A Senhora da Magia

As Brumas de Avalon - 01

Sinopse: Em “As Brumas de Avalon”, Marion Zimmer Bradley reconta a lenda do rei Artur, descrevendo os seus esforços para unificar a Bretanha contra a invasão Saxônica, a partir da perspectiva das poderosas mulheres do reino de Avalon e Camelot.

Li esse livro em janeiro desse ano e não sei o que diabos aconteceu, mas não fiz resenha dele… Como não tenho condições de reler o livro para fazer uma resenha mais perfeita, vou escrever sobre o que eu me lembro.

Esse foi o livro escolhido para o item 22. Um livro com uma ótima linha/parágrafo inicial. O parágrafo inicial é o seguinte:

“Em vida, chamaram-me de muitas coisas: irmã, amante, sacerdotisa, maga, rainha.”

O livro conta a história da Saga do Rei Arthur, é mais uma narrativa sobre Arthur, Camelot e os Cavaleiros da Távola Redonda. O grande diferencial desse livro é que ele é contado por Morgana.

Morgana é meia irmã de Arthur, ambos filhos bastardos do Grande Rei Uther Pendragon. Morgana vai para a ilha encantada de Merlin para ser treinada nas artes do druidismo quando ainda é uma jovem linda. Lá ela começa seus treinamentos e se desliga do “mundo real”, vivendo de acordo com os preceitos do druidismo.

Acontece que existe um ritual que ela participará, o ritual do deus chifrudo, em que ela, como sacerdotisa e representando a deusa esposa do deus chifrudo, deverá se deitar com o rapaz vencedor da grande caçada ao veado branco.

Eles se unem sob a luz da lua e não se conhecem, ambos sentindo um poder imenso vindo dos deuses. No dia seguinte, porém, Morgana descobre que o rapaz com quem se deitou é na verdade Arthur, seu meio irmão. Quando eles percebem esse fato, se desesperam.

Creio que foi a partir deste momento que as lendas do amor entre Morgana e Arthur se iniciam.

De qualquer maneira, achei bastante interessante a forma como a história é recontada, pelo poder que Morgana possui e de como esse poder acaba mudando a realidade em que ela se encontra. A magia está presente aqui, de uma forma muito mais intensa do que em O Rei do Inverno, no qual a magia é tratada quase como superstição.

Foi uma leitura interessante e me lembro de ter gostado do que li. Entretanto, como eu já disse, faz muito tempo que li e não tenho certeza sobre os detalhes do livro em si. Sei que nesse primeiro volume um personagem masculino, que imagino ser Lancelot, já foi apresentado.

3/5 estrelas.

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