Um Trono Negro

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Sinopse: A batalha pela coroa já começou, mas qual das três irmãs triunfará? Após os inesquecíveis acontecimentos da Cerimônia da Aceleração e com o Ano da Ascenção em andamento, as apostas mudaram Katharine, outrora a irmã mais fraca, agora está mais forte do que nunca. Arsinoe, após descobrir a verdade sobre seus poderes, deve aprender a usar seu talento secreto a seu favor, sem que ninguém descubra. E Mirabella, antes a favorita para o trono, enfrenta uma série de ataques enquanto vê a fragilidade de sua posição. Em meio ao perigo constante, alianças serão formadas e desfeitas na fantástica continuação de Três coroas negras. As rainhas de Fennbirn terão que combater a única coisa no caminho entre elas e a coroa umas às outras.

Este livro é o segundo da saga Três Coroas Negras e, devo dizer, não se compara ao primeiro livro da série.

A bem da verdade esta saga tem uma história mediana, mas que no primeiro livro conseguiu entregar com maestria vários plot-twists que me deixaram simplesmente agarrada ao livro e sem conseguir soltá-lo enquanto não o terminei, e ainda encerrou com um final tão digno que eu não podia esperar pela continuação!

Só que aí veio Um Trono Negro e não senti absolutamente nada. Não me envolvi com a continuação da história, estava pouco me lixando para os personagens e nada aconteceu que realmente me prendesse. Foi exatamente o contrário do primeiro livro.

Sim, a leitura é tão fluida quanto do primeiro livro porque, afinal, a Kendare Blake escreve bem, só que a história não convence. Nenhuma das justificativas que a autora colocou para explicar os fatos em aberto do primeiro livro colaram. As personagens que antes tinham uma motivação agora são simplesmente levadas pelo plot e nem mesmo o plot faz algum sentido.

Honestamente cheguei ao final do livro com um misto de decepção e tristeza tão grande que a minha vontade real foi de colocar os livros para troca/venda, porque de uma história mediana ela caiu para uma história boba. A ideia era muito boa, era fantástica na verdade, só que a autora não conseguiu entregar. E além de não conseguir entregar, fiquei com a impressão que ela não sabia para onde levar a história…

E, além disso, ainda preciso dizer que fazia tempo que não pegava uma edição tão mal feita assim. Havia diversos erros de impressão, com páginas muito apagadas – como se a tinta da impressora estivesse acabando – e com erros de revisão grotescos. Aparentou um trabalho apressado e que não foi devidamente revisado.

Em resumo: um livro e uma edição decepcionantes.

3/5 estrelas e não sei se continuarei a acompanhar essa história.

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Artemis Fowl

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Sinopse: Artemis Fowl é a história de um garoto diferente. O autor criou um anti-herói mal-humorado e pessimista que, com apenas 12 anos, é um gênio do crime. Misturando ação, internet e magia, Artemis Fowl vem conquistando uma legião de leitores em todo mundo.
Artemis é o único herdeiro do clã Fowl, uma lendária família de personagens do submundo, célebres na arte da trapaça. O garoto imagina um plano para recuperar a fortuna de sua família, após o desaparecimento misterioso de seu pai. Seu plano poderia derrubar civilizações e mergulhar o planeta numa guerra entre espécies.
O garoto começa a pôr seu plano em prática em Ho Chi Minh, a calorenta capital do Vietña, em pleno século XXI. Lá, aliando tecnologia de ponta a seus dons criminosos, ele chantageia uma fada decadente para roubar seu Livro, objeto que permitirá desvendar os segredos do Povo das Fadas e descobrir onde esse povo guarda uma enorme reserva de ouro. O único problema é que o Livro está em gnomês – o idioma das fadas, um alfabeto ancestral, jamais decifrado por um humano. De volta à sua segura mansão na Irlanda, ele trabalha freneticamente, com a ajuda de seu superpotente computador, até conseguir desvendar o código e traduzir o texto. Mais isso é só o início.

Honestamente eu tenho feito ótimas escolhas com as minhas releituras… Artemis Fowl fez parte da minha infância tanto quanto Harry Potter, me divertia lendo os livros de uma forma semelhante ao que sentia lendo as histórias de Harry, mas de uma forma diferente, afinal, Artemis é um anti-herói. Ele é praticamente um vilão, na verdade.

E eu, como apaixonada por vilões que sou, logo desenvolvei um crush daqueles no Artemis. ❤

De qualquer forma, vamos à resenha!

Artemis Fowl II é o herdeiro da família Fowl, uma longa linhagem de malfeitores, ricos e que podem fazer o que quiserem. Ou ao menos essa era a realidade antes que o pai de Artemis tomasse algumas péssimas decisões financeiras e acabou perdendo toda sua fortuna e sua vida.

Artemis tem 12 anos e um único objetivo, retornar a família a sua antiga glória. E para fazer isso ele fará a única coisa que consegue imaginar é roubando o ouro das fadas. Assim sendo, ele bola um plano para capturar uma fada e receber o ouro pelo resgate dela, afinal, as fadas fariam o possível para impedir que a humanidade descobrisse sobre sua existência.

O que ele não contava era com a capitã Holly Short, a fada que ele capturou.

Holly é a capitã da LEPrecon, e ela precisa fazer o ritual para pegar sua magia de volta. É nesse momento que ela é capturada e levada para a casa de Artemis. E é então que as coisas acabam indo para o brejo.

O livro é curto, apenas 288 páginas, com uma diagramação deliciosa e uma narrativa maravilhosa. É, com certeza, uma das minhas sagas favoritas e estou super feliz que poderei reler os 6 livros que tenho em casa para poder ler os 2 últimos.

5/5 estrelas e favoritado.

PS: Quero dizer que espero que as postagens de maio aconteçam nos dias programados, já estou utilizando esse feriado prolongado para adiantar as leituras. Peço humildes desculpas pelo atraso nessas duas últimas postagens…

A Garota que Bebeu a Lua

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Sinopse: Uma fábula sobre aceitação, amor, amadurecimento e o poder da memória. Da autora de O Filho da Feiticeira, considerado o Livro do Ano pelo Washington Post.
Todo ano o povo do Protetorado deixa um bebê como oferenda para a Bruxa que vive na floresta, na esperança de que o sacrifício a impeça de aterrorizar sua pequena cidade protegida pelos muros e pela Torre das Irmãs da Guarda. Mas, Xan, a Bruxa na floresta, ao contrário do que eles acreditam, é bondosa. Ela vive em paz com um Monstro do Pântano muito inteligente e um Dragão Perfeitamente Minúsculo.
Todo ano ela resgata o bebê deixado pelos Anciãos e o leva em segurança para uma família adotiva em uma das Cidades Livres do outro lado da floresta. Durante a longa viagem, quando a comida acaba, Xan alimenta os bebês com luz estelar. Em uma dessas ocasiões ela acidentalmente oferece a um deles a luz do luar, dotando a menininha de uma magia extraordinária.
A bruxa então decide criar a menina “embruxada”, a quem chama de Luna. Conforme o aniversário de treze anos da menina se aproxima, sua magia começa a aflorar – e pode colocar em perigo a própria Luna e todos à sua volta.

Comecei a leitura deste livro pela simples curiosidade com a capa – desde que vi a capa do livro gringo no GoodReads – e porque não me programei da forma adequada para o mês de Abril e acabou com dois dias ociosos mesmo motivo pelo qual atrasei tanto essa postagem… q

Como a maioria das minhas leituras, não fazia ideia sobre o que era o livro além da sinopse, então me surpreendi com um livro mais infanto-juvenil do que eu imaginava. Não que isso seja um problema, veja bem, cresci praticamente lendo apenas livros infanto-juvenis e adoro lê-los. Só não esperava que este livro fosse tão infantil…

Os títulos dos capítulos contam mais ou menos o que se passará naquele ponto da história, como um resumo do capítulo ou mesmo uma história à parte da história. O que só serve para aumentar a imersão no próprio livro. Só que eu estaria mentindo se não dissesse que isso me irritou um pouco nos primeiros capítulos do livro… O que foi um problema porque eu não conseguia me conectar à história.

Pelo menos não no início.

A história de Luna é contada de várias formas durante o livro, tornando-se, em alguns momentos, um pano de fundo para a história de Xan, Fyrian, Glerk e até mesmo do Protetorado.

Tudo está entremeado no final, de forma que nenhum personagem é supérfluo ou desnecessário. Por muito tempo as coisas não são explicadas, mas a medida que os mistérios se tornam mais claros, o livro se torna infinitamente mais interessante.

E o que eu mais gostei nessa história inteira é o fato do enaltecimento do amor. O livro inteiro é uma declaração de amor e aceitação que me tocou mais do que eu imaginaria ser possível com a sua simplicidade.

Foi um livro que deixou um calorzinho gostoso no meu coração.

4/5 estrelas.

The Paper Magician

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Sinopse: Ceony Twill arrives at the cottage of Magician Emery Thane with a broken heart. Having graduated at the top of her class from the Tagis Praff School for the Magically Inclined, Ceony is assigned an apprenticeship in paper magic despite her dreams of bespelling metal. And once she’s bonded to paper, that will be her only magic…forever.
Yet the spells Ceony learns under the strange yet kind Thane turn out to be more marvelous than she could have ever imagined—animating paper creatures, bringing stories to life via ghostly images, even reading fortunes. But as she discovers these wonders, Ceony also learns of the extraordinary dangers of forbidden magic.
An Excisioner—a practitioner of dark, flesh magic—invades the cottage and rips Thane’s heart from his chest. To save her teacher’s life, Ceony must face the evil magician and embark on an unbelievable adventure that will take her into the chambers of Thane’s still-beating heart—and reveal the very soul of the man.
From the imaginative mind of debut author Charlie N. Holmberg, The Paper Magician is an extraordinary adventure both dark and whimsical that will delight readers of all ages.

The Paper Magician é um livro que fala sobre magia. Vocês não fazem ideia de como tenho me reaproximado desse tema que eu amo tanto que é a magia. Eu simplesmente AMO conhecer sistemas de magia diferentes, saber como eles funcionam, seus pontos fortes e fracos… Amo. Muito provavelmente é o meu lado rpgista dando as caras…

Acontece que neste universo, a magia pode ser utilizada através de materiais criados pelo homem, ou seja, qualquer coisa que o homem tenha colocado as patinhas pra criar, pode ser manipulado pela magia. Inclusive o próprio ser humano.

Como um bom livro de fantasia com magia, temos uma vertente da magia que é proibida, a magia do sangue. Seus praticantes são chamados de Excisioners e eles são caçados e temidos por todos.

Afora isso, temos a questão, também, de que a partir do momento que o praticante de magia é vinculado a um tipo de magia – papel, plástico, vidro, metal – a pessoa está “condenada” a utilizar apenas o tipo de magia vinculado a ele. Não há trocas, não há dupla vinculação. Apenas um tipo de magia por pessoa.

E tudo estava indo muito bem nos primeiros capítulos do livro… Até que o mestre da Ceony é atacado e apenas ela pode salvá-lo.

Devo dizer que já estava incomodada de ler o tempo todo que a Ceony tem uma memória perfeita, que não precisa estudar, basta ler uma vez ou ver alguma coisa apenas uma vez e pronto, já tem aquele fato em sua memória para ser visitado a qualquer momento. Então é claro que quando o livro se tornou apenas a narrativa de como a Ceony – uma aprendiz de Dobradura com menos de um mês de aulas – é a única que poderia salvar seu mestre, encarei o livro como uma grande fanfic.

A Ceony tem muitas características de uma personagem Mary-Sue, ela é linda, é pequena, é a que chama atenção por ser diferente, por ter gênio forte, por saber cozinhar. Ela é um “gênio” da Dobradura, ela é corajosa. Em resumo, ela é perfeita.

E quando Thane, seu mestre, é atacado e o Comitê de Magia precisa ser envolvido para que ele possa ser salvo, Ceony pega um monte de folhas de papel e parte sozinha para a batalha.

Essa batalha se passa nas memórias de Thane e não faz o menor sentido.

Acho que eu esperava muito desse livro, até porque meu tio Roberto tinha me dito que o livro era muito bom, que me surpreendi pela falta de profundidade, explicação, história. Tenho a agradecer o fato de que o livro – e todos os outros da coleção – está disponível no Kindle Unlimited. Assim, poderei acompanhar a história da Ceony sem precisar realmente comprar os livros.

3/5 estrelas.

Garota Exemplar

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Sinopse: Uma das mais aclamadas escritoras de suspense da atualidade, Gillian Flynn apresenta um relato perturbador sobre um casamento em crise. Com 4 milhões de exemplares vendidos em todo o mundo – o maior sucesso editorial do ano, atrás apenas da Trilogia Cinquenta tons de cinza –, “Garota Exemplar” alia humor perspicaz a uma narrativa eletrizante. O resultado é uma atmosfera de dúvidas que faz o leitor mudar de opinião a cada capítulo. Na manhã de seu quinto aniversário de casamento, Amy, a linda e inteligente esposa de Nick Dunne, desaparece de sua casa às margens do Rio Mississippi. Aparentemente trata-se de um crime violento, e passagens do diário de Amy revelam uma garota perfeccionista que seria capaz de levar qualquer um ao limite. Pressionado pela polícia e pela opinião pública – e também pelos ferozmente amorosos pais de Amy –, Nick desfia uma série interminável de mentiras, meias verdades e comportamentos inapropriados. Sim, ele parece estranhamente evasivo, e sem dúvida amargo, mas seria um assassino? Com sua irmã gêmea Margo a seu lado, Nick afirma inocência. O problema é: se não foi Nick, onde está Amy? E por que todas as pistas apontam para ele?

Este foi o segundo livro do projeto The Living Book Jar que estou participando com o Rique – ele me diz qual livro vou ler no mês e eu não tenho direito de trocar ou não ler o livro. Sem pressão.

Também é um dos livros favoritos da Nath e que ela disse que se eu não gostasse dele teríamos que reavaliar a nossa amizade. SEM PRESSÃO.

Para minha sorte, o livro é muito interessante e bem construído. Com uma premissa fantástica e uma narrativa que varia pontos de vista e que acaba não nos permitindo algum nível de confiança com os narradores.

Conhecemos Amy, uma garota rica, bem de vida e que é inspiração para livros infantis, e Nick, um típico americano que subiu na vida através do seu trabalho duro e sua bela aparência. Eles se conhecem, se apaixonam e se casam. Passam por dificuldades financeiras, tragédias familiares e acabam se mudando de Nova Iorque para o Missouri. Tanto Nick quanto Amy precisam se adaptar à nova realidade, aos problemas que precisam superar, ao relacionamento deles.

Como eu disse, a narrativa intercalada serve para nos mostrar o que cada um dos personagens estava pensando durante o desenrolar daqueles fatos, mostrando a realidade como cada um deles a enxerga. O que os tornam narradores nem um pouco confiáveis.

Tudo o que ia acontecendo na história era perceptível que tinha mais de um ponto de vista. O sumiço de Amy é todo envolto em pontos estranhos, a narrativa é tão intensa e de certa forma macabra que, mesmo demorando alguns capítulos para realmente entrar na história, me envolveu que não queria deixar o livro de lado.

Com certeza quero conhecer os outros livros da senhorita Gillian, gostei muito do seu estilo de narrativa e se tornou um dos meus livros favoritos.

4,5/5 estrelas e favoritado.

Heart of Iron

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Sinopse: Ana is a scoundrel by nurture and an outlaw by nature. Found as a child drifting through space with a sentient android called D09, Ana was saved by a fearsome space captain and the grizzled crew she now calls family. But D09 — one of the last remaining illegal Metals — has been glitching, and Ana will stop at nothing to find a way to fix him.
Ana’s desperate effort to save D09 leads her on a quest to steal the coordinates to a lost ship that could offer all the answers. But at the last moment, a spoiled Ironblood boy beats Ana to her prize. He has his own reasons for taking the coordinates, and he doesn’t care what he’ll sacrifice to keep them.
When everything goes wrong, she and the Ironblood end up as fugitives on the run. Now their entire kingdom is after them — and the coordinates — and not everyone wants them captured alive.

Livro que veio na caixinha de março da OwlCrate sei que estou devendo um unboxing dela aqui no blog, prometo fazer da caixinha de abril e que veio recontar a história de Anastácia Romanov – a princesa russa perdida. E que eu só fui me tocar que era reconto da minha princesa não-Disney favorita depois que terminei o livro… Sou inteligente assim.

Acompanhamos um universo fictício em que existe um sistema solar que é composto por três planetas e suas respectivas luas. A religião é regida pela Lua e existe uma lenda de que após 1000 anos da primeira vitória da Lua contra a Grande Escuridão, novamente uma imperatriz escolhida pela deusa surgiria para novamente vencer a Grande Escuridão.

Fiquei muito feliz de ler a história do ponto de vista de cada um dos principais personagens, o que implica muitos pontos de vista sobre um mesmo fato. E o bom de ver vários pontos de vista é que acabamos aprendendo mais sobre as diferentes raças, credos e castas que compõem este universo.

O livro é dividido em 4 ou 5 partes e, uma coisa que me impressionou é que, a história realmente tem um crescendo, uma necessidade para todas essas partes. A cada nova “fase” da história problemas são resolvidos e novos vão surgindo, de tal maneira que a história é dinâmica, é envolvente.

Ajuda muito o fato de que os personagens são muito carismáticos. Até mesmo os “vilões” possuem alguma justificativa para o que fazem, algo que faz sentido e não simplesmente “vou matar todo mundo”.

Foi uma leitura até que rápida – agora meu serviço está bem puxado, então perdi meu tempinho de leitura quando estou nele -, e que me envolveu de tal forma que é o primeiro livro que possui uma sequência direta que me interessei em ler, ao contrário de outros livros iniciais de trilogia/saga que não me senti compelida a continuar a leitura. O que não é o caso de Guerra do Velho, por exemplo, pois sua continuação serve para expandir o universo e não continuar a história propriamente dita.

4/5 estrelas e aguardando a continuação! ❤

As Brigadas Fantasma

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Sinopse: As Brigadas Fantasmas são as Forças Especiais das Forças de Defesa Coloniais, tropas de elite criadas a partir do DNA dos mortos e transformadas em soldados perfeitos para as operações mais difíceis da CDF. Eles são jovens, são rápidos e fortes, e eles estão totalmente sem escrúpulos humanos.
O universo é um lugar perigoso para a humanidade – e está prestes a se tornar muito mais perigoso. Três raças com as quais os humanos enfrentaram antes aliaram a nossa expansão para o espaço. Seu linchpin: o cientista militar Turnoard Charles Boutin, que conhece os maiores segredos militares da CDF. Para prevalecer, a CDF deve descobrir por que Boutin fez o que fez.
Jared Dirac é o único humano que pode fornecer respostas – um híbrido sobrehumano, criado a partir do DNA de Boutin, o cérebro de Jared deve poder acessar as memórias eletrônicas da Boutin. Mas quando o transplante de memória parece falhar, Jared é dado às Brigadas Fantasmas.
Em primeiro lugar, Jared é um soldado perfeito, mas quando as memórias de Boutin se estendem lentamente, Jared começa a intuir o motivo da traição de Boutin. Como Jared procura desesperadamente por seu “pai”, ele também deve enfrentar suas próprias escolhas. O tempo está acabando: a aliança está preparando sua ofensiva, e algumas delas planejam coisas piores do que a mera derrota militar da humanidade…

As Brigadas Fantasma é a continuação de Guerra do Velhomas não é exatamente uma continuação. É mais uma expansão do universo de Guerra do Velho. O que é muito legal e interessante – ainda mais porque eu AMEI este universo.

É claro que alguns personagens aparecem, o que é ainda mais legal! Adorei reencontrar a Jane Sagan e o Harry Wilson, eu sempre fico feliz de encontrar personagens que eu já conheço porque parece que estou ficando mais e mais imersa nessa história.

De qualquer forma, preciso dizer que mesmo este sendo um livro que expande a narrativa e o universo de Guerra do Velho, ele não tem a mesma “magia” que o primeiro livro. Guerra do Velho é como encontrar um velho amigo depois de muito tempo, os novos pequenos detalhes da vida dele fazendo sentido com aquilo que você já conhecia. Já As Brigadas Fantasma é como conhecer uma pessoa nova que se parece um velho amigo. Existem coisas que você parece saber sobre ela, mas é tudo novo.

O que eu quero dizer é que existe uma explicação maior sobre a física por trás da ficção científica. Um embasamento teórico que não é aprofundado no primeiro livro.

Em momento algum isso se torna ruim para a história, mas torna a leitura um pouco menos dinâmica. Considerando que li Guerra do Velho em apenas um dia e demorei quase 5 dias para ler As Brigadas Fantasma, pode-se dizer que foi bem menos dinâmico para mim…

4/5 estrelas e muito feliz pela forma como o livro se encerrou e esperando para ver o que o tio Scalzi vai trazer no próximo livro!

PS: Aceito Encarcerados de presente… ❤