Artemis Fowl – O Código Eterno

Sinopse: Artemis Fowl construiu um supercomputador – o Cubo V – a partir de tecnologia roubada do povo das fadas. Em mãos erradas, ele poderia destruir tanto os homens quanto os seres encantados. Mas não há por que se preocupar, pois Artemis, como sempre, tem um plano brilhante. Ele não quer usar sua invenção, quer apenas chantagear um inescrupuloso empresário americano que tem ligações com a Máfia. O encontro é em um restaurante no centro de Londres, apinhado de turistas. Artemis será escoltado por Butler, seu invencível guarda-costas. O que poderia dar errado…?

Eu juro que não lembrava o quão intenso era esse livro! ❤

Artemis, agora com 13 anos e com os dois pais saudáveis, começa a se decidir se pretende continuar com a vida de crime ou se seguir um caminho mais tranquilo, um pouco mais dentro da lei, seria mais interessante.

Só que é claro que ele precisa fazer um último trabalho antes de se aprumar, não é mesmo? E, obviamente, este último trabalho será tudo menos tranquilo.

Tudo começa a dar errado quando Artemis e Butler se mostram excessivamente confiantes, quase desleixados. As escolhas que foram feitas quase cobram um preço muito grande de Artemis.

E, como já não era de se estranhar, Artemis precisará de toda a ajuda do povo das fadas que ele puder receber, uma ajuda que exigirá dele muito mais do que ele está disposto a pagar.

A narrativa do tio Eoin é tão fantástica que não consegui largar o livro enquanto não o terminei – o que significou ir dormir de madrugada… :3 – e devo dizer que acompanhar o crescimento do Artemis é uma das coisas mais maravilhosas que qualquer pessoa pode fazer.

4/5 estrelas, favoritado e muito empolgada pra continuar!

PS: Estou tentando voltar ao esquema de postagem regular, mas como o final de maio foi conturbado, talvez precise dessa primeira semana de junho para voltar aos conformes…

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Tequila Vermelha

Sinopse: Jackson “Tres” Navarre retorna para sua cidade natal dez anos após o assassinato de seu pai. Porém, o caminho para as respostas em San Antonio, Texas, é bem mais difícil do que se pensava. Encontros com a máfia, jogos políticos, corrupção e dramas familiares tentarão desviar Tres da verdade ou matá-lo, o que acontecer primeiro.

Livro escolhido para o item Um livro indicado por alguém, da MLO 2018 – só faltam 2 livros pra terminar a maratona e uma semana pra ler, acho que vai dar certo! – e foi uma escolha perfeita, já que este é o livro da minha leitura de maio para o projeto The Living Book Jar, criado pelo Rique. Já é a minha terceira leitura! O que me lembra que preciso perguntar para o Rique qual será a leitura de junho…

Para quem me acompanha, sabe que eu tenho uma devoção por certos autores e o Tio Rick é um deles, com toda a certeza! Então eu já queria ler este livro tem bastante tempo, mas nunca conseguia encaixá-lo por conta das outras leituras que eu queria muito ler…

Tequila Vermelha é um livro policial, adulto. E como eu basicamente conheço o Tio Rick por conta dos livros que envolvem deuses e adolescentes meu pai até perguntou quais deuses estavam envolvidos nesse livro, fiquei muito curiosa para saber se a narrativa do Tio Rick mudaria muito por ser um livro adulto.

A resposta é, não mudou.

Pelo menos no que remete ao desenvolvimento das personagens, na narrativa insanamente envolvente, no gostinho de quero mais.

Outra coisa que me deixou MUITO feliz foi perceber que, mesmo sendo um livro adulto, a leveza, as piadas e o personagem principal idiota e cabeça dura estavam ali. Todos os elementos que tornam Tio Rick o Tio Rick.

Tres é filho do delegado Jackson Navarre, assassinado dez anos antes na frente do filho, e que está voltando para casa depois de dez anos trabalhando como detetive particular de uma grande empresa de advocacia em São Francisco. Ele retorna para San Antônio pelo chamado de sua ex-namorada e ele volta com apenas um objetivo: solucionar o assassinato de seu pai.

Acontece que Tres acaba envolvido em algo muito maior do que ele imaginava, sendo perseguido por diversos bandidos, foi atropelado, serviu de alvo em tiroteios e tudo o que acontecia de errado na cidade parecia estar ligado a ele.

A história de Tres foi tão envolvente que li o livro em poucos dias. Pelo que entendi, é uma saga com 7 livros Tio Rick e suas sagas… e fiquei muito interessada em continuar acompanhando a história dele.

4/5 estrelas

Artemis Fowl – Uma Aventura no Ártico

Sinopse: Artemis Fowl – Uma Aventura no Ártico , narra a vida do anti-herói mal-humorado e pessimista criado pelo irlandês Eoin Colfer, numa história que mistura ação, internet e magia. Neste livro, Artemis está ainda mais rico, por conta do ouro que roubou do povo das fadas, mas uma coisa ainda preocupa o astuto criminoso mirim – o desaparecimento de seu pai, o Sr. Fowl, feito prisioneiro pela máfia russa por dois anos e oficialmente dado como morto. Mas o coração de Artemis Jr. se nega a acreditar no fim trágico do pai.

Livro escolhido para o item Releitura da Maratona Literária de Outono 2018 criada pelo Geek Freak. Nada mais justo do que marcar presença em mais uma maratona literária do GF, afinal, eu sou a louca das maratonas…

Para esta maratona em específico, eu roubei lindamente na TBR, e só adequei os livros que já ia ler neste mês de maio para os itens da maratona. Ou seja, lerei 5 livros até o dia 02/06. – que é quando a maratona se encerra.

Acho que deu pra perceber que eu meio que caguei no esquema de postagem aqui do blog, não é mesmo? Bem… aconteceu que eu ia ler um livro emprestado por uma colega de trabalho que está saindo de licença e acabou que eu dropei o livro porque não consegui ler nada. Daí acabei atrasando as leituras e por conseguinte as resenhas… Mesmo tendo lido Artemis FowlAce of Shades antes de hoje, mas não tive tempo de escrever a resenha… Enfim.

Artemis Fowl já está mais velho neste livro e as coisas começam a ficar sérias para as fadas, afinal, não é apenas com humanos que eles precisam se preocupar. Existem elementos que eles mal podem imaginar que acabam trazendo o caos para este livro.

No primeiro livro, Artemis conseguiu que sua mãe fosse salva, então continuamos com a saga de salvar a família do gênio do crime mais interessante do universo. Aqui ele começa a encontrar pistas para salvar a vida – ou o que resta – do seu pai, que sofreu um atentado na costa da Rússia e está desaparecido há alguns anos.

O que mais me impressiona com a história do tio Colfer é que não é só o Artemis que está evoluindo como personagem. Todas as personagens do livro como um todo apresentam crescimento no decorrer do livro. Até mesmo personagens secundárias ou os inimigos são profundos, possuem motivações.

Artemis Fowl continua sendo uma série queridinha da minha vida e estou muito ansiosa para reler os próximos livros e poder, finalmente, descobrir como essa saga se encerra. Muita ansiedade!

4/5 estrelas e favoritado.

Artemis Fowl

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Sinopse: Artemis Fowl é a história de um garoto diferente. O autor criou um anti-herói mal-humorado e pessimista que, com apenas 12 anos, é um gênio do crime. Misturando ação, internet e magia, Artemis Fowl vem conquistando uma legião de leitores em todo mundo.
Artemis é o único herdeiro do clã Fowl, uma lendária família de personagens do submundo, célebres na arte da trapaça. O garoto imagina um plano para recuperar a fortuna de sua família, após o desaparecimento misterioso de seu pai. Seu plano poderia derrubar civilizações e mergulhar o planeta numa guerra entre espécies.
O garoto começa a pôr seu plano em prática em Ho Chi Minh, a calorenta capital do Vietña, em pleno século XXI. Lá, aliando tecnologia de ponta a seus dons criminosos, ele chantageia uma fada decadente para roubar seu Livro, objeto que permitirá desvendar os segredos do Povo das Fadas e descobrir onde esse povo guarda uma enorme reserva de ouro. O único problema é que o Livro está em gnomês – o idioma das fadas, um alfabeto ancestral, jamais decifrado por um humano. De volta à sua segura mansão na Irlanda, ele trabalha freneticamente, com a ajuda de seu superpotente computador, até conseguir desvendar o código e traduzir o texto. Mais isso é só o início.

Honestamente eu tenho feito ótimas escolhas com as minhas releituras… Artemis Fowl fez parte da minha infância tanto quanto Harry Potter, me divertia lendo os livros de uma forma semelhante ao que sentia lendo as histórias de Harry, mas de uma forma diferente, afinal, Artemis é um anti-herói. Ele é praticamente um vilão, na verdade.

E eu, como apaixonada por vilões que sou, logo desenvolvei um crush daqueles no Artemis. ❤

De qualquer forma, vamos à resenha!

Artemis Fowl II é o herdeiro da família Fowl, uma longa linhagem de malfeitores, ricos e que podem fazer o que quiserem. Ou ao menos essa era a realidade antes que o pai de Artemis tomasse algumas péssimas decisões financeiras e acabou perdendo toda sua fortuna e sua vida.

Artemis tem 12 anos e um único objetivo, retornar a família a sua antiga glória. E para fazer isso ele fará a única coisa que consegue imaginar é roubando o ouro das fadas. Assim sendo, ele bola um plano para capturar uma fada e receber o ouro pelo resgate dela, afinal, as fadas fariam o possível para impedir que a humanidade descobrisse sobre sua existência.

O que ele não contava era com a capitã Holly Short, a fada que ele capturou.

Holly é a capitã da LEPrecon, e ela precisa fazer o ritual para pegar sua magia de volta. É nesse momento que ela é capturada e levada para a casa de Artemis. E é então que as coisas acabam indo para o brejo.

O livro é curto, apenas 288 páginas, com uma diagramação deliciosa e uma narrativa maravilhosa. É, com certeza, uma das minhas sagas favoritas e estou super feliz que poderei reler os 6 livros que tenho em casa para poder ler os 2 últimos.

5/5 estrelas e favoritado.

PS: Quero dizer que espero que as postagens de maio aconteçam nos dias programados, já estou utilizando esse feriado prolongado para adiantar as leituras. Peço humildes desculpas pelo atraso nessas duas últimas postagens…

Excalibur

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Sinopse: Neste terceiro volume da série, iniciada com O rei do inverno e O inimigo de Deus, o escritor imerge o leitor em uma Britânia cercada pela escuridão. E apresenta os últimos esforços de Artur pra combater os saxões e triunfar sobre um casamento e sonhos desfeitos. Excalibur mostra, ainda, o desespero de Merlin, o maior de todos os druidas, ao perceber a deserção dos antigos deuses bretões. Sem seu poder, Merlin acha impossível combater os cristãos, mais perigosos para a velha ilha do que uma horda de famintos guerreiros saxões. O livro traz vívidas descrições de lutas de espada e estratégias de guerra, misturadas com descrições da vida comum naqueles dias: longas barbas servindo como guardanapos, festivais pagãos, com sacrifícios de animais, e pragas corriqueiras, como piolhos. Tendo por narrador um saxão criado entre os bretões, Derfel, braço direito de Artur, Excalibur acompanha os conflitos internos de Artur, recém-separado da esposa, mas ainda apaixonado por sua rainha. Atacado por velhos inimigos, perseguido por novos perigos. Mas sempre empunhando a espada Excalibur, um dos objetos de poder legados aos homens pelos antigos deuses dos druidas. Cornwell mostra, ainda, como as ameaças vindas de todos os lados acabam fazendo com que Artur se volte para a religião, chegando a batizar-se como cristão. Todos os sacrifícios são válidos para salvar sua adorada Britânia.

Livro escolhido para o item 05. Um livro de uma trilogia ou uma série. Gente… Até que estou conseguindo ler minhas séries! Claro que tem muito mais série começada, mas estou tentando…

Demorei um pouco mais para conseguir terminar esse livro porque ele é um tanto mais lento que A Desconstrução de Mara Dyer – o livro que acabei devorando em dois dias, mas que era pra ler só antes de dormir… -q Auto controle, eu não sei o que é isso. -, mas mesmo assim, foi um livro que me envolveu muito enquanto o lia.

Derfel narra com maestria o clímax da história de Artur. Como ao final ele foi vitorioso contra os saxões, só que novamente foi traído por aqueles que desejavam vê-lo morto. A história de Artur nada mais é do que um emaranhado de vitórias na guerra e derrotas na vida pessoal.

Fiquei muito satisfeita com a forma como o tio Bernard terminou a história de cada personagem com quem Derfel viveu. Chorei mortes e odiei personagens que adorava antes.

Mesmo sendo um livro menos histórico que os outros que o tio Bernard tem costume de escrever, eu gostei muito da forma como a história se desenvolveu, como ele amarrou as pontas com o que acontecia na antiga Inglaterra naquela época.

É claro que a série se tornou mais uma das minhas favoritas, mas, convenhamos, quase tudo que esse senhor escreve se torna favorito para mim… Sou louca pelas histórias que ele conta e pela forma como ele escreve. Não tenho muito o que fazer a não ser agradecer. ❤

4/5 estrelas.

Um Encontro de Sombras

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Sinopse: Kell e Lila estão de volta nesta sequência de Um tom mais escuro de magia Quatro meses se passaram desde que a pedra sombria caíra nas mãos de Kell. Quatro meses desde que seu caminho cruzara com o de Delilah Bard. Quatro meses desde que Rhy fora ferido, que os gêmeos Dane foram derrotados e que a pedra fora enviada com o corpo moribundo de Holland, pelo portal, de volta para a Londres Preta. Em diversos aspectos, as coisas quase voltaram ao normal, apesar de Rhy ficar mais tempo sóbrio e de Kell estar sempre assolado pela própria culpa. Inquieto e tendo desistido dos contrabandos, Kell é frequentemente visitado por sonhos sobre acontecimentos mágicos de mau agouro, acordando apenas para pensar em Lila, que desapareceu no píer como sempre desejara fazer. Conforme a Londres Vermelha finaliza as preparações para os Jogos Elementais (uma competição de magia internacional e extravagante com o intuito de entreter e manter saudáveis os laços entre os países vizinhos), certo navio pirata se aproxima, trazendo velhos amigos de volta ao porto da capital. Mas, enquanto a Londres Vermelha está absorta em bajulações e nas emoções dos Jogos, outra Londres está gradualmente voltando à vida, e aqueles que se pensava estarem perdidos para sempre retornaram. Afinal, uma sombra que se esvai no meio da noite reaparece pela manhã, e tudo indica que a Londres Preta se ergueu novamente. Sendo assim, para manter o equilíbrio da magia, outra Londres deve perecer.

Livro escolhido para o item 01. Um livro com mais de 500 páginas. Este livro contém 560 páginas que foram devoradas em três dias. ❤

Neste livro continuamos com as narrativas intercaladas, porém temos mais narradores além de Kell e Lila. O que de certa forma foi muito interessante porque estava super curiosa para ter mais informações sobre alguns personagens… Não vou entrar em detalhes porque não quero dar spoilers…

Acompanhamos Kell na Londres Vermelha, tentando reencontrar seu equilíbrio após todos os eventos de Um Tom Mais Escuro de Magia, sendo que agora ele começa a perceber os efeitos de todas as escolhas que tomou durante o primeiro livro.

Conhecemos um pouco mais sobre a família Maresh e como os irmãos interagem entre si – principalmente após a vinculação entre as almas deles – e também somos apresentados ao capitão de Lila.

Alucard foi um dos personagens mais magníficos que tive o prazer de conhecer. Inicialmente pareceu que ele seria uma versão masculina da Mary Sue – uma personagem sem nenhum defeito e todos os poderes, desejada por todos -, só que ele é, na verdade, um personagem bem profundo. Fiquei muito satisfeita em ler sobre ele e conhecê-lo melhor.

Uma coisa que aconteceu durante a leitura deste livro é que eu ri bastante. A história em si não é engraçada, mas eram tantas situações inusitadas e hilárias que eu me diverti bastante lendo sobre as peripécias dos personagens.

5/5 estrelas e favoritado.

Um Tom Mais Escuro de Magia

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Sinopse: Kell é um dos últimos Viajantes — magos com uma habilidade rara e cobiçada de viajar entre universos paralelos conectados por uma cidade mágica. Existe a Londres Cinza, suja e enfadonha, sem magia alguma e com um rei louco — George III. A Londres Vermelha, onde vida e magia são reverenciadas, e onde Kell foi criado ao lado de Rhy Maresh, o boêmio herdeiro de um império próspero. A Londres Branca: um lugar onde se luta para controlar a magia, e onde a magia reage, drenando a cidade até os ossos. E era uma vez… a Londres Negra. Mas ninguém mais fala sobre ela. Oficialmente, Kell é o Viajante Vermelho, embaixador do império Maresh, encarregado das correspondências mensais entre a realeza de cada Londres. Extra-oficialmente, Kell é um contrabandista, atendendo pessoas dispostas a pagar por mínimos vislumbres de um mundo que nunca verão. É um hobby desafiador com consequências perigosas que Kell agora conhecerá de perto. Fugindo para a Londres Cinza, Kell esbarra com Delilah Bard, uma ladra com grandes aspirações. Primeiro ela o assalta, depois o salva de um inimigo mortal e finalmente obriga Kell a levá-la para outro mundo a fim de experimentar uma aventura de verdade. Magia perigosa está à solta e a traição espreita em cada esquina. Para salvar todos os mundos, Kell e Lila primeiro precisam permanecer vivos.

Livro escolhido para o item 27. Um livro que alguém te deu. Este livro em específico foi o resultado de uma aposta que eu fiz com a Nath. ❤

Devo dizer que me decepcionei um pouco com o livro, porque ele é mais lento do que eu imaginei que seria. O que quero dizer com isso é, a tia Vic fez um ótimo trabalho detalhando cada uma das Londres, das diferenças entre elas, explicando sobre o estilo de magia dos Antari, descrevendo as motivações do Kell… Mas tudo isso foi feito de tal forma que me cansou um pouco. Foi muito detalhado, como se ela realmente quisesse explicar o mundo inteiro antes de começar a história.

Não foi um modo fluido de começar…

Tirando este fato, OBVIAMENTE me apaixonei pelo Kell. Ele é um idiota que está ativamente procurando por problemas, só que é o estilo de idiota que eu gosto mesmo ele sendo um pouco burrinho, me lembrou vagamente o Percy Jackson da primeira saga. Pronto para destilar um pouquinho de veneno nas pessoas que o provocam, orgulhoso, com uma dose excessiva de confiança e muito tapado para ver quando está sendo enganado. E eu mencionei que ele é ruivo? *3*

Já a Lila… Bem, não posso dizer que ela me incomodou, mas também não me conquistou. Ela foi uma personagem muito… meh. Tanto fazia se ela estivesse ali ou não. Tudo bem que se ela não estivesse ali o Kell provavelmente teria morrido algumas vezes, mas, bem, isso faz parte.

A história em si é muito interessante! Um universo em que quatro mundos compartilham uma mesma cidade, em que a magia existe e é tratada de diferentes formas de acordo com o estilo de cada mundo… Achei muito interessante mesmo! E, devo dizer, que fiquei muito curiosa para ver a tal da Londres Preta.

Outra coisa que me deixou meio impressionada (?) foi ver que todo o problema que foi criado nesse livro se resolveu nele. Cheguei ao final e estava esperando aquele gancho maravilhoso para o segundo livro e… Não teve. Foi um final fechado e conciso. Tudo bem que eu vou ler a continuação no matter what, mas fiquei meio chateada com a falta de gancho para o próximo livro.

4/5 estrelas.