A Profecia das Sombras

A Profecia das Sombras

Sinopse: Não basta ter perdido os poderes divinos e ter sido enviado para a terra na forma de um adolescente espinhento, rechonchudo e desajeitado. Não basta ter sido humilhado e ter virado servo de uma semideusa maltrapilha e desbocada. Nããão. Para voltar ao Olimpo, Apolo terá que passar por algumas provações. A primeira já foi: livrar o oráculo do Bosque de Dodona das garras de Nero, um dos membros do triunvirato do mal que planeja destruir todos os oráculos existentes para controlar o futuro.

Em sua mais nova missão, o ex-deus do Sol, da música, da poesia e da paquera precisa localizar e libertar o próximo oráculo da lista: uma caverna assustadora que pode ajudar Apolo a recuperar sua divindade — isso se não matá-lo ou deixá-lo completamente louco.

Para piorar ainda mais a história, entra em cena um imperador romano fascinado por espetáculos cruéis e sanguinários, um vilão que até Nero teme e que Apolo conhece muito bem. Bem demais.

Nessa nova aventura eletrizante, hilária e recheada de péssimos haicais, o ex-imortal contará com a ajuda de Leo Valdez e de alguns aliados inesperados — alguns velhos conhecidos, outros nem tanto, mas todos com a mesma certeza: é impossível não amar Apolo.

Novamente o tio Rick conseguiu. Acabei lendo o livro em dois dias, porque eu simplesmente não conseguia largar o livro quieto. E olha que Apolo nem é meu deus favorito do panteão…

E eu vi a dica que o tio Rick deixou em seu personagem Jamie, nice way to segway em outro panteão, tio Rick. Posso estar enganada, mas ACHO que esse panteão da mitologia africana não será escrito pelo Riordan, mas sim por um@ d@s autor@s que ele está “patrocinando”… Não lembro direito, só acho que tem algo a ver com deixar outros autores que tenham mais conhecimento sobre a mitologia escrever sobre. Ele fez uma postagem no Goodreads algum tempo atrás falando sobre isso…

Anywho!

Apolo mais uma vez se ferra bastante em seu livro. Devo dizer que tiveram alguns – poucos – momentos que senti pena dele. Só que na realidade, como sentir pena de Apolo quando temos Leo Valdez e Calipso? E tantos outros personagens de Percy Jackson aparecem! Genial…

Sim, estou me cansando um pouco de tantas sagas, entretanto, eu amo tanto, mas tanto esses personagens e esse universo. Eu quase gritei quando o Leo disse que ia visitar a Hazel e o Frank ❤ Digam o que quiserem, PJO e seus derivados têm as melhores amizades de livros do universo. ❤

De qualquer forma, o que eu gostei nesse livro é que, depois que Apolo perdeu seus poderes e se tornou um semideus completamente mortal, ele vem aprendendo um pouco sobre o quanto os mortais são mais do que meros peões. Ele está se tornando, bem, humano.

Foi um livro divertido e que eu gostei muito e como eu me reconheci em Apolo reclamando de ser acordado ao amanhecer. ❤

4/5 estrelas.

A Sombra da Serpente

A Sombra da Serpente

Sinopse: Sadie e Carter são importantes descendentes da Casa da Vida, uma sociedade secreta de magia estabelecida no Egito ainda no tempo dos faraós. Os irmãos sabem que sua herança ancestral lhes reserva um importante papel: seus poderes são fundamentais para a restauração do Maat, a ordem do universo. Mas, uma vez instalado, o Caos é imprevisível, incalculável e incontrolável, e agora que Apófis está livre os Kane têm somente três dias para evitar que a serpente destrua o planeta. Como se isso não bastasse, a sorte deles parece só piorar.

Os magos estão divididos. Alguns deuses egípcios estão enfraquecendo e, um a um, começam a desaparecer. Walt, um dos mais talentosos combatentes da Casa do Brooklyn, foi amaldiçoado, e sua energia vital está se esvaindo. Zia agora é responsável por Rá, o deus sol, que está completamente senil e não será de grande ajuda. Sadie e Carter, ao lado de alguns jovens magos e uns poucos aprendizes, são os únicos dispostos a enfrentar a serpente e salvar o mundo.

Prazos insanos para salvar o mundo, coisas malucas acontecendo e parcerias propensas à traição. Nada mais que um dia normal na vida dos irmãos Kane.

Faltando apenas três dias para montar um plano mirabolante em que o mundo – e todos os seus seguidores – sejam salvos, podemos dizer que Sadie e Carter acabam fazendo escolhas difíceis – e erradas -, mas que no final, acabam funcionando, de certa forma.

Adorei lembrar que Setne tem um papel muito importante neste livro e não apenas como vilão nos livros em que Sadie, Annabeth, Carter e Percy se juntam para salvar o dia.

Chorei, só pra variar, quando as coisas começaram a dar certo, afinal, uma coisa muito, mas MUITO boa acontece nesse livro! ❤

De certa forma A Sombra da Serpente é um final épico e maravilhoso para uma história, sendo ainda melhor (?) que o final de Percy Jackson e os Olimpianos. Talvez não melhor, mas trouxe uma sensação mais agradável de encerramento. Mesmo tendo uma continuação em conjunto com Percy…

Nessa segunda leitura posso dar, com certeza 5/5 estrelas. Sinto que me envolvi mais do que da primeira vez que li.

AH! Devo dizer porque coloquei essa postagem na tag da MLI2017. O tio Victor Almeida (GeekFreak) muito gentilmente prorrogou a MLI em mais uma semana, afinal, dia 05/08 tem um hang out com ele e os outros organizadores para discutir o maravilindo Três Coroas Negras, que foi o livro do read along.

E, assim, o tio criou um novo desafio: Um livro que pensou em colocar na tbr da MLI, mas não colocou. Inicialmente eu pensei em usar esse livro como o livro de capa azul e não teria flopado se não tivesse colocado O Rei do Inverno

O Trono de Fogo

O Trono de Fogo

Sinopse: Os deuses do Egito Antigo foram libertados, e desde então Carter Kane e sua irmã, Sadie, vivem mergulhados em problemas. Descendentes da Casa da Vida, ordem secreta que remonta à época dos faraós, os dois têm poderes especiais, mas ainda não os dominam por completo – refugiados na Casa do Brooklin, local de aprendizado para novos magos, eles correm contra o tempo. Seu inimigo mais ameaçador, Apófis, está se erguendo, e em poucos dias o mundo terá um final trágico.

Devo dizer que reler esse livro foi um tanto complexo.

Não pela história em si, mas pelo fato de que minha vida nesta última semana meio que implodiu. O que não foi de todo ruim… 🙂

Mesmo depois de todos os perrengues, acabei conseguindo me mudar de volta para Goiânia e agora só aguardo nem tão pacientemente a minha última nota sair para poder oficializar a minha formatura.

Acontece que nesse meio tempo, acabei tendo que deixar o livro de lado e, como a mudança atrasou muitas horas para sair de Lost, cheguei tarde em Goiânia na sexta-feira, completamente exausta da tensão que foi a saída e a viagem de volta.

Não satisfeita com toda a comoção da mudança, ainda teve almoço de família no sábado e não consegui descansar praticamente nada antes do #EsquentaMLI2017 começar às 16:00.

Ou seja, meus planos meio que floparam antes mesmo da MLI começar, assim que é bom! Para quem não entendeu: o plano era ter lido O Trono de Fogo na sexta-feira para ler o livro de junho do Turista Literário durante o Esquenta e assim meio que diminuir a minha imensa e caótica lista de livros para ler neste ano…

DE QUALQUER FORMA!

Neste livro acompanhamos Sadie e Carter treinando novos magos e descobrindo que têm, novamente, um curto prazo temporal para salvar o mundo. Somos apresentados a alguns dos estudantes dos Kane e a alguns deuses novos.

O plano da vez? Despertar Rá e trazê-lo de volta de sua aposentadoria a tempo para que ele possa lutar contra Apófis e, assim, impedir a destruição do universo.

É claro que, sendo os Kane, as coisas não são nem um pouco simples para eles.

Precisam novamente enfrentar o ódio da Casa da Vida, à desconfiança dos outros nomos frente a decisão de redescobrirem o caminho dos deuses, às sabotagens dos deuses que não desejam o retorno de Rá e ainda têm que se aventurar pelo Duat, seguindo o mesmo caminho que Rá seguia todas as noites em sua jornada.

Demorei bastante para conseguir alcançar um ritmo de leitura decente com esse livro, por todos os motivos que listei no começo da postagem e, também, porque uma grande parte do livro vamos descobrir os problemas de Sadie e seus dois pretendentes e, além disso, ainda tem muita treta de Carter e Zia.

Não que o romance deles no livro seja peça chave realmente para o seguimento da história, mas acabou que achei maçante todas as vezes que a história seguia para este rumo.

É claro que o tio Rick não ia conseguir escrever um livro que eu não me emocionasse. Preciso dizer que mesmo sabendo o que iria acontecer, ainda assim me senti muito triste e chateada com o fato que ocorre neste livro.

4/5 estrelas.

E agora é começar a #TBR da #MLI2017!

A Pirâmide Vermelha

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E estou relendo As Crônicas dos KaneAgora em edição física! E vocês não imaginam o quanto eu estou feliz folheando essas páginas… ❤

Porque, afinal, só tem um jeito de ler os livros mitológicos do Tio Troll Rick: em ordem cronológica.

Depois de Percy Jackson e os Olimpianos e antes de Heróis do Olimpo, nós somos deliciosamente lançados para dentro da mitologia egípcia. E eu só tenho uma coisa a dizer: YES!

Para quem leu Percy Jackson e os Olimpianos – e provavelmente os outros livros sobre serial killers que o Tio Rick escreveu – sabe o cuidado e a pesquisa com que o tio Rick faz o seu trabalho. Não sei dizer se as coisas que ele escreve aqui são exatamente da forma como ele diz, MAS é nítido que ele pesquisa bastante sobre o que escreve.

E se não sobre a mitologia, ao menos sobre os lugares em que se passam as peripécias de Carter e Sadie. Seriously guys! Eu quero ser como o tio Rick quando eu crescer! ❤

Momento fangirl à parte, vamos à resenha.

O livro se divide entre a narrativa de Carter Kane, o filho mais velho e com características afro-descendentes semelhante ao pai, e Sadie Kane, a filha mais nova e com características caucasianas como a mãe. E já há uma diferença óbvia entre os irmãos que vai além de suas características físicas: Carter cresceu com o pai e Sadie cresceu com os avós maternos.

Só daí já podemos perceber que a forma como eles são, como eles agem e como eles narram são muito diferentes entre si.

Devo dizer que senti uma pequena dificuldade ao começar a releitura desse livro, talvez porque eu ainda estivesse ligada emocionalmente ao Melodia Feroz, ou talvez porque estivesse esperando uma narrativa ao estilo Percy Jackson – mesmo já tendo lido o livro uma vez, acredite, esqueço muitos detalhes. E, ainda assim, quando me dediquei realmente à leitura, li em três dias o livro.

A narrativa é envolvente, como em todos os outros livros do tio Rick – devo dizer que a minha vontade de ler os livros de serial killer dele só aumenta – e os personagens são muito profundos, crescendo de acordo com o decorrer da narrativa, mostrando tantas nuances e detalhes que só mesmo um grande autor consegue passar com sua escrita.

A história tem um início semelhante ao de Percy em seus livros, já que nem Sadie nem Carter sabem o que está acontecendo e que são descendentes de uma linhagem sanguínea importante do Egito antigo. Não fazem ideia dos poderes que têm e muito menos como usá-los. E, falando a verdade, a história se parece um pouco mais do que eu queira admitir.

Tanto Percy quanto os Kane começam sua jornada com o objetivo de salvarem os pais, mas no decorrer da história percebem que mais importante do que salvar a família é salvar o mundo. Aquele pequeno detalhe, sabe?

Mas as semelhanças morrem aí.

Enquanto em PJO, HOO e Magnus Chase os semi-deuses são filhos dos deuses, em CK eles são descendentes dos faraós e por isso com uma grande aptidão para aceitarem os deuses egípcios em seus corpos, como um tipo de “possessão”.

A forma como eles atuam para salvar o mundo tem relação com a magia egípcia – com vários ramos a serem explorados – e suas aptidões baseados no deus que vive dentro deles.

CERTO… Que parágrafos mais confusos… -q

De qualquer forma, eles precisam parar o deus Set que deseja transformar-se em faraó de todo o mundo, para isso destruindo toda a humanidade.

Há muita enganação, traição, morte e destruição, tudo aquilo que realmente importa em um bom livro. -q

Agora, sem exageros, gostei muito da forma como o tio Rick trata sobre o Egito, como ele caracteriza cada deus, cada poder, cada área do universo da mitologia egípcia. O Egito sempre foi um tema que eu gostei, então é só jogar uns “semi-deuses”, um deus mau, um apocalipse… E temos uma Alessandra feliz!

4/5 estrelas.

O Último Olimpiano

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Como já avisei na resenha passada, preparem-se para as lágrimas. Quem precisa de Rio Estige? Rio Lete? Basta ficar ao meu lado e será banhado em um rio de água salgada.

Por um brevíssimo momento houve Perchel! Sim, eu realmente gosto da química dos dois, de certa forma uma mortal e um semideus me intriga, ainda mais quando a mortal tem os mesmos poderes de ver através da Névoa que Sally, a mãe de Percy – e uma das melhores personagens da série, podem ter certeza.

Mas, como eu disse, brevíssimo momento.

Começamos o livro bem: com um ataque às forças de Cronos que se encontram no navio Princesa Shun Andrômeda. Claro que as coisas nunca podem dar certo para o nosso semideus favorito. O que me deixou realmente triste foi a primeira baixa que realmente significou algo para mim. É claro que eu sabia que ia acontecer – é, afinal, a segunda vez que leio o livro -, mas eu não me lembrava de todos os detalhes do que acontecia.

Então, sim, as lágrimas começaram no segundo capítulo. Way to go, Uncle Rick.

A cada capítulo lido você se entrega e submerge mais na história, enfrenta os mesmos problemas que Percy e a galera. Tenta desvendar o que demonhos está acontecendo e descobrir quem é o espião.

Eu, pelo menos, sempre me pego mergulhando de cabeça e vivendo as histórias que realmente gosto. O Senhor dos Anéis, Harry Potter, Percy Jackson… São histórias que me encantam de tal forma que realmente gostaria de viver em suas realidades, em seus mundos.

E não é pra menos que escolhi o universo de Percy Jackson para o item 17 do Desafio de Leitura 2017 – mas essa é uma outra postagem… Afinal, mesmo amando os gregos, sou muito mais romana, então… Acampamento Júpiter! ❤

Mesmo já tendo lido o livro uma vez, me bateu o desespero enquanto lia, com as escolhas que Percy deveria tomar, com as traições, com as batalhas e com as visões que ele tinha que enfrentar.

Foi uma forma maravilhosa de se encerrar uma série, isso é uma certeza que tenho dentro do meu coração. Cresci ao lado de magos, guerreiros e semideuses, humanos, elfos, anões, sátiros e meio-sangues. Minha vida só pode ser dita como abençoada.

Por todos os deuses.

E que venha mais Rick Riordan! ❤

5/5 estrelas.

A Batalha do Labirinto

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E o Tio Rick Troll ataca novamente.

Preciso dizer que a cada livro, cada capítulo, cada página, cada parágrafo… São tantas emoções que tio Rick me traz. Eu SOFRO, está bem?!

Em A Batalha do Labirinto acompanhamos o retorno de Percy para mais um ano no acampamento após ser novamente perseguido por monstros. E, é claro, ele é salvo por uma pessoa completamente inesperada: Rachel Elizabeth Dare. ❤

Percabeth está finalmente começando a mostrar sinais de que vai dar certo – e aqui preciso fazer um adendo e dizer que por mais que Percabeth seja lindo e tudo o mais, Percico é divino e eu sempre tive uma quedinha pela Rachel… Então… é… Percabeth não é meu OTP -, e, ao mesmo tempo, tudo parece que vai dar errado.

A profecia é uma merda, a missão é uma merda, as pessoas que vão na missão meio que se odeiam e o combo Luke/Cronos está à beira de mais um ataque ao Acampamento Meio-Sangue.

E, mesmo assim, mesmo com todos os problemas possíveis e imagináveis que o grupo vai enfrentar ao final, o livro conta a história em um crescendo, não deixando de apresentar personagens novos de forma que acabamos gostando deles e que nos preocupamos com eles. Além disso, ele – o tio Rick – conta a história dos outros personagens que já conhecemos. O que acaba nos fazendo amar mais ainda todos os personagens.

O que eu acho absolutamente surreal! Porque eu acho que já deu pra perceber que eu não sou muito de gostar dos personagens tudo, né? Geralmente sempre tem um que recebe o selo de ódio da tia Tifa, mas… Isso não acontece em Percy Jackson.

Certo, os inimigos são péssimos e tudo o mais, mas não é algo que realmente me faça odiá-los, eu consigo entender o motivo de cada semideus e dos próprios titãs. O que isso tem de diferente de nós, humanos, que sempre buscamos ser melhores que os outros, entramos em guerras por motivos “idiotas” e políticos. Por favor, olhem para o Brasil e me digam o que há de diferente entre nós e os titãs/deuses gregos.

De qualquer forma…

Desde o terceiro fucking livro da saga eu tenho chorado loucamente com cada livro lido. Nem preciso dizer que o último livro será um rio de lágrimas… E quando chegar em Heróis do Olimpo… Oh, deuses, o sofrimento… ❤

5/5 estrelas.

A Maldição do Titã

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Olá, meu nome é Alessandra e eu sou completamente viciada em Percy Jackson, beirando a compulsão. E o retardamento mental.

Calma, eu explico.

Acho que ainda não comentei por aqui ou talvez já e simplesmente não me recorde, mas atualmente eu vivo, basicamente, na estrada. Certo, isso é um exagero. Sou de Goiânia, mas me encontro em Paracatu enquanto faço faculdade. O que implica algumas horas de estrada sempre que possível.

E sempre que possível é agora. Ou foi quatro dias atrás…

13/06 é o dia do padroeiro de Paracatu e, assim, acabei tendo uma semana de folga da faculdade. O que é bom e ruim ao mesmo tempo, mas não vou entrar nesse aspecto da história…

O QUE IMPORTA!

É que eu fiquei lendo até de madrugada da sexta-feira (quando eu deveria ter dormido muito bem tendo em vista que eu ia pegar a estrada para casa em algum momento do dia – e antes que pensem que eu sou uma completa irresponsável, sai muito mais tarde do que o esperado porque eu DORMI antes de enfrentar 400 km viajando sozinha de carro, ok?) SIMPLESMENTE PORQUE O TIO RICK ESCREVE BEM DEMAIS!

QUE ÓDIO! ❤

Em A Maldição do Titã Percy, Annabeth e Thalia, a ex-pinheiro filha de Zeus, encontram-se em uma missão para levar dois meio-sangues para o acampamento. Nem preciso dizer que as coisas não saem exatamente como o planejado e que eles precisaram de muita ajuda para conseguir ser bem sucedidos, né?

Posso estar enganada porque percebi que tem muitos detalhes dos livros que eu não me lembro tão bem assim, mas acho que é o livro em que Percy and the gang receberam mais ajuda dos deuses para conseguir cumprir a missão. Até o final da minha semana de descanso terei terminado os cinco livros e aí descubro se estou certa.

Eu sou meio masoquista – acho que já deu pra perceber, né? – então acabo julgando os livros como bons ou não de acordo com o que eles me fazem sentir. A maior prova de que o Tio Rick é um cara fantástico na escrita é ser apresentada a uma personagem nesse livro e chorar com a morte dela ao final dele. Gente… É muito amor. Chorei demais.

Tinha esquecido o tanto que essa saga mexe comigo.

De qualquer forma… PERCABETH! ❤ RACHEL ELIZABETH DARE! ❤ ZOE! ❤ OS DIANGELO! ❤ É muito amor pra um livro só.

5/5 estrelas.

Meu coração se apertou com o Nico. Nico, filhote, a mamãe te ama. VEM CÁ! *abraça apertado*