TBR Outubro

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Eu sei, gente, eu sei que deveria ter um post no sábado dia 07, mas eu e Emma não estamos conseguindo nos entender. Calma que eu explicarei melhor quando acabar a leitura do livro, ok? 😉 E mesmo assim, não teria como postar a TBR no sábado, porque os correios não colaboram, não é mesmo?

Também sei que tem livro repetido da última TBR, mas fazer o que se não consegui ler os livros pra TBR em Cacos? Vamos seguindo com o plano e colocando os livros pra ler, não é mesmo?

Talvez a próxima TBR seja ainda menor, porque as provas de residência estão se aproximando com muita velocidade e eu ainda tenho que estudar mais pra conseguir seguir o sonho. Então… Tenham paciência, meus amores!

Sem mais delongas, à TBR!

Esse mês pretendo ler os dois últimos livros que recebi pelo Turista Literário, que são A Filha das Trevas – que já foi divulgado a continuação para um futuro bem próximo pela Plataforma 21 – e A Longa Viagem a um Pequeno Planeta Hostil – QUE EU COMPREI NA BATALHA DOS YOUTUBERS! MEREÇO?

Como pretendo ler os sete livros de Harry Potter esse ano, continuamos com O Cálice de Fogo. Nos próximos meses teremos ainda mais Harry Potter e Percy Jackson. E aí ano que vem eu releio outra coisa… -q

Minha primeira – e talvez única por enquanto – caixinha do Clube Skoob veio com o tema Embarque e recheada de lindezas! Mais sobre isso na quarta, quando farei review sobre ela -q E com dois livros. Sim, DOIS livros. Assassinato no Expresso Oriente, que será a minha leitura do mês pelo simples motivo de que está saindo filme -q, e Morte no Nilo. Este último vai pra TBR Jar!

*Momento pausa: Decidi fazer uma TBR Jar, um pote com o nome dos livros que ainda não li e que tenho aqui em casa, porque descobri uma pequena pilha de 120 livros – entre comprados por mim, pelos meus pais e pelo meu irmão – que ainda não li… E para ter alguma surpresa no mês, a partir do mês que vem sempre terei um livro do pote nas minhas TBRs…*

Mesmo tendo meio que aberto mão do Desafio de Leitura 2017 – não estou lendo livros pra ele já há algum tempo, pelo menos não na mesma velocidade/frequência que antes – continuarei com um livro por mês. Ou seja, ainda teremos 3 livros do DDL. O de outubro é o livro Jovens que Brilham com a Luz Divina, livro que fala sobre a Mahikari – que é como se fosse uma religião, e eu não sou uma das pessoas mais religiosas assim, mesmo tendo a minha crença.

E, para encerrar, A Divina Comédia, mais um livro do Mini Desafio de Leitura, junto com Emma, mas esta é uma outra história e um outro momento, pretendo terminar Emma antes do fim do ano, então tenho até 31/12…

Na verdade, ainda tem um outro livro, o segundo livro que recebi no intercâmbio literário, mas não tirei foto e esqueci o título exato dele. Avisarei na resenha qual é, certo?

E essas serão, com fé nos deuses tudo, minhas leituras de outubro. Gentes… eu preciso conseguir terminar de ler esses livros… Não aguento mais tanto flop

 

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Morte Edição Definitiva

Morte

Sinopse: Jovem, linda, pálida, gótica e… alegre? A Morte imaginada por Neil Gaiman veio para revolucionar nosso conceito (e preconceito) a respeito da Ceifadora. A irmã mais velha de Morfeus ganhou uma roupagem contemporânea e um conceito arrebatador para nascer como coadjuvante e roubar a história, tornando-se protagonista de duas minisséries e outras HQs, além de ter participação de destaque na série de seu irmão! Esta Edição Definitiva reúne pela primeira vez no Brasil todas as histórias estreladas pela personagem, incluindo O Som de Suas Asas (primeira aparição) e Fachada, publicadas originalmente em Sandman; as minisséries O Alto Preço da Vida e O Grande Momento da Vida; e as histórias Um Conto de Inverno (Vertigo Winter’s Edge 2), A Roda, Morte e Veneza (Noites Sem Fim) e A Morte Fala da Vida, uma HQ educativa sobre sexo seguro. Além de roteiros de Neil Gaiman, a edição tem artes de Chris Bachalo, Mark Buckingham, Mike Dringenberg, P. Craig Russell, Dave McKean e mais! Como extras, a edição traz o roteiro de Sandman 8; uma imensa galeria de pin-ups e diversas informações sobre colecionáveis da Morte que todos gostaríamos de encontrar um dia!

De todos os Perpétuos, creio que a Morte é a minha favorita. Claro que eu tenho um amor por todos os sete, de uma forma que não consigo deixar de torcer por eles, até mesmo pel@ Desejo.

A Morte, entretanto, é a que mais me faz pensar, que me fez ter uma nova visão sobre a vida e a morte, sobre a humanidade, sobre, bem, tudo.

Ela é uma personagem profunda, que tem várias nuances e faces, todas elas dispostas de tal forma que se complementam, que se fundem para criar uma personagem maravilhosa, que ama a vida e a sua família, que tenta ajudar as pessoas.

É também quem tem um trabalho difícil.

Ela nos encontra quando nascemos e está lá para nos receber quando morremos, sempre à disposição para conversar, para mostrar um sorriso gentil enquanto fazemos a travessia para a terra sem sol.

E para saber exatamente o preço de sua dádiva, ela escolheu viver um dia a cada cem anos, para nunca esquecer o quanto o seu trabalho é importante, o quanto cada vida vale.

Já li muitas estórias, muitos quadrinhos, mas nenhum trabalho se iguala ao mundo dos Perpétuos. Neil Gaiman construiu um universo derivado do nosso tão maravilhoso e real, tão fantástico… É realmente uma obra prima.

Sobre a edição definitiva, posso dizer que me impressionei com ela. Mesmo com várias histórias que eu já tinha lido, há algumas que eu nunca havia visto antes e que me deixou mais do que feliz com a surpresa.

Li Morte Edição Definitiva para o mês de setembro do Mini Desafio de Leitura, sempre fico impressionada quando leio o livro no mês correto… Hahahaha!

5/5 estrelas.

TBR – Setembro

E como pudemos acompanhar a minha loucura em agosto, resolvi ser mais realista e colocar apenas 6 livros para a TBR de setembro, afinal, preciso me dedicar ainda mais aos estudos e, assim, poderei me concentrar em ambos – sem que eu deixe de fazer algo que eu amo e que não prejudique o andamento dos estudos.

Ou ao menos é o que espero conseguir.

Enfim! Vamos aos livros!

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A foto hoje teve que ser dupla porque eu sou idiota e larguei O Filho de Netuno no escritório e o restante dos livros estão na minha casa, obviamente…

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  1. Ecos – Pam Muñoz Ryan
  2. O Filho de Netuno – Rick Riordan
  3. Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban – J. K. Rowling
  4. Emma – Jane Austen
  5. Morte Edição Definitiva – Neil Gaiman
  6. O Lado Bom da Vida – Matthew Quick

Ecos foi o livro do mês de julho do Turista Literário e eu até queria lê-lo no mês passado, mas foi bem conturbado. Então, fica pra esse mês. Provavelmente vou acabar sempre lendo o livro no mês seguinte…

O Filho de Netuno faz parte do Desafio de Leitura 2017, na categoria de um personagem que eu gostaria de ser. Deixarei para falar mais disso no post da resenha do livro, mas nem preciso dizer que obviamente minha personagem é romana, né?

Harry Potter está na lista por vários motivos, dentre eles, quero terminar de reler os sete livros esse ano, e, o terceiro livro está na lista do DDL2017, na categoria de um livro premiado. Também deixarei para falar mais sobre isso na resenha do livro. Sirius ❤ Lupin

Emma está aqui porque ele está na lista do Mini Desafio de Leitura, como eu meio que já abandonei a premissa que vou terminar o DDL esse ano, pretendo pelo menos ler os 12 do Mini Desafio… Torçam por mim!

Morte, assim como Emma, faz parte do Mini Desafio. Como eu ainda preciso descobrir qual livro de biografia/documentário vou ler até o fim do ano e ainda tem A Divina Comédia – Céu para ler, vou adiantar esse mês e ler DOIS itens do desafio!

E, last but not least, temos o O Lado Bom da Vida, recebido através do intercâmbio literário. O interessante é que mês que vem teremos o outro livro que recebi no intercâmbio de agosto… Foi uma senhora surpresa que me deixou super feliz! Dois livros em um único mês! ❤

E esses são os livros que pretendo ler esse mês! Vamos à leitura!

Harry Potter e a Câmara Secreta

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Sinopse: Os Dursley estavam tão anti-sociais naquele verão, que tudo o que Harry queria era voltar às aulas da Escola de Bruxarias de Hogwarts. No entanto, quando já terminava de fazer suas malas, Harry recebe um aviso de um estranho chamado Dobby, que diz que um desastre acontecerá caso Potter decida voltar à Hogwarts. Harry não liga para aquela mensagem e o desastre realmente acontece. Naquele segundo ano estudando em Hogwarts, novos horrores surgem para atormentar Harry, incluindo o novo professor Gilderoy Lockhart e um espírito chamado Moaning Myrtle, que assombra o banheiro feminino, além de olhares indesejados da irmã mais nova de Ron Weasley, Ginny. Todos esses problemas, no entanto, parecem menores quando o verdadeiro problema começa e algo transforma os alunos de Hogwarts em pedra. Dentre os suspeitos: o próprio Harry. Descubra o fim desta aventura emocionante.

Haary Potter e a Câmara Secreta foi o livro escolhido para Agosto – Um livro best seller. Tenho total e absoluta certeza que ele foi um best seller na época em que foi lançado, em qualquer que seja o país em questão. É Harry Potter! Também o escolhi para o Mini-Desafio de Leitura porque esse ano coloquei o quarto livro no Desafio de Leitura 2017… Aí, já viram, né? Releitura em cima de releitura!

Mas tudo bem… Eu já tinha me esquecido bastante da história desse livro.

O livro começa muito devagar, muito chato. Os primeiros capítulos foram um sofrimento para conseguir ler, mas depois que as coisas começam a acontecer no castelo, até que o livro fica mais divertido e consegui lê-lo mais tranquilamente.

Acontece que muitos personagens são chatos nesse livro. Gilderoy Lockhart é simplesmente insuportável, os primeiranistas são bocós – estou olhando para você, Colin – e não há realmente nenhuma ação que faça você buscar a próxima página, o próximo capítulo. Estava tão entediada que larguei o livro por dois dias enquanto lia A Lógica Inexplicável da Minha Vida.

Quando os ataques aos estudantes com sangue trouxa começam a acontecer, praticamente estamos na metade do livro. Mesmo assim, é depois que eles começam que o livro fica realmente interessante e é só a partir daí que consegui ler sem parar até acabar.

Mesmo com todo o marasmo inicial, é um livro muito bom. É impressionante ver como a Rowling descreve as batalhas e faz com que 30-50 páginas valham para terminar muito bem o livro.

4/5 estrelas.

O Refúgio

Mini 11 - A Mansão Hollow

E depois de dois livros seguidos que não estavam nos planos para o mês, resolvi deixar de vez de me programar para as leituras e simplesmente seguir o fluxo do que me envolve.

O livro da vez é do Mini Desafio de Leitura, agora para o mês de Novembro – Uma peça de teatro. E creio que devo deixar aqui uma explicação.

Há muitos e muitos anos, uma pequena Alessandra foi com sua família ao sebo Páginas Antigas e convenceu os pais a comprar a coleção completa dos livros da Agatha Christie. Os referidos livros – em capa dura e contando com duas histórias por livro – eram as adaptações das histórias para o teatro, mas quando pediu para comprarem a coleção, a pequena Alessandra não sabia disso e, assim sendo, acabou não gostando da forma como o livro estava escrito e não leu nenhum.

Sim, muito errado, concordo. Só que é uma história verídica e eu não faço ideia de quantos anos tinha na época e, provavelmente, fiquei confusa por não haver uma narrativa “comum”.

E adiantando para os dias atuais, resolvi que livro parado juntando traça não é legal e que Agatha Christie merece minha atenção Doctor Who may or may not have rekindled my curiosity about her… e assim resolvi colocar os livros dessa maravilhosa senhorita, verdadeira Rainha do Crime, nas listas dos desafios.

Assim comecei a leitura de Encontro com a Morte e agora encerrei o primeiro livro lido com a leitura de O Refúgio.

Devo dizer que achei muito difícil encontrar o livro tanto no Skoob quanto no Goodreads, pelo simples motivo de que há um novo título para essa história. Hoje em dia você encontra O Refúgio com o título de A Mansão Hollow.

Tirando esse primeiro percalço inicial, a história em si é ótima, deixando a resolução do caso bem complexa, tendo-se em vista que é uma família inteira envolvida com o crime. Muito parecido com a história de Encontro com a Morte se for pensar por esse lado.

Só que, ao contrário de Encontro com a Morte, achei mais instigante e confusa a história d’O Refúgio. Todos eram altamente suspeitos e tudo se torna ainda mais complexo quando uma das personagens não fala coisa com coisa.

De qualquer forma, foi maravilhoso acompanhar a forma como cada personagem trabalhou o luto e como cada um se mostrou suspeito até o fim.

Como é uma peça de teatro, senti falta de uma profundidade maior ou talvez de mais explicações frente a algumas atitudes de algumas personagens, mas nada que altere ou atrapalhe a narrativa.

Honestamente, estou me descobrindo apaixonada por Christie e realmente quero ler mais coisas dela. Provavelmente até renovar a coleção com os romances e não roteiros, minha alergia resolveu me dar um oi.

4/5 estrelas.

Laranja Mecânica

Mini 10 - Laranja Mecânica

Quando a Amazon recebeu um ultimato do Dória no começo do ano e decidiu liberar o download de um livro de sua biblioteca gratuitamente, consegui o livro Laranja Mecânica, de Anthony Burgess em versão digital.

Já queria ler esse livro, então, foi uma ótima aquisição, mas devo dizer que agora quero o livro físico for reasons e nada melhor que incluí-lo no Mini Desafio de Leitura para o mês de outubro – Um livro escrito antes de você nascerLaranja Mecânica foi publicado pela primeira vez em 1962, encaixando-se com folga nessa categoria.

Sinopse: Clássico eterno da ficção científica, Laranja Mecânica é um verdadeiro marco na história da cultura pop e da literatura distópica. Narrada pelo protagonista, o adolescente Alex, esta brilhante e perturbadora história cria uma sociedade futurista em que a violência atinge proporções gigantescas e provoca uma resposta igualmente agressiva de um governo totalitário.
A estranha linguagem utilizada por Alex, conhecida como Nadsat, merece destaque na obra, criada pelo próprio Burgess, fornece ao romance uma dimensão quase lírica.
A trama, que conta a história da violenta gangue de adolescentes que sai às ruas buscando divertimento de uma maneira um tanto controversa, incita profundas reflexões sobre temas atemporais, como o conceito de liberdade, a violência – seja ela social física ou psicológica – e os limites da relação entre o Estado e o Indivíduo.
Ao lado de 1984, de George Orwell, e Admirável Mundo Novo, de Aldous Huxley, Laranja Mecânica é um dos ícones literários da alienação pós-industrial que caracterizou o século 20. Adaptado com maestria para o cinema em 1972 por Stanley Kubrick é uma obra marcante: depois da sua leitura, você jamais será o mesmo.

A primeira coisa que me chamou atenção nesse livro é que quando foi publicado nos EUA os editores americanos acharam por bem deixar de fora o 21º e último capítulo do livro – o que não fez muito sentido na minha cabeça – e que, portanto, o filme de Kubrick tem um final diferente do livro.

Outra coisa que me assustou foi a linguagem. A tal da linguagem NadSat que as gangues utilizam para se comunicar é extremamente… complexa pra não dizer impossível e chata e precisei ir ao glossário no final do livro mais vezes do que gostaria de assumir.

No geral a história é muito interessante, narrada em primeira pessoa por Alex, vemos o que o motivava a causar tanta ultraviolência, às formas como tratava as outras pessoas, temos a percepção de que para ele, o que era alheio a si próprio não era importante.

Fiquei um pouco indignada com as conclusões a que o livro chega.

Calma, eu explico.

É importante lembrar que o livro é narrado em primeira pessoa, então o narrador não é nem um pouco confiável. Além disso, Alex passa todo o livro tentando convencer o leitor de que ele não era assim o culpado por suas ações. Ah, sim, ele sabe que está cometendo atos horrendos e descreve com muito prazer toda a ultraviolência, os estupros, os ataques, as brigas, tudo muito gráfico – ou o mais gráfico que a linguagem NadSat permite. Então não há como negar que Alex é um personagem mau.

O que também não significa que ele não tem possibilidade de redenção. A esperança de que a sociedade que sofre nas mãos das gangues, dos governos totalitários, das forças policiais extremamente agressivas possui chance de redenção e salvação é o ponto chave do livro.

Só não concordo com a forma como Burgess descreve esse arco da redenção de Alex. Principalmente o último capítulo.

O livro se divide em 3 arcos, cada qual com seu tema e cada um com sete capítulos. No 21º capítulo, o último capítulo do arco da redenção de Alex, é mostrada uma realidade tão discrepante do restante do livro – não em questão temporal, mas em questão interna ao próprio Alex – que me deixou inquieta.

A impressão que eu tive é que Alex não compreende que existe uma necessidade de mudar, ele simplesmente percebe que está velho demais para continuar com sua vida de gangue e que não possui família, que o sentimento de vazio que sente é a falta de compartilhar a vida com alguém. E, por mais que ele conclua que não conseguirá salvar o filho hipotético de uma vida de gangues, não é algo que ele veja como totalmente ruim. Ele toma como a realidade, como o ciclo da vida.

A mensagem do livro, para mim, é que não há uma forma de quebrar o ciclo vicioso da violência e isso me deixou muito triste.

Ainda assim é um livro fantástico.

4/5 estrelas.

Doze Contos Peregrinos

Mini 04 - Doze Contos Peregrinos

Para o mês de Abril – Um livro de um autor vencedor do Nobel li o livro Doze Contos Peregrinos de Gabriel García Márquez, vencedor do Nobel de Literatura em 1982.

Sem sinopse, porque no Skoob não havia uma sinopse decente para colocar aqui, sorry.

Esse é mais um daqueles livros que eu deveria ter lido para o pré-vestibular – há muitos e muitos anos – e passei batido. Novamente às custas do meu preconceito e preguiça de ler o livro.

Acontece que esse ano está sendo o ano. O ano para quebrar preconceitos literários – e para comprovar minhas escolhas em relação aos tipos literários que leio. E, somando-se a isso o fato de que este ano a verba está contada, acabei escolhendo livros que tinha para poder enquadrar em ambos os desafios.

E foi assim que comecei a minha peregrinação pela biblioteca de casa atrás de um livro de um autor que ganhou o Nobel de Literatura. Após uma rápida pesquisa na internet, eis que descubro que Gabriel García Márquez é um representante desta categoria.

Li os doze contos de maneira até relativamente lenta – para um livro de 200 e poucas páginas, demorei três dias – e aproveitei cada momento, cada página, cada conto. Adorei a introdução que ele fez, explicando o processo de criação, de escolha e de produção desse livro.

E tiveram contos que eu adorei! Mas a grande maioria deles? Não fez tanto sentido assim para mim.

All in all, é um livro bem gostoso de ler, rápido e divertido. Fiquei com mais vontade de ler mais coisas do autor.

3/5 estrelas.