Excalibur

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Sinopse: Neste terceiro volume da série, iniciada com O rei do inverno e O inimigo de Deus, o escritor imerge o leitor em uma Britânia cercada pela escuridão. E apresenta os últimos esforços de Artur pra combater os saxões e triunfar sobre um casamento e sonhos desfeitos. Excalibur mostra, ainda, o desespero de Merlin, o maior de todos os druidas, ao perceber a deserção dos antigos deuses bretões. Sem seu poder, Merlin acha impossível combater os cristãos, mais perigosos para a velha ilha do que uma horda de famintos guerreiros saxões. O livro traz vívidas descrições de lutas de espada e estratégias de guerra, misturadas com descrições da vida comum naqueles dias: longas barbas servindo como guardanapos, festivais pagãos, com sacrifícios de animais, e pragas corriqueiras, como piolhos. Tendo por narrador um saxão criado entre os bretões, Derfel, braço direito de Artur, Excalibur acompanha os conflitos internos de Artur, recém-separado da esposa, mas ainda apaixonado por sua rainha. Atacado por velhos inimigos, perseguido por novos perigos. Mas sempre empunhando a espada Excalibur, um dos objetos de poder legados aos homens pelos antigos deuses dos druidas. Cornwell mostra, ainda, como as ameaças vindas de todos os lados acabam fazendo com que Artur se volte para a religião, chegando a batizar-se como cristão. Todos os sacrifícios são válidos para salvar sua adorada Britânia.

Livro escolhido para o item 05. Um livro de uma trilogia ou uma série. Gente… Até que estou conseguindo ler minhas séries! Claro que tem muito mais série começada, mas estou tentando…

Demorei um pouco mais para conseguir terminar esse livro porque ele é um tanto mais lento que A Desconstrução de Mara Dyer – o livro que acabei devorando em dois dias, mas que era pra ler só antes de dormir… -q Auto controle, eu não sei o que é isso. -, mas mesmo assim, foi um livro que me envolveu muito enquanto o lia.

Derfel narra com maestria o clímax da história de Artur. Como ao final ele foi vitorioso contra os saxões, só que novamente foi traído por aqueles que desejavam vê-lo morto. A história de Artur nada mais é do que um emaranhado de vitórias na guerra e derrotas na vida pessoal.

Fiquei muito satisfeita com a forma como o tio Bernard terminou a história de cada personagem com quem Derfel viveu. Chorei mortes e odiei personagens que adorava antes.

Mesmo sendo um livro menos histórico que os outros que o tio Bernard tem costume de escrever, eu gostei muito da forma como a história se desenvolveu, como ele amarrou as pontas com o que acontecia na antiga Inglaterra naquela época.

É claro que a série se tornou mais uma das minhas favoritas, mas, convenhamos, quase tudo que esse senhor escreve se torna favorito para mim… Sou louca pelas histórias que ele conta e pela forma como ele escreve. Não tenho muito o que fazer a não ser agradecer. ❤

4/5 estrelas.

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Um Encontro de Sombras

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Sinopse: Kell e Lila estão de volta nesta sequência de Um tom mais escuro de magia Quatro meses se passaram desde que a pedra sombria caíra nas mãos de Kell. Quatro meses desde que seu caminho cruzara com o de Delilah Bard. Quatro meses desde que Rhy fora ferido, que os gêmeos Dane foram derrotados e que a pedra fora enviada com o corpo moribundo de Holland, pelo portal, de volta para a Londres Preta. Em diversos aspectos, as coisas quase voltaram ao normal, apesar de Rhy ficar mais tempo sóbrio e de Kell estar sempre assolado pela própria culpa. Inquieto e tendo desistido dos contrabandos, Kell é frequentemente visitado por sonhos sobre acontecimentos mágicos de mau agouro, acordando apenas para pensar em Lila, que desapareceu no píer como sempre desejara fazer. Conforme a Londres Vermelha finaliza as preparações para os Jogos Elementais (uma competição de magia internacional e extravagante com o intuito de entreter e manter saudáveis os laços entre os países vizinhos), certo navio pirata se aproxima, trazendo velhos amigos de volta ao porto da capital. Mas, enquanto a Londres Vermelha está absorta em bajulações e nas emoções dos Jogos, outra Londres está gradualmente voltando à vida, e aqueles que se pensava estarem perdidos para sempre retornaram. Afinal, uma sombra que se esvai no meio da noite reaparece pela manhã, e tudo indica que a Londres Preta se ergueu novamente. Sendo assim, para manter o equilíbrio da magia, outra Londres deve perecer.

Livro escolhido para o item 01. Um livro com mais de 500 páginas. Este livro contém 560 páginas que foram devoradas em três dias. ❤

Neste livro continuamos com as narrativas intercaladas, porém temos mais narradores além de Kell e Lila. O que de certa forma foi muito interessante porque estava super curiosa para ter mais informações sobre alguns personagens… Não vou entrar em detalhes porque não quero dar spoilers…

Acompanhamos Kell na Londres Vermelha, tentando reencontrar seu equilíbrio após todos os eventos de Um Tom Mais Escuro de Magia, sendo que agora ele começa a perceber os efeitos de todas as escolhas que tomou durante o primeiro livro.

Conhecemos um pouco mais sobre a família Maresh e como os irmãos interagem entre si – principalmente após a vinculação entre as almas deles – e também somos apresentados ao capitão de Lila.

Alucard foi um dos personagens mais magníficos que tive o prazer de conhecer. Inicialmente pareceu que ele seria uma versão masculina da Mary Sue – uma personagem sem nenhum defeito e todos os poderes, desejada por todos -, só que ele é, na verdade, um personagem bem profundo. Fiquei muito satisfeita em ler sobre ele e conhecê-lo melhor.

Uma coisa que aconteceu durante a leitura deste livro é que eu ri bastante. A história em si não é engraçada, mas eram tantas situações inusitadas e hilárias que eu me diverti bastante lendo sobre as peripécias dos personagens.

5/5 estrelas e favoritado.

Um Tom Mais Escuro de Magia

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Sinopse: Kell é um dos últimos Viajantes — magos com uma habilidade rara e cobiçada de viajar entre universos paralelos conectados por uma cidade mágica. Existe a Londres Cinza, suja e enfadonha, sem magia alguma e com um rei louco — George III. A Londres Vermelha, onde vida e magia são reverenciadas, e onde Kell foi criado ao lado de Rhy Maresh, o boêmio herdeiro de um império próspero. A Londres Branca: um lugar onde se luta para controlar a magia, e onde a magia reage, drenando a cidade até os ossos. E era uma vez… a Londres Negra. Mas ninguém mais fala sobre ela. Oficialmente, Kell é o Viajante Vermelho, embaixador do império Maresh, encarregado das correspondências mensais entre a realeza de cada Londres. Extra-oficialmente, Kell é um contrabandista, atendendo pessoas dispostas a pagar por mínimos vislumbres de um mundo que nunca verão. É um hobby desafiador com consequências perigosas que Kell agora conhecerá de perto. Fugindo para a Londres Cinza, Kell esbarra com Delilah Bard, uma ladra com grandes aspirações. Primeiro ela o assalta, depois o salva de um inimigo mortal e finalmente obriga Kell a levá-la para outro mundo a fim de experimentar uma aventura de verdade. Magia perigosa está à solta e a traição espreita em cada esquina. Para salvar todos os mundos, Kell e Lila primeiro precisam permanecer vivos.

Livro escolhido para o item 27. Um livro que alguém te deu. Este livro em específico foi o resultado de uma aposta que eu fiz com a Nath. ❤

Devo dizer que me decepcionei um pouco com o livro, porque ele é mais lento do que eu imaginei que seria. O que quero dizer com isso é, a tia Vic fez um ótimo trabalho detalhando cada uma das Londres, das diferenças entre elas, explicando sobre o estilo de magia dos Antari, descrevendo as motivações do Kell… Mas tudo isso foi feito de tal forma que me cansou um pouco. Foi muito detalhado, como se ela realmente quisesse explicar o mundo inteiro antes de começar a história.

Não foi um modo fluido de começar…

Tirando este fato, OBVIAMENTE me apaixonei pelo Kell. Ele é um idiota que está ativamente procurando por problemas, só que é o estilo de idiota que eu gosto mesmo ele sendo um pouco burrinho, me lembrou vagamente o Percy Jackson da primeira saga. Pronto para destilar um pouquinho de veneno nas pessoas que o provocam, orgulhoso, com uma dose excessiva de confiança e muito tapado para ver quando está sendo enganado. E eu mencionei que ele é ruivo? *3*

Já a Lila… Bem, não posso dizer que ela me incomodou, mas também não me conquistou. Ela foi uma personagem muito… meh. Tanto fazia se ela estivesse ali ou não. Tudo bem que se ela não estivesse ali o Kell provavelmente teria morrido algumas vezes, mas, bem, isso faz parte.

A história em si é muito interessante! Um universo em que quatro mundos compartilham uma mesma cidade, em que a magia existe e é tratada de diferentes formas de acordo com o estilo de cada mundo… Achei muito interessante mesmo! E, devo dizer, que fiquei muito curiosa para ver a tal da Londres Preta.

Outra coisa que me deixou meio impressionada (?) foi ver que todo o problema que foi criado nesse livro se resolveu nele. Cheguei ao final e estava esperando aquele gancho maravilhoso para o segundo livro e… Não teve. Foi um final fechado e conciso. Tudo bem que eu vou ler a continuação no matter what, mas fiquei meio chateada com a falta de gancho para o próximo livro.

4/5 estrelas.

O Livro dos Espelhos

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Sinopse: Quando o agente literário Peter Katz recebe por e-mail um manuscrito parcial intitulado O livro dos espelhos, ele fica intrigado. O autor, Richard Flynn, descreve seus dias em Princeton, e documenta sua relação com Joseph Wieder, um renomado psicólogo, pesquisador e professor. Convencido de que o manuscrito completo vai revelar quem assassinou Wieder em sua casa, em 1987 — um crime noticiado em todos os jornais mas que jamais foi solucionado —, Peter Katz vê aí sua chance de fechar um negócio de um milhão de dólares com uma grande editora. O único inconveniente: quando Peter vai atrás de Richard, ele o encontra à beira da morte num leito de hospital, inconsciente, e ninguém mais sabe onde está o restante do original. Determinado a ir até o fim neste projeto, Peter contrata um repórter investigativo para desenterrar o caso e reconstituir o crime. Mas o que ele desenterra é um jogo de espelhos, uma teia de verdades e mentiras, e uma trama mais complexa e elaborada que a do primeiro lugar na lista de mais vendidos dos livros de ficção.

Livro escolhido pela Sara para o item 40. Um livro recomendado por alguém do Desafio. Todo ano este tópico é feito por meio de sorteio e, honestamente, tenho tido muita sorte nas recomendações dos coleguinhas! ❤

A narrativa deste livro é feita em 4 partes. A primeira sendo narrada brevemente por Peter, um agente literário para quem Richard Flynn envia o começo de um livro que ele estava escrevendo, e pelo próprio Richard, tendo em vista que lemos os primeiros capítulos do livro dele; a segunda parte é narrada por Frank, um repórter; e a terceira parte narrada por Roy, um detetive que investigou o caso do assassinato de Joseph Wielder.

Cada um dos personagens tem a sua própria voz, o que torna o livro uma história fantástica para acompanhar, porque cada um dos narradores dá mais ênfase a um ou outro aspecto do assassinato e do manuscrito.

Outra coisa que me deixou com um calorzinho no coração foi que todos as personagens apresentadas na história são profundas, têm vários motivos para agirem de acordo com suas personalidades.

O livro conta uma história cheia de reviravoltas e mistérios, que vão sendo descobertos e solucionados. A narrativa, mesmo dividida em quatro partes, é envolvente e nos dá dicas das coisas que vão acontecendo no decorrer da história atual e do assassinato de 1987.

Foi um livro tão envolvente e delicioso de ler que o li inteiro em apenas um dia. Devorei as páginas do livro sem conseguir deixá-lo de lado.

É uma leitura que indico para quem gosta de mistério e um final em partes em aberto.

5/5 estrelas e favoritado! ❤

Quem Mexeu No Meu Queijo?

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Sinopse: Quem mexeu no meu queijo? é uma parábola que revela verdades profundas sobre mudança. Dois ratinhos e dois homenzinhos vivem em um labirinto em busca de queijo – uma metáfora para o que se deseja ter na vida, de um bom emprego à um relacionamento. Um deles é bem-sucedido e escreve o que aprendeu com sua experiência nos muros do labirinto. As palavras rabiscadas nas paredes ensinam a lidar com mudança para viver com menos estresse e alcançar mais sucesso no trabalho e na vida pessoal. Quem mexeu no meu queijo? é uma leitura rápida, mas sua idéias permanecerão por toda a vida.

Livro escolhido para o item 12. Um livro fora da sua zona de conforto.

Com uma narrativa simples e infantil, o autor Spencer Johnson conta uma parábola sobre a necessidade de estar disposto à mudanças e não se deixar parado frente a elas.

Quem mexeu no meu Queijo? apresenta 4 personagens. Dois ratos, Sniffy e Scurry, e dois homens, Hem e Haw. Quando o Queijo é movido, cada par de personagem age de acordo com seu sistema de crenças e conhecimentos. Os ratos rapidamente voltam ao labirinto e à procura de um novo queijo. Já os homens, que se tornaram preguiçosos e arrogantes por saber que o Queijo sempre os esperava no mesmo lugar, acabam se demorando muito para tomar alguma decisão.

Guiados pelo medo, pela certeza de merecerem um prêmio sem realmente buscar por ele, pela sua “superioridade”, acabam sofrendo muito com a mudança. Somente após decorrido um tempo considerável é que Haw resolve voltar ao labirinto e buscar pelo novo Queijo.

Em resumo: as mudanças só nos pegam de surpresa quando não olhamos para a nossa situação atual. Ninguém gosta de mudanças, mas se estamos preparados para ela e dispostos a ver um futuro em que a mudança nos ajuda a seguir em frente podemos crescer com ela.

Não acredito que seja um livro milagroso, assim como todo livro de auto-ajuda, mas ele esfrega na nossa cara delicadamente o óbvio: ou se muda ou morre. Seja uma morte física ou “espiritual”.

2/5 estrelas.

O Inimigo de Deus

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Sinopse: Este é o segundo volume que retrata a partir de novos fatos e descobertas arqueológicas o maior de todos os heróis como um poderoso guerreiro que luta para manter unida Britânia, no século V, após a saída dos romanos. A Britânia está pronta expulsar de uma vez os invasores saxões. Mas se por um lado o país está unificado politicamente, por outro a luta entre as religiões ancestrais e o cristianismo divide o povo. Diante da propagação da nova fé, Merlin empreende uma busca pelo caldeirão sagrado – objeto mágico poderoso, capaz de trazer de volta os antigos deuses e aniquilar os saxões e os cristãos. Ao longo desta jornada, ele é acompanhado pelo guerreiro Derfel em sua peregrinação por lugares distantes e perigosos, onde vivem aventuras inesquecíveis.

Primeiramente gostaria de pedir desculpas pela ausência, mas acontece que minha atenção foi totalmente capturada por HouseUltimate Beastmaster. E foi assim que nos primeiros 19 dias de janeiro li 10 livros e depois parei. Porque voltei a assistir seriados. Também rolou o problema de estar lendo uns livros muito ruins no Kindle e que me desanimaram na leitura. -q

Mas vamos ao que interessa!

Livro escolhido para o item 30. Um livro de um autor que você ama, mas ainda não leu. Além disso, era o livro da cidade de Baltivéria – um livro de um autor popular -, porém acabou que não consegui terminar a leitura até o fim da Jornada MLVOi flop, tudo bem?

Eu estava com saudades do Derfel. Ele é um desses personagens que você consegue se relacionar, que você ama, torce por eles e fica com receio de que ele acabe sofrendo. Então, ao contrário do primeiro livro que foi bem lenta a leitura, adorei voltar ao segundo volume da saga de Artur.

Nesse livro temos uma narrativa cheia de ação, não havia muitos momentos em que a história focava apenas na parte política. Mesmo quando a política falava mais alto, havia lutas e ação.

E, como não podia deixar de ser, Derfel começa a sofrer. E é um sofrimento que foi difícil de aceitar. Meu coração doeu por ele. Já esperava, afinal, todos os personagens que eu realmente gosto estão fadados a ter uma vida sofrida. Sei lá… Acho que é minha sina. -q

Artur também recebe uma notícia traumática. E a vida como ele a conhece deixa de existir em segundos.

Achei esse livro essencial para o crescimento de Artur como pessoa, como líder e como personagem. Agora ele reconhece a necessidade de tomar as rédeas da Britânia. Gostei muito mais de Artur nesse livro do que no anterior.

Uma coisa que aconteceu com a minha edição do livro – e eu realmente não sei se foi problema da editora ou do meu pai ao comprar o livro -, mas o primeiro e o terceiro volume da saga as capas são, na verdade, jackets e o livro não tem orelhas nem nada. Já nessa edição do livro, a capa tem orelha e não é jacket. Como meu pai tem um histórico de comprar as coisas erradas, não vou reclamar muito. Só prefiro o livro sem a jacket e com orelhas. A jacket é bem fina e frágil.

Foi um livro com uma leitura fantástica e que me deixou muito empolgada para continuar a leitura e terminar a saga de Artur logo.

5/5 estrelas e favoritado!

O Rei do Inverno

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Sinopse: O Rei do Inverno conta a mais fiel história de Artur, sem os exageros míticos de outras publicações. A partir de fatos, este romance genial retrata o maior de todos os heróis como um poderoso guerreiro britânico, que luta contra os saxões para manter unida a Britânia, no século V, após a saída dos romanos. “O livro traz religião, política, traição, tudo o que mais me interessa,” explica Cornwell, que usa a voz ficcional do soldado raso Derfel para ilustrar a vida de Artur. O valoroso soldado cresce dentro do exército do rei e dentro da narrativa de Cornwell até se tornar o melhor amigo e conselheiro de Artur na paz e na guerra.

Este é o último livro lido em agosto (terminei no dia 30/08) e o último que coloquei na lista da MLI 2017 que eu obviamente flopei, mas que não abandonei, porque eu sou brasileira e não desisto nunca!

Tudo bem, falando sério agora, eu até pensei em desistir desse livro, de novo, só que eu consegui chegar ao fim! E não me arrependo. Foi um livro bom de ler, mas que não me agradou de todo.

E eu explico.

Acho que já deixei bem claro aqui no blog que eu sou uma completa apaixonada pelo Bernard Cornwell e que ele é um dos autores que eu mais gosto porque ele mantém suas estórias o mais historicamente possíveis.

Acontece que Artur não é exatamente um personagem histórico. Ou ao menos não há realmente uma comprovação científica-histórica de sua existência. Então eu não gostei tanto assim do livro, porque achei ele um tanto diferente do estilo normal do tio Cornwell.

Tudo bem que os personagens são muito bem explanados e gosto deles, mas não consegui ter o amor e carinho que costumo ter pelos personagens criados pelo tio Cornwell. Mesmo tendo um amor pelo Derfel(?). O que simplesmente significa que achei o Artur um personagem extremamente pedante, não suportei a Guinevere e tive um ódio muito grande pelo Lancelot.

De todo modo, o livro só se torna realmente interessante a partir da segunda parte e que não me deixou largá-lo apenas a partir do momento em que as guerras estouraram em toda a Dumnonia. A realidade é que eu me arrastei nessa leitura.

Provavelmente o fato de estar ainda lendo As Crônicas Saxônicas e ter um crush enorme no Uther, talvez tenha me deixado com um pé atrás na leitura desse livro.

3/5 estrelas. E devo continuar a leitura em algum momento desse ano ainda, ou no máximo no ano que vem…