Outlander

Outlander

Quero começar essa postagem dizendo de antemão que eu não conheço a história dos livros de Outlander, tendo sido sugada para esse universo graças à minha mãe que ama filmes e seriados românticos.

Tendo dito isso, preciso tirar do meu coração que depois do seriado eu não tive A MENOR vontade de procurar os livros. Pelo amor de todos os deuses! Que historiazinha piegas e clichê.

Em primeiro lugar, eu nem preciso dizer que voltar 200 anos no tempo e utilizar de todo o conhecimento adquirido através de anos participando da Segunda Guerra Mundial como enfermeira é ao mesmo tempo brilhante e completamente idiota, né? Ela volta para 1700! It goes without saying que é CLARO que em algum momento ela iria ser tratada como bruxa! O que me impressionou foi que demorou tanto para acontecer. De bom dessa cena só houve a confirmação de que a outra personagem que eu achei que também era do futuro no primeiro momento em que ela apareceu, realmente o era.

Em segundo lugar, o seriado é tão clichê, mas tão clichê, com uma história tão linear, piegas e boba que assim que o segundo episódio começou – assumo que quando comecei a assistir ao seriado não fazia ideia sobre o que ele era – era possível prever o que iria acontecer. Se não com previsões de cenas, pelo menos em uma linha geral o que aconteceria.

Em menos de 3 cenas em que Jamie – na minha opinião a única coisa que realmente valeu a pena no seriado e APENAS porque ele é muito bonito e meio que o meu sonho de consumo em um homem – eu tinha a total e absoluta certeza que era ele com quem Claire teria um relacionamento no passado e que, não importava quantas vezes ela tinha tentado engravidar com seu primeiro marido, eles teriam um filho juntos.

Esse é o nível de previsibilidade da história.

Juntando-se a isso o fato de que eu não sou das mais chegadas em romance – ao menos não da forma como ele é mostrado nesse seriado – e que não suporto coisas previsíveis, bem… Minha reação a essa primeira temporada não foi das melhores.

E será a única temporada que vou assistir. Chega de erros de tentar engolir coisas que eu não gostei na primeira temporada. Estou olhando para você, Shadowhunters.

1/5 estrelas.

Siga por sua própria conta e risco.

Luke Cage

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E vamos a mais um seriado da Netflix de mais um personagem da Marvel que eu não conheço. Yay!

Luke Cage é o protagonista a vá do seriado de mesmo nome, entretanto, não foi aqui que o conhecemos. A primeira vez que nos deparamos com este personagem foi em OUTRO seriado da Netflix baseado na Marvel, Jessica JonesJuro que tem hora que eu não sei se fico feliz ou triste ou só cansada mesmo.

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Como no final das contas vão juntar o Demolidor, o Luke, a Jessica e um tal de Punho de Ferro, num outro seriado chamado Os Defensores ou algo nesse sentido, depois eu reassisto Jessica Jones e faço uma resenha sobre ela.

Agora o importante é falar do Luke.

Luke Cage é um homem e que homem a prova de balas. E super forte. Ele não se encontra mais em Hell’s Kitchen, mas sim no Harlem. E ele vai tentar erradicar a corrupção, o contrabando, as drogas e tudo o mais pela raiz.

No processo ele se ferra lindamente, assim como o Matt se ferra em Daredevil e a Jessica em Jessica Jones, creio que uma previsão de que o Punho de Ferro se ferrará no seriado de mesmo nome quase certa.

Como um todo, eu adoro o personagem. E adoro que a Claire (CLAAAAAAIRE ❤ ) tem um papel ainda mais central que em Daredevil e Jessica Jones. Já disse que eu acho que de todos eles a Claire é a melhor personagem? Pois é. Eu acho. Muito amor por ela.

Enfim. Não consegui comprar a história, na real, não é que achei fraca ou boba, mas é só que caímos, novamente, na minha máxima: Não conheço a história original. Não consegui compreender o hype todo. E achei os primeiros 8 episódios sim você leu certo muito parados. Só bem no finalzinho que eu apertava o botão pra continuar assistindo alucinadamente.

Não sei se o problema foi a quantidade de vilões. Mas tiveram muitos. E eu acho que não entendi muito bem a moral dessa primeira temporada. Hmmm… Acho que o problema pode ser eu.

Gostei, como costumo gostar das coisas feitas pela Netflix, e gostei, como costumo gostar das adaptações dos quadrinhos. Dizer que foi a melhor coisa que já assisti na minha vida? É um exagero, com certeza.

3,5/5 estrelas.

Daredevil

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Em 2015 a Netflix deu início a sua mais nova empreitada: a adaptação de Daredevil (Demolidor) para a TV well, para sistema de streaming, visto que Netflix não é um canal da TV.

Eu devo dizer que, pra variar, não conhecia o personagem antes do filme com o Ben Affleck e, honestamente, gostei do filme. Não tinha muito o que reclamar dele – tirando, é claro, a Elektra que eu achei extremamente fraca como personagem e como atriz.

Então, partindo-se deste pressuposto, não me senti tão empolgada assim quando a Netflix anunciou a sua adaptação. Claro que, sendo uma adaptação pela Netflix e sendo um seriado sobre heróis, lá estava eu satisfeita com o seriado, mas não na hype que todos estavam.

Claro, que isso passou quando comecei a assistir.

Com certeza, hoje, tenho um grande respeito pelo trabalho da Netflix. A escolha dos atores é simplesmente perfeita, a forma e a velocidade com que a história é narrada só ajuda a nos deixar ainda mais ansiosos para fazer aquele bingewatch básico. E sim, eu crushei no Foggy. ELE É UM FOFO!

E, agora com o lançamento do mais novo seriado – Luke Cage – achei que era hora de tirar o atraso e assistir a segunda temporada do Daredevil.

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Enquanto na primeira temporada vemos o nascimento do Daredevil, sua luta constante contra o Rei do Crime e seus capangas e o eterno strugle para manter sua identidade secreta completamente separada de seu alias, na segunda temporada vemos um herói já muito bem formado, caracterizado e atuante nas ruas de Nova York.

Somos apresentados ao Punisher – Shane, você se redimiu, finalmente… – e à Elektra.

A história de Frank Castle me comoveu muito. Fiquei muito triste pelo que aconteceu à sua família e muito impressionada em ter a certeza de que basta um trauma grande para fazer a pessoa se perder de si mesma.

Elektra já me deixou meio… meh. Gostei da atriz escolhida – melhor do que a do filme – e achei a atuação dela muito boa, de verdade. Só que não gostei da reviravolta que deram para a personagem – e acho que é aí que mora o problema de não conhecer os quadrinhos. Não sei se a treta existe nos quadrinhos ou se foi algo criado para o seriado, mas é uma treta que não consegui comprar.

Adorei rever a Claire! Ela é a melhor personagem do seriado inteiro. Ponto final.

De qualquer forma, valeu muito a pena ter assistido o seriado. 4/5 estrelas. ❤

Castle

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Hoje eu preciso falar sobre a Series Finale de um dos meus seriados favoritos: Castle.

O seriado se inicia com o Departamento de Polícia de New York (NYPD) tentando desvendar uma série de homicídios que se parecem muito com os homicídios descritos nos livros de Richard Castle, um famoso escritor de romances policiais. Conhecemos, então, a detetive Kate Beckett, e os seus companheiros de equipe, Javier Esposito, Kevin Ryan e a legista Lanie Parish, e acompanhamos o desenrolar da investigação com Castle auxiliando na mesma.

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Quando os crimes são, enfim, desvendados, descobrimos que Castle – com seus contatos com o prefeito – conseguiu permissão para acompanhar o 12º Distrito da NYPD para conseguir inspiração para sua próxima série de livros Niki Heat, uma detetive baseada em Kate Beckett.

Durante oito longas temporadas acompanhamos o desenrolar do romance entre Castle e Beckett, entre Ryan e Jeny, entre Esposito e Lanie. Acompanhamos o crescimento dos personagens, como Martha e Alexis tornam-se mulheres ainda mais independentes de Castle – e ao mesmo tempo tão importantes para que ele seja quem ele é.

Sofremos com cada sequestro, cada tentativa de assassinato, cada plot twist que mais parecia querer nos infartar do que dar continuidade à história.

E ainda assim foi um seriado policial cômico simplesmente sensacional.

Isto é… Ao menos até estas últimas duas temporadas.

[SPOILER ALERT]

Ao final da sexta temporada, Castle está dirigindo para o seu casamento com Beckett, quando é jogado para fora da pista e permanece 8 semanas desaparecido. E, honestamente, acho que foi exatamente neste momento da sétima temporada que as coisas começaram a degringolar.

O fato de Castle ter amnésia deixava um gostinho de quero mais, uma vontade de descobrir o que diabos aconteceu com ele durante essas 8 semanas. Nós, assim como os personagens do seriado, não sabíamos o que estava acontecendo e, parafraseando o próprio Castle no episódio 21 da oitava temporada, era basicamente um problema de Schrödinger. Não saber o que havia acontecido durante este tempo nos deixava instigados, deixava nossa imaginação correr solta, mas explicar o que aconteceu? Poderia – e foi o que aconteceu – nos decepcionar.

Durante a sétima temporada somos apresentados a um nome: LokSat, um suposto agente da CIA que se tornou rogue e vendia suas informações e forças para quem pagasse mais caro. E, ao meu ver, foi um repeteco das outras temporadas. Beckett queria desvendar quem havia matado sua mãe e, ao seguir por esse caminho, quase morreu e quase perdeu todos aqueles a quem amava. Idem quando Castle tentou encontrar o assassino triplo X. E poderia dar muito mais exemplos, mas a repetição não é algo que realmente me incomoda, vide House, Supernatural e muitos outros seriados.

O que realmente me incomoda é que a cada vez que uma situação de vida ou morte apareceu em Castle, tanto Beckett quanto Castle mentiam um para o outro “para sua proteção”. Chegou a um ponto em que era visível que a produção estava apenas usando o mesmo roteiro, simplesmente mudando o alvo principal (Beckett ou Castle) e o nome do bandido.

Ao terminar de bingewatch a oitava temporada, devo dizer que, mesmo eu, louca alucinada por Castle me enjoei de em quase todos os episódios o Castle ser sequestrado, que me cansei de sempre ver a mesma palhaçada em que eles procuram proteger sua alma gêmea, às situações de quase morte.

O final deixou muito a desejar – é claro que houve toda a polêmica da saída da Stana Katic (Beckett) e dos problemas entre ela e Nathan Fillion (Castle), e que, muito provavelmente, a oitava não seria a última temporada -, mas me entristeci. Até mesmo o penúltimo episódio meio filler foi melhor do que a series finale. Tornaram LokSat duas pessoas que nem fazem tanto sentido assim em serem o vilão, mataram e ressuscitaram Castle e Beckett sem a menor explicação E AINDA fizeram um epílogo digno de Jogos Vorazes mostrando o futuro dos dois.

Eu concordo que Castle sem Beckett não faz o menor sentido, então que bom que ao menos tiveram a brilhante ideia de terminarem a série com os dois atuando junto e tudo o mais, mas poxa… Que final bosta. Se ao menos eles tivessem morrido de verdade. Eu teria ficado com raiva, mas aceitava. Agora ressuscitarem sem a menor explicação? Isso vai ficar entalado na minha garganta por muito tempo. Assim como o fato de não terem dado um final decente para NENHUM dos personagens secundários. As in ninguém morreu, mas também não fazemos ideia do que aconteceu com eles. Como eles puderam deixar Alexis, Hayley, Ryan, Esposito e Lanie sem um final? Isso foi um absurdo.

Honestamente, tem horas que eu me frustro demais com esses seriados. Pode parecer bobeira, mas foram quase nove anos acompanhando semanalmente o desenrolar de toda essa história, são personagens que amo, que conquistaram – e muito bem conquistado – um lugar no meu coraçãozinho. Foi um longo tempo de investimento afetivo para sofrer esta decepção ao final. Quando acontecem coisas assim, até tenho vontade de largar tudo pra lá e parar com seriados. Quem disse que eu consigo..?

Anywho… É com muita tristeza que dou adeus para os brilhantes personagens de Castle. Levarei vocês para sempre na memória, menin@s.

#CaskettForLife #NoBeckettNoCastle

Pelo menos um ship da minha armada ainda terminou canon lindamente! ❤

Unbreakable Kimmy Schmidt

Unbreakable Kimmy Schmidt

Seriado bastante divertido criado pela Netflix. O conheci no ano passado? Este ano? Quando assisti às chamadas pela internet afora, devo dizer que não achei assim tão interessante, mas nada que uma noite hilária com amigos  um dia de binge watching não me fizesse mudar de ideia.

Somos apresentados à Kimmy Schmidt, uma garota que passou 15 anos presa em um bunker com mais 3 mulheres devido à crença em um reverendo de um culto apocalíptico que pregava o fim do mundo. Acompanhamos, então, sua adaptação à realidade.

É engraçado porque a Kimmy é uma pessoa extremamente inocente e passa por muitas situações dignas de uma adolescente comum, só que ela já está na casa dos 20-30 anos!!

Assim como todo seriado de comédia, há muitos momentos extremamente hilários, e outros que me pergunto porque continuo assistindo a ele. Os personagens são muito lugar comum e, mesmo que a evolução deles seja notável, é possível prever o comportamento de cada um deles.

Como um todo é um seriado que me agrada porque me divirto com cada episódio de 30 e poucos minutos. Vale a pena dar uma chance.

Mas se não gosta de uma comédia mais non sense, é provável que não se agradará com a série.

Use com precaução.

PS: Fazia tempo que não escutava/via uma abertura tão divertida! E grudenta. ❤

Sense8

Sense8 01

Certo… Depois de muito tempo finalmente terminei de assistir Sense8 e deveria ir dormir, btw, mas quem disse que eu consigo? e resolvi que preciso abrir meu coração com a sociedade.

Assim que Sense8 foi lançado e todo mundo assistiu de uma sentada vi vários vídeos do pessoal dizendo o quanto era fantástico, amigas falaram que eu deveria assistir e foi assim que comecei a assistir o primeiro episódio com os meus pais.

Ah, se arrependimento matasse.

Primeiros minutos do primeiro episódio: sexo entre uma transexual e sua namorada e uma louca se matando. Foi ó… Um sucesso. -sqn

Depois deste primeiro choque (não, eu e meus pais ainda não nos recuperamos) passei algum tempo me convencendo de que o ideal seria não tentar assistir com minha família OBVIOUSLY e, sim, assistir no conforto da minha casa em Lost.

Eu só tenho um problema com séries no geral (livros, seriados, mangás, filmes, you name it): eu preciso entender o sentido das coisas.

Sense8 definitivamente NÃO tem sentido.

Sense8 02

Então acabei assistindo bem vagarosamente. Cada vez me convencendo a assistir pelo meu amor ao Wolfgang. (Wolfie ❤ *3*) e, por mais que tenha sentido um apego aos personagens, não acredito que seja o meu estilo de seriado.

Tudo bem que as Wachowski são campeões de criarem coisas assim e eu deveria ter esperado algo que não fizesse sentido. Só que me enerva não saber NADA DE NADA.

Quando me perguntam: “Alessandra, sobre o que é Sense8?” sabem qual é a minha resposta? “Don’t fucking know”. Ah, mas a história fala dos sensate e de como eles são ligados entre si. Claro! Então vos pergunto: o que são os sensate, como eles são criados, pra que eles servem, quem deabos é o Sussurros e o que demônios está acontecendo!?

Como podem ver, são muitas perguntas para nenhuma resposta.

Se eu gostei do seriado? Gostei, principalmente dos 3 últimos episódios (são 12). Se vale a pena assistir? Talvez, principalmente se você gosta de coisas scify sem muitas explicações. Se eu assistirei a próxima temporada? Duvido muito. Olha quanto tempo demorei pra assistir a primeira!

Além do que… O final me deu uma brochadinha. (Superável, eu espero)

2,5 a 3/5 estrelas. Ainda estou em dúvida.