Omoide Poroporo

Omoide poroporo

Sinopse: Conta a história de Taeko Okajima, uma mulher de 27 anos e ainda solteira, com um trabalho burocrático num escritório em Tokyo, cidade na qual nasceu e cresceu. Quando criança, Taeko morria de inveja das amigas que podiam ir para o campo e visitar os parentes no período de férias. Por não possuir parentes no interior, Taeko tinha de permanecer em Tokyo o tempo todo, sonhando com o dia em que, finalmente, poderia realizar seu desejo de conhecer o campo.

Não sei o que dizer… Achei esse filme chato.

E ao contrário do estilo de criar personagens femininas fortes, que não precisam de um homem ao seu lado para que sejam salvas, ou definidas por ele, temos Taeko, com o grande dilema de ser solteira aos 27 anos.

Claro que o filme não roda essencialmente ao redor disso, afinal, passamos mais tempo nas memórias de Taeko quando criança do que com ela aos 27, mas… Ao final, é isso que move o filme.

Confuso, eu sei, mas é a realidade.

Consigo entender que mulheres solteiras ainda são um choque para a sociedade – ainda mais para a sociedade oriental e em 1991 -, só que achei tão enfadonho 50% das falas de Taeko adulta serem, de alguma forma, sobre isso. Seja se justificando, pessoas comentando sobre ela, ou enfim, o pedido de casamento arranjado…

Foi um filme muito bonito de se ver e que continua a discussão homem versus natureza, mas ter reduzido a personagem principal ao papel de esposa – e que se ela não conseguisse esse papel ela estaria errada – me deixou muito triste.

3/5 estrelas.

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