Wink Poppy Midnight

Sinopse: Um thriller que traz narradores nada confiáveis que vão fazer você duvidar até da sua própria moral. Indicado pela YALSA e pela TeenVogue como um dos melhores livros de ficção jovem-adulta de 2016. Wink é a nova vizinha esquisita e misteriosa, com seus cachos ruivos rebeldes, suas sardas e suas roupas estranhas. Poppy é a rainha do ensino médio, com seu cabelo loiro perfeito, sua beleza estonteante e sua grande habilidade para a manipulação e crueldade. Midnight é o menino doce e inseguro que se vê entre as duas. Wink sabe contar muitas histórias de cor. Ela está ciente de que todas elas precisam de um herói para derrotar o vilão. Poppy não acredita em histórias. Ela acredita acima de tudo, em si mesma e acha que pode conquistar e derrotar qualquer coisa. Midnight até acredita em histórias, mas ele está certo de que nunca vai ser protagonista de nenhuma, mesmo que Wink pense o contrário. Ele não é bom em nada. Poppy é a rainha da escola. Wink é a menina excluída que parece viver em um mundo particular e fantasioso. Midnight é o garoto preso entre elas que se vê obrigado a lidar com as consequências de um trote sombrio. Mas o que realmente aconteceu? Alguém sabe a verdade. Alguém está mentindo. Mas quem?

Acho que esse foi um dos livros mais decepcionantes que eu li na minha vida. Não no sentido que ele tenha sido ruim – pelo contrário, a narrativa e a estória me prenderam de tal forma que o li em apenas um dia -, mas sim pelo fato de que eu esperava mais dele.

Não sei dizer exatamente se foi a sinopse, a capa ou o hype, mas não esperava uma história tão infantil – mesmo com cenas mais erotizadas -, e não esperava que cada narrador fosse tão estranho.

O livro é narrado pelos três personagens e mesmo durante suas narrativas é difícil distinguir o que é real do que é fantasia, o que torna o livro um pouco estranho e com aquela narrativa não linear gostosa.

Como eu disse antes, mesmo não sendo exatamente o que eu esperava, o livro fluiu muito rápido. Infelizmente não existe um aprofundamento de real de nenhum dos personagens, terminei o livro sem realmente sentir empatia por nenhum daqueles narradores.

Foi uma leitura necessária, tendo em vista que estava começando uma ressaca literária e não estava conseguindo ler nada.

3,5 estrelas.

Advertisements

Lifel1k3

Sinopse: From the author of NEVERNIGHT and co-author of the bestselling Illuminae Files comes the first book in a new series that’s part ROMEO AND JULIET, part TERMINATOR, and all adrenaline.
On an island junkyard beneath a cigarette sky, a deadly secret lies buried in the scrap.
Seventeen-year-old Eve isn’t looking for secrets; she’s already too busy looking over her shoulder. The robot gladiator she spent months building is a smoking wreck, and the only thing keeping her grandpa alive was the handful of credits she just lost to the bookies. Worst of all, she’s discovered she can destroy machines with nothing more than her mind, and a bunch of puritanical fanatics are building a coffin her size. If she’s ever had a worse day, Eve can’t remember it.
But when Eve discovers the ruins of a beautiful android boy named Ezekiel buried in the scrap pile she calls home, her entire world is turned upside down. With her best friend and her robotic sidekick in tow, she and Ezekiel will trek across deserts of irradiated glass, battle cyborg assassins, and scour abandoned megacities to save the ones Eve loves . . . and learn the dark secrets of her past.
Even if those secrets were better off staying buried.

Acho que nem preciso dizer aqui o quanto o senhor Jay Kristoff está dominando a minha vida, não é mesmo?

Desde que o conheci através de Nevernight tenho prestado bastante atenção a tudo o que ele faz… Ainda mais depois de descobrir a maravilhosa saga em parceria com a tia Amie Kauffman The Illuminae Files.

Então quando a Amazon me ofereceu comprar na pré-venda LifeL1k3, comprei sem nem mesmo pensar duas vezes. O tio JayJay se tornou um dos autores autobuy da minha vida.

Mas enfim… Este foi o segundo livro lido para a Mega Maratona Feriado Lit e foi uma leitura coletiva com a Nick maravilhosa.

Mesmo amando o trabalho do JayJay, preciso assumir que tenho alguns problemas com a narrativa dele. Seus livros não passam por aquele período de aclimação à narrativa. Ela já começa frenética e cabe apenas a você conseguir acompanhar.

Não sei também se o problema foi ler este livro em inglês – o primeiro livro solo dele que leio em inglês -, mas achei o vocabulário bem difícil… O livro tem 402 páginas e é dividido em 4 partes. Precisei de todas as 100 páginas da primeira parte para me acostumar com os termos e a história.

A narrativa deste livro é muito rápida, com muitas coisas acontecendo ao mesmo tempo. Inclusive fiquei abismada com a quantidade absurda de plot twists que aconteciam quando você menos esperava… Acha que está entendendo pra onde a narrativa vai? AQUI NÃO, MEU AMIGO! Era cada plot twist pra tirar seu chão, que vou te contar…

A vontade que me deu foi de bater no JayJay quando terminei a leitura. O pior é saber que ele lançou esse livro esse ano, sabe-se lá quanto tempo terei que esperar pela continuação. Quando esse post for publicado o JayJay já terá divulgado o título do próximo livro da saga e eu provavelmente estarei surtando.

E mesmo assim preciso assumir que este livro teve problemas. Houve a presença de um personagem que achei completamente desnecessário, houve clichê de ficção científica – robôs que ignoram as três leis da robótica e matam seus criadores -, houve momentos muito enrolados…

Foi uma leitura de dois dias – um para a primeira parte e outro pra terminar o livro -, rápida e fluida – após me acostumar com a narrativa -, e que me deixou muito interessada em continuar a leitura da saga. Foi divertida e me agradou demais!

4/5 estrelas e favoritado.

Obsidio

Sinopse: Kady, Ezra, Hanna, and Nik narrowly escaped with their lives from the attacks on Heimdall station and now find themselves crammed with 2,000 refugees on the container ship, Mao. With the jump station destroyed and their resources scarce, the only option is to return to Kerenza–but who knows what they’ll find seven months after the invasion? Meanwhile, Kady’s cousin, Asha, survived the initial BeiTech assault and has joined Kerenza’s ragtag underground resistance. When Rhys–an old flame from Asha’s past–reappears on Kerenza, the two find themselves on opposite sides of the conflict. With time running out, a final battle will be waged on land and in space, heros will fall, and hearts will be broken.

E adivinha quem encontrou MAIS UMA MARATONA pra participar? Ela mesma, a Louca das Maratonas. ❤ Dessa vez é a Mega Maratona Feriado Lit que começou no dia 15/11 e vai até o dia 20/11 e o objetivo é ler 550 páginas. Obsidio tem 617 páginas. Terminei a maratona com um livro só…

Estava com uma pseudo-ressaca-literária depois que li Fique Comigo e precisei mudar os ares para conseguir deslanchar as leituras – ainda pretendo ler Life L1k3 (em leitura coletiva com a linda Nick), Vengeful Morte no Nilo… Vai dar certo! – e por isso resolvi ler Obsidio.

Para quem não se lembra, The Illuminae Files se tornou uma das minhas sagas favoritas da vida, uma das melhores sagas de ficção-científica que eu já li e que tem a narrativa toda em documentos, que é uma das minhas formas de narrativa favoritas. Considerando que eu terminei a leitura do livro inteiro em 24 horas, posso dizer que foi a melhor escolha que eu poderia ter feito nesses últimos dias.

E se não for pra furar as minhas TBR eu honestamente não brinco.

Aqui acompanhamos mais um par de personagens, Asha Grant e Rhys Lindstrom, enquanto também acompanhamos mais de perto os outros queridos personagens. Temos muitas mudanças de ponto de vista – não que isso seja ruim -, mas que em alguns momentos fica um pouco maçante.

On another note, eu provavelmente leria 500 livros do AIDAN e da Ella discutindo, ou simplesmente se olhando, porque MEU DEUS COMO EU AMO ESSES DOIS! ❤

A realidade é que Obsidio traz uma resolução para todos os problemas criados no decorrer da saga. Isso é absolutamente satisfatório e, mesmo que em alguns momentos pareça muito corrido, é um final que faz absolutamente todo o sentido.

Os personagens têm profundidade – mesmo aqueles completamente secundários -, cada escolha realizada afeta todo o decorrer da narrativa e temos tantos, mas TANTOS plot-twists que, honestamente, não faço ideia de como estou aqui inteira para falar sobre esse livro…

Sim, existem alguns pontos que são obviamente repetidos dos outros livros, afinal, desenvolvimento de personagem não significa que eles não possam cometer os mesmos erros, não é mesmo? Assim como não significa que não aja alguns momentos de regressão. E mesmo esses momentos “repetitivos” fazem sentido durante a trama, são necessários para a história se desenvolver como um todo.

Eu me emocionei com o livro, ri e chorei, fiquei chocada, quis jogar o livro na parede, o abracei em posição fetal e, no final da estória, prometi protegê-lo de todo o mal e de todo o perigo. The Illuminae Files é uma das minhas sagas favoritas. E espero não muito pacientemente que todos possam entrar em contato com ela, principalmente quem gosta de ficção-científica com derramamento de sangue e uma inteligência artificial psicótica.

5/5 e favoritado. Pra vida. ❤

Fique Comigo

Sinopse: Yejide espera por um milagre. Um filho é tudo que o seu marido deseja, tudo que sua sogra consegue pensar, mas a gravidez parece para ela uma realidade distante. Mas, quando a família insiste que seu marido aceite uma nova esposa, Yejide chega ao limite.
Tendo como pano de fundo a turbulência política e social da Nigéria dos anos 1980, Fique comigo é um retrato da fragilidade do amor matrimonial, do rompimento de uma família, do poder do luto e dos laços arrebatadores da maternidade. Uma história sobre as tentativas desesperadas que fazemos para salvar nós mesmos, e aqueles que amamos, do sofrimento.

Minha primeira – e única – caixa da TAG inéditos, que comprei com o código da Lazzulisa. Resolvi experimentar comprar uma TAG porque fiquei curiosa com a caixa Inéditos, mas já tinha uma ideia de que não é meu estilo literário…

E foi assim que tive uma das maiores surpresas desse mês de novembro.

Fique Comigo se passa na Nigéria durante as turbulências políticas, ou seja, como pano de fundo para a história do casal Yejide e Akin, temos um país que está em clima de revolta política.Além disso temos um vislumbre de como a religião tem um papel tão importante na vida dos nigerianos e como as famílias são formadas por ali.

Achei muito interessante ver todas as diferenças culturais que nos é mostrado no livro. E a forma como tudo é tratado, traz uma sensação de normalidade com o que estamos lendo, não é, de forma alguma, estranho de se ler.

Fiquei curiosa em saber como o catolicismo consegue se conciliar com a poligamia, mas tudo isso são detalhes.

O cerne da história se dá no dia a dia de um casal. Das dificuldades enfrentadas por eles e de como elas são vencidas – ou não. Foi uma leitura muito gostosa de fazer, já que os flashbacks são bem distribuídos e as alternâncias de narradores é bem fluida.

É um livro que não tem muitos problemas, não existe nenhuma grande questão a ser resolvida. É o dia a dia de uma família, com todos os problemas que famílias enfrentam.

Infelizmente, mesmo tendo sido uma surpresa, não é um livro que pretendo reler, então já foi de presente pra Isa e eu espero que ela goste muito!

3/5 estrelas.

Geek Love

Sinopse: Geek Love conta a história da família Binewski. Sempre unidos, quase carne e osso, eles viajam pelos Estados Unidos fazendo apresentações para o público com seu show itinerante. Freakshow itinerante, alguns diriam. Isso porque os Binewski decidiram gerar suas próprias aberrações, tomando substâncias tóxicas e radioativas para dar luz à crianças “fora do normal”. Arturo tem nadadeiras no lugar dos membros, Chick é dotado de poderes telecinéticos, Elly e Iphy são gêmeas siamesas e Oly é uma anã albina e corcunda, . Junte esse circo dos horrores com a prosa audaciosa e tocante de Katherine Dunn e pronto. Você tem em mãos um verdadeiro marco da cultura pop, inédito no Brasil, que a DarkSide Books lança em capa dura em uma edição que merece um espetáculo próprio. Lançado originalmente em 1989, Geek Love é um dos livros favoritos de Neil Gaiman. E também de Flea, Kurt Cobain e Terry Gilliam (Os Doze Macacos, Monty Python). Além disso, o romance que narra a história da família de aberrações foi o fenômeno literário que inspirou a edição original do Lollapalooza e a série American Horror Story. E não é para menos: romance mais importante de Katherine Dunn, Geek Love não tem pudores ao questionar o que é belo e feio, bizarro e normal e sagrado e obsceno. Aqui, a autora resgata o significado original da palavra geek: um artista de circo ou de festival, apresentado como feroz ou psicótico, que arrancava a dentadas a cabeça de galinhas vivas. Conforme vamos acompanhando as desventuras dos Binewski pelas estradas do país, inspirando uma devoção fanática que incita a rivalidade entre irmãos e leva todos ao extremo, nos envolvemos com a história e sua montanha-russa de emoções. Ambição e amor, pertencimento e preconceito: os eternos conflitos familiares ganham novas dimensões com os personagens inesquecíveis desse clássico moderno, que mostra o que é possível na literatura — e como ela pode ser poderosa. Cheio de nuances, imaginativo e trágico, Geek Love é o filme que Tim Burton não lançou. Todos nós temos nosso lado freakshow. Não deixe o circo passar.

Comecei a leitura desse livro durante a Creepytober 2018, mas não consegui terminá-la pelo simples fato de que este livro tem uma narrativa mais intensa e estranha do que eu imaginava…

Tiveram muitos momentos durante a leitura que precisei fazer pausas para que conseguisse entender o que estava acontecendo, para conseguir aceitar o que lia e conseguir deixar o estômago tranquilo para continuar a leitura.

Mesmo com o pano de fundo sendo o Circo Binewski, a história não é uma história de circo, como em O Circo da Noite ou O Circo Mecânico TresaultiGeek Love trata muito mais sobre a humanidade, sobre como as pessoas se relacionam e sobre o que é normalidade…

Só que ao mesmo tempo, temos a família Binewski que lida com o uso de drogas durante a gestação dos filhos para ter mutações genéticas e assim poder apresentar verdadeiros “monstros” para as pessoas… E é nesse ponto que o livro se torna estranho e com momentos de embrulhar o estômago.

No geral, o livro é muito bom, com um ritmo de leitura maravilhoso. São só as formas como cada integrante da família Binewski interage entre si e com o mundo ao redor, que trazem uma profundidade e estranheza que tornam a leitura mais difícil do que eu imaginava.

4/5 estrelas.

Casada Até Quarta

 

Sinopse: O contrato de casamento deles previa tudo.. menos se apaixonar.
O primeiro livro da série Noivas da Semana.
Blake Harrison: rico, nobre, charmoso… e precisando de uma esposa até quarta-feira. Para isso, Blake recorre a Sam Elliot, que não é o homem de negócios que ele esperava. Em vez disso, ele encontra Samantha Elliot, linda e exuberante, com a voz mais sexy que ele já ouviu.
Samantha Elliot: dona da agência de casamentos Alliance, ela não está no menu de pretendentes… até Blake lhe oferecer milhões de dólares por um contrato de um ano. Não há nada de indecente na proposta dele, e além disso o dinheiro vai ser muito útil para quitar as contas médicas da família dela. Samantha só precisa disfarçar a atração que sente por seu novo marido e evitar a todo custo a cama dele.
Mas os beijos ardentes de Blake e seu charme inegável se provam muito difíceis de resistir. Era um contrato de casamento que previa tudo… menos se apaixonar. Agora só resta a Samantha proteger seu coração até que o contrato chegue ao fim.

Mais um livro do projeto do Rique, o The Living Book Jar, mas dessa vez eu dei uma roubadinha e escolhi o livro pra ler… porque romance não costuma ser a minha praia e pretendia dar esse livro pra minha Kyun.

Eu honestamente não sei porque continuo insistindo em ler livros de romance puro… argh

É muito difícil, para mim, ler algo que não tem uma história por trás… Nos três primeiros parágrafos do livro já se define a história mais clichê existente. Homem rico e maravilhoso precisa de uma mulher linda e descartável para ficarem casados por um ano e assim receber uma herança. A mulher – claramente ruiva, magra e gostosa – tem necessidade de receber uma bolada para cuidar dos seus problemas financeiros e aceita se casar com o homem. Em meia página eles se apaixonam e demoram mais de 100 páginas pra perceber que são perfeitos um para o outro…

Misture um pouco de drama esperado e tcharans, temos Casada até quarta.

É tão clichê, tão sem enredo, tão apenas cenas e mais cenas de sexo… E tão não pra mim.

Não que o livro seja de todo ruim… Ele tem seus méritos. A escrita da autora é muito boa, te prendendo por todas as páginas do livro e as descrições são muito maravilhosas. Você realmente é transportado para dentro do livro e acaba se envolvendo naquela falta de história.

Infelizmente, mesmo compreendendo que há um grande público para esse tipo de livro, não é algo que me chame a atenção ou que me interesse. Por que então assinei o Estantismo por dois meses? Nunca saberemos…

2/5 estrelas e realmente espero que seja o romance necessário para os momentos de tpm da Kyun. ❤

A Sala dos Répteis

Sinopse: Lemony Snicket é um autor que não pode ser acusado de falta de franqueza. Sabe que nem todo mundo suporta as tristezas que ele conta e por isso – para que depois ninguém reclame – faz questão de avisar: “Se você esperava encontrar uma história tranquila e alegre, lamento dizer que escolheu o livro errado. A história pode parecer animadora no início, quando os meninos Baudelaire passam o tempo em companhia de alguns répteis interessantes e de um tio alto-astral, mas não se deixem enganar…”.Os Baudelaire têm mesmo uma incrível má sorte, mas pode-se afirmar que a vida deles seria bem mais fácil se não tivessem de enfrentar o tempo todo as armadilhas de seu arquiinimigo: o conde Olaf, um homem revoltante, gosmento e pérfido. Em Mau começo ele deu uma pequena amostra do que é capaz de fazer para infernizar a vida de Violet, Klaus e Sunny Baudelaire – e aqui as coisas só pioram.

Precisava de uma pausa na Creepytober 2018 – e estava tentando ler este livro para o desafio de protagonistas crianças do Desafios dos Leitores, porém não consegui terminar a leitura à tempo…

Como segundo livro, achei que o desenvolvimento das personagens está se encaminhando de forma gradual – talvez mais lentamente do que o que eu esperava -, e realmente gostei da forma como o Tio Monty foi apresentado na narrativa.

É no mínimo cômico como o Conde Olaf consegue se disfarçar e tornar-se completamente irreconhecível para os adultos, mas as crianças conseguem vê-lo pelo que ele é.

E, posso dizer com total franqueza, ainda acho a história interessante, mas a narrativa ainda é difícil por estar tão voltada para um público mais jovem. Com certeza gostaria mais dos livros se os tivesse lido quando era mais nova…

De qualquer forma, espero que a saga apresente um crescimento juntamente com os três irmãos, mais ou menos como foi o crescimento de Harry Potter.

4/5 estrelas. E será que consigo ler os treze livros ainda em 2018?