a Grã-Senhora da Corte Noturna esconde seu laço de parceria e sua verdadeira lealdade. Tamlin está fazendo acordos com o invasor, Jurian recuperou suas forças e as rainhas humanas prometem se alinhar aos desejos de Hybern em troca de imortalidade. Enquanto isso Feyre e seus amigos precisam aprender em quais Grãos-Senhores confiar, e procurar aliados nos mais improváveis lugares. Porém, a Quebradora da Maldição ainda tem uma ou duas cartas na manga antes que sua ilha queime.

Este deveria ser o último livro lido em 2018. Deveria, mas não foi e não por falta de tentativa…

A realidade é que a saga de Corte de Espinhos e Rosas não é para mim. Eu achei que poderia ser, porque gostei muito do primeiro livro. Entretanto, a forma como o desenvolvimento da história se deu não me foi satisfatório.

Calma, eu explico.

A narrativa de Corte é muito bem feita, as personagens são interessantes e a senhorita Sarah consegue narrar muito bem as cenas de ação – batalhas, guerras, treinamentos e outras coisinhas rawr -, entretanto, toda a parte de ação da história meio que cai em segundo plano, porque, ao meu ver, o objetivo da trilogia de Corte é o romance.

E é exatamente esse o meu problema com os livros.

Já mencionei diversas vezes que não gosto de livros de romance pelo romance. Gosto sim quando existe aquele romance que fica em segundo plano, que não é o que move a história, pois sempre acredito que uma personagem feminina é mais do que o relacionamento dela, é mais do que se existe um relacionamento para ela.

Mesmo que não seja do meu agrado, ainda assim consegui entender o motivo pelo qual a autora colocou todas essas questões em discussão na história.

3/5 estrelas

Adeus Ano Velho

Não. Esta não é uma resenha, ao menos não ao pé da letra. Afinal, farei uma pequena retrospectiva de como foi o meu 2018…

Este ano foi cheio de altos e baixos, tanto nas leituras quanto na vida real, passando por mudanças de emprego e de cidade. Fiz minha primeira viagem internacional sozinha. Realizei alguns sonhos e criei novos sonhos e objetivos.

Li minha meta oficial de leitura, bati a extraoficial e ainda aproveitei pra ler o máximo possível. Cheguei a quase 130 livros lidos! Nunca imaginei que conseguisse ler tudo isso… ❤

Conheci autores novos que me apaixonei, relembrei autores que amava – e continuo amando – e descobri que existem autores que realmente não me descem novidade

Feliz Ano Novo

Para o ano de 2019 existem algumas metas pré-existentes e uma delas é, com muita dor no coração, não ler a quantidade absurda de livros que li este ano.

2018 foi o ano da leitura.

2019 será o ano dos estudos.

E por mais que eu não consiga abrir mão por completo das leituras, não as realizarei com tanta precisão quanto foi este ano. Preciso me dedicar aos estudos e deixarei como meta 25 livros para serem lidos em 2019. Dois livros por mês.

Devo acabar lendo mais do que isso, mas não me forçarei a ler tanto assim, porque se não me dedicar aos estudos, não conseguirei atingir o meu objetivo de melhorar minha carreira.

Então… As postagens aqui diminuirão bastante, nem sei se terei datas corretas para postagens. Peço um pouquinho de paciência e compreensão.

Estou muito, mas MUITO feliz com tudo o que 2018 me proporcionou e só posso esperar que 2019 traga novas metas, novos sonhos, novas realizações. E que este ano que se inicia seja muito melhor do que o que está se encerrando!

Maus

Sinopse: Maus (“rato”, em alemão) é a história de Vladek Spiegelman, judeu polonês que sobreviveu ao campo de concentração de Auschwitz, narrada por ele próprio ao filho Art. O livro é considerado um clássico contemporâneo das histórias em quadrinhos. Foi publicado em duas partes, a primeira em 1986 e a segunda em 1991. No ano seguinte, o livro ganhou o prestigioso Prêmio Pulitzer de literatura. 
A obra é um sucesso estrondoso de público e de crítica. Desde que foi lançada, tem sido objeto de estudos e análises de especialistas de diversas áreas – história, literatura, artes e psicologia. Em nova tradução, o livro é agora relançado com as duas partes reunidas num só volume. 
Nas tiras, os judeus são desenhados como ratos e os nazistas ganham feições de gatos; poloneses não-judeus são porcos e americanos, cachorros. Esse recurso, aliado à ausência de cor dos quadrinhos, reflete o espírito do livro: trata-se de um relato incisivo e perturbador, que evidencia a brutalidade da catástrofe do Holocausto. 
Spiegelman, porém, evita o sentimentalismo e interrompe algumas vezes a narrativa para dar espaço a dúvidas e inquietações. É implacável com o protagonista, seu próprio pai, retratado como valoroso e destemido, mas também como sovina, racista e mesquinho. De vários pontos de vista, uma obra sem equivalente no universo dos quadrinhos e um relato histórico de valor inestimável.
 

Eu gosto muito de ganhar livros e HQs de presente. Particularmente, o Flávio é uma das pessoas que mais acerta nos presentes literários e fico muito feliz com isso. ❤

Histórias sobre as grandes guerras sempre me interessaram, não sei exatamente dizer o motivo, mas é uma leitura que costuma me deixar bastante feliz de fazer. Então já tinha uma expectativa muito grande com este quadrinho.

Felicidade define o fato da expectativa ter sido tão belamente alcançada após a leitura de Maus.

Achei muito bom conseguir perceber as nuances do que aconteceu aos judeus durante o Holocausto, ainda mais sendo narrado por um sobrevivente da Segunda Guerra Mundial.

A ideia dos personagens serem animais também mostra como eles foram desumanizados por toda uma narrativa criada pelo nazismo. Infelizmente, o fato de serem animais também impede uma grande variedade de expressões.

Não sei se foi proposital ou estudado, mas sinto que existe uma crítica social velada(?) no processo de escolha dos animais que cada nação recebeu… Mas talvez esse tipo de interpretação seja baseado no conhecimento de vida de cada leitor. Ou talvez eu esteja simplesmente lendo demais numa escolha aleatória do artista da obra.

Devo assumir que existiram muitos momentos tensos na narrativa. Momentos em que meu coração sangrou um pouco e que me sentia mal por estar lendo essa história. Só posso agradecer ao Vladek (narrador) por ter alguns momentos de demência senil em que ele parava a narrativa do que aconteceu na guerra para reclamar da vida.

No geral a leitura foi maravilhosa, uma forma fantástica de ganhar tempo pra conseguir me arrastar na leitura de Corte de Asas e Ruínas de terminar as leituras de 2018.

4/5 estrelas.

Os Noivos do Inverno

Sinopse: Vencedor do Grand Prix de l’Imaginaire.
Honesta e cabeça-dura, Ophélie não se importa com as aparências. Mas, por baixo de seus óculos de aros largos e cachecol desgastado, a garota esconde poderes únicos: ela pode ler o passado dos objetos e atravessar espelhos. A vida tranquila que leva em Anima se transforma quando Ophélie é prometida em casamento à Thorn, herdeiro de um distante e poderoso clã.
Agora, ela terá que deixar para trás tudo o que conhece e seguir seu noivo até Cidade Celeste, a capital flutuante de uma gelada arca conhecida como Polo. Ali, o perigo espreita em cada esquina, e não se pode confiar em ninguém. Sem se dar conta, Ophélie torna-se um peão em um jogo político mortal, capaz de mudar tudo para sempre.

Tendo sido minha última aquisição do Turista Literário a malinha de junho de 2018, comemorativa de dois anos de Turista, resolvi que já estava passando da hora de ler esse livro. E eu sei que tinha combinado de fazer Buddy Read com a Félix, mas sou uma péssima pessoa e esqueci de avisá-la…

No geral achei a leitura bem mais interessante do que o esperado. Achei o início da leitura um tanto maçante, inclusive fiquei com receio de não conseguir terminar a leitura à tempo de realizar a postagem, mas como resolvi tirar o dia do Natal para arrumar minha casa e descansar, engatei nessa leitura e em pouco mais de 10 horas encerrei o livro.

O início maçante esconde uma narrativa interessante e de certa forma bem diferente do convencional. A personagem principal te convence sobre ser comum e desastrada, inclusive com uma explicação pra lá de plausível para toda a sua falta de jeito. Fiquei ligeiramente chateada por não termos mais detalhes sobre o ocorrido, inclusive…

Mesmo com o plano de fundo dessa narrativa envolver um casamento, meu coração se encheu de prazer por ver um livro que realmente deixa esse relacionamento para segundo plano. Porque mais importante que o casal são todos os problemas que a Ophélie terá que enfrentar nessa nova cidade, nessa nova sociedade.

E meu Deus! São muitos problemas! Está pra nascer pessoa mais azarada que a Ophélie, viu… Fazia tempo que eu não lia um livro tão cheio de problemas, mas sem um verdadeiro vilão. E isso é algo que me deixa muito feliz. Conhecer personagens que possuem as mais diversas facetas, que se aproximam da nossa humanidade.

Tem um personagem em específico que me lembrou muito o Maven de A Rainha Vermelha, mas estou tentando não ser tão influenciada assim pela narrativa e pela forma como a Ophélie o percebe, porque ele parece ser o personagem mais interessante de toda a trama.

Agora terei que aguardar a boa vontade da Morro Branco publicar o próximo volume da série. Estou muito curiosa para saber como será o desenvolvimento das personagens, da trama e eu preciso saber como o nosso mundo evolui para o mundo da Ophélie!

4/5 estrelas.

A Guardiã de Vazios

Sinopse: Um mundo rico e criativo, repleto de segredos e escolhas difíceis, em que amor e perda parecem ser duas faces da mesma moeda. O segundo livro da série A Guardiã de Histórias Mackenzie Bishop é uma das Guardiãs do Arquivo, um domínio secreto onde descansam as Histórias dos mortos ― registros de sua vida armazenados em corpos. Se uma História desperta, ela pode enlouquecer e tentar fugir ― e cabe a Mac garantir que cada uma seja devolvida à sua prateleira. No entanto, Mackenzie não se sente mais tão apta para o trabalho. Os acontecimentos do verão passado a assombram, e, quando os pesadelos que a perseguem começam a se insinuar mesmo durante o dia, ela sabe que algo está errado. Estaria lentamente perdendo a sanidade ou será que algo ainda mais sinistro a está perseguindo? Enquanto isso, pessoas começam a desaparecer sem deixar vestígios, e, quando Mackenzie acaba tornando-se a principal suspeita, ela se vê na obrigação de descobrir o verdadeiro culpado. Caso contrário, ela corre o risco de perder tudo ― seu papel de Guardiã, suas memórias… e até sua vida.

Segundo volume da série(?) A Guardiã de Histórias teoricamente era pra ser uma série, mas não acho que a tia Vic continuará escrevendo sobre a vida da Mac… este livro continua do ponto em que o primeiro terminou e, assim como o primeiro, tem um começo, meio e fim e apresenta um final muito satisfatório, mesmo deixando espaço para continuações… Fico verdadeiramente impressionada com a forma que a tia Vic consegue escrever seus livros independentes entre si.

Aqui Mackenzie apresenta muitos sintomas de transtorno de estresse pós-traumático (o famoso PTSD), por conta de todas as coisas que ela sofreu durante a narrativa de A Guardiã de Histórias, o que a torna uma narradora nem um pouco confiável no decorrer deste livro, mas ainda assim é uma das melhores personagens da história.

Novamente encontramos uma narrativa cheia de reviravoltas, personagens cativantes e muita ação, além de acompanharmos o desenvolvimento de cada um daqueles personagens maravilhosos que conhecemos no primeiro livro.

O único ponto que não consegui achar verdadeiramente interessante nessa história é a facilidade com que as pessoas conseguem se apaixonar entre si… Achei esse pseudo-triângulo-amoroso bem chatinho e um tanto desnecessário.

No mais, tirando os erros de edição/revisão, o livro foi muito gostoso de ler!

4/5 estrelas. E se for realmente o último livro da série, olha… que final genial!

Inferno no Colégio Interno

Sinopse: Nada de aventuras emocionantes com final feliz: Violet, Klaus e Sunny Baudelaire são legais e inteligentes, mas a vida deles está repleta de má sorte e infelicidade. Em Inferno no colégio interno, os três irmãos enfrentam caranguejos, provas hiper-rigorosas e os castigos de um internato.O colégio se transformou em mais um desastroso episódio de suas vidas horríveis. Desta vez, eles precisam escapar de fungos gotejantes e assistir a recitais de violinos, além de entender o complicado sistema métrico e suportar os exercícios de D.O.R.Violet, Klaus e Sunny têm o poder de atrair desgraças. Quem gosta de histórias alegres não deve nem abrir este livro, avisa o autor, pois as histórias dos Baudelaire são sempre uma desventura pior do que a outra.

Como disse no instagram, essa mudança pra outra cidade, outro estado, outro emprego está afetando o meu ritmo de leitura. Se tudo estivesse correndo como o esperado, hoje estaria terminando de ler A Guardiã de Vazios e não correndo para conseguir fazer esse post antes de meio-dia… E, mesmo assim, não poderia estar mais feliz do que com toda essa mudança, viu!

Voltando aos livros…

O quinto livro de Desventuras em Série nos traz os irmãos Baudelaire começando a estudar no Colégio Preparatório Prufrack, onde sofrerão as coisas mais absurdas – porque aparentemente ninguém nesse universo bate bem da cabeça – e seria apenas mais uma repetição dos outros livros.

Há, porém, um grande diferencial – que era tão óbvio que nem consigo chamar de plot twist – os Baudelaire conhecem outros órfãos que também sofreram perdas como eles, os Quagmire. E, assim como eles, uma fortuna também os aguarda assim que chegarem a maioridade.

E é graças a presença dos irmãos Quagmire que as coisas tomam um novo caminho. Finalmente há uma pesquisa sobre o Conde Olaf e quase, QUASE, ficamos sabendo o que eles descobriram, mas é claro que o Conde mais uma vez escapa no último instante.

No geral, o livro é bom, mas a repetição da mesma fórmula em todos os livros me deixa um tanto desestimulada a continuar lendo um livro atrás do outro. As gracinhas do autor me forçam a parar assim que termino o livro e ir atrás de outra coisa pra ler. Preciso sempre dar um tempo.

3/5 estrelas.