Mago e Vidro

Sinopse: A estranha e inesquecível odisséia de Roland de Gilead em busca da Torre Negra continua. No quarto volume da série imaginada por Stephen King, novos perigos ameaçam o ka-tet de Roland – formado por Jake, Eddie Dean, Sussanah e Oi.
Mago e Vidro retoma a eletrizante narrativa interrompida em As Terras Devastadas. Depois de enfrentar a terrível ameaça do monotrilho Blaine, o último pistoleiro e seus seguidores desembarcam na cidade de Topeka, no Kansas, e retomam o caminho do Feixe de Luz que conduz à Torre Negra. Roland revela então aos companheiros a história de seu passado, e a trágica perda de seu grande amor de juventude, a bela Susan Delgado.
Prosseguindo em sua jornada, o ka-tet chega a um palácio de vidro verde onde encontra ninguém menos do que o antigo nêmesis de Roland: Marten Broadcloak, conhecido em alguns mundos como Randall Flagg, em outros como Richard Fannin, e em outros ainda como John Farson, o Homem Bom. E Roland e seus companheiros descobrem então uma pavorosa verdade sobre o passado do pistoleiro…
Inspirada no universo imaginário de J.R.R. Tolkien e no poema épico do século XIX “Childe Roland à Torre Negra Chegou”, A Torre Negra mistura ficção científica, fantasia e terror numa narrativa que forma um verdadeiro mosaico da cultura popular contemporânea.

Ainda não tenho este volume em mídia física e nem sei quando o terei, já que prometi passar um ano sem comprar novos livros, mas como assinei o UBook por três meses faz algum tempo, resolvi aproveitar enquanto ainda o tenho pra poder dar continuidade na jornada de Roland e seu Ka-tet. Após conseguirem fazer a viagem com o monotrilho Blaine, esperamos que os problemas diminuam, porém não é exatamente isso que acontece.

Aparentemente o Ka de Roland não é dos melhores e que sua trajetória até a Torre Negra será a mais conturbada possível, mas é neste livro que finalmente teremos uma visão mais profunda do seu passado.

A maior parte do livro se passa durante o passado de Roland, em que ele conta sobre o seu grande amor Susan, e sobre seus amigos Alain e Cuthbert. Uma das coisas mais legais durante esse livro é exatamente conhecer o passado de Roland, afinal ele é o personagem principal da série, porém muito pouco é conhecido sobre ele, então essa parte foi muito interessante.

Ao mesmo tempo foi algo tão devagar e repetitivo…

Devo dizer que, assim como em todos os outros livros da série – e em relação a Stephen King no geral – este livro é lento. Não que isso seja ruim, mas me cansa às vezes todas as repetições e descrições e informações muitas vezes em excesso e que não influenciam nitidamente a história.

No escopo geral da história, estou cada vez mais interessada em saber o que vai acontecer com esse grupo de pessoas enquanto eles seguem caminho em direção a Torre, o crescimento e desenvolvimento de cada um dos personagens é muito bonito de se ver. Ao mesmo tempo, entretanto, é um livro que me dá um pouco de preguiça. Mesmo na voz maravilhosa do Frank Muller.

Se eu tenho uma relação dicotômica com essa saga/autor? Imagina!

3/5 estrelas e queria gostar mais dele…

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