Harry Potter e a Pedra Filosofal

Mini 07. Harry Potter e a Pedra Filosofal

Continuando com o samba do crioulo doido que é o Mini-Desafio de Leitura, li para Julho – Um livro que o protagonista seja criança a versão ilustrada de Harry Potter e a Pedra Filosofal.

Harry Potter é uma das sagas que eu mais gosto, de forma que fiquei mais do que feliz quando o Éder me deu de aniversário este livro. Foi simplesmente mágico revisitar Hogwarts através dos desenhos de Jim Kay. E, o mais importante, agora tenho o primeiro livro da saga com a tradução correta dos nomes dos personagens – sim, comprei a primeira edição de Harry Potter e a Pedra Filosofal assim que foi lançado no Brasil e, por mais que a Editora Rocco faça seus trabalhos com muito primor, havia muitos erros de tradução.

De qualquer forma, fiquei feliz por poder (re)ler essa obra prima e ainda conhecer os desenhos. Senti como se estivesse indo para Hogwarts como da primeira vez que li os livros. E foi fantástico poder ler esse livro para o desafio.

5/5 estrelas.

#MeuCrushPeloDracoAumentou

Crave a Marca

Para o item 04. Um livro publicado este ano escolhi Crave a Marca da Veronica Roth. O livro foi publicado no Brasil pela Editora Rocco no dia 17 de janeiro.

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Sinopse: Num planeta em guerra, numa galáxia em que quase todos os seres estão conectados por uma energia misteriosa chamada “a corrente” e cada pessoa possui um dom que lhe confere poderes e limitações, Cyra Noavek e Akos Kereseth são dois jovens de origens distintas cujos destinos se cruzam de forma decisiva. Obrigados a lidar com o ódio entre suas nações, seus preconceitos e visões de mundo, eles podem ser a salvação ou a ruína não só um do outro, mas de toda uma galáxia. Primeiro de uma série de fantasia e ficção científica, Crave a marca é aguardado novo livro da autora da série Divergente, Veronica Roth, que terá lançamento simultâneo em mais de 30 países em 17 de janeiro, e surpreenderá não só os fãs da escritora, mas também de clássicos sci-fi como Star Wars.

Já mencionei antes, mas vale ressaltar, a série Divergente foi uma das distopias que eu mais gostei, principalmente do final. Então quando vi a capa e que era mais uma saga sim, saga, estou observando você da Veronica Roth, achei que era uma boa pedida e acrescentei prontamente o livro ao DDL.

E não me arrependo disso.

O livro é dividido em 4 partes e há dois narradores, Akos e Cyra, então sempre somos mostrados a perspectiva de duas personagens diferentes. Tão diferentes quanto possível, visto que eles são de duas sociedades completamente diferentes e em guerra.

Achei interessante o fato de que como é um universo diferente, Roth criou uma gama de características para cada planeta, para cada raça. Existem novos mundos, existem novos animais e, é claro, existem poderes. Um pouco de magia, por assim dizer, denominada dom da corrente e que é baseado na personalidade de cada um.

Adorei como a história se desenvolve e como ninguém está realmente seguro. Nem preciso dizer que as personagens que eu mais gostei morreram, né? Eu e minha capacidade para só gostar daqueles que não tem futuro…

De qualquer forma, foi um ótimo primeiro livro de uma saga que tem futuro. A história é muito bem construída e, mesmo que não se explique tudo o que temos acesso de informação tão cedo, tenho esperança de que as coisas se expliquem e se organizem à medida que a saga for sendo lançada.

4/5 estrelas.

Harry Potter e a Criança Amaldiçoada

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Se eu estava preparada para ler este livro? Obviamente que não. Honestamente não sabia o quanto sentia falta do mundo mágico de Harry Potter antes de ir ao evento de lançamento do livro na Livraria Saraiva em Goiânia.

Quando o relógio se aproximava da meia noite e a contagem regressiva se iniciou com todos os fãs ali cantarolando a música tema do filme, devo dizer que quase me debulhei em lágrimas.

Definitivamente não estava preparada para isso…

Sinopse: Sempre foi difícil ser Harry Potter e não é mais fácil agora que ele é um sobrecarregado funcionário do Ministério da Magia, marido e pai de três crianças em idade escolar. Enquanto Harry lida com um passado que se recusa a ficar para trás, seu filho mais novo, Alvo, deve lutar com o peso de um legado de família que ele nunca quis. À medida que passado e presente se fundem de forma ameaçadora, ambos, pai e filho, aprendem uma incômoda verdade: às vezes as trevas vêm de lugares inesperados.

Tudo começa com a surpresa da capa dura em preto e o emblema da peça em dourado. Já morri de amores ali! Sim, eu tenho pânico de estragar essas capas avulsas, então sempre as retiro antes de ler o livro. Sim! Tenho probleminhas. Foi fantástico também ter uma reprise do epílogo do último livro, a ida de Albus Severus Potter para Hogwarts pela primeira vez e todo aquele momento fofinho do Harry dizendo para ele que Severus Snape foi um dos grandes bruxos que veio da Slytherin.

Enfim… Tudo lindo e maravilhoso, até que a peça começa de verdade.

[INÍCIO DOS SPOILERS]

Devo dizer que a Rose Granger-Weasley me irritou de uma forma que não sei bem explicar, achei ela bastante enfadonha, tentando recriar a amizade dos seus pais no primeiro dia no trem e, de uma forma bem Draco-esca, julgando Scorpio Malfoy pela sua ascendência – e pelo boato de ele ser filho de Voldemort.

Falando bem honestamente, não comprei de forma nenhuma essa história de Voldemort ter um filho. Uma pessoa que só se preocupa com o próprio poder sem se importar com qualquer coisa que seja que não si mesmo, não me transparece preocupado em continuar com sua linhagem, por assim dizer. Mas estou me adiantando.

Albus, muito sensatamente, decide que Scorpio era uma boa pessoa para ser seu amigo e inicia-se o shipp a amizade mais fofa que poderia existir nesse universo! ❤

Aparentemente Harry e Albus não se dão muito bem, então a todos os momentos em que conversam ou interagem seja da forma como for, eles brigam. Epicamente. Me lembrou do meu relacionamento com a minha mãe, for that matter…

E todo o plot do livro gira em torno da descoberta de um Vira-Tempo clandestino – lembrando que todos os Vira-Tempos do universo de Harry Potter foram destruídos durante a “Batalha do Ministério” em Harry Potter e a Ordem da Fênix – e Amos Diggory tentando convencer Harry a voltar no tempo e salvar Cedric.

Muitas tretas pelo caminho, Albus e Scorpio seus lindos ❤ acabam descobrindo uma profecia em que Voldemort voltaria ao mundo dos vivos, encontram Delfine – que se auto-intitula o Agoureiro e filha de Voldemort e Bellatrix Lestrange novamente, leiam o quarto parágrafo acima – e precisam dar um jeito de pará-la, com a ajuda do Golden Trio, Gina e Draco.

Além do que, fazendo uma linha do tempo para tentar encontrar o momento em que Delfine teria sido concebida, pode-se dizer que… É impossível. Pensem bem: Voldemort, no auge do seu poder, o perde quando tenta matar Harry, desaparecendo do mundo bruxo por um período de tempo; Bellatrix, enquanto isso, é presa em Azkaban após torturar os pais de Neville e ali fica até ser libertada após o ressurgimento de Voldemort – entre O Cálice de Fogo A Ordem da Fênix -; e, sendo que cada livro é o período de um ano, tanto ela quanto Voldemort continuam suas maldades ininterruptamente. E eu realmente acho que se a Bellatrix estivesse grávida, em algum momento isso teria sido ao menos citado nos livros… Ela não sumiu por 9 meses – ou por um período de 4-5 meses ao final da gravidez ou para o parto – e ela morre pelas mãos de Molly Weasley. So… não há muitas provas concretas para a ascendência da Delfine. Sorry. – Adoraria ouvir as teorias de vocês!

A história como um todo é bem interessante e, convenhamos, é Canon – mesmo não tendo sido escrita pela tia Rowling, ela autorizou a peça, então… -, só que… Têm algumas coisas que não me convenceram. Voldemort ter um filho, o relacionamento conturbado entre Albus e Harry – de uma forma caricaturesca -, um Vira-Tempo convenientemente descoberto… Digamos que são muitos furos na história pra gente simplesmente sorrir e aceitar prontamente.

Mesmo assim, fiquei com uma vontade INSANA de ir assistir a essa peça! Ela parece ser magnífica e mostra diversas evoluções de personagem! Além de trazer de volta alguns personagens que eu não fazia ideia de que apareceriam ali. Fan-fucking-tastic!

[FIM DOS SPOILERS]

Como já devo ter dito antes, tenho uma visão bem parcial sobre a Editora Rocco, simplesmente por ter muitos livros dela. Harry Potter, As Crônicas Vampirescas, livros que fizeram parte da minha infância, que fazem parte da minha história. Só posso agradecer por continuarem com a alta qualidade de títulos e edições.

Um livro que li em poucas horas, que me prendeu até o último instante e que conseguiu acender em meu coração a chama de espera por Animais Fantásticos e Onde Habitam. Merece, com certeza, suas 4/5 estrelas.

E eu não estava preparada para dizer adeus de novo… PRECISO de mais Harry Potter na minha vida!

A Hora das Bruxas II

E continuamos a acompanhar o Talamasca, Michael e a dra. Rowan Mayfair no segundo volume d’A Hora das Bruxas de Anne Rice.

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Sinopse: A Talamasca, um grupo com poderes extrassensoriais voltados para o bem, durante séculos pesquisou a vida da família Mayfair, uma dinastia de bruxas que começou no século XVII, na Escócia, transplantou-se para o Haiti e de lá para a fantasmagórica Nova Orleans. É através dos seus volumosos arquivos que vamos descobrir essa saga de seres decadentes e mórbidos, convivendo pacificamente com o incesto e as tempestades e um espírito, meio divindade céltica, meio demônio, chamado Lasher.
Anne Rice mais uma vez prova por que é a mestra do gótico contemporâneo, dominando, ao mesmo tempo, as rédeas do drama, da inspirada sexualidade e do fantástico.

Mas… Essa não era a sinopse do primeiro livro..?

Well… Sinopses iguais à parte, o que importa é o conteúdo do livro! Não é..?

Enquanto no primeiro volume nos deparamos com a história da família Mayfair revolvendo ao redor da pequena e desmiolada Deirdre Mayfair, no segundo volume vemos mais de Rowan, seu relacionamento com Michael, Lasher e o Talamasca. Preciso dizer que o Aaron é um personagem que me cativa.

[INÍCIO DOS SPOILERS]

Como já disse na sinopse de Cântico de Sangue, Michael e Rowan se casam! É muita felicidade pra uma pessoinha como eu! Foi tão lindo, foi tão romântico, foi tão fantasticamente tudo o que eu esperava que fosse!

Pelo menos antes da história tomar o seu fatídico rumo à desconstrução da melhor personagem Mayfair e do nascimento do primeiro Talto.

O que mais me deixou impressionada com o livro foi a forma como a tia Rice conseguiu descrever a capacidade humana de se enganar. Seja através de fatos ocorridos ou que podem via a ocorrer. O poder da mente sobre o corpo.

Esse é o ponto chave da história dos Mayfair, na verdade. Como a mente pode transmutar a matéria e suas vontades e suas crenças.

Foi fantástico ver como cada uma das personagens se enganava ao ponto de acreditarem ter o poder para lidar com Lasher. Para lutar contra ele. Para impede-lo de seus feitos, seus planos.

[FIM DOS SPOILERS]

Se eu fiquei feliz com a forma como o livro acabou ou como as coisas se desenvolveram no final, for that matter? Não, não fiquei. Fiquei um tanto decepcionada com esta ser a conclusão do livro, para ser bem sincera. E, como eu disse, a desconstrução da personagem Mayfair mais legal me deixou bem chateada.

Mas foi um livro bom para se ler. O último capítulo do livro, escrito por Michael, foi de uma sensibilidade tamanha e que traz discussões que podem ser empregadas sobre a nossa realidade.

4/5 estrelas, muito a contragosto.

Cântico de Sangue

E a cada dia que passa estou mais próxima de encerrar o desafio! Yay!

Para o item 16. Um livro que você tem, mas nunca leu escolhi Cântico de Sangue da Anne Rice.

16. Cântico de Sangue

Sim, eu acho que o meu desafio deveria se chamar Desafio da Anne Rice, vai ler tanto livro de um mesmo autor assim lá longe!

Sinopse: O vampiro Lestat não pode mais esconder seu amor pela bruxa Rowan Mayfair. Entrelaçando os principais personagens de suas mais importantes sagas, As Crônicas Vampirescas e Os Bruxos Mayfair, Anne Rice cria uma obra de impressionante suspense e erotismo, onde o menor dos impactos é descobrir em Lestat a sede da redenção.

Certo… Estou começando a perceber que essas sinopses da Rocco estão cheias de typos. Todos sabemos que os livros A Hora das Bruxas conta a história dAs BruxAs da família Mayfair. Não há, nos registros dO Talamasca, informações sobre bruxOs na família, além, é claro, de Monsieur Julien, o último integrante da família que realmente tinha conhecimento de suas raízes.

Anywho, typos à parte, vemos que aqui Anne Rice junta suas histórias de uma forma cativante e surpreendente. Lestat, o principal vampiro cronista, se apaixona por Rowan.

E, sem or, como eu estava com saudades do Lestat! ❤

Entendam, minha relação com os livros e os personagens da Anne Rice é antiga. Iniciei meu amor pelos cronistas com o belíssimo filme Entrevista com o Vampiro, que reuniu em um único filme todos os meus crushes da minha infância/adolescência. A partir daí foi só “ladeira abaixo” em relação ao meu amor pelos cronistas e pelos maravilhosos livros da tia Rice. Alguém já percebeu que quando gosto do autor chamo ele de tio?

Acontece que o vampiro cronista com mais afinco é o nosso querido príncipe das sombras, Lestat de Lioncourt. É dele a verdadeira história d’As Crônicas Vampirescas. É nele que todas as histórias se concentram. É com ele – ou por ele – que conhecemos todos os outros personagens. Com exceção, é claro, d’As Bruxas Mayfair.

E fazia tanto tempo que eu não lia nada sobre Lestat… O último livro que li foi Pandora, e honestamente não me lembro muito da história… (oops) Mas estou me enrolando. Voltemos à história.

Claro que eu precisava ler esses livros fora da ordem, não é mesmo? Deveria ter terminado A Hora das Bruxas II antes de começar a ler Cântico de Sangue, mas quem disse que eu resisti a deliciosa narrativa de Lestat? Se eu tomei muitos spoilers? Não posso nem começar a descrever quantos.

A parte importante? Rowan e Michael se casaram! ❤ Super shippo os dois! Fiquei feliz, mesmo triste com os spoilers.

E, carácoles, VAMOS VOLTAR A HISTÓRIA, Alessandra! *se sacode*

Enfim. Acompanhamos Lestat, Quinn e Mona enquanto eles vão em busca da filha de Mona. Somos apresentados à uma nova espécie, os Taltos, uma espécie mais alta, forte, e parasita que os humanos. Parasita no sentido de que para nascerem quase matam suas mães. Quase como os humanos. Sou super a favor dos partos. -sqn

Quinn é um jovem vampiro, inteligente, que se mantém sempre cavalheiro, sempre tentando “reprimir” os arroubos de emoção dos outros dois. Mona é uma Mayfair, daí a junção dos dois universos, wink wink mas ela é bem insuportável na minha opinião, mesmo sendo uma vampira recém feita. E Lestat é, bem, Lestat.

As digressões do Lestat me deixam super feliz. Adoro a forma como ele, do nada, começa a descrever todas as escrivaninhas que tem em casa em um capítulo e no outro já se xingar, falando que não pode simplesmente ficar falando dos móveis – E AINDA SE PARABENIZA QUANDO NÃO MENCIONA NENHUM! Ele me diverte, juro. O estilo de narrativa em que ele conversa conosco como se fôssemos seus fãs, do seu universo de Nova Orleans o que não deixa de ser verdade me deixa extasiada.

De qualquer forma, não gostei muito de como Rowan é descrita e como age (talvez eu entenda melhor essa mudança quando eu terminar A Hora das Bruxas II), não gostei dos companheiros de Lestat sim eu estou olhando pra você Mona e não fui convencida dessa nova espécie. No todo, adorei este reencontro com Lestat, mas não tanto em si da história.

3/5 estrelas forçando muito a amizade.

A Hora das Bruxas I

É claro que eu ia participar da zoação na escolha do livro pro item 22. Um livro que descreve sua vida. E assim escolhi A Hora das Bruxas I de Anne Rice.

22. A Hora das Bruxas I

Só espero que isso não signifique que minha vida terá uma parte 2 pra acabar comigo. Esse ano já está tenso o suficiente!!

Sinopse: A Talamasca, um grupo com poderes extrassensoriais voltados para o bem, durante séculos pesquisou a vida da família Mayfair, uma dinastia de bruxas que começou no século XVII na Escócia, transplantou-se para o Haiti e de lá para a fantasmagórica Nova Orleans. É através dos seus volumosos arquivos que vamos descobrir essa saga de seres decadentes e mórbidos, convivendo pacificamente com o incesto e as tempestades e um espírito, meio divindade celta, meio demônio, chamado Lasher.
Anne Rice mais uma vez prova por que é mestra do gótico contemporâneo, dominando, ao mesmo tempo, as rédeas do drama, da inspirada sexualidade e do fantástico.

Honestamente esse livro tem um estilo de narrativa que me deixou muito confusa pela maior parte dele. -q

Basicamente somos apresentados à Deirdre Mayfair, uma bela mulher de longos cabelos castanhos, que se encontra em estado catatônico depois de uma série de tratamentos com eletrochoque. Sendo o livro a história das Bruxas Mayfair, supus erroneamente que o livro tratava da história de Deirdre. E preciso dizer que realmente quero saber mais sobre a guria? Damn it.

Acontece que o livro é narrado por terceiros e não pelos Mayfair. É como se fosse, na verdade, um grande arquivo sobre os Mayfair. O que não achei de todo ruim. De certa forma todos os personagens que narram têm a ver com a história, então vamos acompanhando um bom pedaço da história de Deirdre e suas tias, da grande casa onde elas vivem e de um certo cavalheiro que aparece acompanhando Deirdre em muitos momentos.

Ao final do primeiro livro, finalmente, somos apresentados às raízes da bruxaria da família Mayfair, então podemos dizer que é um retrato histórico da família. E eu amo saber de onde as pessoas conseguem seus poderes, suas backstories. Então, sim, adorei entender o que é o Talamasca e o que eles fazem. Foi lindo!

Nova Orleans é uma cidade linda e foi muito bem descrita durante toda a narrativa da dona Anne Rice. O que achei mais interessante é que não achei a narrativa tão cansativa ou enfadonha em certos pontos. Não sei dizer se a repetição que notei nos seus outros livros têm a ver com os vampiros ou se seria outra coisa. De qualquer forma, adorei a narrativa como um todo. Ela realmente se aprofunda nos tipos de poderes que os personagens têm.

A Editora Rocco tem sempre um lugar especial no meu coração, então sou muito suspeita para fazer uma boa crítica a eles. -q Acontece que não sei se essa nova edição que comprei dos livros da Anne Rice são econômicas, mas os livros não têm aquelas “orelhas” na capa, não sou um monstro que marca a página com orelhas. e essa edição é um tanto quanto frágil, se comparada com minhas outras edições dos livros da Anne Rice que tenho. Tirando um ou outro erro de digitação, é uma edição muito boa e uma editora fantástica. Adoro a Rocco!

Um livro que mereceu suas 4 de 5 estrelas. Agora vamos para a segunda parte e terminar essa história!