Deadpool

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O que dizer deste filme que eu conheço há tão pouco tempo, mas que já considero tanto? *3*

 Posso dizer que foi um dos filmes que mais aguardei neste ano que já se finda. Deadpool sempre foi um personagem que eu gostei muito, mesmo não o conhecendo tanto assim – afinal, como já disse e repito, eu não sou era de ler quadrinhos coisa que está mudando facilmente graças ao Senpai e a Kyun e a Bru.

Sabia que o Deadpool era uma personagem zoeira, que não respeitava a quarta barreira e que se divertia em fazer as coisas mais insanas do mundo. Algo como o Cérebro e o Cebolinha criando seus planos para dominar o mundo/rua e DANDO CERTO. Deadpool é a personagem piadista, aquela que além de alívio cômico desenvolve o plot.

Então, quando vi a filmagem de teste vazada e a brilhante atuação do Ryan Reynolds sim, você conseguiu se redimir, querido fiquei desesperada para assistir o filme!

E como valeu a pena!

Assisti pela primeira vez no cinema e já me morri de rir e de encontrar os easter eggs espalhados pelo filme. Agora que o assisti pela segunda vez, posso realmente dizer: foi um filme hilário e épico, mesmo eu ainda não gostando nem um pouco da Vanessa SpiderPool for life. Minhas amigas adoraram e foi um filme que deixou o fim de semana ainda melhor.

Merece suas 5/5 estrelas.

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Salmo 21

Algumas vezes tenho muita vontade de assistir filmes de terror. Sim, morro de medo, sim, tenho pesadelos, mas é uma vontade masoquista que tenho de tempos em tempos. Também ajuda quando recebemos visitas e a Moonie ama filmes de terror e a Xará não os suporta. É uma daquelas situações win-win.

Claro que a capa do filme me chamou atenção, claro que coisas de demônios e igreja e exorcismos estão na listinha de coisas que eu gosto de assistir. Então… lá vamos nós assistir Salmo 21.

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Ah… que filme bosta.

Em primeiro lugar, o filme é sueco. Nada contra filmes estrangeiros, adoro, mas… Coleguinha… Qual o sentido?! Sim, filmes suecos dividem a categoria de filmes que não vou assistir junto com os filmes franceses.

Em segundo lugar, o filme em si não tem tanto sentido assim. Começa com o padre Henrik sonhando/lembrando do momento em que sua mãe morre. Corta pro sermão do padre na igreja. Enfim… O filme em si não faz o menor sentido.

Como filme de terror ele é uma ótima comédia. As cenas de terror são muito fracas e clichês, em momento algum nós três ficamos com medo ou realmente nos assustamos. Pesadelos? Nenhum. Risadas? Durante todo o filme.

Em resumo? Se quer um filme de terror, NÃO assista este filme.

Ganhou 1/5 estrelas porque eu não trabalho com meias estrelas porque não tem como não dar nenhuma estrela.

A Sétima Alma

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Em A Sétima Alma somos apresentados, na primeira cena, a um assassino em série conhecido como o Estripador de Riverton. Vemos, então, um casal em sua casa, a mulher grávida assistindo à TV e o homem no porão construindo um cavalo de madeira. No decorrer da cena, descobrimos que o homem tem múltiplas personalidades e que existe a chance de ele ser o assassino. Várias coisas acontecem e o homem morre, seu corpo nunca sendo encontrado. No instante em que ele morre, 7 crianças nascem prematuras na cidade.

E este é o tom do filme.

Há uma teoria de que as personalidades do homem encarnaram em cada uma das crianças, inclusive a do assassino – que jurou se livrar de cada uma dessas personalidades antes de morrer.

O filme em si possui uma coisa que me agrada muito – e que é, basicamente, um must have para que eu goste de uma mídia – a narrativa dele é não-linear. Cada uma das crianças se torna narrador em algum ponto do filme, sendo que Adam/Bug é a personagem principal do filme.

Outra coisa que me fez gostar muito do filme é que o suspense dele é tão bem feito que em momento algum sabemos quem é a criança/assassino, ao menos não até o final do filme. O suspense foi feito em doses homeopáticas então os sustos que recebemos não são nem excessivos nem poucos e muito menos forçados.

Mereceu suas 4/5 estrelas.

Deadpool – Wade Wilson’s War

 

E voltando aos devidos vícios Deadpoolianos graças ao Caio-senpai, li a HQ Deadpool – Wade Wilson’s War.

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A HQ mostra uma versão ou seria algumas versões? da história de origem de Deadpool. Ele se encontra em uma sessão judiciária no Congresso Americano em que precisa explicar uma série de mortes que se passaram em uma cidadezinha no México.

O interessante desta HQ é que a narrativa não-linear de Deadpool se torna ainda mais não-linear. Em momento algum existe certeza do que é realidade e do que é fantasia, do que é verdade e do que são mentiras boladas pela mente insana do Deadpool.

Até mesmo os companheiros de missão do Deadpool não são tão realistas assim. Diria que são borderline reais. Estão no limiar. Dominó, Mercenário e Silver Sable são ao mesmo tempo fantásticos demais para existirem de verdade e exatamente o que esperava encontrar ao lado do Deadpool em alguma missão.

Achei interessante, também, o fato de que enquanto Deadpool narrava, havia dois frames mostrando a imaginação/visão do Deadpool e como Wade Wilson suportou os fatos na realidade.

Gostei da HQ, mas não foi uma das minhas favoritas do Deadpool. Ganha 4/5 estrelas porque Deadpool é fantástico e me diverti lendo.

Pets: A Vida Secreta dos Bichos

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Em um dia incomum de programa com meu sobrinho, fomos assistir Pets. Sou uma pessoa que curte animais, então, acreditem, eu realmente queria assistir ao filme.

O filme em si conta uma história bem simples. Um cachorro que passa a ter um companheiro de lar e todos os problemas que isso traz.

Max vivia feliz com sua dona, até que ela traz Duke para casa e inicia-se uma guerra pelo poder entre eles. Em determinado momento acabam se perdendo e são levados pela carrocinha. Conseguem, entretanto, fugir e inicia-se a grande aventura para voltar para casa.

O enredo é fraco, mas foi um filme divertido. Os personagens tem suas características próprias, cada cachorro sendo diferente entre si. Chloe é a melhor personagem! Cat person Assim como o Bola de Neve! ❤ Amei esses dois…

Achei interessante, também, que ao final mostra o retorno dos donos para casa e como cada animal se identifica com o dono.

Me diverti bastante com meu sobrinho assistindo ao filme e fazendo estripulias depois.

3,5/5 estrelas.

The Cow Level is a Lie!

Hoje falarei de uma franquia de jogos que eu simplesmente amo.

Diablo 01

E assim começo minha narrativa sobre a franquia da Blizzard Entertainment. A franquia é composta por seis jogos no total: Diablo, Diablo Hellfire, Diablo II, Diablo II – Lord of Destruction, Diablo III e Diablo III – Reaper of Souls; tendo o primeiro jogo sido lançado em 31 de dezembro de 1996 e o terceiro jogo (desconsiderando as expansões) foi lançado em 15 maio de 2012.

Diablo 02

 

Uma das coisas que mais me deixa feliz com essa franquia é a forma como todos os personagens são caracterizados para terem uma história coerente – mesmo que tenha sido uma história criada tardiamente. Por exemplo: o personagem que criamos para jogar Diablo torna-se o Dark Wanderer, o personagem que põe a história de Diablo II em movimento e, que ao final, mostra-se ser o receptáculo da Soulstone do próprio Diablo. Em Diablo III este personagem ganha um nome, ele é Aiden, o filho mais velho do Rei Leoric.

Diablo 03

A cada novo jogo e expansão criado, podemos entender um pouco mais do mundo de Santuário, como os demônios conseguiram chegar ao reino dos homens e como eles se influenciam entre si.

Diablo 04

Entre DiabloDiablo II, o que tive mais contato foi com o segundo. Posso dizer que é um dos meus jogos favoritos – se não O favorito de PC – e nunca me canso, realmente, de jogá-lo! A história em si é interessante, cada novo “capítulo” somos apresentados a cidades, reinos, situações diferentes e progressivamente mais difíceis.

Diablo 05

Outra coisa que me deixa feliz é a questão dos personagens que podem ser criados. Originalmente só havia o guerreiro, o mago e o ladrão, hoje, em Diablo III, não só há mais personagens – bárbaro, monge, feiticeiro, arcanista, caçador de demônios e cruzado – como também há a escolha entre o sexo do personagem.

Diablo 06

Do lançamento de Diablo para o lançamento de Diablo III foram 16 longos anos de espera. É claro que sou suspeita para falar, amo a franquia e amo a Blizzard, então… Mas pode-se dizer que a espera foi bem recompensada. As cinematics, a jogabilidade, os personagens secundários, toda a história se envolve, se fecha, se completa. Coisas que me deixam feliz, é claro.

Diablo 07

Hoje continuo jogando, mesmo que já tenha zerado o jogo, mesmo não havendo mais Cow Level, mesmo que demore mais 16 anos para o próximo jogo.

É um daqueles que vale a pena esperar.