Diablo, a Ordem

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Para quem já me acompanha a algum tempo, sabe o quanto eu sou perdidamente apaixonada pelo universo criado pela Blizzard em Diablo.

A saga que acompanhamos durante todos os jogos, a invasão de Santuário pelo Diablo, a luta incessante, a destruição de Tristram, a perseguição e destruição de Diablo, Mephisto e Baal, e, finalmente, à luta contra Malthael…

A história é tão bem construída que não consigo deixar de querer mais, de adentrar mais no universo do Inferno Ardente, Santuário e Paraíso Celestial. Cada personagem tem seu lugar no meu coração, mas dentre todos os personagens há um que é mais especial que os outros.

Deckard Cain.

Deckard Cain, o último dos Horadrim, é presença cativa em todos os jogos da série, nos ajudando desde o primeiro jogo. Então é claro que ele é um personagem de certa forma mais importante que os outros.

Sim, eu chorei muito no final do primeiro ato do Diablo III. Foi uma situação que eu NUNCA esperei que acontecesse.

Então descobrir que neste livro a narrativa é feita quase que exclusivamente por Deckard Cain, que descobrimos um pouco mais de como foi a vida dele após Tristram… Foi simplesmente maravilhoso.

A narrativa em si é bem feita e me deliciei com as palavras, com os problemas e com as soluções deles. Fui surpreendida de várias formas no decorrer do livro, em relação aos personagens, às formas como eles lutavam, como conseguiam bolar estratégias, como foram enganados repetidas vezes.

Adorei. Foi um livro que eu simplesmente adorei.

E fiquei chocada em saber como foi o primeiro encontro entre Deckard Cain e Leah. Sobre o passado e os relacionamentos que Deckard possuía.

Céus… Foram muitas informações recebidas, muito de um passado que eu não imaginava que queria tanto conhecer.

Foi, então, um livro que eu não imaginava que precisava na minha vida. Agora é a busca pela versão física do livro e, além disso, completar a coleção com os outros livros que contem a história do universo de Diablo. Principalmente os livros em capa dura e comemorativos do Tyrael e dos Horadrim.

4/5 estrelas.

The Cow Level is a Lie!

Hoje falarei de uma franquia de jogos que eu simplesmente amo.

Diablo 01

E assim começo minha narrativa sobre a franquia da Blizzard Entertainment. A franquia é composta por seis jogos no total: Diablo, Diablo Hellfire, Diablo II, Diablo II – Lord of Destruction, Diablo III e Diablo III – Reaper of Souls; tendo o primeiro jogo sido lançado em 31 de dezembro de 1996 e o terceiro jogo (desconsiderando as expansões) foi lançado em 15 maio de 2012.

Diablo 02

 

Uma das coisas que mais me deixa feliz com essa franquia é a forma como todos os personagens são caracterizados para terem uma história coerente – mesmo que tenha sido uma história criada tardiamente. Por exemplo: o personagem que criamos para jogar Diablo torna-se o Dark Wanderer, o personagem que põe a história de Diablo II em movimento e, que ao final, mostra-se ser o receptáculo da Soulstone do próprio Diablo. Em Diablo III este personagem ganha um nome, ele é Aiden, o filho mais velho do Rei Leoric.

Diablo 03

A cada novo jogo e expansão criado, podemos entender um pouco mais do mundo de Santuário, como os demônios conseguiram chegar ao reino dos homens e como eles se influenciam entre si.

Diablo 04

Entre DiabloDiablo II, o que tive mais contato foi com o segundo. Posso dizer que é um dos meus jogos favoritos – se não O favorito de PC – e nunca me canso, realmente, de jogá-lo! A história em si é interessante, cada novo “capítulo” somos apresentados a cidades, reinos, situações diferentes e progressivamente mais difíceis.

Diablo 05

Outra coisa que me deixa feliz é a questão dos personagens que podem ser criados. Originalmente só havia o guerreiro, o mago e o ladrão, hoje, em Diablo III, não só há mais personagens – bárbaro, monge, feiticeiro, arcanista, caçador de demônios e cruzado – como também há a escolha entre o sexo do personagem.

Diablo 06

Do lançamento de Diablo para o lançamento de Diablo III foram 16 longos anos de espera. É claro que sou suspeita para falar, amo a franquia e amo a Blizzard, então… Mas pode-se dizer que a espera foi bem recompensada. As cinematics, a jogabilidade, os personagens secundários, toda a história se envolve, se fecha, se completa. Coisas que me deixam feliz, é claro.

Diablo 07

Hoje continuo jogando, mesmo que já tenha zerado o jogo, mesmo não havendo mais Cow Level, mesmo que demore mais 16 anos para o próximo jogo.

É um daqueles que vale a pena esperar.