O Beijo da Lua

O Beijo da Lua

Sinopse: Luna Elizabeth Walker é uma doce jovem marcada pela dor. Amparada pelo tio após a morte de seus pais, ela encontra-se encurralada em um caminho sem volta, onde apenas o amor poderá ser capaz de libertá-la.
Quando Michael Preston, sexto Duque de Blanchard, retorna a Londres após seis longos anos, não imagina que poderia se apaixonar instantaneamente pela jovem mais intrigante de toda a sociedade Londrina. Porém a proximidade entre os dois desperta em ambos um sentimento arrebatador capaz de enfrentar qualquer obstáculo.
Mas Luna guarda um segredo. Um segredo doloroso, que pode colocar em risco não apenas o amor de Michael, mas também sua própria felicidade para sempre.
Será o amor capaz de curar e perdoar um coração que foi severamente privado de amar por tanto tempo?

Conheci este livro através do instagram do Estantismo, ele estava de promoção na Amazon leia: de graça e resolvi dar uma chance. Afinal, se existe uma coisa que eu gosto é da época vitoriana, então, né… Por que não ler um romance de época?

Bem, devo dizer que a experiência de ler este romance de época em particular foi infinitamente melhor que ler Roleta Russa. Li o livro bem rapidinho, acho que em dois ou três dias, algo assim.

Só que, por mais que a história tenha tido uma velocidade maravilhosa, não gostei realmente de nenhum personagem.

O que eu quero dizer com isso é, todos os personagens foram criados de forma que eles não têm realmente nenhum defeito. Em alguns momentos a autora tenta mostrar que Edward é um libertino, Michael um covarde, Hazel para frente de seu tempo e Luna, sei lá, triste?, mas na realidade a única coisa que ela faz é desmentir essas características algumas linhas para frente.

Outra coisa que me irritou um pouco nesse livro foram as temáticas tratadas nele.

Como explicar de uma forma não muito agressiva…

Luna é descrita como pálida, de longos cabelos ruivos encaracolados, olhos azuis esverdeados e muito bonita. E órfã. Ela perdeu os pais 3 anos antes do início do livro e sua história revolve em ser criada pelo tio e sua esposa. A questão é que o tio era obcecado pela mãe de Luna e, tendo a oportunidade, resolve que estuprar a sobrinha é a melhor ideia que poderia ter.

Estupro não deve ser um assunto tratado de forma tão leve quanto o foi no livro. O trauma de Luna é resolvido em apenas alguns dias e com sexo. – Sim, há um envolvimento afetivo e muito amor envolvido, BUT STILL! – Então, não, dona Nana, não achei correto colocar este assunto em um livro que obviamente não teve tempo para resolver realmente o problema, visto que ele tem apenas 267 páginas e cobre o espaço de tempo de um ano e pouco.

Outra coisa que me irrita é que parece que a única forma de impedir a Luna de realmente se envolver com Michael é a colocando como a garota frágil que é estuprada. Há tantas outras formas para se trabalhar uma personagem, por que ir para este lado? Por que colocar como quase uma causa e efeito de a personagem ser maravilhosa e perfeita e, por isso, é estuprada pelo tio.

Não sei nem dizer o que acho sobre toda essa temática.

Luna tinha tudo para ser uma personagem muito mais interessante e forte, mas tudo o que a autora fez foi transformá-la em uma boneca inflável para o tio e na personagem mais Mary Sue que poderia ser.

Enfim…

As sexy times desse livro, mesmo sendo apenas mencionadas, são MUITO MAIS QUENTES e eróticas do que Roleta Russa e tiveram momentos realmente interessantes.

2/5 estrelas, mas não acho que lerei a continuação. É uma saga, aparentemente.

Roleta Russa

Roleta Russa

Respira fundo, Alessandra, respira fundo.

Eu devo dizer que aguardei muito tempo para esperar um pouco o que eu sentia passar para poder escrever essa resenha. E eu vou explicar pra vocês o que me incomodou nesse livro em detalhes, então, sinto muito, essa resenha conterá spoilers.

Sinopse: Você já parou para se perguntar se tem o controle total da sua vida? Nunca se sentiu como uma marionete com cada passo meticulosamente planejado por outras pessoas? Já ficou sem saída?
Minha vida sempre foi cercada de perigo, crimes e violência. Tive a alma marcada pela morte. Nunca acreditei que tivesse direito à luz depois de andar pelas sombras… Sempre soube qual era o meu destino e aprendi a me ajustar ao que não tinha opção.
Então, tudo se tornou um tabuleiro de xadrez. Você precisa dar o xeque-mate ou é eliminado.
Quando não se tem muito, não há nada a perder.
Sou Enzo Gazzoni, meu nome é como uma oração para alguns e uma maldição para outros.
Escolha seu lado da Roleta e torça para não ser o sorteado.

A história do livro não poderia ser mais clichê. O mafioso que não quer ser mafioso, a garota bonita que vem de uma família mafiosa e não sabe. Eles se apaixonam, ficam junto, fazem juras de amor, mas no final ele a abandona para poupá-la dessa vida. No meio do caminho com algumas mortes das pessoas mais próximas do mafioso, de tal forma que ele perde o chão e começa o pânico de perder a mulher amada.

A forma como Carina aceita esse lado da vida do Enzo é simplesmente demais para que eu consiga aceitar sem problemas. Para uma pessoa criada dentro dos padrões do que é certo e do que é errado, a aceitação dela do que há de pior no mundo – drogas, assassinatos e sabe-se lá o que mais – é tão rápida, tão completa, tão sem medos que eu só consigo imaginar que foi um sexo dos mais potentes pra fazer uma pessoa esquecer dos seus valores…

Enfim. Não vou entrar na questão de Carina ser estudante de medicina, porque isso é uma coisa que eu achei desnecessário de ser mencionado, afinal, ela não fez absolutamente nada relacionado à medicina durante o livro todo – e não, eu não conto ter um kit de primeiros socorros no banheiro e limpar um corte no lábio com algodão como usar de seus conhecimentos médicos, sinto muito.

Uma das coisas que me irritou profundamente durante todo o livro é a quantidade de xingamentos que a autora colocou em sua história. Desculpem-me, mas eu não me sinto nem um pouco interessada/excitada ao escutar um cara falando que quer me foder loucamente com seu pau duro. E, por mais que eu não seja uma puritana – adoro xingar quando converso com meus amigos ou quando estou passando por uma situação foda -, mas é tanto xingamento desnecessário durante toda a narrativa que, honestamente, me brochou em ler o livro.

Outra coisa que acontece é o tipo de relacionamento que foi transmitido durante o livro. Já devo ter dito aqui no blog em algum lugar que eu não sou tão feminista assim, mas que há coisas que eu vejo que me irritam profundamente. Durante todo o decorrer da história todos os personagens são extremamente machistas. Todos. Os. Personagens. Incluindo as mulheres.

Carina e Jillian são completamente dependentes dos seus namorados, além de serem tratadas o tempo todo como posses e não como pessoas. E I don’t fucking care se entre quatro paredes os respectivos namorados as tratam como rainhas, para o resto da sociedade elas são tratadas como meros objetos sexuais.

Até mesmo Frabrizio, inicialmente o único personagem – junto com Jill – que eu imaginava prestar na porcaria do livro, disse em um dos seus flashbacks desnecessários que “ganhou a namorada pelo cansaço”. Ou seja, ele insistiu tanto para ficar com a Jill, de formas diretas, dizendo que queria transar com ela até o mundo acabar, e de formas indiretas, demonstrando interesse pelo que ela fazia, que a garota FINALMENTE concordou em ficar com ele.

E entre Carina e Enzo é ainda pior! Eles passam o tempo todo se comendo, LITERALMENTE! Tipo, desde o primeiro momento Enzo trata Carina como um pedaço de carne. Nem olhou para a garota direito – ainda mais porque era inverno em Nova York e ela estava completamente encapotada com mil roupas de frio – e disse que queria aquele corpo gostoso.

Gente, atração sexual você pode sentir por quem você quiser, do jeito que você quiser, mas a partir do momento que todas as conversas, todas as trocas de olhares, todas as suas atitudes se voltam para apenas isso, colega, você tem um problema.

E eu nem preciso dizer que, mesmo em tom de brincadeira, a autora endeusou a característica stalker do Enzo, né? Não, eu não vou tocar nesse assunto, porque eu não consigo mais.

Além de todos esses problemas, ainda há dois problemas da história que na minha cabeça deixa tudo ainda pior.

Primeiro, não há realmente uma passagem de tempo na história. Não há marcação temporal explícita de quanto tempo se passou do momento em que Carina chegou nos EUA até o momento em que ela e Enzo não conseguem se largar, pior do que cães no cio. Em um momento é antes do natal, em um segundo momento passaram-se dias do natal e faltam duas semanas pro ano novo – matematicamente impossível, by the way – depois se passaram meses! E mesmo assim ainda tem neve!

Fora que o fato de que cada capítulo é narrado por um personagem e sempre tem a narrativa do que aconteceu até o momento pela visão do personagem que eu simplesmente desisti de tentar me localizar temporalmente.

E segundo, parece que a autora se esquece do clima com uma facilidade surpreendente, só se lembrando dele quando se tornava necessário para a história.

Eu explico.

Como eu disse, Carina sai do Brasil assim que suas aulas acabam, suponho que no final de novembro/início de dezembro, e se muda para os EUA. Para quem não sabe, no hemisfério norte, nessa época do ano, é inverno. Ou seja, frio com uma alta probabilidade de neve em Nova York. E, mesmo assim, as descrições sobre as roupas e sobre as personagens deixa muito a desejar. Em um primeiro momento, Carina quase congela com a mudança de temperatura, andando sempre o mais agasalhada possível. Enzo, com seus “olhos de raio-x” consegue ver através de todos os agasalhos e descobre ali uma mulher gostosa, e, a partir de então, Carina usa menos e menos roupas. Enzo, Fabrizio e Jillian usam o mínimo de roupas possível. Tipo calça jeans e camiseta num dia que foi dito como com neve.

Respira fundo, Alessandra.

Sobre a Editora Charme, honestamente, não gostei do livro. Cada página tem a marca d’água da árvore ali da capa, o que deixou o texto pesado pra ler. Eu me cansava com cada página virada. No mais não tenho muito a reclamar do livro.

Honestamente, depois de ler esse livro, fiquei com medo da segunda malinha do Estantismo. Tudo bem que a culpa não é lá do grupo, é minha mesmo por ter assinado uma Subscription Mistery Box de romance.

Foi um livro sofrido de ler. Não é meu estilo de leitura, não é meu estilo de livro. Achei que faltou profundidade para os personagens e achei a história superficial e boba. Agradeço todos os dias que a minha xará leu comigo o livro e peço desculpas por fazê-la caminhar comigo durante essa história. Eu vou te recompensar, xará, prometo.

1/5 estrelas e não recomendo esse livro.

Estantismo

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Hoje eu venho falar um pouco com vocês sobre a Mistery Box Estantismo!

Conheci a Estantismo de alguma forma bizarra em que o meu instagram, com toda a nova técnica de propaganda instagramística, um dia me indicou para seguir.

Como eu fiquei muito triste em começar a assinar o Turista Literário depois de quase um ano da existência dele, resolvi que seria uma boa ideia começar a assinar uma caixinha de livros surpresa quando ela começasse. Primeiro porque ajuda na divulgação e manutenção das caixinhas e, segundo, porque é tão divertido fazer parte de uma comunidade desde a sua criação…

E, é claro, que eu resolvi dar o benefit of the doubt sendo que o conteúdo é focado apenas em um tipo de livro: romance. Não é exatamente o meu estilo de vida literário favorito, mas eu leio praticamente tudo o que para na minha frente por tempo o suficiente, então… Vamos lá!

E a caixinha veio cheia de surpresas! ❤

Primeiramente, pelo que eu entendi, serão sempre dois livros por caixa e, por isso, haverá menos lembrancinhas. Acho que farão um sorteio entre os assinantes para ver quem é que vai receber as lembranças no mês – algo que não é de todo justo, mas que não é o enfoque da caixa. A caixa se torna acessível a partir do momento em que consideramos que são dois livros em uma caixa de R$ 80,00, os livros serão lançamentos do mês e, convenhamos, livros lançamentos não são baratos, então… Vale a pena mesmo sem a possibilidade da lembrança em toda caixa.

Em segundo lugar porque segundamente é muito feio, para os assinantes a caixinha vem com um MONTE de marca páginas. Eu, realmente, não esperava essa quantidade deles. Para quem coleciona – não é bem o meu caso, eu já tentei colecionar, mas… acabo sendo a desastrada de sempre e os perdendo, então… não é pra mim – é uma ótima pedida. Só para o livro Roleta Russa – btw, o primeiro dos dois livros que recebi que estou lendo, esperem resenha em algum momento desse mês – vieram dois marca páginas retangulares e dois quadrados, sendo que um deles com citações dos personagens principais.

Achei a propaganda do livro Momento Errado bem chamativa e fiquei muito curiosa para ler o livro e de certa forma chateada de não vir uma amostra dele na amazon, falhou aí, dona autora! O que me remete ao fato de que a ideia do Estantismo é divulgar o trabalho d@s autor@s parceiros, ou seja, aqueles autores que desejarem, mandarão divulgação do seu trabalho na caixinha! Preparem-se para receber aquela quantidade absurda de informações de outros livros além daqueles que vêm na caixa todo mês!

All in all, achei a caixinha muito bem feita e organizada. Eu, que sou uma péssima pessoa para tirar fotos quando recebo e faço o unboxing das minhas encomendas, não pude mostrar o pacotinho em que os livros vieram ou o cuidado como a caixa foi montada – o Oliver e o Thor adoraram o papel crepom -, mas acreditem-me, ela é muito bem feitinha.

E EU ADOREI O MIMO QUE VEIO NESSA PRIMEIRA CAIXA!

Gente… Essa coisinha estampada de flores brancas é uma capinha para livros! ❤ Tão bonitinha! E pequena, não acho que poderei usar com os livros que eu leio normalmente, mas ela é tão fofinha que eu quero morrer!

Para quem tem um pezinho mais no romance do que essa brutamontes que vos escreve, sugiro darem uma olhadinha no Estantismo! Vocês vão gostar!

Outlander

Outlander

Quero começar essa postagem dizendo de antemão que eu não conheço a história dos livros de Outlander, tendo sido sugada para esse universo graças à minha mãe que ama filmes e seriados românticos.

Tendo dito isso, preciso tirar do meu coração que depois do seriado eu não tive A MENOR vontade de procurar os livros. Pelo amor de todos os deuses! Que historiazinha piegas e clichê.

Em primeiro lugar, eu nem preciso dizer que voltar 200 anos no tempo e utilizar de todo o conhecimento adquirido através de anos participando da Segunda Guerra Mundial como enfermeira é ao mesmo tempo brilhante e completamente idiota, né? Ela volta para 1700! It goes without saying que é CLARO que em algum momento ela iria ser tratada como bruxa! O que me impressionou foi que demorou tanto para acontecer. De bom dessa cena só houve a confirmação de que a outra personagem que eu achei que também era do futuro no primeiro momento em que ela apareceu, realmente o era.

Em segundo lugar, o seriado é tão clichê, mas tão clichê, com uma história tão linear, piegas e boba que assim que o segundo episódio começou – assumo que quando comecei a assistir ao seriado não fazia ideia sobre o que ele era – era possível prever o que iria acontecer. Se não com previsões de cenas, pelo menos em uma linha geral o que aconteceria.

Em menos de 3 cenas em que Jamie – na minha opinião a única coisa que realmente valeu a pena no seriado e APENAS porque ele é muito bonito e meio que o meu sonho de consumo em um homem – eu tinha a total e absoluta certeza que era ele com quem Claire teria um relacionamento no passado e que, não importava quantas vezes ela tinha tentado engravidar com seu primeiro marido, eles teriam um filho juntos.

Esse é o nível de previsibilidade da história.

Juntando-se a isso o fato de que eu não sou das mais chegadas em romance – ao menos não da forma como ele é mostrado nesse seriado – e que não suporto coisas previsíveis, bem… Minha reação a essa primeira temporada não foi das melhores.

E será a única temporada que vou assistir. Chega de erros de tentar engolir coisas que eu não gostei na primeira temporada. Estou olhando para você, Shadowhunters.

1/5 estrelas.

Siga por sua própria conta e risco.

Passageiros

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Sinopse: Uma nave espacial transporta milhares de pessoas para um planeta colônia, que tem uma avaria em uma de suas câmaras de sono. Como resultado, um único passageiro é despertado 90 anos antes de qualquer outra pessoa. Diante da perspectiva de envelhecer e morrer sozinho, ele finalmente decide acordar um segundo passageiro, marcando o início do que se torna uma história de amor única.

Olha só! Guardiões da Galáxia 2! … Não, calma…

Sinopse linda essa do Filmow, dando spoilers maravilhosos em apenas algumas palavras.

O que você faria se estivesse preso em uma nave espacial, há 90 anos do seu destino, e tendo a certeza de que você morrerá sozinho?

É essa a pergunta que atormenta a vida de Jim.

Tendo entrado no programa de colonização de um novo planeta a 120 anos da Terra, Jim acorda após apenas 30 anos de viagem. Todos os outros 5000 passageiros estão em suas câmaras de animação suspensa e acordarão apenas 4 meses antes de chegar ao seu novo lar.

Sozinho. Por 90 anos.

Na minha opinião, ele durou até bastante tempo sem surtar. 1 ano e 3 semanas, apenas com a companhia de robôs.

Não que isso justifique condenar outra pessoa à morte.

Se A Bela e A Fera traz – com algum esforço – o tema da Síndrome de Estocolmo, posso dizer que esse filme é o ápice da concretização da Síndrome. Claro que Aurora não sabia que havia sido “sequestrada”, passando por um bom tempo apaixonada por Jim por ele ser a pessoa amável que é, MAS! A partir do momento em que ela descobre que foi escolhida para fazer companhia para ele, é basicamente isso que acontece, não?

Ela ainda o ama, ainda está disposta a morrer ao lado dele. Se isso não é Síndrome de Estocolmo, não sei o que é.

Tirando esse pequeno detalhe que me deixou levemente desconfortável e quebrou um pouco a parte romântica do filme, o filme foi até divertido.

Acompanhar como a solidão e a certeza da morte mexe com cada pessoa, o que cada um está disposto a sacrificar pela felicidade e pela vida do outro… Quase, e eu digo QUASE, me fez sentir falta de ter alguém com quem compartilhar a minha vida.

Aí eu me lembrei de todo o trabalho que relacionamentos precisam para funcionar, tudo aquilo que temos que abrir mão pelo outro, e que, afinal, o Oliver e o Thor suprem muito bem a minha carência afetiva são os gatos mais maravilhosos do mundo! ❤ e a vontade passou BEM rapidamente.

Brincadeiras à parte, devo dizer que esse filme é muito maravilhoso. O visual, a fotografia desse filme é de cair o queixo. E realmente gostaria de saber se a física do filme funciona mesmo sabendo que o problema que eles têm que resolver e a forma como é resolvida, obviamente não funciona.

4 estrelas.