Resident Evil – The Final Chapter

Resident Evil 6

E depois de algum tempo, vamos encerrar a saga de Alice. E eu realmente espero que este seja o último filme. Cagaram ainda mais a timeline da história com esse filme…

Sinopse: Começando exatamente após os eventos de Resident Evil: Retribuição, Alice (Milla Jovovich) é a única sobrevivente do que era pra ser a última fortaleza da humanidade contra os mortos-vivos. Agora, ela precisa retornar para o local que deu inicio a esse pesadelo, a colmeia em Raccon City, onde a corporação Umbrella está reunindo suas forças para atacar os últimos sobreviventes do apocalipse.

Começamos o filme em Washigton que, se vocês não bem se lembram, foi onde o Wesker levou a Alice após salvá-la da base russa da Corporação Umbrella. Lá ele devolveu os “poderes” da Alice e disse que ela era a única que poderia salvar a humanidade.

Até aí, confiar no Wesker NUNCA é uma boa escolha, então nada diferente do esperado quando ele a traiu. Ponto ruim: Ada Wong e Leon morreram – tecnicamente. Já que APARENTEMENTE só a Alice sobreviveu aos ataques em Washington.

Tudo bem, eu compreendo, ela é a personagem principal e tudo o mais, assim como sei que se ela morrer, bem… Não tem mais filme, não é mesmo?

Só que já ficou chato.

Todos os filmes da franquia partem do mesmo pressuposto. Se não a Alice, quem poderá salvar a humanidade?

E, honestamente, isso já deixou de ser sequer interessante.

Ainda mais com todas as reviravoltas insanas que acontecem para que ela consiga salvar todo mundo no final.

E O QUE É PIOR! Ainda termina deixando em aberto se realmente é o Capítulo Final ou não.

Não, eu não compro a ideia de que a Alice é só mais um clone e que a criança doente era, na verdade, a Alícia sei lá do que. Se voltarem ao segundo filme, TEM A ANGELA! ELA ERA A GURIA DOENTE..!

ARGH!

Essas linhas do tempo são mais complicadas que a do novo X-men. Fala sério.

3,5/5 estrelas.

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Ouija: Origem do Mal

Ouija a Origem

Obrigada pelos momentos de terror enquanto sua terceira companheira de casa abria a porta, Aline. Não vou superar esse fato tão cedo…

Sinopse: O filme é novamente inspirado no antigo tabuleiro Ouija – superfície plana feita em madeira que possibilita a comunicação com espíritos. De volta aos anos 1960, uma jovem menina se encontra com forças sobrenaturais que se apossam do tabuleiro Ouija usado pela família.

Em Ouija (2014) descobrimos que todo o problema que acometeu Debie foi culpa da família que morava anteriormente em sua casa. Essa família, composta por uma mãe e duas filhas, era conhecida por seus “poderes sobrenaturais”, ou seja, a mãe era uma charlatã que usava suas filhas para conseguir dinheiro de pessoas que queriam falar com seus entes queridos que já faleceram.

Por que eu trago isso à tona? Porque, you guessed itOuija: Origem do Mal vai contar exatamente essa história! A história de como essa família foi se meter com os poderes do tabuleiro de Ouija.

No começo, a mãe era exatamente isso, uma charlatã. Buscava uma forma de conseguir dinheiro relativamente fácil e tinha vários mecanismos muito bem bolados e inteligentes para conseguir convencer seus clientes de que estavam realmente contactando o mundo dos mortos.

Até que a filha mais velha, Lina, tem a brilhante ideia de falar para a mãe comprar um tabuleiro Ouija para incrementar o teatro.

Problema 1: a filha mais nova, Doris, é suscetível aos poderes obscuros do sobrenatural.

Problema 2: A PORCARIA DA CASA É UM CEMITÉRIO!

Eu juro, JURO, que um dia quero ver/ler uma história de terror que as pessoas realmente seguem as regras e que as coisas dão errado no final. Provavelmente terei que escrever essa história…

Então vamos às regras: Nunca jogue sozinho, Nunca jogue em um cemitério, Sempre diga adeus.

No primeiro momento em que vemos a mãe mexendo com o tabuleiro? Ela sozinha começa a fazer perguntas para o tabuleiro. Certo, ela não tinha feito o ritual para começar a brincadeira, MAS OS ESPÍRITOS OBVIAMENTE NÃO LIGAM PARA ESSA REGRA, e sim estava testando para ver se os ímãs funcionavam, só que ela abriu o portal.

E coisas passam por portais. Principalmente quando eles estão abertos.

Claro que ela não se despediu, porque não estava brincando, então só nesse primeiro momento há quebra das 3 regras. Tudo bem que elas não sabiam que a casa era um cemitério, mas quem liga.

Long story short, a pequena Doris se torna possuída pelos fantasmas dos coitados que foram torturados e mortos dentro da sua casa e começa a matar todo mundo.

O que por si só seria uma história relativamente boa, mas que, tendo sido criada como um prequel para o filme de 2014, deixa e muito a desejar.

Por exemplo, no Ouija, Lina diz para Lanie que sua mãe costurou a boca de Doris e que ela usava os poderes desta para ganhar dinheiro, mesmo que Doris não quisesse participar. Em Ouija Origem, Doris pede para participar, pede para ajudar a mãe com suas sessões.

Vêem? Falta de nexo.

Parece que a produção e direção do Origem resolveu ignorar o filme de 2014. Mesmo que seja a mesma história.

Não gostei do filme e não me assustei realmente.

Tirando quando a guria chegou no meio do filme. Eu não estava esperando, ninguém estava esperando, MAS EU NÃO SABIA DA EXISTÊNCIA DELA. Foi tenso.

1,5 estrelas.

Resident Evil: Retribuição

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Sinopse: O letal vírus T da Umbrella Corporation continua devastando a Terra, transformando a população global em legiões de desmortos.

A última esperança da raça humana, Alice (Milla Jovovich), desperta dentro do coração da mais clandestina instalação de operações da Umbrella e descobre mais sobre seu misterioso passado, a cada passo dentro do complexo.

Sem um porto seguro, Alice continua a caçar os responsáveis pela contaminação, uma perseguição que a leva de Tóquio para Nova Iorque, Washington e Moscou, culminando em uma revelação que a forçará a repensar tudo aquilo que ela acreditava ser verdade.

Ajudada por novos e velhos aliados, Alice deve lutar para viver o suficiente, até que consiga escapar de um mundo hostil no limite da destruição.

Vamos à retrospectiva? Sim!

No primeiro filme somos apresentados à Alice e a Colmeia, instituição de pesquisa da Umbrella Corporation na qual o T-vírus é criado e onde acontece o primeiro contágio com o mesmo. No segundo filme, conhecemos o criador do T-vírus e o filme se passa em Racoon City, cidade que ficava acima da Colmeia.

Até aí, tudo lindo.

No terceiro filme descobrimos que existem várias localizações subterrâneas da Umbrella, sendo que uma delas nos Estados Unidos continua operacional e pesquisas com o T-vírus são continuadas. Há um local livre de contágio, chamado Arcadia e que fica no Alaska.

No quarto filme, Alice e seus clones estão passeando pelo mundo – como eu não sei – e destruindo cada laboratório da Umbrella que encontram, sendo que o último lugar ao qual vão é no Japão. Dá-se a entender que saindo dos Estados Unidos e indo até o Japão, Alice e seus clones destruiram tudo pela frente. – Menos os zumbis, porque senão não tinha graça, não é mesmo? – Depois de destruir o laboratório no Japão, Alice – sem clones – volta pros Estados Unidos em busca de seus amigos, vai até o Alaska, não encontra Arcadia e resolve descer a costa oeste dos EUA, encontrando sobreviventes em Los Angeles.

Assim, descobre que Arcadia é um navio, mas não qualquer navio, um navio da Umbrella. Porque nada pode ser simples.

E é então que encontramos Alice presa em um laboratório da Umbrella. De novo!

Muitas perguntas vem à minha mente. Ainda existe a Umbrella? A Rainha Vermelha tinha um back-up em algum outro laboratório? Qual o motivo de tanto ódio da Rainha Vermelha em relação aos humanos? Afinal, ela tinha matado todo mundo dentro da Colmeia para impedir o vírus de chegar à superfície. Em que momento ela se tornou, como diria Alice, uma homicidal bitch? Por que colocaram saltos embutidos nas botas que Alice usa nesse filme?

Como podem ver, muitas perguntas, nenhuma resposta. Principalmente para a questão do salto. Vocês não podem imaginar como eu tinha ficado feliz com a escolha de sapatos para Alice. Todos eles muito funcionais, até o uniforme que ela e seus clones usam no quarto filme, ali já tinha salto.

Claro que ver a Ada Wong e o Leon foi interessante. Eles são, afinal, personagens principais dos jogos. Só que a história em si foi tão confusa, tão sem nexo que não permitiu que o filme se tornasse algo tão fantástico quanto poderia ser.

E por que diabos colocaram outra criança para a Alice cuidar!? Sem or. Sentido, cadê?

Enfim… Aguardando ansiosamente para assistir ao sexto filme e torcendo para que ele faça mais sentido do que esse quinto filme.

2,5/5 estrelas.

Resident Evil: Recomeço

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Sinopse: Na trama, Alice continua em sua missão de procurar e proteger todos os sobreviventes que puder encontrar. Com a ajuda de uma velha amiga, ela tenta levá-los para Los Angeles, lugar que acredita ser seguro, até que a cidade é invadida por milhares de mortos-vivos. Agora, Alice deve salvá-los não só dos zumbis, mas também de sua violenta guerra com a Corporação Umbrella.

Aqui preciso fazer o adendo de que não existe uma timeline muito coesa nessa história. Deixarei, entretanto, a retrospectiva para o quinto filme, acreditem, será algo interessante.

Começamos o filme com Alice e seus clones destruindo as instalações da Umbrella no Japão, local onde o Presidente Wesker se encontra. Aparentemente, como o jogo é de uma empresa japonesa, resolveram colocar o quartel general da Umbrella no Japão, mesmo toda a história se passando, basicamente, nos Estados Unidos.

Após o ataque, Alice acaba perdendo seus poderes sobre-humanos ao tentar combater o Presidente Wesker. Tendo sobrevivido a queda do helicóptero, consegue um avião – sabe-se lá de onde – e vai até o Alaska, com o intuito de encontrar Arcadia e seus amigos sobreviventes do terceiro filme. Continuação dos personagens, fantástico, não?

Depois de muitos problemas e momentos tensos, encontra sobreviventes em uma prisão em Los Angeles e tenta ajudá-los a sobreviver e ir até Arcadia, que então descobrimos se tratar de um navio.

Preciso dizer que o aparecimento do Chris Redfield Prison Break feelings foi bem broxante? O personagem que mais causa discórdia no filme inteiro é irmão de uma das personagens mais importantes? Por favor, né?

Os zumbis começam a sofrer mutações no mundo, conseguindo agora ter a boca-florida que aparece em algum dos jogos que eu não sei qual, porque não joguei todos e aparecem zumbis especializados Me lembrei do Pirâmide Head do Silent Hill.

Alice e Wesker tem um segundo hound, os cachorros também sofreram mutações e, enquanto a Claire precisou de dias para se lembrar da Alice, K-Mart se lembra dela em questão de minutos.

Muitas coisas que se contradizem na maior parte do filme, e o que é pior, dentro desse mesmo filme.

Foi um bom filme, mas um pouco broxante.

3/5 estrelas.

Resident Evil: A Extinção

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Sinopse: O T-Vírus experimental, criado pela Umbrella Corporation, foi liberado no mundo, transformando a população em zumbis que se alimentam de carne humana. Com as cidades sem segurança alguma, Carlos Olivera (Oded Fehr) e L.J. (Mike Epps), juntamente com as sobreviventes K-Mart (Spencer Locke) e Betty (Ashanti), reúnem um grupo e fogem pelo deserto, em um comboio blindado. Eles procuram outras pessoas que não estejam infectadas, mas apenas encontram outros mortos-vivos. O grupo é acompanhado pelo dr. Isaacs (Iain Glen), que está num complexo laboratorial subterrâneo da Umbrella Corporation, escondido sob uma torre de rádio abandonada em Nevada. Isaacs acompanha também Alice (Milla Jovovich), que, após ser capturada pela Umbrella, foi submetida a um teste biogenético que alterou sua configuração genética. Agora transformando-se constantemente e sob o risco de ser traída pelo seu próprio corpo, Alice segue o comboio e tenta conduzi-los ao seu destino: o Alasca, onde acreditam que estarão livres dos zumbis.

Aqui o mundo já foi para o espaço, tendo o vírus se alastrado pela superfície. Descobrimos que a Umbrella Corporation possui em vários países centros de pesquisa subterrâneos e que alguns de seus agentes estão seguros nesses locais.

O que eu não entendo muito bem é em como, se a raça humana beira a extinção e só existem zumbis na superfície, o mundo se torna deserto. Tecnicamente os zumbis não precisam de energia ou de carros. Como o mundo se tornou deserto se apenas uma pequena parte da população sobreviveu e que, assim sendo, não há como ter tanta poluição para causar uma mudança tão drástica no clima da Terra?

Deixando de lado os pensamentos desconexos, nesse filme descobrimos que os testes realizados em Alice a tornaram poderosa, algo além do humano, com poderes psíquicos. Claro que, aparentemente, ela tem um chip dentro dela que pode ser desligado através dos satélites da Umbrella.

E que só o sangue dela que pode trazer a cura para o T-vírus.

All in all, o filme é muito melhor que o segundo, sendo uma continuação muito mais aceitável que ele.

4/5 estrelas.

Resident Evil: Apocalipse

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Sinopse: Desde que foi capturada pela Corporação Umbrella, Alice (Milla Jovovich) passou por várias experiências biogenéticas. Ela teve seus genes modificados, o que fez com que adquirisse poderes, sentidos e agilidade sobre-humanos. Agora ela precisa retornar à cidade de Racoon, onde recebe o apoio de Jill Valentine (Sienna Guillory) e Carlos Olivera (Oded Fehr) para eliminar um vírus mortal que ameaça fazer com que todo ser humano retorne como morto-vivo.

E o que disse sobre o primeiro filme não se enquadra tão bem no segundo…

Enquanto adorei a forma como o primeiro filme caminha, sua história, sua forma com que as personagens foram caracterizadas, nesse filme… Já deixam um pouco a desejar.

Claro que adorei ver a Jill com a mesma roupa que usa no jogo, mas achei o nêmesis muito mal feito, a forma como, ao final, Alice consegue sobreviver foi muito forçada e, sinceramente, a história em si deixa a desejar.

Claro que o aparecimento do Carlos me deixa feliz, PORQUE EU SHIPPO A ALICE COM O CARLOS SIM, deal with me. ❤

Muitos personagens que são apresentados nesse filme acabam aparecendo em filmes subsequentes, mas devo já deixar a minha raiva bem à mostra na resenha deste filme. Um dos maiores plots do filme é o resgate da garota Angela. Ao final do filme, Angela está resgatada, à salvo e pronta para continuar com o grupo de sobreviventes.

Só que ela não aparece mais em filme nenhum e mesmo com o aparecimento de Carlos no terceiro filme, não há nem mesmo menção a criança! Nem que está viva, ou que morreu. Esse é um dos mais frustrantes pontos da saga, para mim. Muita coisa fica em aberto e não é explicado de um filme para o outro.

Mas estou me adiantando…

3/5 estrelas.

Resident Evil: O Hóspede Maldito

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Tendo em vista que esse ano foi lançado o último capítulo da série Resident Evil, e que eu realmente gosto dessa série de filmes, resolvi assistir todos os filmes, dando graças aos deuses por estarem disponíveis na Netflix.

Sinopse: Num laboratório de alta tecnologia (Umbrella), um vírus acaba contaminando todo o sistema. O sistema é controlado pelo super-computador denominado: “Red Queen”. Com a contaminação, o “Red Queen” acaba “selando” o laboratório. Todos os cientistas ficam presos, e acabam infectados pelo vírus. As pessoas infectadas pelo vírus viram Zumbis, e todas as pessoas que esses monstros mordem acabam virando a mesma criatura. Agora Alice (Milla Jovovich) e Rain (Michelle Rodriguez), líderes de um esquadrão militar especial invadem o laboratório. Alice tem apenas três horas para selar o laboratório, ou todo o planeta será infectado. Alice irá descobrir, ainda, que os zumbis não são a única forma de vida letal presente no local.

Acho hilárias as sinopses do Filmow, mas é o que temos, então fica assim mesmo.

Devo dizer que reassistir esse filme foi uma das decisões mais acertadas do meu carnaval. Adoro a atuação da Milla Jovovich, acho que a personagem Alice é muito interessante e realmente gostei da forma como a Rainha Vermelha é caracterizada durante o filme.

Claro que não é a melhor adaptação de jogo para filme, MAS serve ao seu propósito.

O filme acompanha a abertura da Colmeia, as instalações da Umbrella corp embaixo da Racoon City, e em como o esquadrão de elite, juntamente com Alice, não faz ideia do que irá acontecer quando entrarem lá.

As pesquisas da Umbrella são tão obscuras que nem mesmo o seu esquadrão de elite sabe o que eles fazem por lá. Então, quando finalmente conseguem entrar na Colmeia e desabilitar a Rainha Vermelha, as coisas vão por água abaixo.

Os integrantes do esquadrão de elite, Alice, Matt e Spencer precisam lutar por suas vidas em um local em que tudo foi programado para matá-los.

Foi um filme divertido, não senti muita diferença com essa segunda (terceira?) vez que reassisti ao filme. Não sei se assistiria de novo, mas provavelmente sim.

4/5 estrelas.