Pokémon Picross

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E encerrando a tríade de jogos de Pokémon em sistema free to play no 3DS que eu tenho, venho falar sobre Pokémon Picross.

Este jogo baseia-se na captura dos pokémons após o término de cada imagem proposta na fase. É necessário descobrir a imagem seguindo as regras, os números dados para cada linha e coluna. Imaginem um sudoku, mas ao invés de colocar-se números, você “pinta” os quadrados nas linhas e colunas para formar a imagem.

Devo dizer se não perceberam pela PÉSSIMA descrição sobre seu funcionamento que foi a primeira vez que joguei algo nesse sentido. Descobri que, por ser um jogo de lógica, é bem interessante, rápido e, acreditem, frustrante.

Cada pokémon tem um poder que o ajuda a desvendar a imagem mais facilmente, seja parando o timer, preenchendo os quadrados ou dando dicas. É um jogo rápido, divertido e desafiador.

E, sim, eu o jogo diariamente.

Assim como Pokémon Shuffle e Pokémon Rumble WorldPokémon Picross possui seu dinheiro, as picrites. Com as picrites – que você ganha sempre que cumpre com os desafios de cada novo pokémon, consegue uma medalha ou termina o desafio diário – você pode abrir novas fases, aumentar a quantidade de “movimentos” que tem, e, também, consegue destrancar as mega-evoluções e o mundo alternativo.

As picrites também podem ser compradas com dinheiros de verdade. O que não entra muito bem na minha cabeça.

O desafio diário te dá, em média 9 picrites no início do jogo e, à medida em que vai chegando na trigésima – e última – fase, você consegue 12 picrites. Cada pokémon dá em média 5 picrites. Então, overall, é muito fácil conseguir picrites durante o jogo. Claro que o jogo torna-se lento, mas não conto isso como um ponto negativo. Honestamente, não quero que ele acabe… -q

É claro que cada nova aquisição é cara. Por exemplo, para abrir uma nova fase, inicialmente, gasta-se 60-90 picrites, enquanto que ao final do jogo gasta-se 230-270 picrites por uma nova fase. O mundo alternativo custa 300 picrites para ser destravado, a mega evolução – e eu realmente espero que seja só a aquisição do mega pencil e não por CADA mega evolução – custa 500 picrites. Como eu disse, torna o jogo lento, porém não impossível de ser terminado.

Outra feature do jogo é que, assim como o Pokémon Shuffle tem fases especiais que aparecem ao se conectar com a internet, em Pokémon Picross aparecem pokémons lendários de tempos em tempos. E quando eu digo de tempos em tempos, eu quero dizer de acordo com o horário mesmo. Tem pokémons que aparecem a cada 10 horas, 20 horas, 40 horas, e que ficam disponíveis por um período de tempo fixo para cada pokémon. Tem pokémon disponível por 1 hora – o que é o mais comum -, mas há outros que ficam disponíveis por 15, 30 minutos. Bate o desespero sempre que a professora avisa que um pokémon lendário foi avistado.

Enfim.

Pokémon Picross é, junto com Pokémon Rumble World, um jogo rápido e que eu jogo ao menos uma vez ao dia. Ao contrário deste, não há muito o que se fazer após conseguir todos os pokémons da fase a não ser aguardar 24 horas para jogar o desafio diário e conseguir mais picrites para abrir uma nova fase.

4/5 estrelas.

 

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Pokémon White

E já que amanhã tem lançamento de Pokémon Sun Pokémon Moon HELL YEAH MOTHERFUCKER! Hoje falarei sobre um dos últimos jogos de Pokémon que ando jogando. Pokémon White.

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Honestamente não tive poder de escolha com Pokémon White e com Pokémon Y – que fica para resenha em um outro dia -, porque ambos os jogos vieram no meu bundle of joy quando comprei meu Nintendo 3DS usado. Vieram vários jogos e, dentre eles, estes dois pokémons. Muito provavelmente teria escolhido o Pokémon White mesmo, afinal, dizem por aí que eu só escolho os jogos errados do Pokémon.

Enfim… É um jogo diferente do restante da franquia por alguns motivos.

Primeiramente, achei a progressão de crescimento dos pokémons infinitamente bastante difícil, a quantidade de experiência que recebe-se de cada batalha ganha é praticamente irrisória, tendo muitos fatores que se unem para saber quantos pontos serão ganhos. Por exemplo, se você batalhar um pokémon level 10 que não tem evolução ganha x, mas se batalhar um pokémon level 10 evoluído ganha quase 2x. Acho que por isso colocaram o Audino, porque ele dá uma porrada de experiência.

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Em segundo lugar porque segundamente é feio temos a entrega dos pokémons, ela é feita em sua casa e há dois amiguinhos, o Cheren e a Bianca. Cheren quer ser o melhor e mais forte mestre pokémon *cof* Ash *cof* e a Bianca é meio bobinha, mas se mostra uma pessoa gentil e amigável.

Beleza… Daí, temos o nosso rival! N! Seu menino fofo que eu quero adotar! ❤

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Conhecemos N logo na segunda cidade e temos uma batalhazinha básica. Ele consegue entender o que os pokémons sentem e falam. E eu to shippando ele com a White sim! Mas estou me adiantando…

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Juntamente com N, somos apresentados à Equipe Rocket dessa versão, o Team Plasma – que na minha opinião tem a melhor música de todas E, AINDA POR CIMA, usam armaduras! ❤ – e o seu líder, Ghetsis.

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Ghetsis é uma pessoa estranha e, jogo vai jogo vem, descobrimos que ele é o “pai” de N e o manipulou lindamente para odiar os treinadores e querer libertar todos os pokémons. Mesmo que a cada batalha com nossa personagem ele perceba o amor que une nossa personagem e os seus pokémons. Menino cabeça dura…

Enfim… Metade do mapa é aberto e acessível, até que chegamos à Elite dos Quatro. Lá descobrimos N tendo vencido o Campeão antes que nós pudéssemos fazer isso e o Castelo da Equipe Plasma surge ao redor da Liga! Tudo muito lindjo.

De qualquer forma, depois de vencer o Team Plasma mais legal que Equipe Plasma, e N, temos acesso ao restante do mapa e podemos batalhar novamente a Elite dos Quatro.

Anywho.

Uma coisa que me deixou feliz enquanto buscava as imagens para este post, foi perceber que, assim como todos os outros jogos da franquia, cada personagem que escolhemos tem um nome. O garoto é Black e a garota é White. E como eu disse anteriormente, enquanto jogava tive muita vontade de adotar o N porque ele é fofo e só quer o bem dos pokémons – do jeito deturpado dele, mas é a verdade. Então acabei shippando hardmente minha personagem a partir do momento que pude escolher sexo, sempre escolhi a menina, obviamente com o N. E FOI AÍ QUE DESCOBRI QUE NÃO ESTOU SOZINHA!! ❤

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É muita fanart dos dois juntos! Foi uma descoberta fantástica e que me deixou extremamente feliz. Julguem-me.

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Enfim…

Foi um jogo que me fez ter dor de cabeça e amá-lo ao mesmo tempo. Então, sim, mesmo não tendo mais as jogabilidades – porque a Nintendo retirou a conexão com a internet de seus jogos do Nintendo DS – e perdendo a chance de brincar no mundo dos sonhos dos pokémons, ainda assim este é um jogo que me diverti e não me arrependo de ter jogado. Se me arrependo de algo foi de não ter comprado quando foi lançado…

E agora podemos voltar ao hype da espera pelo Pokémon Moon! Que, btw, eu já comprei e só estou esperando poder atualizá-lo e jogar! ❤

Pokémon Rumble World

E continuando com as postagens sobre Pokémon e seus jogos para 3DS em sistema free to play, temos essa belezinha fofa.

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Pode-se dizer que é a continuação do jogo Pokémon Rumble Blast, um jogo também para 3DS. Em ambos os jogos você toma controle de um pokémon de brinquedo. Enquanto no Rumble Blast o seu pokémon e seu time tem por objetivo vencer Cobalion e a legião de pokémons do mal, em Rumble World voltamos às origens mais puras de pokémon e o seu objetivo é capturar cada pokémon existente nos diversos mundos, acessíveis através de balões.

Assim como Pokémon Shuffle Pokémon Picross aguardem cenas dos próximos capítulos, crianças Pokémon Rumble World é um jogo baixável e free to play, mas é claro que apenas até certo ponto, não é mesmo?

Para se ter acesso aos balões – e assim a novos mundos – você precisa gastar os pokédiamonds que podem ser adquiridos de três formas no jogo. Você pode vencer os desafios propostos pelo Rei da cidade dos Pokémons brinquedo sim, that’s a thingvocê pode consegui-los através do street pass, spot pass ou convidando jogadores aleatórios para sua cidade (uma vez conectando-se na internet de graça e após isso, pagando dez moedas conseguidas deixando seu 3DS ligado enquanto caminha por aí), ou, já imaginaram, pagando dinheiro de verdade pelos diamantes.

A questão de se chamar os coleguinhas pela internet é que nem sempre eles dão diamantes. É claro que sempre aparecem três visitantes e cada um deles tem a chance de te dar um diamante quando são salvos e quando se vence a fase, e que a cada 5 convidados você ganha um diamante, MAS é tão cansativo ficar esperando dar o tempo pra chamar de graça pela internet… SIM, eu sou sedentária a esse ponto. Nem para ganhar algo “palpável” eu fico andando por aí. Julguem-me.

Já estou jogando este jogo há algum tempo e posso dizer, o preço dos balões fica cada vez mais exorbitante e os desafios do Rei cada vez mais difícil, o que é bom, se não o jogo em si perderia a graça com muita facilidade. Só que não são só os balões. Tem também as árvores que te ajudam a capturar os pokémons, a casa dos pokémons para que você possa ter mais dos bichos na sua party, todas as vezes que um pokémon está enferrujado você precisa pagar para que ele volte ao normal e, to top it of, as pedras de mega evolução custam diamante e não dinheiro.

Novamente temos o impasse de quem joga pagando (sempre têm dessas pessoas) para quem não paga. A progressão é infinitamente mais lenta, mas é possível.

Como é um jogo bastante rápido, cada fase variando de 2~4 minutos acabo o jogando todos os dias. Gosto bastante do jogo e estou realmente ansiosa para conseguir todos os pokémons.

4/5 estrelas.

Pokémon Shuffle

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O primeiro dos jogos de Pokémon para 3DS, Android e iOS no sistema free-to-play que eu joguei.

Sendo necessário estar conectado na internet para ser jogado, tem a dinâmica de Candy Crush, sendo que é necessário derrotar os pokémons para dar seguimento ao jogo e, ao derrotá-los, tem-se a possibilidade de capturar os pokémons.

Uma vez por dia pode-se conectar com a internet e receber moedas no jogo. As moedas são peça importante do jogo, visto que para se ter acesso a itens e great balls – quando a pokébola falha – é necessário gastar moedas. Além disso há, nas fases especiais, pokémons que só são liberados mediante pagamento de um valor específico de moedas.

Outro modo de se comprar coisas no jogo são através das jóias. As jóias valem 4000 moedas e são dadas como recompensa por conseguir passar dos níveis de mega evolução e em eventos de captura de pokémons especiais.

Sendo um jogo free-to-play você pensa que não é necessário gastar nada para conseguir capturar os pokémons e seguir adiante. Entretanto, a realidade é um pouco diferente. Quanto mais longe no jogo você está, mais e mais difícil “matar” e capturar o pokémon é. Sendo necessário gastar suas moedas para comprar itens e great ball atrás de great ball. Quando você menos espera já não há mais moedas ou jóias. E se você realmente quer capturar aquele pokémon especial que fica por pouco tempo, prepare-se para gastar um dinheirinho.

Aquele de verdade que você deveria usar para pagar contas.

All in all, é um jogo bastante divertido e rápido. Se você conseguir se controlar e não gastar seus reais dilmas, temers ou golpes, como preferirem você tem uma progressão mais lenta, mas consegue jogar tranquilamente. É o que eu faço.

The Cow Level is a Lie!

Hoje falarei de uma franquia de jogos que eu simplesmente amo.

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E assim começo minha narrativa sobre a franquia da Blizzard Entertainment. A franquia é composta por seis jogos no total: Diablo, Diablo Hellfire, Diablo II, Diablo II – Lord of Destruction, Diablo III e Diablo III – Reaper of Souls; tendo o primeiro jogo sido lançado em 31 de dezembro de 1996 e o terceiro jogo (desconsiderando as expansões) foi lançado em 15 maio de 2012.

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Uma das coisas que mais me deixa feliz com essa franquia é a forma como todos os personagens são caracterizados para terem uma história coerente – mesmo que tenha sido uma história criada tardiamente. Por exemplo: o personagem que criamos para jogar Diablo torna-se o Dark Wanderer, o personagem que põe a história de Diablo II em movimento e, que ao final, mostra-se ser o receptáculo da Soulstone do próprio Diablo. Em Diablo III este personagem ganha um nome, ele é Aiden, o filho mais velho do Rei Leoric.

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A cada novo jogo e expansão criado, podemos entender um pouco mais do mundo de Santuário, como os demônios conseguiram chegar ao reino dos homens e como eles se influenciam entre si.

Diablo 04

Entre DiabloDiablo II, o que tive mais contato foi com o segundo. Posso dizer que é um dos meus jogos favoritos – se não O favorito de PC – e nunca me canso, realmente, de jogá-lo! A história em si é interessante, cada novo “capítulo” somos apresentados a cidades, reinos, situações diferentes e progressivamente mais difíceis.

Diablo 05

Outra coisa que me deixa feliz é a questão dos personagens que podem ser criados. Originalmente só havia o guerreiro, o mago e o ladrão, hoje, em Diablo III, não só há mais personagens – bárbaro, monge, feiticeiro, arcanista, caçador de demônios e cruzado – como também há a escolha entre o sexo do personagem.

Diablo 06

Do lançamento de Diablo para o lançamento de Diablo III foram 16 longos anos de espera. É claro que sou suspeita para falar, amo a franquia e amo a Blizzard, então… Mas pode-se dizer que a espera foi bem recompensada. As cinematics, a jogabilidade, os personagens secundários, toda a história se envolve, se fecha, se completa. Coisas que me deixam feliz, é claro.

Diablo 07

Hoje continuo jogando, mesmo que já tenha zerado o jogo, mesmo não havendo mais Cow Level, mesmo que demore mais 16 anos para o próximo jogo.

É um daqueles que vale a pena esperar.

20 anos de Pokémon

E neste ano de 2016 comemoramos os 20 anos de coma do Ash de criação dos nossos monstrinhos digitais os tamagotchi os Pokémon!

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Em comemoração ao lançamento da primeira geração do jogo no Japão, as versões Red Green, a Nintendo está distribuindo uma pá de pokémon lendário para suas últimas gerações, as versões XY e os relançamentos Omega Ruby e Alpha Saphire ambos para 3DS. Fiquem atentos às datas! (Lembrando que, infelizmente, existem pokémons que não conseguiremos pegar aqui no Brasil, graças à falta de lojas GameStop por aqui. Sim, fico triste com isso.)

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E nada me faz mais feliz do que poder me divertir com pokémons! Honestamente é o meu jogo favorito de portátil, julguem-me. Não está escrito como consigo me divertir, esquecendo-me das mazelas da vida, enquanto tento capturar todos esses adoráveis monstrinhos.

Cada geração dos jogos de pokémon traz alguma novidade. O primeiro pokémon que realmente joguei foi a segunda geração, com suas versões Silver e Cristal. (Entre GoldSilver, preferi a Silver. Pokémon sempre foi um jogo que nos faz escolher, não é mesmo?) Então me surpreendi muito quando, ao final do jogo, consegui ir para Kanto e lutar nos 8 ginásios da primeira geração, caminhar pelos mesmos caminhos que Red e Blue. Aquela ladainha toda que me deixou simplesmente super feliz!.

Enfim. Caminhando um pouco na história, resolvi jogar uma versão que até então não joguei antes, meio que a pulei for reasons money, que é good e nós não have. E agora estou começando a jogar a versão WhiteJá me perdi nas gerações todas, mas sei que depois desse jogo, veio o Black2/White2 e, se não me engano, depois pulamos para o novo console 3DS.

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Preciso dizer que essas versões me confundem? O pokémon lendário branco é o pokémon da versão Black e o pokémon lendário preto, o da versão White. Ainda fico tonta com isso. Ying e Yang e tals, eu sei, mas… me confundo. ‘-‘

Já fiquei meio triste, porque uma das inovações dessa versão é o mundo dos sonhos, mas como o jogo é pra DS e a Nintendo cortou as conexões com a internet para os jogos de DS, não poderei brincar de entrar nos sonhos dos pokémons. Paciência.

Enfim.

Mais pra frente prometo uma resenha dos pokémons tudo. Afinal, agora comprei a minha versão Yellow para jogar no 3DS mais uma das coisas comemorando os 20 anos dos jogos. Ah! Falarei também de uma ROM criada por fãs em que fazemos parte da Equipe Rocket, chamada Pokémon Apollomas como ela não é oficial, fica pra próxima.

Ainda sobre os pokémons sendo distribuídos, a Nintendo tem sido bastante zoeira, fazendo distribuições surpresas dos pokémons! Por exemplo, este mês temos Zygarde, Xerneas shiny e Yveltal shiny, além do que quem se cadastrou na newsletter do site oficial do pokémon até abril conseguiu pegar os 3 pássaros lendários da primeira geração, e quem usa o pokébank tem como adquirir os três Regi. O que significa: para os mestres de plantão: entrem com alguma frequência no site oficial!

E é isso! Aguardem resenhas dos jogos, minhas impressões e opiniões sinceras. E, é claro, mais informações sobre esse ano recheado de pokémons lendários!

PS: O desse mês é o Darkrai e ele está disponível só por código, mas eu tenho um amigo mara que me deu um!! ❤