A Escolha dos Três

Escolhi o segundo livro da coleção A Torre Negra para o item 05. Um livro com número no títuloA Escolha dos Três de Stephen King.

05. A Escolha dos Três

Sinopse: Com incansável imaginação, Stephen King dá continuidade à magistral saga épica A Torre Negra, iniciada com O Pistoleiro. A Escolha dos Três, segundo volume da série, lança o Roland de Gilead em pleno século XX, à medida que ele se aproxima cada vez mais de sua preciosa Torre Negra, sede de todo o tempo e de todo o espaço.
Um derradeiro confronto com o homem de preto revela a Roland, nas cartas de um baralho de tarô, aqueles que deverão ajudá-lo em sua busca pela Torre Negra: o Prisioneiro, a Dama das Sombras e a Morte. Para encontrá-los, o último pistoleiro precisará atravessar três intrigantes portas que se erguem na deserta e interminável praia do mar Ocidental.
São portas que o levam a um mundo diferente do seu, em outro tempo, de onde ele deverá trazer seus escolhidos: Eddie Dean, um viciado em heroína da Nova York dos anos 1980; Odetta Holmes, uma ativista pelos direitos dos negros da década de 1960; e o terceiro escolhido, a Morte, que vai embaralhar mais uma vez o destino de todos.
Inspirada no universo imaginário de J.R.R. Tolkien, no poema épico do século XIX “Childe Roland à Torre Negra Chegou”, e repleta de referências à cultura pop, às lendas arturianas e ao faroeste. A Torre Negra mistura ficção científica, fantasia e terror numa narrativa que forma um verdadeiro mosaico da cultura popular contemporânea.

Comecei o livro bem lentamente. Para falar bem a verdade essa foi a segunda tentativa muito mais bem sucedida que a primeira, convenhamos de ler o livro. Não porque ele é ruim ou estranho ou qualquer coisa nesse sentido. Simplesmente porque eu tentei ler pela primeira vez no meu celular e, honestamente, não rolou muita química.

Em vista que demorei um mês pra terminar de ler empolgação com o desafio diminuiu, enquanto que com Diablo 3 aumentou, fora que a faculdade apertou e muito, pode-se dizer que talvez nem tenha rolado tanta química assim com o livro. -q

Acontece que o primeiro personagem a que somos apresentados dos 3 que seguirão com Roland em direção à Torre Negra não me convenceu. Muito menos as lagostrosidades. Então… acabei diminuindo o ritmo frenético que estava mantendo no início do desafio.

De qualquer forma, adorei ver que Roland, mesmo sendo o último pistoleiro do mundo, não é aquele personagem overpower que sempre consegue resolver qualquer problema jogado em sua face. Mesmo que isso não o torne assim um personagem tão humano.

E, por mais que inicialmente eu e Eddie não tenhamos nos visto eye to eye, Eddie é um personagem fundamental para Roland, inclusive para sua sobrevivência. E, ao final do livro, já tenho um sentimento fraterno em relação a ele.

Odetta, por sua vez, já me conquistou logo de cara. Não sei dizer exatamente o porquê, mas gostei dela. E ela se mostra uma personagem ao mesmo tempo indispensável e pelo-amor-de-deus-morra. Duas faces de uma mesma moeda, por assim dizer. Entendedores entenderão.

Já a Morte. Bem, posso dizer com toda a certeza que fui surpreendida – e muito – por ela. Não foi nem um pouco o que eu esperava e, com certeza, foi muito melhor do que o esperado.

All in all foi um livro muito fantástico. Gostei muito de lê-lo, mesmo que no começo tenha demorado para deslanchar. E já estou disposta a ler o próximo! Pena que ainda tem 2 livros na lista antes de poder começar a ler outras coisas… -q

4/5 estrelas.

Discrepância

Sonho.jpg

– O que há de errado, 27?

Piscou os olhos rapidamente e voltou a atenção para os quebra-cabeças à sua frente. Respirou fundo e continuou seu exercício de onde havia parado.

– Apenas um pouco cansado, 51.

Forçou a mandíbula enquanto via 51 escrever em sua prancheta. Sua distração seria contabilizada como dificuldade. Piscou lentamente mais uma vez e esforçou-se em terminar rapidamente o exercício.

Ao terminar o quebra-cabeça e tocar no temporizador, percebeu que seu tempo continuava próximo ao de 33, o experimento modelo. Recebeu suas medicações e saiu da sala fortemente iluminada para a semi-penumbra do corredor. Caminhava para sua acomodação ainda lembrando-se das imagens que o atingiram durante o experimento.

Não compreendia exatamente o que acontecia com a garota, não entendia porque ela carregava uma espada, muito menos o motivo pelo qual ela lutava. Só conseguia perceber, realmente, as cores.

Tantas cores que nem sabia qual era o nome delas – se elas ao menos tinham um nome. O céu, o chão, o sangue que escorria pela pele da garota e até mesmo a pele dela. Nunca vira alguém tão cheio de vida.

Tão cheio de cor.

– 27, seu próximo experimento começa em 30 minutos. – a voz automática avisou em seu ouvido – Favor dirigir-se ao laboratório 4.

Piscou e, por um mísero instante, desejou estar naquele mundo colorido. Engoliu as duas pílulas – brancas, como todo o resto de sua vida – e começou seu caminho para o laboratório 4.

Sua mente um quadro em branco.

Warcraft

For the Horde, motherfuckers! Sendo Horda até quando é estranho ser da Horda…

Warcraft

 Sou uma fã de World of Warcraft, faço parte da Horda, jogo como uma blood elf ranger e não poderia estar mais satisfeita com este filme.

Existe, entretanto, um porém em relação a esta pequena resenha. Não sou uma conhecedora tão nata assim da história dos jogos Warcraft e, sendo assim, da história que dá origem ao filme.

Blizzard não poderia ter feito um filme mais brilhantemente épico e com uma animação tão fantástica! É claro que isto já era algo esperado, afinal, as cinematics dos seus jogos são simplesmente de perder o fôlego. Então, mesmo com uma animação tão foda quanto a que este filme teve, não foi mais do que a obrigação da Blizzard. (Adorei particularmente as magias do filme. Tão legais! ❤ )

A atuação foi, também, fora de série! E eu vi você, Lothar. Você sai do Ragnar, mas o Ragnar não sai de você… Os atores conseguiram passar as emoções de cada personagem de uma forma épica. Garona, Lothar, Hadhgarr, Durotan ❤ … Até mesmo o Gul’dan me impressionou! Sim, fiquei com um pouquinho de medo.

Como história – e aí vem o pequeno problema (?) de eu não conhecer tanto – eu achei o filme fantástico! Adorei ver que mesmo entre a Horda – e entre a Aliança -, as coisas não eram tão preto no branco assim. Existiam lados dentro das duas facções. Durotan temendo que tenha sido a magia de Gul’dan a destruir o mundo dos orcs, Lothar desconfiando de Medivh. Anões e elfos se recusando a ajudar os humanos… Interessante ver como tudo se desenrolou para que as coisas “dessem certo” ao final.

Uma coisa que eu não gostei do filme foi em relação ao Thrall Go’el. Tudo em relação ao pequeno orc – desde o nome até a forma como Durotan “conversou” com ele de além-túmulo – ficou muito superhomem-ístico. Pareceu que estava vendo a história do jovem Clark Kent. Mas ele é um bebê orc muito fofolento, então eu relevo.

Um dos melhores filmes que assisti nesses últimos tempos, e espero que agora a porta para adaptações de jogos para filmes tenha sido escancarada de vez. Espero que os próximos filmes estou olhando para você Assassin’s Creed sejam tão bonitos, bem feitos e fidedignos quanto Warcraft. E só nos resta aguardar para os próximos filmes e próxima expansão.

Lok’tar ogar!

4,5/5 estrelas.

Alice Através do Espelho

Alice através do espelho 01.jpg

Alice Através do Espelho foi tudo o que eu esperava que fosse. Um filme lúdico, divertido, e visualmente bonito. Adorei a forma como colocaram a viagem temporal, e simplesmente AMAY o Tempo. Ele foi tudo o que eu esperava também mesmo que pelo trailer eu tivesse achado que ele seria bem mais cruel.

Uma das coisas que posso falar abertamente sobre o filme é que, assim como Alice no País das Maravilhas, o foco principal do filme é o Chapeleiro Maluco. Eu adoro o Chapeleiro e o Johnny Depp, então fiquei muito feliz de vê-lo novamente, assim como todos os outros personagens talvez não a Rainha Vermelha. Só que, claro, não é lá uma adaptação tão fidedigna do livro de mesmo nome.

Em vista que é uma continuação do filme do tio Burton, já esperava que o foco não fosse muito a Alice. Helena e Johnny atuaram bem, assim como a Anne. Ênfase para a atuação magnífica da Mia, não consigo imaginar outra atriz como Alice.

A história do filme por si só é simples, linear e clichê. O Chapeleiro está novamente em apuros e para salvá-lo, Alice precisa viajar no tempo. As regras de viagens no tempo também se aplicam ao universo fantasioso do país das Maravilhas. Uma pessoa não pode se ver no passado/futuro, existem situações que não podem ser mudadas, e assim sucessivamente.

Alice inicia sua jornada em busca do castelo do Tempo e lá consegue a CronoEsfera para viajar pelo oceano do tempo. E daí pra frente é só problema em cima de problema.

Achei interessante a forma como muitas coisas do universo de Alice foram explicadas neste filme, como por exemplo o motivo de sempre e nunca ser a hora do chá para o Chapeleiro, Lebre de Março e o Ratinho.

Agora, o momento em que eu quase chorei foi ao final do filme. Alan Rickman faleceu no início deste ano, mas participou do filme dublando o personagem Absolem (Lagarta/Borboleta azul). Ao final dos créditos havia um In Memoriam a ele, e toda aquela emoção de ter descoberto sua morte voltou como um tiro. Precisei de todo o auto-controle que eu tinha pra não me acabar em lágrimas. Sua voz foi marcante no trailer e seu personagem essencial para dar início à segunda viagem de Alice. Sempre marcante, tio Alan. Sempre.

4/5 estrelas.

Castle

Castle 02

Hoje eu preciso falar sobre a Series Finale de um dos meus seriados favoritos: Castle.

O seriado se inicia com o Departamento de Polícia de New York (NYPD) tentando desvendar uma série de homicídios que se parecem muito com os homicídios descritos nos livros de Richard Castle, um famoso escritor de romances policiais. Conhecemos, então, a detetive Kate Beckett, e os seus companheiros de equipe, Javier Esposito, Kevin Ryan e a legista Lanie Parish, e acompanhamos o desenrolar da investigação com Castle auxiliando na mesma.

Castle 03

Quando os crimes são, enfim, desvendados, descobrimos que Castle – com seus contatos com o prefeito – conseguiu permissão para acompanhar o 12º Distrito da NYPD para conseguir inspiração para sua próxima série de livros Niki Heat, uma detetive baseada em Kate Beckett.

Durante oito longas temporadas acompanhamos o desenrolar do romance entre Castle e Beckett, entre Ryan e Jeny, entre Esposito e Lanie. Acompanhamos o crescimento dos personagens, como Martha e Alexis tornam-se mulheres ainda mais independentes de Castle – e ao mesmo tempo tão importantes para que ele seja quem ele é.

Sofremos com cada sequestro, cada tentativa de assassinato, cada plot twist que mais parecia querer nos infartar do que dar continuidade à história.

E ainda assim foi um seriado policial cômico simplesmente sensacional.

Isto é… Ao menos até estas últimas duas temporadas.

[SPOILER ALERT]

Ao final da sexta temporada, Castle está dirigindo para o seu casamento com Beckett, quando é jogado para fora da pista e permanece 8 semanas desaparecido. E, honestamente, acho que foi exatamente neste momento da sétima temporada que as coisas começaram a degringolar.

O fato de Castle ter amnésia deixava um gostinho de quero mais, uma vontade de descobrir o que diabos aconteceu com ele durante essas 8 semanas. Nós, assim como os personagens do seriado, não sabíamos o que estava acontecendo e, parafraseando o próprio Castle no episódio 21 da oitava temporada, era basicamente um problema de Schrödinger. Não saber o que havia acontecido durante este tempo nos deixava instigados, deixava nossa imaginação correr solta, mas explicar o que aconteceu? Poderia – e foi o que aconteceu – nos decepcionar.

Durante a sétima temporada somos apresentados a um nome: LokSat, um suposto agente da CIA que se tornou rogue e vendia suas informações e forças para quem pagasse mais caro. E, ao meu ver, foi um repeteco das outras temporadas. Beckett queria desvendar quem havia matado sua mãe e, ao seguir por esse caminho, quase morreu e quase perdeu todos aqueles a quem amava. Idem quando Castle tentou encontrar o assassino triplo X. E poderia dar muito mais exemplos, mas a repetição não é algo que realmente me incomoda, vide House, Supernatural e muitos outros seriados.

O que realmente me incomoda é que a cada vez que uma situação de vida ou morte apareceu em Castle, tanto Beckett quanto Castle mentiam um para o outro “para sua proteção”. Chegou a um ponto em que era visível que a produção estava apenas usando o mesmo roteiro, simplesmente mudando o alvo principal (Beckett ou Castle) e o nome do bandido.

Ao terminar de bingewatch a oitava temporada, devo dizer que, mesmo eu, louca alucinada por Castle me enjoei de em quase todos os episódios o Castle ser sequestrado, que me cansei de sempre ver a mesma palhaçada em que eles procuram proteger sua alma gêmea, às situações de quase morte.

O final deixou muito a desejar – é claro que houve toda a polêmica da saída da Stana Katic (Beckett) e dos problemas entre ela e Nathan Fillion (Castle), e que, muito provavelmente, a oitava não seria a última temporada -, mas me entristeci. Até mesmo o penúltimo episódio meio filler foi melhor do que a series finale. Tornaram LokSat duas pessoas que nem fazem tanto sentido assim em serem o vilão, mataram e ressuscitaram Castle e Beckett sem a menor explicação E AINDA fizeram um epílogo digno de Jogos Vorazes mostrando o futuro dos dois.

Eu concordo que Castle sem Beckett não faz o menor sentido, então que bom que ao menos tiveram a brilhante ideia de terminarem a série com os dois atuando junto e tudo o mais, mas poxa… Que final bosta. Se ao menos eles tivessem morrido de verdade. Eu teria ficado com raiva, mas aceitava. Agora ressuscitarem sem a menor explicação? Isso vai ficar entalado na minha garganta por muito tempo. Assim como o fato de não terem dado um final decente para NENHUM dos personagens secundários. As in ninguém morreu, mas também não fazemos ideia do que aconteceu com eles. Como eles puderam deixar Alexis, Hayley, Ryan, Esposito e Lanie sem um final? Isso foi um absurdo.

Honestamente, tem horas que eu me frustro demais com esses seriados. Pode parecer bobeira, mas foram quase nove anos acompanhando semanalmente o desenrolar de toda essa história, são personagens que amo, que conquistaram – e muito bem conquistado – um lugar no meu coraçãozinho. Foi um longo tempo de investimento afetivo para sofrer esta decepção ao final. Quando acontecem coisas assim, até tenho vontade de largar tudo pra lá e parar com seriados. Quem disse que eu consigo..?

Anywho… É com muita tristeza que dou adeus para os brilhantes personagens de Castle. Levarei vocês para sempre na memória, menin@s.

#CaskettForLife #NoBeckettNoCastle

Pelo menos um ship da minha armada ainda terminou canon lindamente! ❤

PetLove

PetLove

Gente! Preciso dizer que estou muito mais do que satisfeita com este ótimo site que se chama PetLove!

Para quem tem esses lindos companheiros de vida que possuem quatro patas, sabe muito bem o quanto é desesperador a comida estar acabando, ou um absurdo o preço dos itens básicos para os bichinhos.

PetLove é um site que disponibiliza de tudo para o seu pet. E quando eu digo de tudo, eu quero dizer de tudo! Tem potes, coleiras, casinhas, almofadas, medicações, brinquedos, MUITOS brinquedos, rações, bebedouros e um milhão de arranhadores diferentes e portinholas.

Sabe o que mais me deixou boquiaberta? O serviço do PetLove é simplesmente fantástico. Em Lost moro em um apartamento, num prédio que não tem porteiro ou zelador. Como moro sozinha uma das minhas maiores dificuldades é a de receber encomendas pelo correio horários de faculdade são as coisas mais inconstantes da minha vida, obrigada. Assim como muitos outros sitesPetLove pede o seu celular para poderem entrar em contato, mas foi o primeiro que me ligou realmente quando Os Correios foram entregar a encomenda. Amor é pouco. ❤

Outra coisa. Não sei se é sorte ou o que, mas até hoje nenhum dos meus pedidos demorou o tempo máximo de entrega previsto pelo site. Então a surpresa é ainda maior!

No site é possível fazer uma seleção dos itens mais comprados, assim como eles têm sistemas de “assinaturas”. Por exemplo, eu, com dois gatos, uso muita areia. Se eu quiser “assinar” os pedidos de 2 sacos de areia por mês, tem como. Seleciono os itens que quero receber mensalmente e eles enviam sempre naquela data e com o valor pré-estabelecido. Ainda não assinei nada, mas provavelmente farei isso em algum momento.

O que eu quero dizer é: para quem tem pet, dê uma chance ao PetLove! Você provavelmente encontrará aquele item que está procurando há tempos e terá comodidades e promoções. Com certeza continuarei comprando deles! PetLove é muito amor!! ❤

Unbreakable Kimmy Schmidt

Unbreakable Kimmy Schmidt

Seriado bastante divertido criado pela Netflix. O conheci no ano passado? Este ano? Quando assisti às chamadas pela internet afora, devo dizer que não achei assim tão interessante, mas nada que uma noite hilária com amigos  um dia de binge watching não me fizesse mudar de ideia.

Somos apresentados à Kimmy Schmidt, uma garota que passou 15 anos presa em um bunker com mais 3 mulheres devido à crença em um reverendo de um culto apocalíptico que pregava o fim do mundo. Acompanhamos, então, sua adaptação à realidade.

É engraçado porque a Kimmy é uma pessoa extremamente inocente e passa por muitas situações dignas de uma adolescente comum, só que ela já está na casa dos 20-30 anos!!

Assim como todo seriado de comédia, há muitos momentos extremamente hilários, e outros que me pergunto porque continuo assistindo a ele. Os personagens são muito lugar comum e, mesmo que a evolução deles seja notável, é possível prever o comportamento de cada um deles.

Como um todo é um seriado que me agrada porque me divirto com cada episódio de 30 e poucos minutos. Vale a pena dar uma chance.

Mas se não gosta de uma comédia mais non sense, é provável que não se agradará com a série.

Use com precaução.

PS: Fazia tempo que não escutava/via uma abertura tão divertida! E grudenta. ❤