Tempestade de Guerra

Sinopse: Mare Barrow aprendeu rápido que, para vencer, é preciso pagar um preço muito alto. Depois da traição de Cal, ela se esforça para proteger seu coração e continuar a lutar junto aos rebeldes pela liberdade de todos os vermelhos e sanguenovos de Norta. A jovem fará de tudo para derrubar o governo de uma vez por todas – começando pela coroa de Maven.
Mas nenhuma guerra pode ser vencida sem ajuda, e logo Mare se vê obrigada a se unir ao garoto que partiu seu coração para derrotar aquele que quase a destruiu. Cal tem aliados prateados poderosos que, somados à Guarda Escarlate, se tornam uma força imbatível. Por outro lado, Maven é guiado por uma obsessão profunda e fará qualquer coisa para ter Mare de volta, nem que tenha que passar por cima de tudo – e todos – no caminho.

Demorei uma semana para terminar de ler este livro e quase um mês para juntar a coragem para vir fazer essa resenha.

A saga d’A Rainha Vermelha era uma história para ser perfeita. A temática é interessante, a forma como os poderes são divididos são compreensíveis e aceitáveis como ideia, e as personagens foram bem construídas no primeiro livro. Só que do segundo livro em diante é só ladeira abaixo.

Em momento algum eu tentei dizer que gosto da protagonista desse livro. Muito pelo contrário, eu a odeio. Mare Barrow é a pior protagonista que eu já vi em muito tempo. E simplesmente não consigo acreditar nas escolhas – ou falta de escolhas, na verdade – que ela toma durante toda a narrativa.

O maior problema que Mare enfrenta não é a revolução que ela quer realizar em Norta, mas o fato de que seu grande amor, Cal – herdeiro da coroa, nascido e criado para reinar, mas que sabe que tem muita coisa errada para ser consertada quando ele se tornar rei -, não quer acabar com a monarquia da noite para o dia.

E isso não é nem a ponta do iceberg, minha gente!

Só que eu fiz uma promessa a mim mesma. Eu não vou fazer essa resenha apenas para acabar com esse livro, porque não acho justo que eu fale mal de uma saga que eu claramente não gostei – mas que li só pelo gigantesco plot-twist do primeiro livro – já que tem muitas pessoas que realmente gostam dessa saga.

A verdade é que Tempestade de Guerra é um livro enrolão. São 700 páginas de livro, mas que apenas umas 250-300 são de enredo. As 400-450 páginas restantes são de enrolação. Existem mais narradores neste livro, mas cada narrador passa 50% do seu capítulo remoendo as mesmas palavras, os mesmos problemas que não têm solução. É cada capítulo da Mare ser metade “temos que terminar essa guerra” e metade “Por que você não consegue entender o meu ponto de vista Cal?” sendo repetido over and over again.

Tinha necessidade? Honestamente, não. Mas se essas partes em que cada narrador entra no ciclo vicioso de se repetir infinitamente não existisse, a conclusão do livro não faria sentido.

Não que faça!

Veja bem… Cada personagem já foi previamente construído, tendo evoluído ao máximo durante a narrativa. E nas últimas 50 páginas esses mesmos personagens se desconstroem com uma rapidez que não faz o menor sentido – para os personagens, já que era óbvio que se cada um continuasse como estava, o final desejado não seria alcançado.

Então senti que estava lendo uma grande fanfic mal escrita e mal desenvolvida. O que me deixou muito triste.

Não é porque eu não gosto de um livro que eu quero que ele seja ruim. Não é isso de forma alguma. Eu acho que cada livro tem o seu público-alvo e realmente quero que os livros façam sucesso, porque assim mais pessoas passam a ler, a cultura aumenta e mais livros são traduzidos. Mais pessoas se decidem por se tornarem autores e criar mais conteúdo e assim sucessivamente.

Só que, para mim, o encerramento dessa saga não fez sentido, foi fraco para o tamanho da história criada.

2/5 estrelas.

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Illuminae

Sinopse: This morning, Kady thought breaking up with Ezra was the hardest thing she’d have to do.
This afternoon, her planet was invaded.
The year is 2575, and two rival megacorporations are at war over a planet that’s little more than an ice-covered speck at the edge of the universe. Too bad nobody thought to warn the people living on it. With enemy fire raining down on them, Kady and Ezra—who are barely even talking to each other—are forced to fight their way onto one of the evacuating fleet, with an enemy warship in hot pursuit.
But their problems are just getting started. A deadly plague has broken out and is mutating, with terrifying results; the fleet’s AI, which should be protecting them, may actually be their enemy; and nobody in charge will say what’s really going on. As Kady hacks into a tangled web of data to find the truth, it’s clear only one person can help her bring it all to light: the ex-boyfriend she swore she’d never speak to again.
Told through a fascinating dossier of hacked documents—including emails, schematics, military files, IMs, medical reports, interviews, and more—Illuminae is the first book in a heart-stopping, high-octane trilogy about lives interrupted, the price of truth, and the courage of everyday heroes.

Demorei um pouco para pegar este livro porque eu não fazia ideia sobre o que ele era, mas como as capas e jackets dessa série sempre me chamaram a atenção, e depois de descobrir que amo a escrita do JayJay, acabei apostando em Illuminae e fui lindamente surpreendida!

Estou numa vibe muito ficção-científica ultimamente – os últimos livros que devorei foram ficção-científica – e, sendo bem sincera, tenho os dois pés nesse tema. Adoro acompanhar a narrativa, os universos, os problemas com robôs, andróides e viagem espacial, a descoberta de novos mundos, novas tecnologias… Tudo isso é simplesmente maravilhoso! E dinâmico.

Ainda mais dinâmico quando a narrativa se dá através de documentos.

Quando a narrativa se revela através do apanhado geral de vários documentos – transcrições de áudio e de vídeo, memorandos, e-mails, mensagens – me sinto como uma detetive tendo que prestar atenção nos menores detalhes para conseguir entender o que está acontecendo e como a história se desenvolve.

Sei que é um estilo de narrativa que não é para todos, mas me deleito com ele…

A história é narrada por três frentes: Kady, que se encontra na nave de resgate Hypatia, Ezra, que se encontra na nave Alexander, e AIDAN, a inteligência artificial da nave Alexander. Cada narrador mostra um pouco do que está acontecendo em suas naves, com seus comandos e com a perseguição pela nave Lincoln.

O livro é intenso, você não consegue largar para fazer absolutamente nada. Precisei de toda a minha força de vontade pra deixar o livro na cabeceira da cama e ir dormir pra não perder dias de trabalho…

Foi um início perfeito para uma trilogia de ficção-científica. Pretendo ler ainda este ano a conclusão dessa história com os livros GeminaObsidio.

5/5 estrelas e favoritado.

A Escolha

Sinopse: Quando foi sorteada para participar da Seleção, America não imaginava que chegaria tão perto da coroa – nem do coração do príncipe Maxon. Com o fim do concurso cada vez mais próximo, e as ameaças rebeldes ao palácio ainda mais devastadoras, ela se dá conta de tudo o que está em risco e do quanto precisará lutar para alcançar o futuro que deseja. 
America já fez sua escolha, mas ainda há muitas outras em jogo… Aspen, seu antigo namorado, terá de encarar um futuro longe dela. E Maxon precisa ter certeza dos sentimentos da garota antes de tomar a grande decisão, ou acabará escolhendo outra concorrente.

Se no segundo livro me irritei com o triângulo amoroso, neste acabei me irritando com a indecisão cu doce das personagens.

Os sentimentos de Maxon por America e de America por Maxon são tão claros quanto cristal, mas eles se declaram? NÃAAAAAAO! Pra que juntar toda a coragem necessária pra falar que quer ficar com o príncipe, não é mesmo, America?

Honestamente, as partes mais difíceis do livro eram a America esperando o Maxon provar o amor dele. Ugh!

Pelo menos agora temos um acesso ainda maior às tretas políticas que estão rolando no castelo e no reino. Somos reapresentados à personagens fortes da revolução pacífica, descobrimos que o processo da Seleção não é imune aos jogos políticos e America se mostra uma pessoa mais sensata e corajosa do que o esperado.

A história tomou uma guinada para cima, com tudo para acabar a trilogia de forma perfeita, só que é claro que não era isso que aconteceria, não é mesmo? Não… Precisávamos de um plot twist dos mais mal feitos e de uma resolução ainda mais nas coxas.

Os conflitos – tanto românticos quanto políticos – se resolvem em poucas páginas, sem um aprofundamento em relação a nada e com um final bem ao estilo de fanfic, sem muitas explicações. O famoso “aceita que dói menos”.

Fiquei bem frustrada com o encerramento dessa distopia, não porque ela fosse a melhor das distopias que já li, mas porque ela tinha muita promessa e foi mal executada. Isso me deixa bem triste.

4/5 estrelas.

A Elite

Sinopse: A Seleção começou com 35 garotas. Agora restam apenas seis, e a competição para ganhar o coração do príncipe Maxon está acirrada como nunca. Quanto mais America se aproxima da coroa, mais se sente confusa. Os momentos que passa com Maxon parecem um conto de fadas. Mas sempre que vê seu ex-namorado Aspen no palácio, trabalhando como guarda e se esforçando para protegê-la, ela sente que é nele que está o seu conforto. America precisa de mais tempo. Mas, enquanto ela está às voltas com o seu futuro, perdida em sua indecisão, o resto da Elite sabe exatamente o que quer e ela está prestes a perder sua chance de escolher.

America não é mais aquela mesma garota que foi selecionada no primeiro livro. Ela não teve nenhuma mudança de personalidade e nem foi corrompida pelo Reality Show, não é neste sentido que ela mudou. Ela só não é mais aquela garota indiferente ao jogo que só quer boa comida, ganhar dinheiro fácil para a família e sair ilesa da competição.

Agora ela se importa.

Maxon se tornou mais do que um amigo para ela, o que a deixa 90% do tempo confusa e irritada, além de ter todo o trabalho para lidar com o fato de Aspen ainda ser o soldado que foi designado para protegê-la.

E como o triângulo amoroso me irritou nesse livro.

Não somente porque Maxon é claramente o par romântico dela, mas porque é neste livro que a autora começa a destruir o caráter dele. Numa fútil tentativa de voltar o Aspen para o páreo… Ugh

A parte mais interessante da história continua sendo descobrir mais sobre o que aconteceu com o mundo de A Seleção. E mesmo a America sendo tapada feito uma porta, ela consegue vislumbrar muitos pontos que antes não fazia ideia.

Os ataques à Capital se tornam mais frequentes e a história deveria começa a se tornar um pouco mais obscura, deixando os holofotes da Seleção para mostrar como é o mundo para outras pessoas.

Devorei o livro em tão pouco tempo que acabei comprando o próximo livro… -q

3/5 estrelas.

O Horrível Terça-Feira

Primeiramente gostaria de pedir desculpas pelo sumiço e gostaria de reassumir aqui a promessa de postagens constantes e resenhas interessantes. Como o real motivo para que eu tenha feito essa pausa não é nem um pouco interessante ou relevante, vamos ao que interessa, shall we?

Sinopse: Artur Penhaligon jamais pensou que um dia tivesse que retornar à casa que quase o matou em uma segunda-feira – a casa que contém um reino fantástico e sinistro. Mas o dia seguinte trouxe novos desafios sob a forma de um inimigo chamado Horrível Terça-Feira.
Ele ameaça a segurança da família de Artur e de seu mundo. Para salvá-los, o jovem deve recuperar a Segunda Chave, que está em poder do Horrível Terça-Feira. Desta vez, Artur terá que roubar um Navio de Sol, sobreviver a um estranhíssimo campo de trabalhos forçados, fazer amizade com um espírito e lutar contra os Nadicas.
E, depois disso tudo, ainda terá que se aventurar pelas assustadoras Regiões Distantes para a batalha final. Os riscos são muitos. E o tempo está passando…

Continuamos acompanhando a história de Artur enquanto mais um dia se passa e mais um pedaço do testamento deve ser encontrado para que ele possa se tornar o Senhor das Chaves do Reino e, assim, Senhor da Casa.

Acontece que Artur já não tem mais os mesmos poderes do primeiro livro, porque ele abriu mão da Chave de Segunda-Feira para poder voltar ao seu mundo e viver uma vida normal – como ele ainda não conseguiu entender que a sua vida normal só está disponível durante um dia da semana, não sei dizer, mas ele ainda se impressiona quando recebe convites dos outros dias da semana…

Devo dizer que por mais que este livro seja divertidinho de se ler – como praticamente todo livro infanto-juvenil o é -, ele ainda deixa muito a desejar em vários sentidos. Por exemplo: Artur passou pelos mais diversos problemas para conseguir derrotar o Segunda-Feira, mas passa mais da metade do livro reclamando que terá que derrotar o Terça-Feira. Senti como se a personagem não tivesse evoluído nem um pouquinho desde o primeiro livro e tenho medo de que continue assim pelos próximos.

A história em si também é repetitiva, mesmo que cada Dia tenha sua personalidade e sua forma própria de agir. Basicamente Artur passará uma semana lutando com os Dias para poder seguir com sua vida pacata.

Também achei este livro um tanto mais chato que o primeiro, o que mostra uma de duas possibilidades: 1º a escrita do Garth Nix vai decaindo com o tempo ou 2º eu estou superando a minha paixão pelos livros infanto-juvenis. -q

De qualquer forma, como eu disse, foi um livro divertido de ser lido, rápido e que não senti como se tivesse jogado meu tempo fora.

3/5 estrelas e veremos o que A Quarta-Feira Submersa trará para mim…

PS: Como ainda tenho livros de junho para poder resenhar e já estamos na metade de julho, as postagens essas semanas serão diárias ou quase isso. Novamente peço desculpas pelo abandono… ❤

Sombra e Ossos

Sinopse: Alina Starkov nunca esperou muito da vida. Órfã de guerra, ela tem uma única certeza: o apoio de seu melhor amigo, Maly, e sua inconveniente paixão por ele. Cartógrafa de seu regimento militar, em uma das expedições que precisa fazer à Dobra das Sombras – uma faixa anômala de escuridão repleta dos temíveis predadores volcras –, Alina vê Maly ser atacado pelos monstros e ficar brutalmente ferido. Seu instinto a leva a protegê-lo, quando inesperadamente ela vê revelado um poder latente que nunca suspeitou ter.
A partir disso, é arrancada de seu mundo conhecido e levada da corte real para ser treinada como um dos Grishas, a elite mágica liderada pelo misterioso Darkling. Com o extraordinário poder de Alina em seu arsenal, ele acredita que poderá finalmente destruir a Dobra das Sombras.
Agora, ela terá de dominar e aprimorar seu dom especial e de algum modo adaptar-se à sua nova vida sem Maly. Mas nesse extravagante mundo nada é o que parece. As sombrias ameaças ao reino crescem cada vez mais, assim como a atração de Alina pelo Darkling, e ela acabará descobrindo um segredo que poderá dividir seu coração – e seu mundo – em dois. E isso pode determinar sua ruína ou seu triunfo.

Livro escolhido pelo Rique para a minha leitura do mês de junho pelo projeto The Living Book Jar.

Devo dizer que este livro foi um achado! Já me embrenhei na história logo nos primeiros parágrafos, adorando entender como a magia funciona no mundo de Ravka e me deleitando com os paralelos com a Rússia. Anastasia sempre foi uma das “princesas Disney” da minha infância – e eu sei que ela é da Fox, tá legal?

A magia, no mundo criado por Leigh Bardugo, é dividida em 3 vertentes: os Etheralki – a ordem dos conjuradores, aqueles que lidam com ar, água, fogo -, os Corporalki – a ordem dos vivos e dos mortos, aqueles que curam e que matam -, e os Materialki – a ordem dos fabricadores, aqueles que moldam os elementos.

Os magos, aqui conhecidos como Grisha, são liderados pelo Darkling, o mais poderosos dos Etheralki e que possui uma história sombria – pun intended – pois foi um Darkling que criou a Dobra das Sombras, um local de pura sombra e que é povoada por monstros, uma terra inóspita no meio do território de Ravka. O poder do Darkling, como o próprio nome indica, é o de conjurar sombras do nada. Além disso ele é um amplificador, o que significa que ele consegue aumentar o poder dos Grisha ao seu redor.

Alina é uma garota que não imagina ter qualquer tipo de poder, ela é descrita como comum, magra e sem talentos. Entretanto, quando ela e seu pelotão estão para atravessar a Dobra das Sombras, é descoberto que ela tem o poder de conjurar a luz. Ela então é forçada a abandonar seu melhor amigo Maly na linha de frente e ir até o palácio para receber seu treinamento como Grisha.

E é então que o clichê de triângulo amoroso aparece e começa a me irritar. Alina é obviamente apaixonada por Maly, mas ele nem nota. E, como já era de se esperar, ela se envolve com o Darkling, de forma que “os opostos se atraem” toma forma por algum tempo. Pelo menos a parte do romance nessa história não toma tanto tempo assim do livro – ela é parte central e que até move a história, mas mesmo assim o livro não trata apenas sobre isso.

Enquanto Alina é treinada para ser a Conjuradora do Sol, começamos a entender melhor o que acontece no país dela, as guerras, os reinos inimigos, o poder dos Grisha. Como a Dobra das Sombras foi criada e o fato de que existe uma forma de destruí-la para sempre.

Honestamente, já ouvi muitas pessoas reclamando deste livro, dizendo que ele não é o melhor trabalho da Leigh Bardugo, mas como um livro inicial, ele foi muito bem construído e me deixou muito curiosa para continuar com essa leitura.

4/5 estrelas e favoritado. ❤

The Master Magician

Sinopse: Throughout her studies, Ceony Twill has harbored a secret, one she’s kept from even her mentor, Emery Thane. She’s discovered how to practice forms of magic other than her own—an ability long thought impossible.
While all seems set for Ceony to complete her apprenticeship and pass her upcoming final magician’s exam, life quickly becomes complicated. To avoid favoritism, Emery sends her to another paper magician for testing, a Folder who despises Emery and cares even less for his apprentice. To make matters worse, a murderous criminal from Ceony’s past escapes imprisonment. Now she must track the power-hungry convict across England before he can take his revenge. With her life and loved ones hanging in the balance, Ceony must face a criminal who wields the one magic that she does not, and it may prove more powerful than all her skills combined.

Devo dizer que este livro foi tudo o que eu precisava que ele fosse depois da minha decepção e revolta com Tempestade de Guerra more on that later… explicarei tudo em detalhes quando (se) eu terminar de ler o livro…: um livro fácil, rápido, bobo e fluido.

The Master Magician encerra a trilogia iniciada com The Paper Magician e continua a história de Ceony e Emery de uma forma, honestamente, já esperada. Ceony está para terminar seu período de aprendizado para se tornar uma maga do papel e o romance entre ela e Emery está a todo vapor.

Com apenas um diferencial: Ceony agora consegue dominar todos os tipos de magia. Um de cada vez, é claro.

E, como não podia ser diferente, ela se joga na frente do perigo mais uma vez, apenas para provar que um raio pode sim cair 3 vezes no mesmo lugar. Porque, pqp, vai ser estabanada e desastrada quando é hora de lutar assim lá longe!

De certa forma este livro, esta trilogia me fez passar alguns momentos de raiva, principalmente porque há fatos não explicados na história que a autora resolveu simplesmente ignorar, como por exemplo o que diabos a Ceony fez na sua luta contra a Lira. Só que, ao mesmo tempo, eu não tinha expectativas muito grandes pra essa história de qualquer forma – não depois que terminei de ler o primeiro livro, for that matter.

Como eu já disse, a leitura foi muito gostosa e rápida, o que serviu para o meu propósito de voltar a postar nos dias certos. Vamos ver até quando isso vai…

3/5 estrelas.

Ah, não mencionei, mas esta trilogia está sendo atualmente publicada no Brasil pela Editora Passaporte.