The Wicked + The Divine

E voltemos a falar sobre HQs.

Hoje trago mais uma resenha de HQ, porque acho válido, afinal, estou resenhando tudo o que estou lendo. Aceitem.

The Wicked + The Divine

The Wicked + The Divine é uma HQ da editora Image, o autor é o senhor Kieron Gillen e o desenhista é o senhor Jamie McKelvie. Honestamente nunca tinha ouvido falar da série, editora ou autor/desenhista.

O que importa sobre minha descoberta dessa HQ? Foi a Fah que me indicou (ela tem um ótimo gosto!) e desde que comecei a ler os – atuais – 18 volumes lançados não consegui parar de ler até chegar ao último (será uma longa espera até o dia 04/05).

E vamos continuar.

Sinopse: A cada noventa anos, doze deuses reencarnam como humanos. Eles são amados. Eles são odiados. E dentro de dois anos, eles morrem. O time responsável pelos sucessos de crítica Jovens Vingadores e FONOGRAMA se reúnem em um novo conto de fantasia super-heroica, com belas edições de tamanho extendido. Bem-vindo a THE WICKED + THE DIVINE, onde deuses são as estrelas supremas do pop. Mas lembre-se: só porque você é imortal, não significa que vá viver pra sempre.

Acompanhamos a história de Laura, uma garota de 16 anos fascinada pelo Panteão. O Panteão é formado pelos 12 deuses encarnados, e Laura acaba se aproximando deles de uma forma ou de outra. Assim, somos apresentados a Lucifer ( ❤ ), Amaterasu, Sahkmet, Baal, Morrigan e muitos outros membros do Panteão.

Além do que, acompanhamos o “nascimento” dos deuses que ainda não haviam se apresentado.

A história é mais complexa do que imaginamos primeiramente, afinal, mesmo que eles sejam deuses, são “pessoas”, têm seus desejos, seus medos, suas vidas curtas e com duração de apenas 2 anos.

Cada deus tem seus poderes, seus pontos positivos e negativos, são amados e são odiados. Alguns mais odiados que amados, mas isso faz parte.

Os desenhos que ilustram a história são simplesmente deslumbrantes. Creio que foi o que me chamou primeiramente a atenção para a HQ. Adoro desenhos bonitos com cores brilhantes. Posso dizer que foi amor à primeira lida.

É uma HQ que vale a pena ser lida. Pelos desenhos, pela história, pela inclusão – de gênero, sexual, racial, cultural – assim como pela discussão sobre racismo, sobre poder, sobre a vida e a morte. (Como eu disse, uma história mais complexa do que imaginamos).

4/5 estrelas.

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