E que venha 2018!

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Este ano o desafio é um pouquinho diferente: são 40 tópicos, mas cada integrante pode escolher 30 para cumprir até o final do ano.

A realidade é que estou desanimada com o Desafio de Leitura. Bem, não com o desafio em si, mas com as pessoas com quem tenho feito o desafio. Só que esses problemas são muito pessoais e meio que não interferem tanto assim com o Desafio, então vamos participar por mais um ano.

E, considerando que foi o motivo pelo qual criei esse blog, acho que nem toda a experiência foi ruim assim, não é mesmo? 😉

Este ano de 2018 me comprometi com uma meta de leitura oficial de 50 livros. 50 é um bom número, 8 a mais que o desafio oficial do ano passado, e acho que será o suficiente para que eu possa conciliar trabalho, estudos e lazer.

Ainda não sei exatamente como será a minha rotina este ano que se inicia, mas o meu grande objetivo é cuidar mais de mim. Com pensamentos mais positivos, atitudes mais positivas.

Preciso ativamente procurar melhorar cada vez mais.

Então é isso! Que venha mais um ano recheado de resenhas, livros, contos, filmes, trabalho e estudo!

Um feliz ano novo para todos nós! ❤

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Decisões

Jano

Frente à duas portas, dois caminhos ou duas faces é impossível seguir adiante a não ser que uma escolha seja feita. Muitas vezes acreditamos saber o que há em nosso futuro e tentamos ao máximo alcançá-lo sem realmente escolher.

Jano, o deus das escolhas, possui dois rostos, um sobre cada ombro, e não pode realmente conversar conosco a não ser que escolhamos um de seus lados para nos guiar. E o fato de se escolher um dos lados, um dos rostos, implica em abrir mão do outro.

Como em um labirinto, cheio de corredores que podem – ou não – nos levar ao mesmo lugar, precisamos seguir nossos instintos, nossas vontades, nossos planos. Escolher aquele caminho que nos levará ao nosso destino – da forma mais rápida, mais segura, mais fácil, não importa, desde que cheguemos ao destino.

Acontece que, hoje, preciso see the bigger picture, preciso tomar uma decisão. E é uma decisão que me dói um pouco no peito, mas que deve ser tomada.

Quero dizer que adoro o blog. Pode parecer tolo, mas adoro escrever minhas resenhas, deixar claro as minhas opiniões. Aqui é meu refúgio, onde posso escrever tudo o que eu quiser sem medo do que o universo vai pensar de mim e das minhas unpopular opinions.

E, por mais que eu sonhe em ter parcerias, em poder ler o quanto eu quiser, não é a minha prioridade. Aqui é meu lugar de lazer, não de trabalho.

Isso não é um adeus, veja bem, não vou deixar de lado essa plataforma que tanto me ajudou nesses quase dois anos de existência. É só uma, não sei, tentativa de explicar minha escolha?

Não posso me ater ao compromisso de postar 4 vezes por semana. Simplesmente não posso. Não estou tendo tempo para ler porque preciso me dedicar mais aos estudos. Tenho provas extremamente concorridas agora no final desse ano e preciso estudar. E se eu mantiver o esquema de 4 postagens por semana não consigo me dedicar aos estudos – porque tenho que ler algo para postar aqui – e nem às leituras – porque me sinto mal por não estar estudando mais.

Talvez eu poste duas vezes por semana, ou uma vez por semana, mas não deixarei o blog morrer, isso eu prometo.

Então… até a próxima!

Amarras

Depois de algumas semanas de postagens consistentes quatro vezes na semana, venho aqui explicar e desabafar um pouco o que aconteceu nesses últimos dias.

Já comentei que estou na faculdade, estou neste exato momento (12/07) há um dia da minha última prova e mais do que pronta para dar por encerrado este momento da minha vida.

Acontece que eu nunca imaginei que seria tão difícil me livrar destas amarras.

Estudo em uma faculdade que não preza o aluno de forma alguma. Tudo bem que perdi uma matéria e acabei precisando atrasar minha formatura em seis meses, mas a burocracia da faculdade para que eu consiga solicitar a minha ata de conclusão de curso e, assim, poder me formar e dar entrada no CRM é tanta que já perdi as contas de quantas noites mal dormidas ou insones tive neste mês. A cada dia que se aproxima mais a data da última prova, parece que o mundo está desabando nos meus ombros.

E não é somente a faculdade!

Ah, não. Ainda tem a imobiliária que está tentando me enlouquecer ativamente. Os valores que estão cobrando para pintar o apartamento para a entrega dele são absurdos, as exigências, as encheções de saco… Ainda me inventam uma conta que eu tenho que pagar, mas que eles não levantam um dedo para consegui-la para mim ou para checar se a mesma já foi paga. E não, não é uma conta que eu consigo pegar sozinha, pois está no nome do dono do imóvel.

Diante de todos os problemas que estou passando para conseguir voltar para minha Goiânia, para poder encerrar um período da minha vida e dar início a outro… Estou oficialmente desgastada. Sinto como se nada fosse dar certo.

Sei que não é exatamente assim e acredito que as coisas se resolverão mais facilmente do que imagino, só que isso não impede o desespero e a ansiedade de me dominarem.

E, como já estou de mudança de volta para a civilização, acabei mandando tudo e mais um pouco através do meu pai para casa. O que significa que os livros foram os primeiros a ir. E isso também explica o motivo da falta de postagens.

Participarei da MLI 2017 e tentarei me redimir. Espero que não desistam de mim. ❤

E que eu me liberte logo!

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13 Reasons Why

O TEXTO DE HOJE TERÁ GATILHOS (TRIGGERS) PARA ESTUPRO E SUICÍDIO, ALÉM DE CONTER SPOILERS SOBRE A SÉRIE. SIGAM POR SUA CONTA E RISCO.

POR FAVOR CUIDEM-SE, OK?

13 reasons why

Hoje quero conversar com vocês sobre 13 porquês e não acho que será algo que todos devam ler. Então, caso qualquer um de vocês que me acompanham tem algum problema de ansiedade, saibam que este texto terá TRIGGER ESTUPRO E SUICÍDIO. E, para aqueles que ainda não assistiram a série, terá spoilers.

E eu realmente sinto muito por isso.

Sinopse: Ao voltar da escola, Clay Jensen encontra na porta de casa um misterioso pacote com seu nome. Dentro, ele descobre várias fitas cassetes. O garoto ouve as gravações e se dá conta de que elas foram feitas por Hannah Baker – uma colega de classe e antiga paquera -, que cometeu suicídio duas semanas atrás. Nas fitas, Hannah explica que existem treze motivos que a levaram à decisão de se matar. Clay é um desses motivos. Agora ele precisa ouvir tudo até o fim para descobrir como contribuiu para esse trágico acontecimento.

Inicialmente tive muitas razões para não assistir a essa série. De forma alguma quero me colocar como alguém superior aos outros ou nada nesse sentido, mas eu não tenho nenhum problema com ansiedade – ao menos não com esses gatilhos que são explorados na série. Convivo com pessoas que sofrem desse mal e sei o quanto esses assuntos podem causar maus momentos.

Então pode-se dizer que em primeiro lugar havia essa questão. Não é porque eu não sofra com esses gatilhos que eu deva me sujeitar a assistir a um seriado que os mostre tão claramente – e tão sem avisos prévios. Chegarei a esse ponto mais pra frente.

Em segundo lugar… Eu já tenho uma tendência a não participar do que é tendência. Assisto aos filmes indicados ao Oscar depois que eles já foram premiados, assisto seriados depois de anos que estão fazendo sucesso, e leio livros muito depois que todos pararam de falar sobre eles. Essa sou eu. A diferentona. A questão é que eu sempre crio muita expectativa e acabo tendo muitas decepções por conta disso, então eu sempre espero. Eu espero até o pessoal deixar de falar para eu poder criar minhas próprias opiniões sobre aquilo.

Só que não consegui fazer isso com 13 Reasons. Sim, fiquei curiosa. E como uma grande amiga disse: “A curiosidade macabra sempre moveu o mundo”. É por isso que quando há acidentes, brigas ou qualquer problema assim, o local enche de curiosos, todos filmam, tiram fotos, assistem. É a curiosidade macabra, é o mórbido.

É saber que aquilo não aconteceu com a gente.

E assim comecei a assistir o seriado.

Eu sei que nos dias de hoje há muitos tópicos que ainda são tabus que precisam ser discutidos, é preciso falar sobre eles. Quanto mais falamos sobre um assunto, mais tiramos o estigma sobre ele.

Mas isso não quer dizer que todas as formas de se conversar sobre o assunto são adequadas.

Para uma pessoa sem nenhum tipo de problemas, que vive de bem com a vida 100% do tempo, que não tem tendências depressivas, crises de ansiedade ou ideações suicidas, esse texto, a preocupação com os avisos de gatilhos (trigger warning) pode ser tomado como só mais uma reclamação da geração mimimi. O livro, o seriado, o filme, aquela piada, aquele jogo… Nada disso é pra você. Isso não vai afetar a sua vida.

Acontece que existem pessoas que sofrem desses problemas, que um comentário maldoso abre espaço para toda uma enxurrada de mal estar, e que pra essas pessoas esses avisos são importantes.

E mais importante do que tudo isso é a EMPATIA. Não é porque você não tem problemas com isso que ninguém vai ter problemas com isso. Tire os olhos do seu umbigo e perceba que há outras pessoas diferentes de você que precisam de um tratamento diferente frente a vida. Não por essas pessoas serem melhores ou piores que você, mas sim porque elas são diferentes.

E esse seriado não é pra todo mundo.

Falar sobre suicídio é algo necessário. É preciso mostrar ao mundo e, principalmente àqueles com ideações suicidas, de que podem falar sobre isso. Podem pedir ajuda, que não vamos julgá-los.

O seriado não faz isso.

Durante os 13 episódios que compõem o seriado há a visão da Hannah sobre o que acontece em sua vida – e isso é fantástico! O que muitas vezes todos nós deixamos de perceber é que cada pessoa tem a sua forma de perceber o ambiente ao seu redor, que uma situação para mim não é a mesma situação para meu amigo, meu namorado, minha família.

Só que Hannah, ao gravar as fitas explicando os motivos de sua escolha, tira a culpa de si e a transfere para aqueles 13. Em momento algum ela assume a responsabilidade da sua escolha. Até mesmo na última fita, quando ela finalmente vai pedir ajuda, ela culpa o conselheiro da escola que não foi atrás dela, que não tentou impedi-la de tomar a pior decisão de sua vida.

Bullying é um assunto sério, é uma realidade desde que o mundo é mundo. Porque o ser humano é capaz de coisas muito baixas para se sentir melhor. E, por mais que para mim não tenha sido tão significativo assim – além de ter causado sérios problemas de auto-estima -, para outras pessoas é simplesmente demais.

Escutamos diariamente histórias de crianças e adolescentes que tiram suas próprias vidas por sofrer bullying, isso quando não acabam criando os piores momentos da história da educação e saem atirando em todos dentro da escola para poder se livrar desse sentimento ruim.

As duas situações de estupro que acontecem na história do seriado foram simplesmente chocantes. Chocantes por terem sido cometidas pela mesma pessoa. Chocante por todos que ouviram as fitas terem encobrido os fatos. Chocante por você perceber que aqueles estupradores que possuem condições – contatos, dinheiro, poder – não receberem a punição devida.

É ver que todos AINDA culpam a vítima.

“Você havia consentido e mudou de ideia”, “você não disse não”, “você estava bêbada”, “você estava na jacuzzi de calcinha e sutiã”. Todas frases que Hannah escutou. Todas frases que tantas Hannahs, Jessicas, Marias, Joanas escutam todos os dias. É tão revoltante, é tão assustador saber que nós nunca estaremos seguras.

E ainda assim seguimos com nossas vidas, com nosso dia a dia, fingindo que tudo está bem, que não temos medo de andar por ruas escuras, que dirigir pela cidade de noite sozinha não é assustador.

Enfim.

O seriado tem gatilhos desde o primeiro episódio. Seja pelo bullying, seja pelo fato de escutarmos a história de uma garota morta. Honestamente acho que a Netflix falhou com sua falta de avisos. O primeiro aviso de cenas fortes é no episódio 9, quando Hannah conta sobre o estupro da Jessica. Mas alguns episódios antes a mãe de Clay descreve como Hannah tirou sua própria vida.

E ainda há a inconsistência sobre os avisos. No episódio do estupro da Jessica há aviso, mas no episódio do estupro da Hannah não há. Faltou cuidado e tato para a divulgação do seriado, para o público alvo do mesmo.

O seriado em si é voltado para aquele público mais jovem, os adolescentes, as pessoas que estão passando exatamente por esse momento, o ensino médio. Não quero dizer que todo adolescente é influenciável e que um seriado que trata sobre esses assuntos fará com que todos tomem a decisão de escolher a “saída mais fácil”.

Mas existem aqueles que estão passando por exatamente essas coisas, pelo bullying, pelos estupros, pelas escolhas erradas. E dentre esses, há aqueles que sofrem de ansiedade, sofrem de depressão, têm ideações suicidas.

Para esses, um seriado que romantiza o suicídio, que não só descreve mas MOSTRA exatamente como a personagem se suicida… Ainda mais quando a mídia está fazendo sucesso… Para esses, o seriado não faz bem.

Ele não aponta formas para lidar com o assunto, pelo contrário, todas as personagens assumem que o suicídio é uma escolha plausível. Alex até mesmo fala isso para Clay em um dos primeiros episódios.

Ele mostra uma realidade em que não vale a pena procurar ajuda, porque não vai adiantar mesmo. Porque é isso que Hannah mostra. É a verdade para ela.

Só que não precisa ser a realidade para todos.

Para aqueles que chegaram até aqui, só posso dizer que se precisarem conversar, sobre qualquer assunto que seja, eu estou aqui. Mas se uma (des)conhecida que publica textos na internet sobre seriados, filmes e livros não for o que você está procurando ou precisando, não deixe de procurar ajuda.

Entre em contato com o Centro de Valorização da Vida, converse com sua família, amigos, peça ajuda a um profissional capacitado.

Só não tome a pior decisão da sua vida.

Happy New Year!

Muito atrasado, mas quem liga?

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Hoje, último dia do primeiro mês de um novo ano.

Passou da hora de voltar a ativa.

Muito aconteceu do final do ano para cá, e prometo que não farei piadinhas bestas sobre o ano passado viajei, comecei um novo desafio de leitura, comecei o cursinho preparatório para residência e recebi notícias insanas sobre a minha faculdade.

Há, também, muitas boas notícias!

Reencontrei primos que não via há muito tempo e percebi que muito do que não nos dávamos era coisa de criança, problemas irrisórios que não merecem atenção. Redescobri a minha força – e talvez um pouco de paciência – para estudar, aprender coisas novas.

E, principalmente, percebi que não sou ninguém sem meus amigos e família.

Esse primeiro mês veio com tudo, não deu trégua. Trouxe consigo uma ressaca de 2016, mas nada que a gente não consiga sobreviver.

Que ele traga cada vez mais surpresas, que consigamos nos aproximar cada dia mais de nossos sonhos e objetivos.

E feliz ano novo!

PS: O blog fez um ano em janeiro e quero fazer alguma coisa comemorando esse fato, ainda não pensei o que, mas veremos.

PPS: Pretendo retomar as postagens 4 vezes na semana, mas não garanto nada. Tenham paciência com a tia aqui… xD

Contagem Regressiva

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E agora que o término desse ano finalmente se aproxima, acho justo fazer uma retrospectiva dos melhores e piores livros que li.

#1 Sangue na Neve – Jo Nesbø

Foi um livro que me surpreendeu pela sua forma de narrativa inusitada e seu narrador nem um pouco confiável, além de ser o primeiro livro que li do tio Nesbø – e que me causou um amor pelos livros dele.

#2 Alice – Christina Henry

Versão mais insana/steampunk de Alice no País das Maravilhas e que me deixou insanamente pun intended feliz, me lembrando o amor que tenho por esse maravilhoso universo criado pelo gênio Lewis Carroll.

#3 The Lunar Chronicles – Marissa Meyer

Preciso dizer que foi um achado? Desbancou meu preconceito com as releituras dos Contos Grimm/Disney e com o sobrenome Meyer. Já estou mais do que feliz em ter colocado Winter para um dos tópicos do Desafio de Leitura 2017.

#4 A Noiva Fantasma – Yangsze Choo MELHOR LIVRO DO ANO

Ler um livro maravilhosamente bem escrito que abordou o tema dos casamentos fantasma logo após ter jogado Fatal Frame V – que tem, basicamente, esse tema – foi uma diversão sem tamanho e ligeiramente – quase imperceptivelmente – assustador.

#5 Dois Garotos se Beijando – David Levithan

Meu primeiro livro LGBT. Adorei a forma como o Levithan abordou o assunto, sem deixar de todo piegas – ou clichê.

#6 O Orfanato da Senhorita Peregrine para Crianças Peculiares – Ransom Riggs

Fotos antigas, poderes mágicos peculiaridades, monstros e personagens crianças. Tio Riggs tinha tudo para fazer uma saga absolutamente fantástica, absorvente e cativante. E foi o que ele fez! Não importa o que a Editora Intrínseca diga, Orfanato é muito mais chocante que Lar.

#7 As Crônicas do Matador de Rei – Patrick Rothfuss

Tio Pat tem um jeito de usar as palavras que simplesmente te prende ao livro, te impedindo de desviar o olhar – não que eu quisesse fazer isso – e te deixa curioso para saber como Kvothe tornou-se o taberneiro Kote. Nem preciso dizer que NECESSITO do último livro, não é?

#8 O Colecionador de Ossos – Jeffery Deaver

Não imaginei que fosse gostar tanto assim desse livro mesmo tendo adorado o filme, porque geralmente é tanta alteração que a história sofre que muito se perde. Foi um livro dos mais interessantes e que, com certeza, comprova a regra de que o livro é BEM MELHOR que o filme.

#9 Labirinto – A. C. H. Smith

Foi o primeiro livro que li que foi a adaptação para romance do roteiro de um filme. Gostei de ver que há mais cenas do que aquelas mostradas no filme e gostei ainda mais das personagens. Não é exatamente o tipo de livro que gosto, mas a história é maravilhosa e muito concisa, então mereceu suas 5 estrelas.


Pensei seriamente em deixar aqui a lista dos piores livros do ano, mas acho isso, de certa forma, uma injustiça e uma maldade. Tudo bem que é a minha opinião pessoal e que não espero que elas tenham alguma repercussão, mas não há necessidade disso.

Encerro este post com o coração alegre e leve, feliz em ver que, mesmo não intencionalmente, muitas pessoas acharam relevante o que escrevo por aqui. Agradeço de coração a cada um de vocês que seguem o blog e que comentam nas postagens. ❤

E vamos para mais um ano!

Lista de Leitura – Novembro

O plano original era fazer um Book Haul de livros que lerei em novembro, mas como sou uma idiota que não consegue se segurar e simplesmente começa a ler loucamente – vide Harry Potter e a Criança Amaldiçoada que comprei ontem e já o li -q – quero organizar os livros que vou ler a cada mês pra poder:

  1. Ter uma meta mínima de leitura o que vai me ajudar bastante no ano que vem;
  2. Organizar um pouco o blog. Quero tentar fazer as resenhas dos livros à medida que os for lendo, ou seja, o que li em novembro resenhado em novembro e assim por diante mesmo ainda tendo resenhas de outubro para serem postadas; e…
  3. Deixar a minha vida mais organizada. Reza a lenda que se você começar a organizar as coisas que faz, sua vida começa a ficar organizada…

Enfim… Sem mais delongas, estes são os livros que lerei neste mês!

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Já estou lendo Biblioteca das Almas e não existe uma ordem clara na qual ler estes livros, basta que os leia, não é mesmo?

De A Divina Comédia o objetivo é terminar o Purgatório é em verso, por favor, me dêem um desconto… e d’As Crônicas de Nárnia vou ler Príncipe CaspianA Viagem do Peregrino da Alvorada, ficando tanto Céu quanto os dois últimos contos de Nárnia para dezembro.

E, é isso. Essas serão as minhas leituras para este mês! Estou devidamente empolgada…

Ah! Teremos uma mudança no blog a partir de hoje. As postagens deixarão de ser 3 vezes por semana e passarão a ser realizadas 4 dias na semana. Então, a partir de hoje, teremos postagens às terças, quintas, sábados e domingos, assim acredito que consigo gerir melhor a questão das resenhas e contos. Acreditem, tem alguns contos novos pra sair, além de uma fanfic!

E, agora sim, é isso! Espero que tenham gostado das novidades e até a próxima!