Contagem Regressiva

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E agora que o término desse ano finalmente se aproxima, acho justo fazer uma retrospectiva dos melhores e piores livros que li.

#1 Sangue na Neve – Jo Nesbø

Foi um livro que me surpreendeu pela sua forma de narrativa inusitada e seu narrador nem um pouco confiável, além de ser o primeiro livro que li do tio Nesbø – e que me causou um amor pelos livros dele.

#2 Alice – Christina Henry

Versão mais insana/steampunk de Alice no País das Maravilhas e que me deixou insanamente pun intended feliz, me lembrando o amor que tenho por esse maravilhoso universo criado pelo gênio Lewis Carroll.

#3 The Lunar Chronicles – Marissa Meyer

Preciso dizer que foi um achado? Desbancou meu preconceito com as releituras dos Contos Grimm/Disney e com o sobrenome Meyer. Já estou mais do que feliz em ter colocado Winter para um dos tópicos do Desafio de Leitura 2017.

#4 A Noiva Fantasma – Yangsze Choo MELHOR LIVRO DO ANO

Ler um livro maravilhosamente bem escrito que abordou o tema dos casamentos fantasma logo após ter jogado Fatal Frame V – que tem, basicamente, esse tema – foi uma diversão sem tamanho e ligeiramente – quase imperceptivelmente – assustador.

#5 Dois Garotos se Beijando – David Levithan

Meu primeiro livro LGBT. Adorei a forma como o Levithan abordou o assunto, sem deixar de todo piegas – ou clichê.

#6 O Orfanato da Senhorita Peregrine para Crianças Peculiares – Ransom Riggs

Fotos antigas, poderes mágicos peculiaridades, monstros e personagens crianças. Tio Riggs tinha tudo para fazer uma saga absolutamente fantástica, absorvente e cativante. E foi o que ele fez! Não importa o que a Editora Intrínseca diga, Orfanato é muito mais chocante que Lar.

#7 As Crônicas do Matador de Rei – Patrick Rothfuss

Tio Pat tem um jeito de usar as palavras que simplesmente te prende ao livro, te impedindo de desviar o olhar – não que eu quisesse fazer isso – e te deixa curioso para saber como Kvothe tornou-se o taberneiro Kote. Nem preciso dizer que NECESSITO do último livro, não é?

#8 O Colecionador de Ossos – Jeffery Deaver

Não imaginei que fosse gostar tanto assim desse livro mesmo tendo adorado o filme, porque geralmente é tanta alteração que a história sofre que muito se perde. Foi um livro dos mais interessantes e que, com certeza, comprova a regra de que o livro é BEM MELHOR que o filme.

#9 Labirinto – A. C. H. Smith

Foi o primeiro livro que li que foi a adaptação para romance do roteiro de um filme. Gostei de ver que há mais cenas do que aquelas mostradas no filme e gostei ainda mais das personagens. Não é exatamente o tipo de livro que gosto, mas a história é maravilhosa e muito concisa, então mereceu suas 5 estrelas.


Pensei seriamente em deixar aqui a lista dos piores livros do ano, mas acho isso, de certa forma, uma injustiça e uma maldade. Tudo bem que é a minha opinião pessoal e que não espero que elas tenham alguma repercussão, mas não há necessidade disso.

Encerro este post com o coração alegre e leve, feliz em ver que, mesmo não intencionalmente, muitas pessoas acharam relevante o que escrevo por aqui. Agradeço de coração a cada um de vocês que seguem o blog e que comentam nas postagens. ❤

E vamos para mais um ano!

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