
Sinopse: O terceiro volume da série best-seller Corte de Espinhos e Rosas, da mesma autora da saga Trono de Vidro em “Corte de Asas e Ruína” a guerra se aproxima, um conflito que promete devastar Prythian. Em meio à Corte Primaveril, num perigoso jogo de intrigas e mentiras, a Grã-Senhora da Corte Noturna esconde seu laço de parceria e sua verdadeira lealdade. Tamlin está fazendo acordos com o invasor, Jurian recuperou suas forças e as rainhas humanas prometem se alinhar aos desejos de Hybern em troca de imortalidade. Enquanto isso Feyre e seus amigos precisam aprender em quais Grãos-Senhores confiar, e procurar aliados nos mais improváveis lugares. Porém, a Quebradora da Maldição ainda tem uma ou duas cartas na manga antes que sua ilha queime.
Este deveria ser o último livro lido em 2018. Deveria, mas não foi e não por falta de tentativa…
A realidade é que a saga de Corte de Espinhos e Rosas não é para mim. Eu achei que poderia ser, porque gostei muito do primeiro livro. Entretanto, a forma como o desenvolvimento da história se deu não me foi satisfatório.
Calma, eu explico.
A narrativa de Corte é muito bem feita, as personagens são interessantes e a senhorita Sarah consegue narrar muito bem as cenas de ação – batalhas, guerras, treinamentos e outras coisinhas rawr -, entretanto, toda a parte de ação da história meio que cai em segundo plano, porque, ao meu ver, o objetivo da trilogia de Corte é o romance.
E é exatamente esse o meu problema com os livros.
Já mencionei diversas vezes que não gosto de livros de romance pelo romance. Gosto sim quando existe aquele romance que fica em segundo plano, que não é o que move a história, pois sempre acredito que uma personagem feminina é mais do que o relacionamento dela, é mais do que se existe um relacionamento para ela.
Mesmo que não seja do meu agrado, ainda assim consegui entender o motivo pelo qual a autora colocou todas essas questões em discussão na história.
3/5 estrelas