Planeta dos Macacos: A Guerra

Planeta dos Macacos- Guerra

Sinopse: César e seus macacos são forçados a um conflito mortal contra um exército de seres humanos liderados por um Coronel implacável. Depois que os macacos sofrem perdas inimagináveis, César luta contra seus instintos mais escuros e começa sua própria busca mítica para vingar sua espécie. À medida em que a jornada finalmente os coloca cara a cara, César e o Coronel se enfrentam em uma batalha épica que determinará o destino de suas espécies e o futuro do planeta.

Não sei o que aconteceu na minha cabeça. Jurei que tinha postado essa resenha, mas não, estava enganada.

Tudo bem, acontece.

Assisti a esse filme já tem um tempinho e preciso dizer que foi um filme que me agradou bastante.

Não me lembro exatamente dos primeiros filmes lançados não sou tão velha assim, mas acho que o reboot ficou bem interessante. Como eu já disse, adoro saber o que aconteceu, como as coisas chegam ao ponto que chegaram, então aprender sobre como César foi criado, como o vírus se espalhou, como os macacos tornaram-se inteligentes? Foi maravilhoso.

E sim, o James Franco ajudou bastante. ❤

De qualquer forma! Foco, Tifa, foco.

Nesse filme nos deparamos com um César já adulto, velho, ainda liderando a resistência dos macacos e procurando um lugar seguro para viver. E como os humanos não aceitam esse fato e estão preparados para entrar em guerra contra o bando de César.

Achei fantástico a forma como a ciência por trás do filme parece verídica. Me lembrou até mesmo um pouco de The Walking Dead, com esse papo de que todos os humanos sobreviventes são portadores do vírus que deu a inteligência aos macacos. E de como esse vírus sofreu mutações.

Foi bem interessante ver como toda a saga consegue se encerrar de forma a dar uma história que continua, mas que ao mesmo tempo não precisa ser contada. Todos sabemos como a história terminará.

Se eu chorei? Sim, chorei. Mas provavelmente não no momento em que as pessoas normais choraram. Sou dessas que sofre com a morte de personagens secundários e com poucos frames.

Não é exatamente um spoiler. É uma guerra. Pessoas – e macacos – morrem em guerras. Deal with it.

All in all, gostei bastante do filme, mas realmente acho que esse reboot deve se encerrar com esse filme. Já tem todos os ganchos para o que vai acontecer no futuro, não precisamos de nada explícito.

Ou eu não preciso… q

4/5 estrelas.

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Valerian

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Sinopse: Século XXVIII. Valérian (Dane DeHaan) é um agente viajante do tempo e do espaço que luta ao lado da parceira Laureline (Cara Delevingne), por quem é apaixonado, em defesa da Terra e seus planetas aliados, continuamente atacados por bandidos intergaláticos. Quando chegam no planeta Alpha, eles precisarão acabar com uma operação comandada por grandes forças que deseja destruir os sonhos e as vidas dos dezessete milhões de habitantes do planeta.

Tentarei fazer uma resenha spoiler free, porque, afinal, o filme é um lançamento. Eu acho.

Comecei a assistir o filme achando simplesmente fantástico que ele fez o que eu esperava que ele fizesse. Ou melhor, que torcia para ele fazer. Ele explicou exatamente como foi que Alpha, a cidade de mil planetas, veio a existir.

Gente, eu AMO explicações de como as coisas começaram, de como as coisas funcionam. Eu amo explicações! O que é um tanto irônico já que eu amo deixar as minhas histórias em aberto… Então sim! Eu achei simplesmente fantástico explicarem como a “Cidade de mil planetas” veio a existir.

A fotografia desse filme foi fantástica e adorei ver as nuances de cada raça, de cada planeta que os agentes Valerian e Laureline visitaram.

Agora… Sobre os agentes… Honestamente achei a química entre eles inexistente e que os atores pareciam um pouco perdidos em relação aos seus personagens. Ou talvez seja o fato de que os dois atores escolhidos sofram de resting bitch face crônico. Eles ficam com cara de cu durante o filme todo. Geez!

Gostei bastante da Bubble – personagem da Rihanna – e achei que a atuação dela foi muito boa!

All in all, foi um filme divertido que vale a pena ser assistido em 3D mesmo eu não tendo conseguido assistir direito graças aos meus óculos…

3/5 estrelas.

E, sim, estou com 12 horas de atraso, mas tenho corrido bastante com a minha vida. Tenham paciência, ok? ❤

Kill Command

Kill Command.jpg

Porque, afinal, nem tudo é culpa da minha mãe. Meu pai também tem culpa no cartório.

Acho que o maior ponto negativo de se morar fora de casa e passar muito tempo longe é que acabamos fazendo coisas para agradar nossos pais, mais do que o normal.

Só pelo título do filme e da pouca sinopse que tinha no Netflix eu já tinha quase certeza que o filme seria ruim.

Guess what!

Era ruim.

A história do filme é bem batida. Uma empresa começou a desenvolver robôs para substituir os soldados do exército americano e colocou uma inteligência artificial nesses robôs que era capaz de se desenvolver a partir do contato com humanos.

Então eles colocavam os soldados para treinar com os robôs e assim os robôs aprendiam a forma como os soldados combatiam e, em tese, poderiam ser usados em situações de guerra em que agiriam da forma a impedir a maior quantidade de perdas humanas.

Acontece que, obviamente, eles não leram Asimov e os robôs acabaram se desenvolvendo muito além do esperado e começaram a matar todo mundo.

Yay.

Se parece muito com a temática de Exterminador do Futuro e, a bem da verdade, todo filme que envolve inteligência artificial capaz de aprender.

No final da história, além de repetitivo, achei o filme fraco, com atuações ruins por parte dos atores e muita burrice por parte de todos os personagens.

E alguém poderia me explicar como 18 alvos eliminados pode ser considerado como algo ruim para um capitão? Eu achei que o capitão ter matado só 18 pessoas em sua carreira muito pouco para alguém que está no exército.

De qualquer forma, 2/5 estrelas.

Logan

 

Logan

Sinopse: Em um futuro próximo, um cansado Logan cuida do doente Professor Xavier em um esconderijo na fronteira mexicana. Mas as tentativas de Logan de se esconder do mundo e de seu legado são interrompidas com a chegada de uma jovem mutante, perseguida por forças sombrias.

Quando digo que este ano está sendo o ano para quebrar preconceitos e paradigmas, nem eu imaginava que seriam tantos.

Finalmente assisti ao Logan, último filme em que Patrick Stewart e Hugh Jackman atuaram como seus personagens Charles e Logan. E, devo dizer que, me emocionei muito mais do que imaginei que emocionaria com o filme.

Para quem cresceu assistindo aos desenhos e filmes dos X-men, bateu um certo desespero e tristeza em saber que esses atores não mais interpretarão esses personagens, eles são mais do que meros atores – até porque são atores mais do que fantásticos – eles se tornaram seus personagens.

Mas, enfim… Momento tristeza deixado de lado, preciso dizer o motivo pelo qual demorei tanto para assistir ao filme. E voltamos com tudo para o meu problema de ler a HQ.

Quando a Bruna me emprestou a HQ Old Man Logan, que conta a última história sobre o nosso X-men favorito, já imaginei que quando saísse o filme eu não gostaria dele. Afinal, a Fox não tem direitos sobre os outros personagens que aparecem na HQ – Bruce Banner, Hawkeye e outros mutantes – então já esperava que mudassem a história completamente.

E, como já disse e repito, não gosto muito quando os filmes são muito diferentes da história original. E por não gosto muito eu quero dizer que eu odeio essas adaptações.

Então, sim, evitei assistir quando lançou e adiei esse momento o máximo possível, na tentativa de esquecer o suficiente da história original para poder assistir ao filme sem esperar nada.

Acontece que não consegui esquecer, obviamente. Minha mente é simplesmente muito fantástica para guardar os detalhes mais estúpidos das histórias que eu leio agora, medicina que é bom…

E mesmo assim, eu adorei esse filme.

Sim, a história é diferente, não houve a guerra entre os mutantes, não houve divisão dos Estados Unidos entre os mutantes vencedores, não existe um Bruce Banner filho da puta que extorque dinheiro das pessoas que moram no seu lado do país, e não houve assassinato da família do Logan, ou o pedido de ajuda do Hawkeye para encontrar sua filha.

Mas mesmo tendo-se criado uma história completamente nova e diferente da original, ela foi consistente com os personagens, e foi consistente em sua própria narrativa.

No começo achei a ideia de uma filha para o Logan simplesmente demais. Algo muito forçado, ainda mais com o clone e todo o resto, mas… Aí me lembrei que a história inteira de Old Man Logan é baseada na vontade do Wolverine de conseguir dinheiro para salvar sua família das garras dos Banner. E, além disso, há também o desenvolvimento do relacionamento deles.

Afinal, para quem faz experimentos em mutantes colocando adamantium em seu esqueleto, não é muito fora da realidade pensar que poderiam criar mutantes no laboratório, não é mesmo?

All in all, eu ri, eu chorei e eu simplesmente adorei esse filme. 4/5 estrelas.

Resident Evil – The Final Chapter

Resident Evil 6

E depois de algum tempo, vamos encerrar a saga de Alice. E eu realmente espero que este seja o último filme. Cagaram ainda mais a timeline da história com esse filme…

Sinopse: Começando exatamente após os eventos de Resident Evil: Retribuição, Alice (Milla Jovovich) é a única sobrevivente do que era pra ser a última fortaleza da humanidade contra os mortos-vivos. Agora, ela precisa retornar para o local que deu inicio a esse pesadelo, a colmeia em Raccon City, onde a corporação Umbrella está reunindo suas forças para atacar os últimos sobreviventes do apocalipse.

Começamos o filme em Washigton que, se vocês não bem se lembram, foi onde o Wesker levou a Alice após salvá-la da base russa da Corporação Umbrella. Lá ele devolveu os “poderes” da Alice e disse que ela era a única que poderia salvar a humanidade.

Até aí, confiar no Wesker NUNCA é uma boa escolha, então nada diferente do esperado quando ele a traiu. Ponto ruim: Ada Wong e Leon morreram – tecnicamente. Já que APARENTEMENTE só a Alice sobreviveu aos ataques em Washington.

Tudo bem, eu compreendo, ela é a personagem principal e tudo o mais, assim como sei que se ela morrer, bem… Não tem mais filme, não é mesmo?

Só que já ficou chato.

Todos os filmes da franquia partem do mesmo pressuposto. Se não a Alice, quem poderá salvar a humanidade?

E, honestamente, isso já deixou de ser sequer interessante.

Ainda mais com todas as reviravoltas insanas que acontecem para que ela consiga salvar todo mundo no final.

E O QUE É PIOR! Ainda termina deixando em aberto se realmente é o Capítulo Final ou não.

Não, eu não compro a ideia de que a Alice é só mais um clone e que a criança doente era, na verdade, a Alícia sei lá do que. Se voltarem ao segundo filme, TEM A ANGELA! ELA ERA A GURIA DOENTE..!

ARGH!

Essas linhas do tempo são mais complicadas que a do novo X-men. Fala sério.

3,5/5 estrelas.

A Chegada

A Chegada

Sinopse: Quando seres interplanetários deixam marcas na Terra, a Dra. Louise Banks (Amy Adams), uma linguista especialista no assunto, é procurada por militares para traduzir os sinais e desvendar se os alienígenas representam uma ameaça ou não. No entanto, a resposta para todas as perguntas e mistérios pode ameaçar a vida de Louise e a existência de toda a humanidade.

Inicialmente você acha que é um filme triste sobre uma mãe que perde sua filha, que antes da filha morrer, conta toda a história de como conheceu o pai, os planos que tinham, essas coisas. Só que… não é bem assim que funciona.

Louise é a narradora do filme, então podemos esperar que a narrativa não seja assim tão confiável, mas, ainda mais interessante que a não confiabilidade das informações, existe uma não linearidade à narrativa que você só percebe realmente ao final do filme.

Adorei ver como o Hawkeye Ian – a parte científica da operação para descobrir o que os alienígenas querem com a Terra – é um daqueles cientistas fofinhos e idiotas – bem no estilo de Big Bang Theory -, mas fiquei um pouco irritada com o clichê de “apenas a ciência salva”.

Louise, como já disse, é a personagem principal e a narradora do filme, então acabamos vendo tudo pelos olhos dela. E, como ela é a linguista, as maiores descobertas são feitas por ela.

Pela narrativa não linear cheia de memórias que não são exatamente memórias pulsando através da história, fiquei muito confusa em relação a quem seria o pai da Hannah – e quem escolhe o nome do filho por ser um palíndromo?! -, e adorei descobrir, ao final, que na verdade as memórias eram flashes do futuro, porque os alienígenas não tem uma percepção linear do tempo.

Só não consegui comprar a ideia de que as coisas que ela vê sobre o futuro tem uma ligação tão direta com o passado. Eu tenho certeza de que não é exatamente assim que funciona o tempo, não importa quão não linear a pessoa o perceba.

Anywho, foi um filme bem divertido – e um pouco tenso. 4 estrelas.

Resident Evil: Retribuição

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Sinopse: O letal vírus T da Umbrella Corporation continua devastando a Terra, transformando a população global em legiões de desmortos.

A última esperança da raça humana, Alice (Milla Jovovich), desperta dentro do coração da mais clandestina instalação de operações da Umbrella e descobre mais sobre seu misterioso passado, a cada passo dentro do complexo.

Sem um porto seguro, Alice continua a caçar os responsáveis pela contaminação, uma perseguição que a leva de Tóquio para Nova Iorque, Washington e Moscou, culminando em uma revelação que a forçará a repensar tudo aquilo que ela acreditava ser verdade.

Ajudada por novos e velhos aliados, Alice deve lutar para viver o suficiente, até que consiga escapar de um mundo hostil no limite da destruição.

Vamos à retrospectiva? Sim!

No primeiro filme somos apresentados à Alice e a Colmeia, instituição de pesquisa da Umbrella Corporation na qual o T-vírus é criado e onde acontece o primeiro contágio com o mesmo. No segundo filme, conhecemos o criador do T-vírus e o filme se passa em Racoon City, cidade que ficava acima da Colmeia.

Até aí, tudo lindo.

No terceiro filme descobrimos que existem várias localizações subterrâneas da Umbrella, sendo que uma delas nos Estados Unidos continua operacional e pesquisas com o T-vírus são continuadas. Há um local livre de contágio, chamado Arcadia e que fica no Alaska.

No quarto filme, Alice e seus clones estão passeando pelo mundo – como eu não sei – e destruindo cada laboratório da Umbrella que encontram, sendo que o último lugar ao qual vão é no Japão. Dá-se a entender que saindo dos Estados Unidos e indo até o Japão, Alice e seus clones destruiram tudo pela frente. – Menos os zumbis, porque senão não tinha graça, não é mesmo? – Depois de destruir o laboratório no Japão, Alice – sem clones – volta pros Estados Unidos em busca de seus amigos, vai até o Alaska, não encontra Arcadia e resolve descer a costa oeste dos EUA, encontrando sobreviventes em Los Angeles.

Assim, descobre que Arcadia é um navio, mas não qualquer navio, um navio da Umbrella. Porque nada pode ser simples.

E é então que encontramos Alice presa em um laboratório da Umbrella. De novo!

Muitas perguntas vem à minha mente. Ainda existe a Umbrella? A Rainha Vermelha tinha um back-up em algum outro laboratório? Qual o motivo de tanto ódio da Rainha Vermelha em relação aos humanos? Afinal, ela tinha matado todo mundo dentro da Colmeia para impedir o vírus de chegar à superfície. Em que momento ela se tornou, como diria Alice, uma homicidal bitch? Por que colocaram saltos embutidos nas botas que Alice usa nesse filme?

Como podem ver, muitas perguntas, nenhuma resposta. Principalmente para a questão do salto. Vocês não podem imaginar como eu tinha ficado feliz com a escolha de sapatos para Alice. Todos eles muito funcionais, até o uniforme que ela e seus clones usam no quarto filme, ali já tinha salto.

Claro que ver a Ada Wong e o Leon foi interessante. Eles são, afinal, personagens principais dos jogos. Só que a história em si foi tão confusa, tão sem nexo que não permitiu que o filme se tornasse algo tão fantástico quanto poderia ser.

E por que diabos colocaram outra criança para a Alice cuidar!? Sem or. Sentido, cadê?

Enfim… Aguardando ansiosamente para assistir ao sexto filme e torcendo para que ele faça mais sentido do que esse quinto filme.

2,5/5 estrelas.