Pokémon: Magikarp Jump

Magikarp Jump

Meu Deus! Como esse jogo é gostosinho de jogar! ❤

Acho que já ficou claro para todos que eu sou uma mestra viciada em pokémon, certo? Então, quando recebi o e-mail divulgando o novo jogo oficial da Nintendo para celular, é claro que eu fiquei… Bem, um tanto confusa.

Primeiro porque não entendi o appeal de um jogo em que a Magikarp é o personagem principal e segundo porque eu tinha receio do meu celular não ser o suficiente para jogar o joguinho – assim como não é o suficiente para jogar Pokémon GO.

Demorei muito tempo para começar a jogar, mas, depois de ver o Humilde jogando na casa da Débie-chi, me apaixonei pelo jogo!

Outra coisa que acontece é que eu evito colocar jogos no meu celular, pelo principal motivo de que ele não é lá muito bom ou tem muita memória, porque eu sou uma viciada em jogos de celular no geral. E acabo gastando um bom tempo com isso.

Mas desde que baixei Magikarp Jump minha vida tem sido mais feliz! ❤

O jogo é bem rápido e é free to play, claro que quem quiser gastar um dinheirinho de verdade em dinheiros de mentira para jogar mais fácil e rapidamente, é possível. Eu não estou tendo dinheiro pra gastar com meu vício de World of Warcraft, imagina gastar com jogo de celular… -q

Basicamente o seu objetivo é pular – ou melhor dizendo, cair – o mais alto possível. As disputas são de acordo com a altura em que a Magikarp pula e cada liga se torna ainda mais difícil, o que deixa o jogo não tão repetitivo assim.

Ok, quem eu estou tentando enganar, o jogo é MUITO repetitivo, mas há muitos easter eggs e coisas a se fazer. Eu, por exemplo, gosto de tudo 100% no meu jogo, então estou tentando pescar uma Magikarp de cada padrão que eu conseguir. E agora que saiu a atualização, tem ainda mais padrões e eventos e coisas a conseguir!

Em resumo, é um jogo rápido, simples e fácil, que você não precisa se investir por muito tempo para conseguir realizar os objetivos.

4/5 estrelas, fácil!

E PULA MAIS ALTO, MAGIKARP!

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The Well of Eternity

War of the Ancients 01

Sinopse: Many months have passed since the cataclysmic Battle of Mount Hyjal, where the demonic Burning Legion was banished from Azeroth forever. But now, a mysterious energy rift within the mountains of Kalimdor propels three former warriors into the distant past — a time long before orcs, humans or even high elves roamed the land. A time when the Dark Titan Sargeras, and his demon pawns persuaded Queen Azshara and her Highborne to cleanse Azeroth of its lesser races. A time when the Dragon Aspects were at the height of their power — unaware that one of their own would soon usher in an age of darkness that would engulf the world of…WarCraft.
In the first chapter of this epic trilogy, the outcome of the historic War of the Ancients is forever altered by the arrival of three time-lost heroes: Krasus, the dragon mage whose great power and memories of the ancient conflict have inexplicably diminished; the human wizard Rhonin, whose thoughts are divided between his family and the seductive source of his now-growing power; and Broxigar, a weathered orc veteran who seeks a glorious death in combat. But unless these unlikely allies can convince the demigod, Cenarius, and the untrusting night elves of their queen’s treachery, the burning Legion’s gateway into Azeroth will open anew. And this time — the struggles of the past may well spill over into the future…

E adivinhem quem foi sugada para o maravilhoso universo da lore de WarCraft?

Depois de muita insistência da Nath, comecei – finalmente – a ler os livros que contam a “história por trás da história” do jogo. Bem… Talvez não exatamente a história por trás da história. Talvez o correto seria dizer que é a expansão da história que vemos no jogo?

Acho que já deu pra perceber que eu não sou uma conhecedora da gigantesca lore do jogo, não é mesmo?

Mas o que eu posso fazer? Cada raça e cada classe tem um viés sobre a história e a linha temporal que se segue enquanto joga não é exatamente fixa e linear. Cada jogador pode jogar como bem entender e, convenhamos, são muitos anos de história pra aprender de uma sentada só.

E eis que então temos os livros!

Acho que agora – sim, só agora – vou conseguir entender melhor as coisas que acontecem no jogo. Ou pelo menos assim espero…

E já posso dizer de antemão que esse livro deu um nó na minha cabeça.

Primeiro porque estou na penúltima expansão do jogo – Warlords of Draenor – então é um pouco difícil de dissociar o que está acontecendo agora com a minha personagem para o que estava sendo contado no livro.

E segundo porque a história do livro tem dois momentos. Ela começa depois do encerramento da terceira expansão – Cataclysm – e volta no tempo, para o momento da abertura do portal para as terras demoníacas pela primeira vez. Antes de ler o livro, achei que era a abertura do Dark Portal, acontecimento que se passa na primeira expansão – Burning Crusade -, mas agora que terminei, não tenho tanta certeza assim de que é nesse momento que se passa… -q

Confuso? Com certeza.

Se eu entendi direito a linha do tempo? Não. Talvez eu nunca entenda. Ainda mais com expansões meio que negando as coisas que acontecem no passado.

Argh! Viagens no tempo sempre complicam as coisas!

DE QUALQUER FORMA!

Encontramos Rhonin, Krasus e Broxigar sendo catapultados a um passado longínquo e conhecendo Malfurion, Illidan e Tyrande quando eles ainda são jovens. Malfurion está iniciando seus treinamentos com Cenarius, Illidan começa a forjar um caminho que o levará à glória e Tyrande está se iniciando no caminho de Elune.

E, é claro, Sargeras está fazendo sua primeira incursão ao mundo de Azeroth.

Muitas coisas que acontecem no livro me fizeram perder o fôlego, principalmente perceber que a loucura do Deathwing já estava muito adiantada mesmo tantos anos antes de ele abandonar seu papel de protetor da Terra. Saber que a loucura que toma Neltherion é tão profunda e arraigada a seu ser mesmo num passado longínquo me fez tremer um pouco, para dizer a verdade.

De resto… Muitos personagens fazendo escolhas erradas de vida, provavelmente alterando o futuro de formas impossíveis de serem consertadas.

Estou muito ansiosa para ler o próximo livro, tão ansiosa que talvez exista uma chance de eu abandonar as leituras dos desafios até terminar essa saga. Só tenho medo de acabar sendo completamente tragada pelo universo de Warcraft e não conseguir ler outra coisa enquanto não terminar de ler todos os livros… que são quase infinitos nessa altura do campeonato.

Ah! Devo dizer que o Illidan ainda é uma incógnita pra mim. Gosto dele e realmente espero que ele consiga se redimir de todas as merdas que ele fez em toda a história de Warcraft nessa última expansão – Legion –, mas… Ainda não tenho tanta certeza assim se ele algum dia realmente foi inocente. Consigo entender o que o motiva, mas não concordo nem um pouco com sua teoria de “os fins justificam os meios”.

All in all, foi um livro apaixonante. 4/5 estrelas e que venha o próximo!

PS: Eu sei que falhei dois dias no esquema geral de postagens, mas… a faculdade está fechando o cerco quanto mais me aproximo da data de formar. Então… Tenham paciência comigo, ok? ❤

Nerd Loot

E depois de três exemplares da subscribing box nerd geek brasileira NerdLoot venho dar minha humilde opinião sobre ela.

Nerdloot

Sempre tive vontade de fazer parte dos exploradores – a forma carinhosa como a NerdLoot chama seus assinantes -, mas sempre me faltou verba, então ficava só na vontade. Só que isso mudou quando consegui assinar em dezembro de 2016 e assim mantive a assinatura até fevereiro de 2017.

A qualidade de cada loot varia, é claro, porém sempre conta com no mínimo uma camiseta da NerdUniverse e com itens sortidos sobre o tema. Uma coisa que achei bem legal foi que a NerdLoot traz imagens exclusivas em suas camisetas e pôsteres.

Mas… Honestamente? Na minha humilde opinião, não vale o preço.

Claro, once every blue moon temos duas camisetas por caixa, mas ainda assim, não vale a pena. Pelo menos não para mim.

Meu primeiro loot foi o 16, Beyond the space. Gostei bastante, vieram duas camisetas – uma do Han Solo e a Millenium Falcon, e outra sobre um buraco negro precisei pesquisar, porque não sabia, btw – além de trazer um broche de Star Trek, uma máscara para dormir dos DeathTroopers, um copo do Guia do Mochileiro das Galáxias e o pôster de Guardiões da Galáxia. Se eu fiquei decepcionada com a ausência de Doctor Who? Sim, mas achei o loot interessante.

O segundo loot foi o 17, The Greatest Assassins. Porta copos de Game of Thrones, cada um com uma imagem da morte de algum personagem com uma frase engraçadinha e o Martin rindo no verso; miniatura em metal da máscara do Hannibal Lecter – que eu ainda não sei o que fazer com ela, visto que não há uma forma de expô-la; porta chaves do Kill Bill em mdf e sem imagem – que eu consigo entender que foi por conta de direitos autorais, mas se existe esse problema, porque não outra coisa?; camiseta do Punisher – gracinha! adorei; e um ímã de geladeira do Assassin’s Creed – que eu achei desnecessário e, por mais que seja engraçadinho, deixou a desejar; pôster do Deadpool e o Lobo matando todos os personagens do universo. Foi… triste.

E o terceiro e último loot foi o 18, Time Travelers. Camiseta do De Volta para o Futuro com direito a Exterminador do Futuro e Donnie Darko – ainda não sei o que o coelho faz ali, o que só mostra que tenho que ler o livro e assistir o filme; miniatura da Ocarina do Legend of Zelda – Ocarine of Time – quem não jogou levanta a mão! o/; pôster do Chrono Trigger – acho que esse foi o loot que eu menos conheci as coisas nele… i.i; cadarço do The Flash – PARE DE MEXER COM A LINHA DO TEMPO BARRY; adesivo do Exterminador do Futuro, ele brilha no escuro, mas… meh; e a miniatura da TARDIS em mdf. É um bloco de madeira com um adesivo muito mal colado por cima. Brochante é pouco para descrever meu sentimento sobre essa TARDIS.

Como eu disse… Minha opinião pessoal é que, por mais que a ideia dessa mistery box seja interessante – e OH MEU DEUS! é brasileira -, a realização não é lá das melhores. De novo, consigo entender todos os problemas de direitos autorais e que isso é uma coisa cara, e que se fôssemos conseguir todas as coisas perfeitas como conhecemos iria ser uma coisa absurdamente cara, pra mim – eu, Alessandra de Paiva – não vejo muito sentido em continuar com a assinatura.

Poderia dizer que a camiseta, ao menos, paga pelo resto da caixa, mas… na realidade as camisetas da NerdUniverse vêm com o mesmo problema daquelas que você compra no site deles. Tudo bem, são estampas exclusivas para a NerdLoot, só que a cada caixa os tamanhos variam, a qualidade não é tão regular.

E vem novamente o problema do preço. R$70,00 por si só já é caro, somado o frete, torna-se quase abusivo. Se a caixa viesse pelo preço divulgado no site, diria que sim, a camiseta paga a caixa – afinal as camisetas no site costumam sair por 70 reais quando não em promoção -, somando-se os 30 reais de frete que eu pago, entretanto, torna-se uma assinatura cara e que, convenhamos, não há garantia de que eu gostarei do que vem nela.

Foi uma experiência interessante, gosto dos produtos da NerdUniverse, gostei no geral da ideia da NerdLoot e parabenizo a empresa pelo seu trabalho. Só que para mim, na minha atual conjuntura, não dá.

E eu ainda estou chateada pela TARDIS…

Quem sabe em um futuro em que eu esteja trabalhando e tenha mais condição para procurar conhecer as coisas que vêm na caixa eu volte a ser uma exploradora.

Enquanto isso não acontece…

Adeus e obrigada pelos peixes.

Pokémon Picross

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E encerrando a tríade de jogos de Pokémon em sistema free to play no 3DS que eu tenho, venho falar sobre Pokémon Picross.

Este jogo baseia-se na captura dos pokémons após o término de cada imagem proposta na fase. É necessário descobrir a imagem seguindo as regras, os números dados para cada linha e coluna. Imaginem um sudoku, mas ao invés de colocar-se números, você “pinta” os quadrados nas linhas e colunas para formar a imagem.

Devo dizer se não perceberam pela PÉSSIMA descrição sobre seu funcionamento que foi a primeira vez que joguei algo nesse sentido. Descobri que, por ser um jogo de lógica, é bem interessante, rápido e, acreditem, frustrante.

Cada pokémon tem um poder que o ajuda a desvendar a imagem mais facilmente, seja parando o timer, preenchendo os quadrados ou dando dicas. É um jogo rápido, divertido e desafiador.

E, sim, eu o jogo diariamente.

Assim como Pokémon Shuffle e Pokémon Rumble WorldPokémon Picross possui seu dinheiro, as picrites. Com as picrites – que você ganha sempre que cumpre com os desafios de cada novo pokémon, consegue uma medalha ou termina o desafio diário – você pode abrir novas fases, aumentar a quantidade de “movimentos” que tem, e, também, consegue destrancar as mega-evoluções e o mundo alternativo.

As picrites também podem ser compradas com dinheiros de verdade. O que não entra muito bem na minha cabeça.

O desafio diário te dá, em média 9 picrites no início do jogo e, à medida em que vai chegando na trigésima – e última – fase, você consegue 12 picrites. Cada pokémon dá em média 5 picrites. Então, overall, é muito fácil conseguir picrites durante o jogo. Claro que o jogo torna-se lento, mas não conto isso como um ponto negativo. Honestamente, não quero que ele acabe… -q

É claro que cada nova aquisição é cara. Por exemplo, para abrir uma nova fase, inicialmente, gasta-se 60-90 picrites, enquanto que ao final do jogo gasta-se 230-270 picrites por uma nova fase. O mundo alternativo custa 300 picrites para ser destravado, a mega evolução – e eu realmente espero que seja só a aquisição do mega pencil e não por CADA mega evolução – custa 500 picrites. Como eu disse, torna o jogo lento, porém não impossível de ser terminado.

Outra feature do jogo é que, assim como o Pokémon Shuffle tem fases especiais que aparecem ao se conectar com a internet, em Pokémon Picross aparecem pokémons lendários de tempos em tempos. E quando eu digo de tempos em tempos, eu quero dizer de acordo com o horário mesmo. Tem pokémons que aparecem a cada 10 horas, 20 horas, 40 horas, e que ficam disponíveis por um período de tempo fixo para cada pokémon. Tem pokémon disponível por 1 hora – o que é o mais comum -, mas há outros que ficam disponíveis por 15, 30 minutos. Bate o desespero sempre que a professora avisa que um pokémon lendário foi avistado.

Enfim.

Pokémon Picross é, junto com Pokémon Rumble World, um jogo rápido e que eu jogo ao menos uma vez ao dia. Ao contrário deste, não há muito o que se fazer após conseguir todos os pokémons da fase a não ser aguardar 24 horas para jogar o desafio diário e conseguir mais picrites para abrir uma nova fase.

4/5 estrelas.

 

Pokémon White

E já que amanhã tem lançamento de Pokémon Sun Pokémon Moon HELL YEAH MOTHERFUCKER! Hoje falarei sobre um dos últimos jogos de Pokémon que ando jogando. Pokémon White.

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Honestamente não tive poder de escolha com Pokémon White e com Pokémon Y – que fica para resenha em um outro dia -, porque ambos os jogos vieram no meu bundle of joy quando comprei meu Nintendo 3DS usado. Vieram vários jogos e, dentre eles, estes dois pokémons. Muito provavelmente teria escolhido o Pokémon White mesmo, afinal, dizem por aí que eu só escolho os jogos errados do Pokémon.

Enfim… É um jogo diferente do restante da franquia por alguns motivos.

Primeiramente, achei a progressão de crescimento dos pokémons infinitamente bastante difícil, a quantidade de experiência que recebe-se de cada batalha ganha é praticamente irrisória, tendo muitos fatores que se unem para saber quantos pontos serão ganhos. Por exemplo, se você batalhar um pokémon level 10 que não tem evolução ganha x, mas se batalhar um pokémon level 10 evoluído ganha quase 2x. Acho que por isso colocaram o Audino, porque ele dá uma porrada de experiência.

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Em segundo lugar porque segundamente é feio temos a entrega dos pokémons, ela é feita em sua casa e há dois amiguinhos, o Cheren e a Bianca. Cheren quer ser o melhor e mais forte mestre pokémon *cof* Ash *cof* e a Bianca é meio bobinha, mas se mostra uma pessoa gentil e amigável.

Beleza… Daí, temos o nosso rival! N! Seu menino fofo que eu quero adotar! ❤

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Conhecemos N logo na segunda cidade e temos uma batalhazinha básica. Ele consegue entender o que os pokémons sentem e falam. E eu to shippando ele com a White sim! Mas estou me adiantando…

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Juntamente com N, somos apresentados à Equipe Rocket dessa versão, o Team Plasma – que na minha opinião tem a melhor música de todas E, AINDA POR CIMA, usam armaduras! ❤ – e o seu líder, Ghetsis.

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Ghetsis é uma pessoa estranha e, jogo vai jogo vem, descobrimos que ele é o “pai” de N e o manipulou lindamente para odiar os treinadores e querer libertar todos os pokémons. Mesmo que a cada batalha com nossa personagem ele perceba o amor que une nossa personagem e os seus pokémons. Menino cabeça dura…

Enfim… Metade do mapa é aberto e acessível, até que chegamos à Elite dos Quatro. Lá descobrimos N tendo vencido o Campeão antes que nós pudéssemos fazer isso e o Castelo da Equipe Plasma surge ao redor da Liga! Tudo muito lindjo.

De qualquer forma, depois de vencer o Team Plasma mais legal que Equipe Plasma, e N, temos acesso ao restante do mapa e podemos batalhar novamente a Elite dos Quatro.

Anywho.

Uma coisa que me deixou feliz enquanto buscava as imagens para este post, foi perceber que, assim como todos os outros jogos da franquia, cada personagem que escolhemos tem um nome. O garoto é Black e a garota é White. E como eu disse anteriormente, enquanto jogava tive muita vontade de adotar o N porque ele é fofo e só quer o bem dos pokémons – do jeito deturpado dele, mas é a verdade. Então acabei shippando hardmente minha personagem a partir do momento que pude escolher sexo, sempre escolhi a menina, obviamente com o N. E FOI AÍ QUE DESCOBRI QUE NÃO ESTOU SOZINHA!! ❤

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É muita fanart dos dois juntos! Foi uma descoberta fantástica e que me deixou extremamente feliz. Julguem-me.

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Enfim…

Foi um jogo que me fez ter dor de cabeça e amá-lo ao mesmo tempo. Então, sim, mesmo não tendo mais as jogabilidades – porque a Nintendo retirou a conexão com a internet de seus jogos do Nintendo DS – e perdendo a chance de brincar no mundo dos sonhos dos pokémons, ainda assim este é um jogo que me diverti e não me arrependo de ter jogado. Se me arrependo de algo foi de não ter comprado quando foi lançado…

E agora podemos voltar ao hype da espera pelo Pokémon Moon! Que, btw, eu já comprei e só estou esperando poder atualizá-lo e jogar! ❤

Pokémon Rumble World

E continuando com as postagens sobre Pokémon e seus jogos para 3DS em sistema free to play, temos essa belezinha fofa.

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Pode-se dizer que é a continuação do jogo Pokémon Rumble Blast, um jogo também para 3DS. Em ambos os jogos você toma controle de um pokémon de brinquedo. Enquanto no Rumble Blast o seu pokémon e seu time tem por objetivo vencer Cobalion e a legião de pokémons do mal, em Rumble World voltamos às origens mais puras de pokémon e o seu objetivo é capturar cada pokémon existente nos diversos mundos, acessíveis através de balões.

Assim como Pokémon Shuffle Pokémon Picross aguardem cenas dos próximos capítulos, crianças Pokémon Rumble World é um jogo baixável e free to play, mas é claro que apenas até certo ponto, não é mesmo?

Para se ter acesso aos balões – e assim a novos mundos – você precisa gastar os pokédiamonds que podem ser adquiridos de três formas no jogo. Você pode vencer os desafios propostos pelo Rei da cidade dos Pokémons brinquedo sim, that’s a thingvocê pode consegui-los através do street pass, spot pass ou convidando jogadores aleatórios para sua cidade (uma vez conectando-se na internet de graça e após isso, pagando dez moedas conseguidas deixando seu 3DS ligado enquanto caminha por aí), ou, já imaginaram, pagando dinheiro de verdade pelos diamantes.

A questão de se chamar os coleguinhas pela internet é que nem sempre eles dão diamantes. É claro que sempre aparecem três visitantes e cada um deles tem a chance de te dar um diamante quando são salvos e quando se vence a fase, e que a cada 5 convidados você ganha um diamante, MAS é tão cansativo ficar esperando dar o tempo pra chamar de graça pela internet… SIM, eu sou sedentária a esse ponto. Nem para ganhar algo “palpável” eu fico andando por aí. Julguem-me.

Já estou jogando este jogo há algum tempo e posso dizer, o preço dos balões fica cada vez mais exorbitante e os desafios do Rei cada vez mais difícil, o que é bom, se não o jogo em si perderia a graça com muita facilidade. Só que não são só os balões. Tem também as árvores que te ajudam a capturar os pokémons, a casa dos pokémons para que você possa ter mais dos bichos na sua party, todas as vezes que um pokémon está enferrujado você precisa pagar para que ele volte ao normal e, to top it of, as pedras de mega evolução custam diamante e não dinheiro.

Novamente temos o impasse de quem joga pagando (sempre têm dessas pessoas) para quem não paga. A progressão é infinitamente mais lenta, mas é possível.

Como é um jogo bastante rápido, cada fase variando de 2~4 minutos acabo o jogando todos os dias. Gosto bastante do jogo e estou realmente ansiosa para conseguir todos os pokémons.

4/5 estrelas.

Pokémon Shuffle

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O primeiro dos jogos de Pokémon para 3DS, Android e iOS no sistema free-to-play que eu joguei.

Sendo necessário estar conectado na internet para ser jogado, tem a dinâmica de Candy Crush, sendo que é necessário derrotar os pokémons para dar seguimento ao jogo e, ao derrotá-los, tem-se a possibilidade de capturar os pokémons.

Uma vez por dia pode-se conectar com a internet e receber moedas no jogo. As moedas são peça importante do jogo, visto que para se ter acesso a itens e great balls – quando a pokébola falha – é necessário gastar moedas. Além disso há, nas fases especiais, pokémons que só são liberados mediante pagamento de um valor específico de moedas.

Outro modo de se comprar coisas no jogo são através das jóias. As jóias valem 4000 moedas e são dadas como recompensa por conseguir passar dos níveis de mega evolução e em eventos de captura de pokémons especiais.

Sendo um jogo free-to-play você pensa que não é necessário gastar nada para conseguir capturar os pokémons e seguir adiante. Entretanto, a realidade é um pouco diferente. Quanto mais longe no jogo você está, mais e mais difícil “matar” e capturar o pokémon é. Sendo necessário gastar suas moedas para comprar itens e great ball atrás de great ball. Quando você menos espera já não há mais moedas ou jóias. E se você realmente quer capturar aquele pokémon especial que fica por pouco tempo, prepare-se para gastar um dinheirinho.

Aquele de verdade que você deveria usar para pagar contas.

All in all, é um jogo bastante divertido e rápido. Se você conseguir se controlar e não gastar seus reais dilmas, temers ou golpes, como preferirem você tem uma progressão mais lenta, mas consegue jogar tranquilamente. É o que eu faço.