The Sundering

The Sundering.jpg

Sinopse: The hour of wrath draws near…

The valiant night elves have been shattered by the loss of their beloved general. The black dragon, Neltharion, has claimed the Demon Soul and scattered the mighty dragonflights to the winds. Above all, the demonlord, Archimonde, has led the Burning Legion to the very brink of victory over Kalimdor. As the land and its denizens reel from this unstoppable evil, a terror beyond all reckoning draws ever nearer from the Well of Eternity’s depths…

WARCRAFT

In the final, apocalyptic chapter of this epic trilogy, the dragon-mage Krasus and the young druid Malfurion must risk everything to save Azeroth from utter destruction. Banding together the dwarves, tauren and furbolg races, the heroes hope to spark an alliance to stand against the might of the Burning Legion. For if the Demon Soul should fall into the Legion’s hands, all hope for the world will be lost. This then, is the hour…where past and future collide!

THE SUNDERING

An original trilogy of magic, warfare, and heroism based on the bestselling, award-winning electronic game series from Blizzard Entertainment.

Vamos começar pelo começo. Costuma-se ser o melhor lugar pra se começar, não é mesmo?

Acho que talvez tenha ficado claro que alguns dos personagens desse livro ganharam o meu coraçãozinho. São eles: Rhonin, Broxigar, Krasus e Jarod Shadowsong. Não é que eu não tenha gostado dos outros personagens, mas é que esses em específico conseguiram adentrar meu coração e eu realmente me preocupei com eles a todo momento.

O que significa que: TODA MALDITA VEZ QUE UM DELES ME INVENTAVA DE SER ALVO DA BURNING LEGION EU QUERIA MORRER!

E isso é uma coisa que acontece com uma frequência absurda. Eu entendo o Brox e o Jarod se jogarem no meio da merda – eles sendo guerreiros e tudo o mais -, só que GENTE! Tem que ter limite pra vontade desse povo de morrer. Credo.

Nesse livro o Archimonde está tentando com muita vontade mesmo destruir as forças de defesa de Kalimdor, não somente night elves agora, graças aos esforços de Krasus, Rhonin, Malfurion e Brox. Contamos com a ajuda de várias raças diferentes, incluindo os tauren, o povo vaca – mas não aquelas vacas do cow level de Diablo -, os Earthen, também conhecido como anões, e os furbolgs, algo como urso-coruja.

No segundo livro o general Ravencrest morreu – e me deixou muito triste -, e agora as forças de defesa são comandadas pelo lorde Stareye. Problema: o lorde Stareye é mais um desses night elf que não tem nenhum conhecimento de campo e acaba fazendo as piores escolhas possíveis em sua campanha e tem uma morte horrível e merecida.

Assim que ele morre, Jarod Shadowsong resolve que sobreviver é uma boa e começa a – sem querer ou perceber – comandar todas as forças de defesa, sendo prontamente aceito como comandante porque esse menino tem todos os feelings certos para tomar as decisões certas. É tanto orgulho! ❤

Enquanto isso, o Illidan… Ah, o Illidan. Illidan, gêmeo do Malfurion, foi lá se entregar para o Sargeras e perde os olhos âmbar quando é marcado como servo e está muito bem, obrigado. Sério, Illidan recebe neste livro o selo de “Todas as Escolhas Erradas”. Nunca imaginei que alguém poderia escolher tanta merda, mas lá vai o Illidan mostrar que é possível!

No final da história: Todo mundo está tentando impedir o Sargeras de vir pra Kalimdor porque junto com ele os Old Gods conseguiriam fugir da prisão feita pelos Titãs. Mero detalhe, é claro que eles iriam destruir a tudo e a todos, né? Então não é uma boa ideia soltá-los.

E, eu juro que estou tentando manter a resenha o mais spoiler free possível, mas essa informação eu preciso dar. Eu preciso abrir o meu coração. Gente… Quando tudo parecia perdido, quando Sargeras está quase invadindo Kalimdor e Malfurion precisa de mais tempo pra poder conseguir fechar o portal, O BROX SE SACRIFICA.

Gente, o Brox. O meu Brox. – não calma mulher, se controla – Ele simplesmente pula pra dentro do portal, vai pra terra da Burning Legion que, detalhe, ainda tem demônios pra caraleos pra atravessar o portal, e vai lá fazer o last stand. Impedindo que o Sargeras atravesse o portal – até mesmo ferindo o general da Burning Legion!

Eu tô aqui escrevendo, dias depois de ter lido o livro, e estou quase chorando! Brox… Cantarei muitas canções sobre você, amigo. ❤

O livrinho que destruiu meu coração.

Rios de lágrimas. Esse é o resumo da história.

5/5 estrelas. E É TUDO CULPA DA NATASHA!

Advertisements

The Demon Soul

The Demon Soul.jpg

O que dizer sobre esse segundo livro…

Bom, muitas coisas aconteceram desde o primeiro livro e não foram só coisas legais não.

Após a derrocada do primeiro portal para a Burning Legion e a morte de Lorde Xavius, tudo parecia que iria melhorar. Com certeza eles não precisariam se preocupar mais com a Burning Legion, não é mesmo?

Não. É claro que não é mesmo.

Acontece que um segundo portal foi construído e Mannoroth estava se esforçando ao máximo para que ele estivesse pronto para receber seu senhor, Sargeras. Antes, é claro, de ele estar estável o suficiente para Sargeras visitar Kalimdor, o senhor da Burning Legion envia seu maior comandante, Archimonde. Se eu dei gritinhos quando vi o Archimonde entrando em cena? Claro! Mas não de felicidade, porque ele é um daqueles que curte destruir todo mundo – mas como ele droppa um pet na Batalha pelo Monte Hyjal, eu acho que tudo bem…

Daí temos os problemas entre o grupo de defensores do mundo. Korialstraz percebe que não consegue mais sentir o resto dos dragões vermelhos e decide que é hora de voltar para casa, para pelo menos entender o que está acontecendo. Ele e Krasus fazem então uma magia para ligarem-se fisicamente.

Enquanto isso, os sentimentos de Tyrande por Malfurion ficam ainda mais claros, o que torna Illidan um tanto, bem, emo. E ele se torna suscetível às tentações da Burning Legion. Com isso eu não estou tentando transformar Illidan em um bom moço ou tirar de cima dos seus ombros as – péssimas – escolhas que ele faz durante todo o livro. Na verdade eu terminei esse livro tendo um sentimento MUITO bittersweet em relação a ele. Eu estou tentando entender os motivos pelo qual ele faz o que faz, mas é difícil… Como é difícil.

Rhonin e Brox quase me mataram do coração durante o livro inteiro. Gente. Que. Sofrimento. Eles parecem curtirem ficar em perigo o tempo todo. Caramba! A tia aqui não tem coração pra isso mais não! COMPORTEM-SE!

All in all – e eu sei que essa “resenha” não faz tanto sentido assim, mas não tem como eu falar sobre o livro sem acabar spoilando pra vocês – foi um livro bem… francamente? Estressante.

O começo do livro foi devagar, não consegui me focar na leitura dele por muito tempo, mesmo estando curiosa para saber o que iria acontecer – e tendo o conhecimento acerca das traições por conta do jogo, well, tirou um pouco da surpresa das coisas -, então aproveitei que estou participando da primeira #Turistona para poder colocar essa leitura em dia. E, com os sprints de leitura da #Turistona – maratona literária comemorativa de 1 ano do Turista Literário – acabei lendo 62% do livro em dois dias. É… Eu acho que fiz um bom avanço nele. E era exatamente o que eu precisava para voltar a me empolgar e terminar logo de ler.

4/5 estrelas e muita decepção por você Illidan.

The Well of Eternity

War of the Ancients 01

Sinopse: Many months have passed since the cataclysmic Battle of Mount Hyjal, where the demonic Burning Legion was banished from Azeroth forever. But now, a mysterious energy rift within the mountains of Kalimdor propels three former warriors into the distant past — a time long before orcs, humans or even high elves roamed the land. A time when the Dark Titan Sargeras, and his demon pawns persuaded Queen Azshara and her Highborne to cleanse Azeroth of its lesser races. A time when the Dragon Aspects were at the height of their power — unaware that one of their own would soon usher in an age of darkness that would engulf the world of…WarCraft.
In the first chapter of this epic trilogy, the outcome of the historic War of the Ancients is forever altered by the arrival of three time-lost heroes: Krasus, the dragon mage whose great power and memories of the ancient conflict have inexplicably diminished; the human wizard Rhonin, whose thoughts are divided between his family and the seductive source of his now-growing power; and Broxigar, a weathered orc veteran who seeks a glorious death in combat. But unless these unlikely allies can convince the demigod, Cenarius, and the untrusting night elves of their queen’s treachery, the burning Legion’s gateway into Azeroth will open anew. And this time — the struggles of the past may well spill over into the future…

E adivinhem quem foi sugada para o maravilhoso universo da lore de WarCraft?

Depois de muita insistência da Nath, comecei – finalmente – a ler os livros que contam a “história por trás da história” do jogo. Bem… Talvez não exatamente a história por trás da história. Talvez o correto seria dizer que é a expansão da história que vemos no jogo?

Acho que já deu pra perceber que eu não sou uma conhecedora da gigantesca lore do jogo, não é mesmo?

Mas o que eu posso fazer? Cada raça e cada classe tem um viés sobre a história e a linha temporal que se segue enquanto joga não é exatamente fixa e linear. Cada jogador pode jogar como bem entender e, convenhamos, são muitos anos de história pra aprender de uma sentada só.

E eis que então temos os livros!

Acho que agora – sim, só agora – vou conseguir entender melhor as coisas que acontecem no jogo. Ou pelo menos assim espero…

E já posso dizer de antemão que esse livro deu um nó na minha cabeça.

Primeiro porque estou na penúltima expansão do jogo – Warlords of Draenor – então é um pouco difícil de dissociar o que está acontecendo agora com a minha personagem para o que estava sendo contado no livro.

E segundo porque a história do livro tem dois momentos. Ela começa depois do encerramento da terceira expansão – Cataclysm – e volta no tempo, para o momento da abertura do portal para as terras demoníacas pela primeira vez. Antes de ler o livro, achei que era a abertura do Dark Portal, acontecimento que se passa na primeira expansão – Burning Crusade -, mas agora que terminei, não tenho tanta certeza assim de que é nesse momento que se passa… -q

Confuso? Com certeza.

Se eu entendi direito a linha do tempo? Não. Talvez eu nunca entenda. Ainda mais com expansões meio que negando as coisas que acontecem no passado.

Argh! Viagens no tempo sempre complicam as coisas!

DE QUALQUER FORMA!

Encontramos Rhonin, Krasus e Broxigar sendo catapultados a um passado longínquo e conhecendo Malfurion, Illidan e Tyrande quando eles ainda são jovens. Malfurion está iniciando seus treinamentos com Cenarius, Illidan começa a forjar um caminho que o levará à glória e Tyrande está se iniciando no caminho de Elune.

E, é claro, Sargeras está fazendo sua primeira incursão ao mundo de Azeroth.

Muitas coisas que acontecem no livro me fizeram perder o fôlego, principalmente perceber que a loucura do Deathwing já estava muito adiantada mesmo tantos anos antes de ele abandonar seu papel de protetor da Terra. Saber que a loucura que toma Neltherion é tão profunda e arraigada a seu ser mesmo num passado longínquo me fez tremer um pouco, para dizer a verdade.

De resto… Muitos personagens fazendo escolhas erradas de vida, provavelmente alterando o futuro de formas impossíveis de serem consertadas.

Estou muito ansiosa para ler o próximo livro, tão ansiosa que talvez exista uma chance de eu abandonar as leituras dos desafios até terminar essa saga. Só tenho medo de acabar sendo completamente tragada pelo universo de Warcraft e não conseguir ler outra coisa enquanto não terminar de ler todos os livros… que são quase infinitos nessa altura do campeonato.

Ah! Devo dizer que o Illidan ainda é uma incógnita pra mim. Gosto dele e realmente espero que ele consiga se redimir de todas as merdas que ele fez em toda a história de Warcraft nessa última expansão – Legion –, mas… Ainda não tenho tanta certeza assim se ele algum dia realmente foi inocente. Consigo entender o que o motiva, mas não concordo nem um pouco com sua teoria de “os fins justificam os meios”.

All in all, foi um livro apaixonante. 4/5 estrelas e que venha o próximo!

PS: Eu sei que falhei dois dias no esquema geral de postagens, mas… a faculdade está fechando o cerco quanto mais me aproximo da data de formar. Então… Tenham paciência comigo, ok? ❤

The Tomb of Sargeras

The Tomb of Sargeras

Já mencionei anteriormente que jogo World of Warcraft, mas não sou uma daquelas hardcore gamers que jogam loucamente e que sabem toda a história e tudo o mais. Tem dias que eu presto atenção nas missões, tem dia que eu só aperto “aceito” e fico louca tentando entender o que é pra fazer nela – principalmente quando não é pra matar ninguém…

Enfim…

Acontece que eu estou começando a minha jornada para ser um mestre pokémon para conhecer a história do jogo e resolvi depois de muita insistência da Nath que vou ler os livros do jogo.

Não os guias, mas sim as histórias do jogo.

E, como sou eu e eu não funciono muito bem, CLARO que eu comecei a jornada pelo último livro. Audiobook conta como livro, né? The Tomb of Sargeras, o prelúdio para a mais nova expansão do jogo, Legion.

Em The Tomb of Sargeras, encontramos Gul’dan chegando à praia depois de seu navio ter sido destruído. (Se não me engano, é o final da expansão Warlords of Draenor, ou ao menos imagino que seja, afinal, Gul’dan era o principal vilão dessa expansão..?) Ele está sendo guiado por Kil’Jaeden para encontrar a Tumba de Sargeras e lá encontrar poder o suficiente para trazer as hordas da Legião para Azeroth.

Enquanto isso, o Archmage Khadgar está caçando Gul’dan, e tenta convencer a Warden Maiev que o orc está atrás da Tumba e que ele traz consigo o poder da Legião. O encontro entre Khadgar e Gul’dan foi épico, com direito a batalhas fantásticas e muita merda acontecendo.

Honestamente, adorei esse audiobook! Fiquei com muita curiosidade para jogar a nova expansão e ainda mais curiosa para conhecer mais sobre cada personagem. Então podem aguardar mais livros de Warcraft brotando aqui no blog.

4 estrelas.